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Prémio José Afonso
Home Archive by Category "Prémio José Afonso"

Category: Prémio José Afonso

Prémio José Afonso
19/03/2013By AJA

Prémio José Afonso 2011

20130319115904522431

Já é conhecido o vencedor do Prémio José Afonso 2011.
O júri, constituído pelo vereador da cultura da Câmara da Amadora, António Moreira, pela pianista Olga Prats, pelo compositor Sérgio Azevedo e pela chefe da divisão de Intervenção Cultural da Câmara, Vanda Santos, decidiu, por unanimidade, conceder o Prémio José Afonso 2011 ao álbum “Dois selos e um carimbo”, dos Deolinda.

Este CD foi o escolhido de entre uma “short-list” de 10 álbuns, por sua vez retirada das várias dezenas de discos publicados em 2010 que se integram nas premissas do Prémio. Todos os discos foram ouvidos e analisados pelo júri.

“short-list” (por ordem alfabética do 1.º nome do autor):

1. Anaquim: “As vidas dos outros”
2. António Zambujo: “Guia”
3. Arrefole: “Veículo climatizado”
4. Camané: “Do amor e dos dias”
5. Deolinda: “Dois selos e um carimbo”
6. Flor-de-Lis: “Signo solar”
7. Joana Amendoeira: “Sétimo fado”
8. Júlio Pereira: “Graffiti”
9. Lula Pena: “Troubadour”
10. Mariza: “Fado tradicional”

Para os membros do júri, o álbum “Dois selos e um carimbo”, dos Deolinda, vem confirmar e expandir, após o merecido sucesso do primeiro CD em 2008, as já evidentes qualidades deste grupo em plena ascensão: requinte das melodias e dos arranjos, que fundem habilmente várias influências num todo original mas genuinamente português, ótima interpretação instrumental e vocal, e pertinência e atualidade das letras (que se traduzem numa poesia crítica inteligente e plena de humor), qualidades a que se juntam a inovação e individualidade musical e a cuidada produção sonora e gráfica do álbum.

Sobre o Prémio José Afonso 2011
Este prémio, instituído pela autarquia em 1988, pretende homenagear Zeca Afonso, um dos mais importantes cantores portugueses do século XX, conhecido pela luta contra a ditadura e pelo célebre tema “Grândola Vila Morena”, ícone da Revolução dos Cravos e da Liberdade.
Com esta iniciativa, o município procura ainda incentivar a criação musical de raiz portuguesa, bem como fomentar o turismo e a cultura na cidade da Amadora.

Câmara Municipal da Amadora

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António Pinho VargasImprensaPrémio José Afonso
27/01/2012By AJA

Pinho Vargas ganha Prémio José Afonso 2010

O duplo álbum «Solo II», do compositor e pianista António Pinho Vargas, foi distinguido por unanimidade com o Prémio José Afonso 2010, foi hoje anunciado pela Câmara Municipal da Amadora.
O CD, editado em 2009 e que inaugurou a editora discográfica David Ferreira Iniciativas Editoriais, foi o escolhido de um conjunto de 11 finalistas, cuja lista o júri divulgou pela primeira vez.
Segundo nota da autarquia, foram ouvidos «mais de 150 álbuns editados em 2009» dos quais se selecionou um grupo de 11, tendo sido escolhido por unanimidade o de António Pinho Vargas.

