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Amílcar Vasques Dias
Home Archive by Category "Amílcar Vasques Dias"

Category: Amílcar Vasques Dias

Amílcar Vasques DiasHomenagens e tributos 2012
23/05/2012By AJA

Em Évora

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Amílcar Vasques Dias
09/05/2012By AJA

“José Afonso: de ouvido e coração” em Évora


 
Mais informações

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Amílcar Vasques Dias
03/05/2012By AJA

José Afonso: “De Ouvido e Coração” em Sines


 
Uma abordagem “erudita” na recriação da música de José Afonso.
Concerto comentado.
CAS – Auditório | 30 de maio | 19h00 | Entrada gratuita | Mais informações

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Amílcar Vasques DiasSem categoria
04/11/2011By AJA

“De ouvido e coração” concerto comentado sobre a obra de José Afonso

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Amílcar Vasques DiasHomenagens e tributos (música)
12/09/2011By AJA

Concerto de Amílcar Vasques Dias sobre obra de José Afonso

 

AMÍLCAR VASQUES-DIAS

Nasceu em Badim (Monção).
Efectuou estudos superiores de Piano e de Composição, nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura para o Curso Superior de Composição Instrumental e Electroacústica no Conservatório Real de Haia, na Holanda, país onde, durante 14 anos, desenvolveu actividade artística e pedagógica como pianista e como compositor.
A sua produção engloba música de câmara instrumental e vocal, ou electroacústica, orquestra sinfónica, orquestra de metais, coro a cappella e acompanhado, obras multimédia, e música para filme e teatro. Tem recebido encomendas de várias instituições públicas e privadas holandesas e portuguesas.
Paralelamente à sua actividade de compositor, mantém actualmente projectos de fusão do piano “erudito” com músicas tradicionais, como o cante alentejano, o baile e o cante flamencos.
Desde 1975, dedica-se ao estudo e recriação da música de José Afonso.
A sua música tem sido tocada em vários países da Europa e da América, nomeadamente em festivais de música contemporânea: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Lisboa Capital da Cultura ’94-Skite (CCB-Lisboa), Cantigas do Maio (Seixal), June in Buffalo (EUA), S. Paulo (Brasil), Astrakhan (Rússia), Manchester (UK), Capuchos ’97 (CCB-Lisboa) e Encontro do Alentejo de Música do Séc. XX.I (Évora).
Tem diversas obras registadas em vários CD’s editados na Holanda e em Portugal, e publicou recentemente o CD DESNUDO sobre “poesia feminina hispano-árabe” com Joana Machado, cantora de jazz.
Desde o seu regresso da Holanda, em 1988, foi docente nas Escolas Superiores de Música de Lisboa e do Porto, na Universidade de Aveiro e na Universidade de Évora.
É director artístico, desde 1998, do Encontro do Alentejo de Música do Séc. XX.I.

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Amílcar Vasques DiasHomenagens e tributos (música)
20/04/2011By AJA

José Afonso: “de ouvido e coração”, um concerto a não perder


“De ouvido e coração”, a criação musical de José Afonso impõe-se como património rico de invenção e desafio.
Um concerto nas fronteiras da música erudita, do jazz, do flamenco e das músicas tradicionais.

Palácio Foz, 21 Abril 2011, 19h

Coro da Primavera
violino e piano

Vejam bem
piano solo

Venham mais cinco
violino e piano

Cantigas do Maio
violino e piano – improviso

A Mulher da erva
violino e piano

Nana del caballo grande
(Federico Garcia Lorca)
voz e piano

Canção de embalar

Cantar alentejano
(“Catarina Eufémia”)
voz, violino e piano

Amílcar Vasques-Dias | piano/composição

Músicos convidados:

Esther Merino | 
“cantaora”

Luís Pacheco Cunha | violino

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Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentaisHomenagens e tributos (música)
05/07/2010By AJA

Música sobre música de José Afonso (1980-2010)

Concerto “VENHAM MAIS CINCO – Homenagem a José Afonso”, com Luís Pacheco Cunha (violino) e  Amílcar Vasques-Dias (piano).

Fábrica Braço de Prata | 10.7.10 | Lisboa | 22H00 | Sala Nietzsche

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Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentais
21/02/2009By AJA

Três belíssimos arranjos de Amílcar Vasques Dias

Enviados pelo próprio Amílcar Vasques Dias, a quem a AJA muito agradece, aqui ficam três temas gravados ao vivo no Centro Cultural do Redondo a 11.10.2008

Carlos Guilherme – voz
Luís Pacheco Cunha – violino
Amílcar Vasques Dias -piano/arranjos


http://amilcarvasquesdias.com.pt/

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Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentais
25/04/2008By AJA

Amanhã, em Lamego, no renovado Teatro Ribeiro Conceição, “Traz outro amigo também”

TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM

Homenagem a José Afonso

“De ouvido e de coração”, a criação musical de José Afonso impõe-se como património rico de invenção e desafio. Revisitar as suas canções numa perspectiva clássica é o desafio que me acompanha desde 1976, ano da estreia de “Grândola, vila morena”, para orquestra de metais, piano e contrabaixo, em Amesterdão.

