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Author: AJA
Home AJA Page 16
GalizaHomenagens e tributos (2009)ImprensaToponímia
30/04/2009By AJA

José Afonso é nome de Parque em Santiago de Compostela

Um “Parque José Afonso” vai ser inaugurado a 10 de Maio junto ao “Auditorio de Galicia”, em Santiago de Compostela, em homenagem ao autor de “Grândola, Vila Morena”, informou hoje o Núcleo do Norte da Associação José Afonso (AJA).

Situado numa lateral do Auditorio de Galicia, o parque é uma homenagem ao cantautor português promovida por um grupo de amigos, apoiada por cerca de três mil pessoas de todo o mundo e aprovada pela câmara de Santiago de Compostela, precisou à agência Lusa Paulo Esperança, daquele núcleo

O “Parque José Afonso” situa-se junto do complexo Burgo das Nácions (Burgo das Nações), onde actualmente se concentram várias residências universitárias e onde em 1972 Zeca Afonso cantou pela primeira vez em público “Grândola, Vila Morena” na sua primeira digressão pela Galiza, que integrou também espectáculos em Ourense e Lugo.

Notícia Lusa

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Homenagens e tributos (música)
29/04/2009By AJA

«Tributo a Zeca Afonso» – Companhia Bengala – Fórum Cultural de Alcochete

José Afonso é leitura obrigatória para todos os artistas. José Afonso é incontornável para todos os portugueses. Tem que ser lido com humildade e interpretado com orgulho. A sua obra tem que ser revisitada com originalidade.Fazem parte deste projecto Genoveva Faísca (voz), João Bengala (guitarra clássica, guitarra portuguesa e voz), João Vaz (saxofone soprano), Joaquim Correia (baixo acústico) e Diogo Leónidas (bateria).

Fórum Cultural de Alcochete
30-04-2009
21h00
Entrada: EUR 6,00
Reservas: 212349640

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GalizaToponímia
29/04/2009By AJA

Inauguração de espaço dedicado a José Afonso em Santiago de Compostela

O próximo día 10 de maio ás 12 h. vaise proceder á inauguración dun espazo público na cidade de Santiago dedicado á José Afonso. O pequeno “Parque José Afonso” está situado nun lateral do Auditorio de Galicia, moi preto do pequeno lago.Ese día conmemoramos o 37 aniversario do 10 de maio de 1972, día no que o Zeca cantou por vez primeira en público “Grândola, vila morena” nun extraordinario recital que tivo lugar no desaparecido Burgo das Nacións, xusto onde hoxe está o Auditorio. Esta homenaxe da cidade a Jose Afonso foi promovida por un grupo de amigos do cantor, apoiada por tres mil persoas de todo o mundo e aprobada polo Pleno do Concello de Santiago.

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AJA NorteGaliza
29/04/2009By AJA

A AJA norte vai até à Galiza

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Homenagens e tributos (música)
28/04/2009By AJA

“20 Canções para Zeca Afonso” juntou 250 pessoas na Mealhada

Zeca Afonso foi o grande homenageado da noite da última sexta-feira, 24 de Abril, no cineteatro Municipal Messias. Mais de duzentas e cinquenta pessoas assistiram ao espectáculo “20 Canções para Zeca Afonso”, que reflectiu o olhar da geração mais jovem sobre a música e as palavras deste cantor de Abril. Uma forma original de assinalar os trinta e cinco anos da Revolução dos Cravos, que mereceu os maiores aplausos de quem assistiu.
Onze jovens em palco, vinte canções para um nome indissociável da Revolução dos Cravos. O jazz foi o género que imperou, com as populares músicas do cantor a surgirem ao som do piano, guitarra, saxofone, viola, violinos e violoncelo. As letras, essas eram as mesmas das muitas canções de Zeca Afonso, que diferentes gerações já soletraram. “O que faz falta é animar, o que faz falta”, ouvia-se, num tom menos popular e mais sério, mas igualmente bonito.
“20 Canções para Zeca Afonso”, um projecto de Rafael Fraga, conseguiu desafiar todas pessoas presentes nesta noite a uma reflexão sobre a obra poética e musical desta figura ímpar da cultura portuguesa. Onze jovens e um legado, uma voz masculina, outra feminina, temas mais conhecidos, outros menos divulgados, mas um espectáculo que agradou o público, que foi cantando “A morte saiu à rua” ou “Venham mais cinco”, “Maria Faia” ou “Os índios da meia-praia”. No final, ouviram-se muitos aplausos depois da última música, “Venham mais cinco”, e o grupo voltou ao palco para um único, mas apreciado, encore.

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Exposições
28/04/2009By AJA

Obra e vida de José Afonso no Palácio do Gelo

Num momento marcante da vida democrática portuguesa em que se comemora mais um 25 de Abril, o Palácio do Gelo Shopping orgulha-se de apresentar uma exposição que retrata fielmente a obra e vida de José Afonso, porventura uma das personalidades da cultura portuguesa que melhor soube interpretar o espírito de Abril.

O material desta exposição foi gentilmente cedido pela Associação José Afonso e encontra-se exposto no piso 0 do Palácio do Gelo, até a 30 de Abril.

No sentido de prestar um enfoque acrescido à exposição principal, o Palácio do Gelo Shopping contará ainda com a presença de algumas escolas locais que, desta forma, têm oportunidade de apresentar diversos tipos de trabalhos, desenhos, textos e trabalhos manuais, sendo que a sua temática é centrada na vida e obra de José Afonso e da comemoração do 25 de Abril e encontram-se expostos nos pisos 0, 1 e 2 do Palácio do Gelo.

Eis as Escolas que participam na exposição:

– Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Infante D. Henrique;

– Escola Básica Integrada e Secundária Jean Piaget;

– Escola Secundária de Emídio Navarro;

– Escola Secundária Alves Martins.

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Imprensa
26/04/2009By AJA

José Afonso eleito 4º melhor cantor pela redacção da revista Blitz

A fadista Amália Rodrigues foi eleita a melhor cantora portuguesa de sempre pela redacção da revista Blitz, uma votação revelada na edição de Maio que inclui ainda as vozes de Carlos do Carmo, António Variações e José Afonso.
A edição de Maio, colocada hoje à venda, apresenta uma lista nacional e internacional dos melhores cantores de sempre, escolhidos pela redacção da publicação mensal e pela revista Rolling Stone, respectivamente.

A lista dos melhores portugueses é liderada por Amália Rodrigues e integra ainda mais dois nomes do fado: Carlos do Carmo, em segundo lugar, e Mariza, em quinto.

A redacção da Blitz elegeu apenas oito cantores portugueses, quatro mulheres e quatro homens.

Em terceiro lugar figura António Variações e em quarto José Afonso, ambos falecidos nos anos 1980.

Paulo de Carvalho surge em sexto, Maria João em sétimo e Teresa Salgueiro em oitavo.

Os cantores eleitos pela revista Blitz são descritos na edição de Maio por oito músicos portugueses e os textos são acompanhados por sugestões de temas e de artistas que terão influenciado.

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Homenagens e tributos (2009)Homenagens e tributos (artes plásticas)
26/04/2009By AJA

Painel de azulejos alusivo a José Afonso


Descerramento de um painel de azulejos alusivo a José Afonso, na Junta de Freguesia de São Sebastião, em  Setúbal, no dia 26 de Abril de 2009.
A Associação José Afonso esteve presente nesta iniciativa integrada nas Comemorações do 35º Aniversário do 25 de Abril.

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Discografia
25/04/2009By AJA

Duas Colectâneas do Festival des politischen Liedes onde figura “Grândola, vila morena”


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Círculo Cultural de SetúbalFestival "Cantar José Afonso"
25/04/2009By AJA

Festival “Cantar José Afonso”

O Festival “Cantar José Afonso” foi uma iniciativa realizada pelo Círculo Cultural de Setúbal entre 1988 e 1996 para evocar em Setúbal José Afonso.
Neste blogue (http://cantarjoseafonso.blogspot.com/) podem ter acesso a toda a programação dessa iniciativa que durante muitos anos foi a única dedicada ao Zeca em Setúbal.

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Imprensa
25/04/2009By AJA

Morte de José Afonso salvou cantautores da ostracização

José Mário Branco cantava porque não podia falar. “Cantar era uma forma de escape, de socializar. E socializar, juntar o povo, era considerado perigoso”. Ana Bacalhau canta “o que a vida não diz” porque nunca poderá saber o que era não poder falar. “Sou uma sortuda por não conseguir sequer imaginar o que é ter um lápis azul”. Ele, hoje com 67 anos, ícone maior da resistência à ditadura, não sabe, mas inspirou a rapariga que pôs o país a entoar fon-fon-fon-fon . “Sem ele, os Deolinda nunca poderiam existir – e isso é assustador”, afirma a vocalista da banda, 30 anos, prestando-lhe pública homenagem. Elogiar o autor de “A cantiga é uma arma” é agradecer o privilégio de hoje poder dizer: “Agora sim, cantamos com vontade!/ Agora sim, ouço a liberdade!”

Foi privilégio que Mário Branco nunca teve, nem para cantar outras letras que não aquele épico do FMI: “Esta merda dos partidos é que divide a malta pá, é só paleio pá, o pessoal quer é trabalhar!”, nem mesmo depois de cortada a fita do 25 de Abril, nem mesmo apesar de garantir que a sua liberdade “chegou muito antes da data”. Parece contradição, mas não é. “Decidi ser livre quando escolhi não ir para a guerra matar os meus irmãos; quando escolhi pagar o preço pelas minhas opções”. O preço foi ser preso aos 19 anos e depois fugir para França – ele e mais cem mil portugueses. Foi lá que começou a tocar viola, foi lá que permaneceu, refugiado, dez anos. E foi depois de vir de lá, já Portugal brindava à Liberdade, que surpreendentemente continuou “a ser marginalizado”. Em 1982, “o disco que juntava o ‘FMI’ com o ‘Ser Solidário’ foi recusado por oito editoras” porque ele “era visto como um cantautor amaldiçoado”. Era como se tivesse que continuar a ser punido, vá lá saber-se porquê.

Editou o disco graças à confiança do público. À entrada de uma série de concertos no Teatro Aberto, em Lisboa, entregou uma carta em que escreveu: “Queria fazer este disco. Se me confiar o seu dinheiro…” E as pessoas confiaram, os concertos esgotaram e o disco saiu. Mas só mais tarde, em 1987, com a morte de Zeca Afonso, as editoras deram tréguas. “Perceberam que tinham irremediavelmente perdido um grande mestre e que valia a pena terem mais respeito pelos que restavam”. Foi então convidado a editar a sua obra integral. Até começou a ser “tratado por Senhor”, e Mário Soares quis condecorá-lo. Rejeitou. “O condecorador tem que estar à altura do condecorado”. Para Branco, a liberdade que temos “é meramente formal”. Não lhe preenche o sonho. Bacalhau diz ter ” tanto medo de a perder”, que celebra sempre o 25 de Abril.
Jornal de Notícias

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GalizaHomenagens e tributos (2009)
24/04/2009By AJA

“Seremos muitos, seremos alguem” em Vigo

LOCAL: Verbum, “A Casa das palabras”
Avda Samil,Vigo
Inauguración-clausura: Do 5 ao 31 de Maio
Cartazes: 64, material: pvc.
Autoría exposición: André F. Places
Organización:S.Cultural Na Virada
Coordinación actividades: Xico de Carinho
Producción: Verbum/Concelleria de Cultura de Vigo

INAUGURACIÓN
5 de Maio ás 20 h.
Presenta André F.Places

MESA REDONDA
Xoves 14 Maio ás 20 h.
Participantes:
• Alipio de Freitas, Ex-Presidente da Ass. José Afonso de Setúbal.
• Henrique Marques, directivo e cofundador da Ass.J.Afonso de Setúbal.
• Francisco Fanhais,Presidente da Ass. J. Afonso,cantor e compañeiro de J. Afonso en múltiples actividades .
• Arturo Reguera, colaborador con Benedicto nas 1ªas actuacións de J. Afonso na Galiza.
Presenta: Xico de Carinho, músico, socio da Ass.J.Afonso dende a súa fundación e coordinador das actividades.

TRIBUTO A JOSÉ AFONSO”
Xoves, 21 de Maio ás 20 h.
Participantes:
POESIA:
-Xosé María Alvarez Cáccamo
-Maria Xosé Queizán
-Manuel Forcadela
– Adelaide Graça (Portugal)
MÚSICA:
-Grupo Na Virada
-José Pumar
-Tino Baz
-Ana Ribeiro (Portugal)

CONCERTO HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO
Xoves, 28 Maio ás 20 h.
Actuación de “COUPLE COFFEE” , con
Luanda Cozzeti, canto e percução
Norton Daniello, Baixo eléctrico.
Repertorio tirado do seu CD, “Com as tamanquinhas do Zeca” e outros.

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Homenagens e tributos (2009)
24/04/2009By AJA

Poesia e Música de José Afonso em Serpa

O Cineteatro Municipal de Serpa vai promover um espectáculo de Poesia e Música de José Afonso, na noite de 24 de Abril, pelas 21:30h, a que se seguirá o fogo-de-artifício na Praça da República e Altinho.

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Homenagens e tributos (música)
23/04/2009By AJA

A Formiga no Carreiro – Companhia DeMente em Sobral de Monte Agraço

Espectáculo musical construído sobre canções de José Afonso que foi criado para assinalar os 20 anos da morte deste importante marco da recente História de Portugal, contextualizando a sua obra e o seu envolvimento político e histórico.

Integrado nas Comemorações do 35.º Aniversário do 25 de Abril.

Para assistir a este espectáculo reserve o seu bilhete na Bilheteira do Cine – Teatro ou pelo telefone 261 948 321, 5.ª e 6.ª Feira, das 16h00 às 19h00.
Todo o Público
Gratuito

Local: Cine-Teatro de Sobral de Monte Agraço – 21h30

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Couple Coffee
23/04/2009By AJA

Concertos dos Couple Coffee com “As tamanquinhas do Zeca”

24 Abr 2009 – 22:30
Couple Coffee & Band – Co’as Tamanquinhas do Zeca – Praça do Bocage Setúbal – Portugal
25 Abr 2009 – 17:00
Co’as Tamanquinhas do Zeca! – Couple Coffee & Band – TEATRO VIRGÍNIA Torres Novas – Portugal
26 Abr 2009 – 21:00
Couple Coffee & Band – CINE TEATRO CAMACHO COSTA Odemira – Portugal
15 Mai 2009 – 20:00
Norton Daiello & Marco Lobo – ONDAJAZZ Lisboa – Portugal
23 Mai 2009 – 21:00
Norton Daiello & Marco Lobo – FESTIVAL TENSAMBA – Recinto Ferial de Arrecife Lanzarote – Islas Canarias – España
28 Mai 2009 – 20:00
Couple Coffee (duo) – Verbum (Casa das Palabras), Avenida deSamil,17 (Praia de Samil) de Vigo. / Galiza – España
31 Mai 2009 – 21:30
Couple Coffee & Band – CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL Sintra – Portugal

Mais informações em: http://www.myspace.com/couplecoffee

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Homenagens e tributos (2009)
22/04/2009By AJA

Concerto de Homenagem em Carcavelos

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Homenagens e tributos (2009)
22/04/2009By AJA

Sessão evocativa de José Afonso na Nazaré

Amanhã, dia 22, a Biblioteca Municipal da Nazaré acolhe uma sessão evocativa de José Afonso, que vai contar com a presença da filha do cantor, Helena.

Numa iniciativa pensada sobretudo para os alunos do Externato D. Fuas Roupinho, mas aberta a todos os interessados, serão cantados alguns dos temas mais emblemáticos do cantor de intervenção. A apresentação de alguns elementos biográficos de Zeca Afonso compõem esta evocação de um dos mais importantes compositores e intérpretes portugueses do século XX.

Esta sessão, que se realiza às 15h00, ocorre em vésperas das comemorações do 25 de Abril, para sempre marcado pela música “Grândola Vila Morena” do próprio José Afonso.

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Tertúlias
21/04/2009By AJA

Tertúlia “Recordar José Afonso” em Vila Real de Santo António

Dia 24 de Abril, às 21h30, no Centro Cultural António Aleixo, terá lugar a tertúlia “Recordar José Afonso”, com a participação de Camilo Mortágua, José Luz Santos, José Luís Louro e Teodomiro Neto, à qual se seguirá a actuação do grupo de Fados de Coimbra “Canto d’Alma”.

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AJA Norte
21/04/2009By AJA

“O Canto de Intervenção” na Longra, Felgueiras


Dia 25 de Abril, pelas 21,30 horas
CASA DO POVO DA LONGRA
Vila da Longra – Felgueiras
Evento integrado nas comemorações do 70.º aniversário
da Casa do Povo da Longra

“O Canto de Intervenção”,
com o grupo da AJA Norte, Tino Flores, Luís Almeida e Paulo Rodrigues.

INSCREVA-SE NO JANTAR “CONVIVER EM LIBERDADE”
antes do espectáculo, pelas 19,30 horas, dia 25.
Preço: 7,5 cravos

Dia 25 (sábado):

19,30 horas, Restaurante Juventude, “Jantar Conviver em Liberdade” (aberto a toda a gente; inscrição prévia para o mail: jn.felgueiras@sapo.pt, ou por contacto com José Carlos Pereira (91 609 00 33). Preço: 7,5 cravos.

21,30 horas – Sala de Espectáculos: concerto “O Canto de Intervenção”
Actuação da Associação José Afonso – Núcleo do Norte (Gabriela Marques, Ana Afonso, Paulo Esperança, Ana Ribeiro, Miguel Marinho, Fernando Lacerda, Paulo Veloso e Eduardo Pinheiro), bem como o conhecido cantor de intervenção Tino Flores, com Luís Almeida e Paulo Rodrigues.

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Homenagens e tributos (2009)
20/04/2009By AJA

Dizer e cantar Zeca Afonso, em Sintra

No próximo dia 25 de Abril às 22.00h vai acontecer DIZER E CANTAR ZECA AFONSO no Complexo U.D do Mucifal, Sintra.
Antes e no mesmo espaço irá decorrer a abertura da exposição colectiva de fotografia “Emoções, Sensações e Liberdade”, que estará patente ao público até ao dia 3 de Maio.
Local: Rua do Complexo Desportivo, Mucifal – 2705 Colares/Sintra.