Amílcar Vasques Dias

PROGRAMA

1. Traz outro amigo também
2. Coro da Primavera
3. Venham mais cinco Prelúdio para violino e piano
4. Ó que janela tão alta Canção tradicional de Trás-os-Montes
(versão de José Afonso)
5. Vejam bem poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
6. Reviver um entreacto poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
7. Cantigas do Maio Prelúdio para piano com violino ad libitum
8. A Mulher da erva
9. Eu fui ver a minha amada poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
10. Cantar alentejano Prelúdio para violino e piano
11. Balada do sino
12. Cantiga do monte
13. Canção de embalar
14. Verdes são os campos

Carlos Guilherme
Canto

Luís Pacheco Cunha
Violino

Amílcar Vasques Dias
Composição/arranjos e piano

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Amílcar Vasques Dias
22/12/2006By AJA

Persistências – Da importância da música de José Afonso na Holanda

Este artigo, da autoria de Rui Mota, foi retirado da revista nº7 da AJA de 1993

Esta história começa em 1972…
Nesse ano, num dia em Janeiro, uma orquestra holande­
sa de instrumentos de sopro nascia em Amsterdão. O nome que adoptaram foi o título da sua primeira composição: ‘De Volharding’. Em tradução literal, qualquer coisa como ‘Perseverança’ ou ‘Persistência’.
Tocavam em tudo o que era manifestações de rua, fosse con­tra a guerra do Vietnam, pela democratização da universida­de ou a favor do aborto. De acordo com a sua filosofia o grupo dirigia-se a si mesmo e não obedecia a dirigentes…
Vinte anos mais tarde, a orquestra ainda existe. Com outros membros, é certo (da formação original, mais não restam do que dois ou três nomes), continuando a tocar temas que fize­ram (a sua) história.
Entre os mais conhecidos, alguns que nos são particularmente gratos. Estão neste caso, ‘Grândola’ e ‘Coro da Primavera’. E é aqui que entra o Zeca…

ENTRA O ZECA AFONSO

Porque isso aconteceu, já todos os leitores estão neste mo­mento a imaginar. . .
Até 1974, Portugal ‘não existia’ nos meios de informação holandeses.

Para além dos ‘heróis’ nacionais da época (que incluíam sím­bolos como Fátima, Salazar e Eusébio), parcas eram as refe­rências na imprensa local ao nosso país.
A partir desse ano, e pelas razões que muitos de nós persis­tem em não esquecer, ‘surgiu’ mais um país no mapa da Europa democrática. Indelevelmente ligado a esse ano e data histórica estava uma canção que passou a fazer parte do património cultural da resistência e solidariedade holandesa. Não passava semana, que a televisão não transmitisse ima­gens do nosso país, invariavelmente acompanhadas das estrofes da ‘Grândola’.
Na verdade, a canção chegaria à Holanda muito antes do Zeca… Este passaria (praticamente despercebido) pelo cir­cuito emigrante de Amsterdão na sua primeira visita àquela cidade em Setembro de 1974 e, só quase dois anos mais tarde, cantaria pela primeira vez para o público holandês.
Nessa altura, perante uma assistência de 5.000 espectadores que, de braço dado e a uma temperatura ambiente de 13 graus negativos, repetiram as estrofes da canção obrigando o cantor a actuar em dois palcos na mesma noite do Festival da Contra-Cultura, em Utrechí.
Com ‘Grândola’ eleito hino da ‘resistência europeia’, a popu­laridade da música portuguesa não parou de aumentar…
É aqui que entra o Amilcar.

AMILCAR VASQUES DIAS
Chegado à Holanda em 1974, Amilcar Vasques Dias – um
estudante-compositor de música contemporânea – cedo entraria em contacto com o circuito musical holandês. Aí conheceria Louis Andriessen, fundador e principal impul­sionador do ‘De Volharding’, através de quem chegaria àorquestra com quem começou a trabalhar.

Estamos no princípio dos anos oitenta e José Afonso inicia um período de visitas regulares à Holanda, durante as quais a sua obra ganha uma nova dimensão, graças a duas digres­sões de relativo sucesso.

Amilcar é convidado a fazer arranjos de composições do Zeca para o ‘De Volharding’, que serão gravadas posteriormente. Datam desse período, as gravações de ‘Grândola’ e ‘Coro da Primavera’ e, posteriormente, ‘Amor Militante’ baseado num poema de Manuel Alegre.
Mais tarde, já com José Afonso doente e durante um concerto de homenagem que lhe foi feito no ‘Melkweg’ de Amsterdão (Abril de 1985), e que juntou mais de 50 artistas em palco, lá estavam, lado a lado, a orquestra ‘De Volharding’ e o Amilcar, que tocou piano nessa noite…

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