Indicações de como chegar ao Complexo
(Basta seguir as indicações das placas de cor laranja a dizer Complexo Desportivo)

A exposição colectiva vai contar com a presença dos seguintes fotógrafos:
– António Vieira da Silva
– Helena Paixão
– José AS Figueira
– Nuno de Sousa
– Ricardo Calha

Além da exposição fotográfica anunciada haverá ainda nesta noite uma exposição de instrumentos musicais e Poesia e Musica em homenagem a Zeca Afonso com Paulo Lawson (Voz) e Luís Santos (Guitarra) e poemas ditos por alguns poetas do concelho de Sintra.

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GrândolaImprensa
20/04/2009By AJA

Onde está a Grândola de José Afonso?

Ainda é a terra da Sociedade fraternidade operária grandolense, mas O edifício está encerrado há dois anos

Havia duzentas pessoas na sala. Entre elas um agente da PSP. Fardado. Homem para não se abespinhar quando José Afonso cantou ‘Os Vampiros’, senhores à força e mandadores sem Lei. Escondidos sob o palco palpitavam os livros que a Censura proibira – ‘Subterrâneos da Liberdade’, de Jorge Amado, partilhando páginas com ‘O Caminho Fica Longe’, de Vergílio Ferreira.

Na noite de 17 de Maio 1964, no salão de festas da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, José Afonso cantou para trabalhadores da indústria corticeira, camponeses, militantes do PCP na clandestinidade e um polícia pouco convicto. O apreço, mútuo, foi tal que, no fim do espectáculo, escreveu, numa folha de papel almaço, ‘Grândola, vila morena, terra da fraternidade’ – operária grandolense.

Ninguém sabe onde pára a folha com o poema original da canção que seria senha do 25 de Abril de 1974. ‘Desapareceu’, lamenta Maria José Pucarinho, professora de Música na escola secundária e actual presidente da colectividade, também conhecida por ‘Música Velha’, que José Afonso descreveu como ‘um local obscuro, quase sem estruturas, com uma biblioteca de evidentes objectivos revolucionários e uma disciplina aceite entre todos os membros, revelando já uma grande consciência e maturidade políticas’.

Os livros que faziam parte da biblioteca estão encaixotados. O salão onde naquela noite, há quase 45 anos, Zeca esboçou ‘Grândola’ está vazio. Esquecidas no chão ficaram folhas de pauta onde saltitam semicolcheias de mãos dadas. Já parou de chover lá fora. Há esperança de que a água cesse de correr cá dentro. Maria José Pucarinho não disfarça o desalento. ‘É uma pena. Temos a escola de música, com 72 alunos, a funcionar aos sábados na Universidade da Terceira Idade e a banda filarmónica, com 47 músicos, ensaia num antigo restaurante chinês.’ É assim há quase dois anos, desde que o edifício, um antigo hospital, construído no século XVII, encerrou para obras.

Nada e criada em Grândola, Maria José não conheceu pessoalmente José Afonso. Tinha oito anos quando se deu o 25 de Abril. ‘O meu pai estava em Marrocos. Eu tinha ficado com a minha mãe em casa. Lembro-me da euforia e do pânico dela. Não sabíamos o que ia acontecer a partir daí.’ Quando, de manhã, mãe e filha acordaram, o País insone já tinha ouvido ‘Grândola, vila morena, terra da fraternidade’. Passou às 02h00 no programa ‘Limite’, da Rádio Renascença. Era o sinal de arranque para as tropas revoltosas mais distantes de Lisboa. O golpe corria bem.

Na altura, Celso Nunes trabalhava como pintor em Paris, para onde emigrara em busca de melhor vida em 1964. ‘Fui à banca comprar jornais e soube do que tinha acontecido, talvez mesmo antes de muitos portugueses que aqui estavam.’ Regressou em 1979, ainda a tempo de conhecer o homem que celebrizara Grândola. ‘Encontrei-o em Évora e depois em Setúbal. Ele já estava doente.’ Tanto tempo depois, ouvir ‘Grândola’ continua a arrepiá-lo. ‘É diferente para nós, que sabemos porquê e para quem ele escreveu aquele poema’, emociona-se Celso, que voltou para reparar calçado num estabelecimento aberto na rua das lojas.

Há-de ser diferente também para Pedro Martins da Costa, de 66 anos, ex-vice-presidente da Câmara, que trouxe José Afonso à vila. ‘Em 1964, eu estava em Lisboa, na tropa, e como eu havia mais gente da Fraternidade Operária que lá estava. Reuníamos em tertúlia no café Gelo e no Martinho, não o da Arcada, um estabelecimento com bilhar que havia nos Restauradores.’ Entre o Gelo e o Martinho surgiu a ideia de convidar Carlos Paredes e José Afonso para um concerto. Escreveram-lhe para Faro, onde José Afonso era professor. ‘Em 1965 voltou e muitas vezes depois – gostava do convívio e do ambiente igualitário da colectividade. Tão igualitário, dizia ele, que não se percebia quem era o vogal e quem era o presidente.’

Na praça para onde se inclina a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense existe actualmente um hotel de três estrelas, uma ludoteca e um centro de estética canina. Os tempos de fervor revolucionário parecem encontrar eco apenas no centro de trabalho do PCP, ameaçado de despejo, como reza uma faixa colocada a quase toda a largura.

Montado na sua bicicleta, com caixote de plástico atado atrás, Adriano António Damasceno está de visita à vila. ‘Moro numa fazenda lá em baixo, onde tenho um gadozinho e os meus canitos.’ O cantoneiro de limpeza reformado almoça todos os dias no refeitório da Câmara Municipal de Grândola. ‘Têm lá mulheres antigas a fazer o comer e eu gosto da comida antiga, com carne e couves’, explica, franzindo os olhos sob o boné de fazenda. Não lhe faltam as palavras, capazes de enfrentar o silêncio mantido pelo trio de idosos que, ao longo da tarde, se desloca lentamente atrás dos raios de Sol. ‘Há aqui muitos velhotes. Em algumas aldeias já só há antigos’, nota Adriano. Era nesses tempos – ‘antigos’ – que ‘a ‘Grândola’ se ouvia muito’. Hoje não. ‘Hoje só se ouvem os cantores modernos.’

Depois do 25 de Abril houve ocupação de herdades. Formaram-se cooperativas de produção – uma das quais corticeira, ligada à Reforma Agrária. Mas, mais do que camponeses, os grandolenses sempre foram comerciantes e operários corticeiros. É ainda evidente o peso do comércio, agora com um toque multicultural resultante da instalação de lojas de chineses. O futuro parece, contudo, escrito nas agências imobiliárias. ‘Agora é a indústria da construção civil que mais emprego dá’, observa Pedro Martins da Costa, que até há bem pouco tempo manteve aberta uma loja de relojoaria. Grândola está à espera dos grande empreendimentos imobiliários e turísticos que prometem fazer render a beleza da Costa Azul. Tróia (Grupo Sonae) é ali ao pé. O Carvalhal (Grupo Espírito Santo) não fica longe. Melides (grupo suíço Volkart) é a dois passos.

Fim de tarde em Grândola.Tocou para a saída. Pelo Jardim 1º de Maio, que já foi 28 de Maio, caminham jovens em grupos. Balançam os livros com despreocupação. Sara, aluna do 11º ano, já soube a história de ‘Grândola, Vila Morena’. ‘Era tipo código, uma coisa esquisita.’ Nem de propósito, passa perto o professor de História. Ela encolhe-se e brinca: ‘Ai se ele soubesse que eu já não me lembro…’ Mesmo sem saber exactamente o significado da canção, sente um certo orgulho pois é por causa dela que ‘o pessoal de Setúbal conhece Grândola’ e para lá ruma a fim de celebrar o 25 de Abril. De qualquer forma, do que Sara, franja morena e unhas vermelhas, mais gostava era que houvesse uma discoteca na vila que deu nome à canção. ‘Temos de ir a Alcácer ou a Santiago… só lá é que há discotecas.’ Em 1964, quando pela primeira vez lá esteve, José Afonso viu em cada esquina de Grândola um amigo e em cada rosto igualdade. Em Abril de 2009, Sara assume que só está desejando sair dali.

Isabel Ramos – Correio da Manhã

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AJA Norte
19/04/2009By AJA

“O canto de intervenção” em Guifões – Matosinhos

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AJA Norte
19/04/2009By AJA

Com a presença da AJA norte

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Homenagens e tributos (2009)
19/04/2009By AJA

Tributo a Zeca Afonso na Anadia

No dia 25 de Abril, pelas 21h30, no Cineteatro Anadia, realizar-se-á um tributo a Zeca Afonso. A interpretação de parte do reportório deste cantor e compositor será efectuada pelos Grupos do Município de Anadia, “Musicanto”, “Sons de Avelãs”, “Popularis” e “Cantigas da Fonte”. 

Este espectáculo, organizado pela Câmara Municipal de Anadia, insere-se nas comemorações do 35º aniversário da revolução de Abril de 1974. 
Este espectáculo é gratuito e os bilhetes devem ser levantados no dia do espectáculo, entre as 14h00 e as 22h00.

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Exposições
18/04/2009By AJA

Exposição em Gondomar

No dia 24 de Abril, será inaugurada a exposição “José Afonso – Andarilho, Poeta e Cantor”, que estará patente ao público, até dia 3 de Maio, no Auditório Municipal.

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Homenagens e tributos (música)
18/04/2009By AJA

“20 Canções para Zeca Afonso” na Mealhada

O cineteatro Municipal Messias vai ser palco, na noite de sexta-feira, 24 de Abril, pelas 21h 30m, de um espectáculo de homenagem ao célebre músico Zeca Afonso, como forma de assinalar os trinta e cinco anos da Revolução dos Cravos. “20 Canções para Zeca Afonso” é o nome do projecto musical que reflecte o olhar da geração mais jovem sobre a música e as palavras deste cantor de Abril.
Este é um projecto musical que desafia os demais a uma reflexão sobre a obra poética e musical desta figura impar da cultura portuguesa. “20 Canções para Zeca Afonso” surge em 2007, duas décadas depois do desaparecimento do músico, e é um espectáculo que pretende recriar a raiz popular da música de Zeca Afonso num contexto inovador, que concilia as melodias das canções (vozes), os timbres jazzísticos do trio de Jazz (guitarra, baixo e bateria) que acompanham os instrumentos solistas (saxofone e piano) e a ambiência subtil do quarteto de cordas, numa fusão única de universos musicais.
O repertório seleccionado inclui temas muito popularizados e outros menos divulgados entre um público mais generalista. Um espectáculo de noventa minutos, que se revela uma alternativa original e requintada de prestar homenagem a Zeca Afonso, “procurando o equilíbrio entre uma mensagem emocional clara, pelas palavras e temas musicais, e a leveza fraterna e optimista própria da sua música”, divulga a produtora, numa nota sobre o projecto.
Nessa noite, quem marcar presença no cineteatro Municipal Messias poderá ouvir temas tão conhecidos como “Traz outro amigo também”, “A morte saiu à rua” ou “Venham mais cinco”, ou outros como “Tenho barcos”, “Menino do bairro negro”, “Canção de embalar”, “Maria Faia”, “Cantigas de Maio”, “Senhor Arcanjo”, “Coro da Primavera”, “Fui à beira mar”, “Adeus, ó Serra da Lapa”, “Redondo Vocábulo”, “O homem voltou”, “Os índios da meia-praia”, “Não é meu bem”, “Senhora que o velho”, “Verdade é Mentira”, “Eu dizia”, “Benditos” e “À proa”.
As reservas para o espectáculo podem ser efectuadas através dos números de telefone 231 209 870 ou 231 200 980. Os bilhetes, que já se encontram à venda, podem ser ainda adquiridos, e levantados, na bilheteira do cineteatro Municipal Messias, das 20h às 22h, de quinta-feira a segunda-feira, ou das 15h às 18 horas, de domingo.

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Sem categoria
18/04/2009By AJA

Hoje, em Palmela, Voct Ensemble

Concerto no Auditório Municipal de Pinhal Novo

18 de Abril de 2009 22h00 Entrada livre

Obras e arranjos a cappella de: Zeca Afonso, Eurico Carrapatoso, Bob Chilcott, Anders Enderoth, Paul Hart, Gonçalo Gouveia, Anders Jalkéus, Lennon/McCartney, Gonçalo Lourenço, Mário Ribeiro, Deke Sharon, Alfredo Teixeira, Mark Williams.

Ensemble VOCT
Formado em Janeiro de 2003, o Ensemble VOCT é um grupo vocal composto por cinco cantores e que se dedica à interpretação de música a cappella de várias épocas e de diversos estilos, com particular interesse por música erudita renascentista e contemporânea, bem como por arranjos vocais de standards de jazz e de música ligeira portuguesa e estrangeira.

www.myspace.com/ensemblevoct – www.ensemblevoct.com

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Exposições
16/04/2009By AJA

Exposição sobre José Afonso patente em Palmela

“José Afonso – a voz da liberdade”, é o tema da exposição patente na Biblioteca da Escola Básica 2.3 Hermenegildo Capelo de Palmela, em Abril e Maio. A exposição é organizada pela Biblioteca Escolar e integra-se nas actividades comemorativas do 25 de Abril.

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Homenagens e tributos (2009)
15/04/2009By AJA

Tributo a Zeca Afonso em Sintra

Todas as informações em Voando em Cynthia

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DiscografiaVídeo
13/04/2009By AJA

Clip promocional do álbum “Galinhas do Mato”

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AJA Norte
10/04/2009By AJA

“O canto de intervenção” no Canidelo

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Testemunhos
10/04/2009By AJA

Zeca Afonso e a Flor do Alva – Nuno Espinal

O Dr. José Afonso foi, no meu trajecto de vida, um privilégio. Tudo começou por uma entrevista, quando, com mero estatuto de amador, fui entrevistador.
Mas, vamos à história:
A Revista “Espaço Aberto”, na qual participei durante anos, tinha intuitos meramente culturais. Enquanto seu colaborador, dediquei-me, em especial, à área das entrevistas.
Daí a oportunidade que tive de entrevistar inúmeras personalidades do meio cultural. De entre todas, destaco Amália Rodrigues e Zeca Afonso.
Contudo, a entrevista a Zeca Afonso, já lá vão uns 23 anos, viria, para mim, a valer mais do que o próprio momento e tempo em que perdurou. Porque foi a partir dela que entrei no círculo de convivência de José Afonso. Continua AQUI

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Exposições
10/04/2009By AJA

Exposição na Moita

Na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, poderá ser vista, até 2 de Maio, uma mostra foto-biográfica de José Afonso.

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Adriano Correia de Oliveira
09/04/2009By AJA

Mais uma homenagem a Adriano Correia de Oliveira

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Adriano Correia de Oliveira
09/04/2009By AJA

Hoje em Gaia

Auditório Municipal de Gaia ( px. Metro João de Deus ) Centro de Gaia.

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Cartazes de concertos
08/04/2009By AJA

Mais alguns cartazes de concertos e homenagens

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Cartazes de concertosJúlio PereiraTestemunhos
08/04/2009By AJA

Cangas do Morraço

Era uma vez na Galiza, anos oitenta. Um concerto de José Afonso em Cangas de Morrazo (perto de Vigo) num velho teatro municipal. Acompanhava-o eu, Henri Tabot e Guilherme Inês. Chegados à hora do espectáculo, deparámo-nos com um público, a meio da plateia, de seis pessoas! A minha reacção (suponho que a dos meus colegas) foi a de não tocar. E o Zeca disse não! Tocados os 17 ou 18 temas ensaiados pelo grupo, José Afonso pegou na viola e sozinho, tocou cantando mais oito temas entre os quais “Catarina” – a primeira vez que o ouvi cantar assim. Estranho. As seis pessoas de pé aplaudiram incansavelmente José Afonso e durante muito tempo. Como se a sala estivesse cheia.Só mais tarde percebi que o Zeca, nesse dia, tinha deixado seis amigos na Galiza.

Júlio Pereira

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Associação José AfonsoRevistas AJA
08/04/2009By AJA

As 7 revistas da AJA online


 

 

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Associação José Afonso
06/04/2009By AJA

O canal AJA no Youtube

Visitem o canal da AJA . Esperamos pelas vossas sugestões.

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BiografiaMoçambiqueVídeo
06/04/2009By AJA

José Afonso em Moçambique (1964 -1967), por José Cardoso e Álvaro Simões

José Cardoso e Álvaro Simões falam-nos do seu contacto com José Afonso e da sua colaboração no Teatro de Amadores e no Cine-Clube da Beira entre 1964 e 1967. Mais informação AQUI e também AQUI.

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Exposições
05/04/2009By AJA

José Afonso em exposição

A sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal vai acolher, entre 3 de Abril e 3 de Maio, uma exposição fotográfica sobre aspectos diversos da vida e obra do músico. A mostra é veiculada pela AJA.

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Homenagens e tributos (2009)
05/04/2009By AJA

Recordar Zeca Afonso

“Recordar Zeca Afonso”
Espectáculo musical com Vítor Almeida e Silva, pelas 15h, no dia 26 de Abril, em Alenquer.
Local: Auditório Damião de Góis

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Manuscritos
05/04/2009By AJA

Um guardanapo

Apontamentos de José Afonso sobre os arranjos musicais de “Venham mais cinco”. O papel utilizado é um guardanapo de papel de uma tasca de Lisboa onde almoçou com José Niza que viria a produzir o disco

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EntrevistasVídeo
05/04/2009By AJA

Novo vídeo no canal do Youtube

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Homenagens e tributos (2009)José Mário Branco
05/04/2009By AJA

José Afonso e José Mário Branco homenageados no Festival de Música Aveirense

Com o objectivo de promover a nova música residente em Aveiro, surge o primeiro festival de musica aveirense, montra de um leque de estilos musicais que vão do clássico ao experimentalismo, passando pelo jazz, funk, rock e cancão de intervenção e que é inteiramente preenchido por músicos ligados à cidade, como: Rui Pedro, que apresenta o seu espectáculo Andarilho; Óscar Graça (LiftOff, Joploop, Riff) e João Guimarães, que tocarão no Nuno Costa quinteto; Jorge Deus da Loura (Zen, Fadomorse, Música.com), na estreia da sua nova band, os Suoq; João Fino (Zen), com os Lazy Lizard; Jorge Cruz (Superego, Pequeno Aquiles e Diabo na Cruz), a solo; João Figueiredo (Conservatório de Aveiro, Fadomorse), com os QuadQuartet; Zé Tó Rodrigues (Oficina da Música), com os Icon Vadis; e Hugo Correia (Mdparte e Filarmonia das Beiras), com os Fadomorse e os Bic Ensemble, prestando homenagem a Zeca Afonso e a José Mario Branco nas comemorações do 25 de Abril. [Direcção de Hugo Correia]
Teatro Aveirense

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Cristina Branco
05/04/2009By AJA

Cristina Branco interpreta José Afonso no Teatro Micaelense

A 24 de Abril, pelas 21h30, Cristina Branco traz ao Teatro Micaelense o álbum “Abril”, no qual revisita temas de José Afonso. É nesse sentido que a artista diz: “Sem sentimentalismos, sem rodeios, como o Sr. José Afonso era. O Zeca, o nosso Zeca. Porque faz parte do imaginário contestatário, do gira-discos, do canto amigo. O Zeca foi e será sempre um exemplo de simplicidade, de convicção (mesmo quando dizia que nem sequer gostava de cantar!). É assim o amigo da minha adolescência, o amigo do meu canto, da minha busca pessoal. Não trazemos nada de novo, vimos apenas lembrar. Até logo, companheiro!”

Cristina Branco

Teatro Micaelense

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Rão Kyao
05/04/2009By AJA

Música: Rão Kyao homenageia Zeca Afonso em Famalicão a 25 de Abril

O flautista Rão Kyao actua a 25 de Abril na Casa das Artes de Famalicão, num concerto dedicado a Zeca Afonso e à Revolução de Abril de 1974, anunciou hoje fonte da autarquia, que organiza o evento.

O espectáculo, em que Rão Kyao se fará acompanhar por vários instrumentistas, passa pela música tradicional, com temas originais e incursões ocasionais do folclore, e por composições do músico e de Zeca Afonso.

A Casa das Artes de Famalicão está presentemente a acolher a segunda edição da extensão do Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch, da África do Sul, que decorre até domingo.

O evento, que conta com a presença do maestro António Vitorino D’Almeida para as conversas no Café-Concerto, promove ainda as masterclasses e os concertos com a presença de uma dezena de profissionais e reputados músicos.

Com a direcção artística assinada pelo pianista Luís Magalhães, natural de Famalicão e residente na África do Sul, o elenco é constituído por alguns dos melhores intérpretes da actualidade, para piano, cordas e trompa.

No festival intervêm Luís Magalhães e Nina Schumann (em piano), Frank Stadler e Suzanne Martens (em violino), Gareth Lubbe (viola), Peter Martens (violoncelo) e Leon Bosch (contrabaixo).

Nas trompas o solista é Abel Pereira, enquanto Nuno Pinto (clarinete) é um dos artistas convidados, juntamente com o maestro António Vitorino D’ Almeida.

PF. Lusa

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Associação José Afonso
05/04/2009By AJA

Mais músicas, mais vídeos, mais programas

O sítio da AJA conta agora com 120 músicas no seu rádio, num formato mais estável do que o anterior. Aproveitamos também para integrar na secção “Eu dizia” um outro rádio com os programas já existentes, aos quais juntamos mais 3 programas: “Silêncios y sonidos”, programa uruguaio sobre José Afonso, “Músicas e afectos de José Afonso”, que passou na Antena 1 em 2007 e “Impressões do crepúsculo”, programa da Rádio Alvor de Emanuel Valente com a participação de José Manuel Nobre, Pedro Barroso e Francisco Fanhais.

O canal do Youtube continua a crescer, contando já com 45 vídeos.

Bom proveito.

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Associação José AfonsoColóquiosSetúbal
04/04/2009By AJA

Ontem no colóquio “José Afonso na cidade do Sado”

Da esquerda para a direita, na mesa: Jorge Luz, Henrique Guerreiro, Rui Mota, Helena Afonso e Álvaro Arranja

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AJA Norte
03/04/2009By AJA

Agenda de Abril da AJA norte

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Associação José AfonsoColóquiosSetúbal
01/04/2009By AJA

É já depois de amanhã. Apareçam!

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Homenagens e tributos (2009)
30/03/2009By AJA

Tributo a José Afonso em Sintra


É já no dia 25 de Abril que a Voando em Cynthia dará a o pontapé de saída para o 2º CICLO VOOS EM CYNTHIA sob o tema CELEBRAÇÃO DA LIBERDADE.

Em moldes semelhantes à 1ª fase do Ciclo, os Voos em Cynthia continuarão a proporcionar à população Sintrense e a todos os que pelo antigo ginásio do Sport União Sintrense passam, um dia recheado de lazer, cultura, partilha e convívio a a oportunidade de contribuir e apoiar não só a nossa Associação, como também a AJA – Associação José Afonso.

Assim sendo, a Voando em Cynthia oferece e proporciona a miúdos e graúdos:
Das 15h às 22h: Mostra de Artesanato e Mercado de Produtos Biológicos
Das 15h às 19h30: Animação de Rua, Animação no recinto, Oficinas variadas, Pintura facial, Tatuagem de Henna, Caça Sonhos, Massagens e Terapias alternativas

16h30: “NEVE BRANCA E ROSA VERMELHA”
Teatro Infantil de Marionetas pelo Teatro Tin-Da-Rim
Duração: 40m
Custo: Crianças dos 4 aos 10 anos: 3 Cravos / Adultos: 5 Cravos

21h: TRIBUTO A ZECA AFONSO
Com vários actores e músicos
Adultos: 3 Cravos (a bilheteira reverte para a AJA)

22h30: BAMBULÉ BAND, Reggae/Funk/Hip Hop
De volta aos palcos, os Bambulé regressam cheios de força, vitalidade, qualidade e novas músicas! Será nos palcos dos Voos em Cynthia, na Celebração da Liberdade que eles nos apresentarão um novo espectáculo!
Adultos: 5 Cravos
*Todos os espectáculos começam à hora marcada!

Neste 2º Ciclo, cada evento apoiará uma diferente Instituição ou Associação de caridade/solidariedade ou ONG.
Venha, traga a familia e os amigos!
Partilhe! Contribua! Divirta-se!

2º Ciclo Voos em Cynthia
CELEBRAÇÃO DA LIBERDADE
Antigo Ginásio do Sport União Sintrense
Av. Heliodoro Salgado, 23 * rua sem trânsito
Estefânia * Sintra
(entre as duas lojas do chinês, em frente à farmácia Simões)

Info: voandocynthia@gmail.com * www.voandocynthia.blogspot.com

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Associação José Afonso
29/03/2009By AJA

Sítio da AJA: operacional e melhorado

Já retirámos o vírus que se alojou nas nossas páginas. Apesar do aviso da Google, já podem entrar à vontade no sítio. Já escrevemos à Google para retirar o aviso, o que esperemos aconteça da próxima vez que revirem o sistema. No entanto, e já que estávamos com a mão na massa, incluímos algumas melhorias na navegação pelo sítio da AJA.

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Associação José AfonsoColóquios
23/03/2009By AJA

Colóquio “José Afonso na cidade do Sado”


Consultar mapa

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Associação José Afonso
17/03/2009By AJA

A AJA na manifestação pelos direitos dos imigrantes

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Associação José Afonso
17/03/2009By AJA

A AJA no YouTube

A AJA começou este último fim de semana o seu canal no YouTube. Já adicionámos os primeiros vídeos e, muito em breve, adicionaremos alguns novos, incluindo vídeos dos colóquios “Dá-me música de José Afonso.” Mantenham-se atentos.

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Discografia (Parcerias)
11/03/2009By AJA

Mais um para a discografia


GUIMBARDA – DD-220 29/30 – edição castelhana (1979)

Trata-se de um interessante duplo LP em que José Afonso está representado por “Enquanto Há Força”.

Há dezenas de outros nomes nesta colectânea como Pentangle, Gerry Rafferty, Marti, Sally and Mike Oldfield, Roy Brown, La Bamboche, Kolinda, Emilio Cao e Quintin Cabrera.

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AJA Norte
08/03/2009By AJA

“A guerra dos cartazes” na AJA norte

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Homenagens e tributos (música)
08/03/2009By AJA

A José Afonso – Tema de Ricardo Serrano

http://www.myspace.com/porto3

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Ary dos SantosFotografia
08/03/2009By AJA

Ary dos Santos e José Afonso

 A cidade
(Musicado e cantado por José Afonso)

A cidade é um chão de palavras pisadas
a palavra criança a palavra segredo.
A cidade é um céu de palavras paradas
a palavra distância e a palavra medo.

A cidade é um saco um pulmão que respira
pela palavra água pela palavra brisa
A cidade é um poro um corpo que transpira
pela palavra sangue pela palavra ira.

A cidade tem praças de palavras abertas
como estátuas mandadas apear.
A cidade tem ruas de palavras desertas
como jardins mandados arrancar.

A palavra sarcasmo é uma rosa rubra.
A palavra silêncio é uma rosa chá.
Não há céu de palavras que a cidade não cubra
não há rua de sons que a palavra não corra
à procura da sombra de uma luz que não há.

José Carlos Ary dos Santos

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Concertos de José AfonsoFotografiaSamuel
07/03/2009By AJA

Samuel e José Afonso

No dia 29 de Janeiro de 1983, já vão 26 anos, à hora a que publico este texto, o Zeca estava nos bastidores do Coliseu dos Recreios de Lisboa, preparando-se para entrar em palco e dar o seu derradeiro concerto.
O “meu” Zeca particular e intransmissível é outro. Está vivo, nunca está doente (excepção feita a umas sinusites teimosas), pratica judo, canta como ninguém, faz-me acreditar que em 1973 já estávamos a um passo da liberdade, ilumina os meus vinte e um anos, faz cantigas que ficaram na História, à minha frente e com a minha modesta “ajuda” técnica, faz-me gravar o meu primeiro disco e leva-me para cantar com ele em locais incríveis e proibidos…
Como sou uma perfeita negação na arte do culto da imagem e uma desgraça na gestão de “carreira”, até há bem pouco tempo nem sequer uma fotografia tinha em que estivesse com ele.
Um amigo, em boa hora, resolveu oferecer-me esta grande imagem, recordação de um “Canto Livre” realizado num quartel da região de Lisboa, em 1975, com Zeca Afonso, Vitorino e um estreante (eu mesmo, o guedelhudo da ponta esquerda). O amigo em causa, era militar nesse quartel e foi um dos que se “arvorou” em cantor e foi connosco para cima do estrado, cantar a Grândola.
Todos achávamos que o mundo e a vida estavam apenas a começar, que a reacção não passaria, que a noite não voltaria às nossas ruas e que iríamos ter o Zeca a cantar connosco para sempre…

Retirado daqui

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Canto décimoGuilhermino Monteiro
07/03/2009By AJA

Concerto do “Canto Décimo”, ontem em Santo Ildefonso

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AJA Norte
05/03/2009By AJA

Agenda de Março da AJA norte

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Associação José AfonsoColóquios
04/03/2009By AJA

Colóquio “Dá-me música de José Afonso”

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Concertos de José AfonsoFotografia
01/03/2009By AJA

José Afonso em Guimarães II

Fotografia e texto de Torcato Ribeiro

Pelas minhas contas, foi o segundo espectáculo do Zeca em Guimarães e primeiro depois de Abril. Por iniciativa do Jornal “Povo de Guimarães”, em parceria com o CICP, Cine Clube de Guimarães, Jornal Estudantil “Pontos nos Ís” e a cooperativa Era Nova, realizou-se um espectáculo na cooperativa têxtil Sousa Abreu – primeira empresa do país a entrar em auto gestão e mais tarde chamada cooperativa Fogo Posto, – em 23 de Março de 1979, acompanhado pelo Carlos Guerreiro e Fausto.

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Concertos de José AfonsoFotografia
01/03/2009By AJA

José Afonso em Guimarães

Fotografias e texto enviados por Torcato Ribeiro.

As fotos são duma iniciativa organizada pelo CICP ( Centro Infantil e Cultural Popular) com o objectivo de angariar fundos para a construção dum Auditório em Guimarães.
Para o efeito, o CICP, alugou uma tenda de circo, e promoveu durante dois meses uma actividade cultural diversificada, destacando-se, para além do espectáculo do Zeca, o José Mário Branco, o maestro Vitorino de Almeida, o Carlos do Carmo, o Salada de Frutas, a Sheila, o Cantaril, a Tété, o UHF, a Lena d’ Água e Banda Atlântida, a projecção de filmes e um debate sobre o aborto.
A esta iniciativa chamou-se CIRCULTURA, e realizou-se em 1982, durante Maio e Junho. O espectáculo do Zeca foi às 21,30 horas de sábado, 5 de Junho de 1982.
Como curiosidade, penso que este espectáculo foi o último que o Zeca deu, exceptuando as homenagens posteriores.
Foi colocada pelo Zé Mário Branco, que participou nesta iniciativa na semana anterior, a possibilidade de se fazer neste espectáculo, uma homenagem surpresa ao Zeca, mas por várias razões tal não foi possível.
O Zeca actuou com o acompanhamento do Janita Salomé, Júlio Pereira e Serginho Mestre.
A foto de convívio depois do espectáculo, é no café Oriental em Guimarães, estando ausente o Zeca, que por motivos da sua doença, teve que ir descansar.
As fotos são pertença do CICP e da autoria do Carlos Mesquita.

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AJA Norte
28/02/2009By AJA

As capas da memória com Hugo Castro

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AJA NorteCanto décimo
26/02/2009By AJA

Canto Décimo em concerto interpreta José Afonso, José Mário Branco e João Lóio

A não perder.

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AJA NorteHomenagens e tributos (2009)
25/02/2009By AJA

Ontem, “Lembrar José Afonso” no bar Subura

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AJA Norte
23/02/2009By AJA

Relatório de actividades da AJA norte 2008-2009

 
Seleccionar imagem para aceder ao relatório

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Homenagens e tributos (2009)
22/02/2009By AJA

Foi assim na Academia de Santo Amaro

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Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentais
21/02/2009By AJA

Três belíssimos arranjos de Amílcar Vasques Dias

Enviados pelo próprio Amílcar Vasques Dias, a quem a AJA muito agradece, aqui ficam três temas gravados ao vivo no Centro Cultural do Redondo a 11.10.2008

Carlos Guilherme – voz
Luís Pacheco Cunha – violino
Amílcar Vasques Dias -piano/arranjos


http://amilcarvasquesdias.com.pt/

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Associação José Afonso
16/02/2009By AJA

A assembleia geral e os novos corpos sociais


Em Setúbal, na sede nacional, decorreu no passado sábado dia 14 de Fevereiro, mais uma Assembleia – geral da Associação José Afonso.
Apesar da convocatória ter sido remetida atempadamente a TODA(O)S o(a)s mais de mil sócia(o)s a participação ficou aquem das expectativas o que só revela, há que o assumir, as fraquezas actuais do movimento associativo.
Na execução da Ordem de Trabalhos foram discutidos e aprovados os relatórios e contas referentes a 2008 e aprovadas indicações sobre a forma de organizar o ano de 2009.
Além de ter sido ratificado o Plano de Actividades a desenvolver em parceria com a Camara Municipal de Setúbal foi decidido que se deveria elaborar um projecto integrado, mais vasto, para o ano que corre já que haveria lugar à eleição de novos orgãos sociais.
Da Assembleia sugiram várias intervenções propondo a organização de núcleos locais, a aposta em sócios colectivos, a dinamização de actividades descentralizadas, o apelo a uma maior intervenção no seio da Associação.
Aprovados os documentos em apreciação procedeu-se á eleição dos orgão sociais da AJA que, depois de apresentada, justificada e discutida, se traduziu na eleição por unanimidade dos presentes , da lista única que integrava os seguintes nomes:

DIRECÇÃO

PRESIDENTE – FRANCISCO FANHAIS
VICE PRESIDENTE- ZÉLIA AFONSO
SECRETÁRIO- PAULO ESPERANÇA
TESOUREIRO- ANTONIO PIMENTA
VOGAL- TEODÓSIO ALCOBIA
VOGAL ANTONIO SEQUEIRA
VOGAL- MIGUEL GOUVEIA

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE- ADELINO GOMES
VICE-PRESIDENTE – SAMUEL MARQUES
SECRETÁRIA- ANA RIBEIRO

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE- RUI MOTA
1º SECRETÁRIO – HENRIQUE MARQUES
2º SECRETÁRIO – CÉLIA NEVES

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Associação José Afonso
14/02/2009By AJA

A AJA já twita

http://twitter.com/ajafonso

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AJA Norte
13/02/2009By AJA

Hoje, na AJA norte

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AJA NorteHomenagens e tributos (2009)
11/02/2009By AJA

“Lembrar José Afonso”

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AJA Norte
10/02/2009By AJA

Agenda de Fevereiro da AJA norte

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Homenagens e tributos (2009)
08/02/2009By AJA

Tributo “Vamos cantar o Zeca”

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Homenagens e tributos (2009)
05/02/2009By AJA

Tributo a José Afonso em Braga

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Discografia (Parcerias)
31/01/2009By AJA

Mais um a juntar à discografia

ORFEU – STAT 089 – s/data

O Primeiro Dia (Sérgio Godinho) – Menina Estás À Janela (Vitorino) – Mulher Da Erva (Teresa Silva Carvalho) – Domingo (Mário Viegas) – Cantigas Do Maio (José Afonso) – Se Tu Fores Ver O Mar (Fausto) – Cantar De Emigração (Adriano Correia de Oliveira) – O Conde Niño (Luís Cília)

Encontrado AQUI

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Gala Homenaxe Zeca AfonsoGalizaHomenagens e tributos (2007)
10/01/2009By AJA

Gala homenaxe Zeca Afonso – o programa completo



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Homenagens e tributos (poesia)
10/01/2009By AJA

Poema de Valter Hugo Mãe dedicado a José Afonso

Poema sobre o ódio à vida
para o zeca afonso

Havia um sapato de cristal no meio das escadas, era
certo que uma futura princesa ali o passara. um príncipe
triste, acompanhado de seus pajens, recolheu o
delicado objecto e suspirou, antevendo um amor eterno,
o coração acelerado, o príncipe tornou-se muito ansioso e
mais ansioso à medida da espera. e esperou demasiado,
enquanto todos os seus esforços falhavam o encontro
com a futura princesa. um dia, estava quieto em seus
aposentos quando súbito lhe anunciaram a bela moça.
entrando de cautelo no rico palácio, vinha já coberta
de ouro e luzia como luz que aumentasse. foi quando
lhe perguntou o pretendente, quereis casar comigo,
um príncipe triste. e a moça respondeu, perdi o sapato
sem querer, sou contra o amor, prefiro odiar todas as
coisas, ser fútil, promíscua. o príncipe ordenou que
deixassem todos os seus aposentos e ponderou o
suicídio. fechou as janelas, como num luto e, no dia
que veio, começou por inventar as leis mais justas e
mandar que oferecessem moedas aos pobres.

valter hugo mãe

in mil e setenta e um poemas
Thesaurus Editora

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AJA Norte
09/01/2009By AJA

Foi assim nos Púcaros

Noite de inquitação
Pela Palestina: o crime vem de Israel

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Cartazes de concertos
07/01/2009By AJA

Um cartaz em Pisa

  • O cartaz do concerto.
Encontrado AQUI

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AJA Norte
03/01/2009By AJA

Noite de inquietação

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Benedicto Garcia Villar
21/12/2008By AJA

Imagens e recortes do lançamento de “Sonata de amigos”

El correo galego

El país
Imagens retiradas daqui.

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Benedicto Garcia Villar
06/12/2008By AJA

Lançamento do livro “Sonata de amigos” de Benedicto Garcia Villar

A FUNDACIÓN 10 DE MARZO e EDICIÓNS XERAIS DE GALICIA comprácense en convidalo/a á presentación do libro: ”SONATA DE AMIGOS” de Benedicto García Villar.O acto, que contará coa participación de Emilio Pérez Touriño (Presidente da Xunta de Galicia), Víctor Santidrián (Director da Fundación 10 de marzo), Manuel Bragado (Director de Xerais), Benedicto García Villar (autor) e a intervención musical de Marcos Teira, terá lugar o venres, 12 de decembro, ás 19,30 h. no Salón de Actos da Fundación Caixa Galicia, Rúa do Vilar, 19 de Santiago.

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Maria de Medeiros
06/12/2008By AJA

Maria de Medeiros canta Zeca e Sérgio Godinho em novo disco

Maria de Medeiros, auto-intitulada “actriz que canta”, anunciou quinta-feira que em 2009 vai lançar o seu segundo trabalho discográfico, que incluirá temas de autores portugueses, com especial destaque para Zeca Afonso.

“Vai incluir temas de alguns autores portugueses, sobretudo Zeca Afonso, mas também Sérgio Godinho”, disse à Lusa Maria de Medeiros.

A actriz acrescentou que o disco pretende abranger “os dois lados do Atlântico e será cantado nas três línguas das Américas”.

Maria de Medeiros, que assegurou o concerto de abertura do 9º Festival de Blues de Viana do Castelo, confessou que ficou “surpreendida” com o convite da câmara para participar no festival, sobretudo por ainda ser “uma principante” na música, já que leva apenas dois anos “nesta aventura”.

“Além disso, nós fazemos uma música que se aproxima do blues mas que não é blues puro e duro, o que levou a que tivéssemos que preparar um reportório especialmente para este festival”, acrescentou.

O momento alto da noite foi quando Maria de Medeiros cantou “Should I stay or should I go”, dos Clash, mas o espectáculo percorreu várias outras sonoridades, com temas como “Velha Chica”, de Martinho da Vila, “Satisfaction”, dos Rolling Stones, “Paz, poeta e pombas”, de Zeca Afonso e “Muxima”, uma canção tradicional angolana.

“Estou a aprender umas coisas, mas ainda me considero uma actriz que canta. Aliás, penso que serei sempre uma actriz a cantar, porque eu gosto essencialmente do lado teatral na canção”, afirmou.

Conhecida sobretudo como actriz, Maria de Medeiros diz que, nos últimos tempos, a sua vida tem estado dividida praticamente em partes iguais entre a música e o cinema.

“Em 2008, fiz dois filmes, um no Brasil e outro em Itália, que me ocuparam praticamente meio ano. O resto do ano foi a cantar. Só em Novembro tive espectáculos no Brasil, na Córsega, em Espanha, na França e em Angola, de onde acabámos de chegar. Tem sido uma loucura”, referiu.

Actualmente com 43 anos, Maria de Medeiros começou há dois a sua “aventura” no mundo da música “um pouco por acaso”.

“Pensei fazer um pequeno espectáculo, que fosse meio teatro meio música, sobre a música do Brasil, especialmente a conotada com a resistência brasileira à ditadura militar, que marcou muito a minha adolescência. A partir daí, a coisa foi crescendo e… cá estou”, concluiu.

VCP.

Viana do Castelo, 05 Dez (Lusa) – Lusa/fim

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AJA Norte
03/12/2008By AJA

“Noites de inquietação” na AJA norte

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AJA Norte
30/11/2008By AJA

Foi assim no Regueirão dos Anjos

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AJA Norte
22/11/2008By AJA

Hoje, no Regueirão dos Anjos.

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Arranjos instrumentaisHomenagens e tributos (música)Homenagens e tributos (vídeo)
14/11/2008By AJA

“Tributo a Zeca” do compositor Vitor de Faria

“Tributo a Zeca” – Vitor de Faria

www.quartetovintage.com

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Prémio José Afonso
14/11/2008By AJA

Frei Fado d´El Rei vence o Prémio José Afonso 2008

O grupo Frei Fado d´El Rei venceu o Prémio José Afonso 2008 com o álbum “Senhor Poeta – Um tributo a José Afonso”, anunciou hoje a câmara municipal da Amadora, que atribui o galardão.

O júri, que decidiu por unanimidade atribuir o prémio aos Frei Fado d´El Rei, foi composto por António Moreira, Olga Prats, Carlos Pinto Coelho e Natália de Matos.

Os Frei Fado d´El Rei, que receberão o prémio no dia 29 nos Recreios da Amadora, surgiram no Porto em 1990 como um projecto inspirado na música de raiz popular e tradicional.

O álbum de estreia, “Danças no tempo” foi lançado em 1995, um ano depois de os Frei Fado d´El Rei terem integrado a colectânea “Filhos da Madrugada”, de homenagem a Zeca Afonso.

Desde então editaram ainda “Encanto da Lua” (1998), o álbum ao vivo “Em concerto” (2003) e “Senhor Poeta”, registo com 14 temas de José Afonso reinventados pelo grupo a propósito dos vinte anos da morte do músico aveirense.

Integram o álbum temas como “Verdes são os campos”, de Luís de Camões, “No comboio descendente”, de Fernando Pessoa, ou “Senhor poeta”, de Manuel Alegre, que dá o título ao álbum.

Em declarações à agência Lusa, quando saiu o álbum, o guitarrista Ricardo Costa disse que “José Afonso continua a ter uma sonoridade contemporânea e é incontornável para as novas gerações”.

“José Afonso trouxe uma roupagem inovadora à música portuguesa, explorando o âmago da música tradicional e popular”, explicou na altura o músico.

O Prémio José Afonso, no valor monetário de cinco mil euros, foi criado há vinte anos, em 1988, com o objectivo de homenagear o compositor português e incentivar a criação musical de raiz portuguesa.

Em 2007 o galardão foi atribuído à Brigada Victor Jara, que se junta a uma galeria de artistas como Sérgio Godinho, Fausto, Filipa Pais, Dulce Pontes e Vitorino.

Lisboa, 14 Nov (Lusa)

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ImprensaJúlio PereiraLuís Pastor
14/11/2008By AJA

Zeca Afonso recordado em debate sobre a música e a transição democrática em Madrid

Os 20 anos da morte de Zeca Afonso serviram segunda-feira à noite de pano de fundo para um debate em Madrid sobre o papel da música nas transições para a democracia em Portugal e Espanha.
O debate foi protagonizado, entre outros, pelos músicos Luis Pastor e Júlio Pereira.
Pastor, o musico espanhol que mais cantou Zeca Afonso – e que também se tornou famoso pela sua obra política e de intervenção – recordou que a maioria dos músicos e do publico espanhóis desconheceu, durante muitos anos, a obra do artista português.
“Havia muitos músicos e muitos artistas espanhóis que não conheciam Zeca Afonso e a sua obra. Na altura França, ou a América Latina eram maiores influências. Mas quem ouvia pela primeira vez, a lírica, a música, enamorava-se”, recordou.
“Acabou por ter um impacto tremendo tanto entre os músicos espanhóis como entre o público. E acabou por ser a porta de entrada para se conhecer outras vozes portuguesas da altura”, disse.
Hoje, explicou o musicólogo Pedro Calvo, ainda é impossível encontrar discos de Zeca Afonso nas lojas de música de Madrid, mas a música e a obra do músico português já são mais conhecidos.
“Foi um avançado do seu tempo. Que se fosse hoje seria reconhecido pelo seu papel na fusão de músicas do mundo, mais além do que o gigantesco papel que hoje já lhe é reconhecido”, frisou.
Para Pastor, numa “época em que a música começou a ser vista como uma arma” Zeca Afonso surge como referencial obrigatório “a nível, moral e de compromisso” tanto no espaço ibérico, como fora dele.
“Era um homem contra a corrente, mas que recuperava a canção popular, um professor, um pedagogo”, sublinhou.
“Tudo é redutor quando se fala de Zeca Afonso”, acrescentou o músico português Júlio Pereira, destacando a vontade de José Afonso de exportar o que era a cultura portuguesa para outros espaços.
Tanto Pastor como Pereira recordaram os últimos anos, difíceis, da vida de Zeca Afonso, tendo o músico espanhol recordado que alguns músicos se juntavam, semanalmente, num bar de Madrid, a tocar e a cantar obras do músico português para angariar dinheiro para lhe levar.
“Passou anos terríveis. No dia em que ele morreu, de 22 para 23, estávamos no bar Elige-me, como todas as segundas-feiras, a cantar músicas dele. Tínhamos ido a Portugal levar-lhe dinheiro 15 dias antes”, recordou Pastor.
Júlio Pereira – que produziu os últimos três álbuns de Zeca Afonso – disse que o mais estranho foi ver o músico “intelectualmente bem para trabalhar, mas sem voz e com o corpo a desaparecer”.
“Foi uma doença muito estranha. De um homem que foi muito mais do que músico, que conhecia e queria saber do mundo, que era genuinamente humano. Que gostava mais das pessoas que da música”, disse.
Para Luis Martin, comissário da Mostra Portuguesa e moderador do debate, Zeca Afonso acaba por ter uma transcendência “além de Portugal” tendo sido “um percursor da dita música do mundo” muito antes de nomes mais sonantes como Peter Gabriel, a terem internacionalizado.
João de Melo, conselheiro cultura da embaixada de Portugal em Madrid e ‘pai’ da Mostra Portuguesa, rematou o debate recordando a importância que Zeca Afonso teve na formação da consciência de todos os portugueses, tanto dentro como fora do mundo da música.
“Cada um de nós tem uma história pessoal com Zeca Afonso e hoje não me imagino a olhar para Portugal, para o que aconteceu nas últimas décadas, sem incluir Zeca Afonso”, disse.
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, que ficou conhecido como José Afonso ou Zeca Afonso, foi um dos mais importantes cultores do fado de Coimbra e tornou-se depois o maior símbolo da canção de intervenção contra o regime político que se vivia em Portugal.
Natural de Aveiro, onde nasceu em 1929, José Afonso morreu em Setúbal em 23 de Fevereiro de 1987, vítima de esclerose lateral amiotrófica.
Madrid, 11 Nov (Lusa)

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AJA Norte
13/11/2008By AJA

Mais uma sessão de “Canto de intervenção”

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FotobiografiaImprensaIrene Pimentel
28/10/2008By AJA

Irene Pimentel vai lançar fotobiografia de Zeca Afonso

A historiadora Irene Pimentel, autora de várias obras sobre o século XX português, vai lançar até ao final do ano uma fotobiografia do cantor e compositor José Afonso, o que considerou “uma ousadia”.
“Eu comecei por estudar pessoas que não tinham nada a ver comigo”, afirmou em declarações à Lusa a investigadora, que acaba de publicar um livro sobre o inspector da PIDE Fernando Gouveia e também é autora de uma fotobiografia do cardeal Cerejeira.
Agora, a historiadora foi desafiada a fazer um trabalho sobre uma figura da cultura e a escolha recaiu em Zeca Afonso.
“Mas aí foi uma ousadia, porque eu conheci o Zeca Afonso, tenho os discos todos, ouvi a música dele, fui marcada por ela”, revelou.
Irene Pimentel considerou que Zeca Afonso “é uma figura altamente contraditória”.
“Isso fascinou-me”, confessou, sublinhando que era uma pessoa “muito individualista” e “muito marcada pelo surrealismo”.
A investigadora, que venceu o Prémio Pessoa em 2007, está também a trabalhar numa série documental sobre a PIDE, para a RTP, com Jacinto Godinho.
“Estamos na fase de entrevistas, sem preocupações com o tempo para que também fique em arquivo”, disse Irene Pimentel, que está também “à procura de pides”, convicta de que os mais importantes já desapareceram, mas alguns “agentes de segunda” ainda cá estão.

EO. | Lusa

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José Mário Branco
26/10/2008By AJA

José Mário Branco na Culturgest dias 30 e 31 de Outubro

Convidado pela Culturgest para criar um espectáculo único e específico para o Grande Auditório, José Mário Branco fará aquilo que sempre fez nos seus álbuns e espectáculos: uma referência – como alguém escreveu, sempre autobiográfica – ao estado em que, no seu sentir, se encontra a sociedade de que faz parte.
Será nos dias 30 e 31 de Outubro de 2008, às 21h30, no Grande Auditório·

Tomando como base o mais recente repertório, José Mário Branco decidiu optar por um formato “em tripé” para os músicos que o acompanharão em palco. Primeiro, um conjunto de músicos, todos eles excelentes intérpretes-compositores que o têm acompanhado nos últimos anos nos momentos cruciais: José Peixoto, Carlos Bica, Rui Júnior, Filipe Raposo ou Guto Lucena, instrumentistas de excepção.

Segundo, como no seu álbum mais recente Resistir É Vencer (2004), a presença de um quarteto de cordas (liderado pelo jovem Luís Morais, concertino e professor em Viena) irá reforçar o pendor introspectivo que sempre existe quando José Mário Branco nos fala do mundo e da vida.

E, terceiro, os convidados muito especiais deste espectáculo: os Gaiteiros de Lisboa (grupo de que José Mário Branco fez parte na sua primeira fase) irão garantir duas componentes sempre presentes na sua música, as partes corais e as percussões. Este conjunto de músicos permitirá apresentar em Lisboa (pela primeira vez, e talvez única) a canção-rap-fleuve Mudar de Vida, escrita para o concerto de Abril de 2007 na Casa da Música, no Porto. Por isso este concerto se chama Mudar de Vida - 2.

José Mário Branco é um artista do seu tempo e da sua comunidade. E este tempo é de introspecção e de eterna busca, mas também de denúncia (”Isto não é sociedade que se apresente”) e de acção (”Vamos mudar de vida!”).

Voz, guitarra José Mário Branco
Guitarra José Peixoto
Contrabaixo Carlos Bica
Percussão Rui Júnior
Piano, teclados Filipe Raposo
Sopros Guto Lucena
1º Violino Luís Morais
2º Violino Jorge Vinhas
Viola Joana Moser
Violoncelo João Pires
Concepção e direcção musical José Mário Branco
Guião José Mário Branco e Manuela de Freitas
Foto Isabel Pinto

Classificação: M/12Informações e reservas21 790 51 55Duração 1h30 – 20 Euros (Jovens até aos 30 anos: 5 Euros. Preço único)

culturgest.bilheteira@cgd.pt

Bilhetes à venda: Culturgest-Fnac-Bliss-Livrarias Bulhosa (Oeiras Parque)-lojas Abreu-Wortenwww.ticketline.sapo.ptReservas -707 234 234

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Homenagens e tributos (2008)
25/10/2008By AJA

Texto de apresentação do colóquio sobre José Afonso em Madrid


Todo o programa da VI Mostra Portuguesa

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Bibliografia
23/10/2008By AJA

Apresentação do livro “Canto de Intervenção 1960-1974”

Obra apresentada pelo Jornalista Nuno Pacheco. Recital de música, sobre a obra em destaque, com o cantor Francisco Naia, acompanhado à guitarra clássica por José Carita e Ricardo Fonseca em que serão interpretados temas de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Manuel Freire, Francisco Fanhais e José Jorge Letria.
Canto de Intervenção 1960-1974 é uma viagem pela memória colectiva recente, que nos fala de Utopia, de Liberdade, de Poesia.
Poesia que é a essência do Canto de Intervenção. Dos poetas – Florbela Espanca, Sophia de Mello Breyner, Luís de Camões, Fernando Pessoa, Manuel Alegre, José Afonso – se chegou à intervenção; porque intervenção sem Poesia é apenas um panfleto, com o seu tempo próprio e histórico, mas que cai no esquecimento. Ao contrário de “Trova do Vento que Passa”, “Canção com Lágrimas”, “Menina dos Olhos Tristes”, “Menino do Bairro Negro”, “Vampiros”, “Redondo Vocábulo”, “Pedra Filosofal”, “Que Força é Essa”, “Vemos Ouvimos e Lemos”, ou “Cantigas do Maio”.

Canto de Intervenção 1960-1974, constitui-se assim “numa singular contribuição para uma história ainda por fazer: a da evolução da música popular portuguesa no século XX”.
(Nuno Pacheco, director-adjunto do Público)

Data : 14-11-2008
Local : Livraria Trama, Lisboa pelas 21:30
Livraria Trama – Rua S. Filipe Nery, nº25 B, ao Rato

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AJA Norte
21/10/2008By AJA

“O Canto de Intervenção” em Santo Ildefonso

Rua de Gonçalo Cristóvão, no Porto, junto ao Edificio do Jornal de Notícias

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