Diário Digital / Lusa

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Prémio José Afonso
27/05/2011By AJA

Prémio José Afonso: uma tragicomédia grega

Com mais de dois anos de atraso, a Câmara Municipal da Amadora anunciou finalmente qual o disco distinguido com o Premio José Afonso referente à colheita discográfica de 2008. E o escolhido foi… “Chão”, da Mafalda Veiga. Confrontada com a notícia, a cantora mostrou-se surpreendida (vide artigo do Hardmúsica). O escrevente destas linhas comunga inteiramente de tal surpresa. Mais que surpresa: estupefacção e perplexidade. E porquê? Porque “Chão” está muito longe de ser um disco «cujos temas tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de “Grândola, Vila Morena”» (nos termos do regulamento instituidor). Na verdade, o mais recente registo de Mafalda Veiga navega em águas muito diferentes – quase antagónicas – do legado estético de José Afonso e, se quisermos, da música popular portuguesa de raiz/inspiração tradicional, de que o autor de “Cantares do Andarilho” foi o grande percursor e impulsionador em Portugal. Mas mesmo que nos abstraíssemos deste requisito (coisa que não me parece razoável por deturpar o espírito e os objectivos de quem instituiu o Prémio), e quiséssemos considerar todos os discos de música portuguesa (fora da área erudita) lançados em 2008, ainda assim o CD “Chão” ficaria a perder para muitos outros álbuns. Continuar a ler

Álvaro José Ferreira

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ImprensaPrémio José Afonso
25/05/2011By AJA

Prémio José Afonso atribuído a Mafalda Veiga

Mafalda Veiga, distinguida com o Prémio José Afonso, no valor de cinco mil euros, pelo álbum “Chão” editado o ano passado, afirmou-se hoje “surpreendida e honrada” pelo galardão. “É um prémio muito importante, um motivo de orgulho e uma alegria, sinto-me feliz”, disse a cantora e compositora.
Mafalda Veiga referiu-se ao autor de “Os Índios da Meia Praia” como “um dos nossos maiores compositores que é uma referência importantíssima para qualquer pessoa que escreve e compõe em português”. Continuar a ler

Notícia Lusa

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Associação José AfonsoPrémio José Afonso
11/01/2011By AJA

Prémio José Afonso – Câmara da Amadora

TOMADA DE POSIÇÃO
A Direcção da Associação José Afonso tem sido questionada no sentido de tomar uma posição no que toca ao “desaparecimento” do “Prémio José Afonso” instituído pelo Município da Amadora.
A Direcção da AJA considera que – sendo a institucionalização e organização daquele prémio da única responsabilidade daquela autarquia – não tem qualquer direito de ser pronunciar sobre uma medida que lhe é exterior.
A Direcção da Associação José Afonso não pode, porém, deixar de lamentar que iniciativas destinadas a celebrar a vida e obra do “poeta, andarilho e cantor” “caiam no esquecimento” ou, pura e simplesmente, sejam eliminadas dos vários projectos culturais que as consubstanciavam com regularidade.
A Direcção da AJA

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Prémio José Afonso
09/12/2010By AJA

Que se passa com o Prémio José Afonso? Uma pergunta de Álvaro José Ferreira

«Com o objectivo de homenagear José Afonso, incentivar a criação musical de raiz portuguesa e animar turística e culturalmente a cidade da Amadora, organizará a autarquia anualmente um Festival de Música Popular Portuguesa, o qual terá como ponto alto a atribuição do Prémio José Afonso.
O Prémio José Afonso destina-se a galardoar um álbum inédito editado durante o ano anterior ao da realização do Festival de Música Popular Portuguesa, cujos temas tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de “Grândola, Vila Morena”.»
Assim reza o regulamento do Prémio José Afonso, criado em 1988, pela Câmara Municipal da Amadora, era então presidente Orlando de Almeida, e vereador da Cultura e Turismo Fernando Pereira, dando seguimento a proposta do Sr. Júlio Murraças, o funcionário da edilidade que até 2005 teve a seu cargo a pré-selecção dos discos, a organização do festival e a direcção da revista “MPP”.
Depois do episódio insólito ocorrido em 2006, em que o prémio não foi atribuído, não por falta de discos de qualidade editados no ano anterior (um dos quais “Faluas do Tejo”, dos Madredeus, o grupo que, depois de Amália, mais fez pela difusão da música portuguesa além-fronteiras e que acabou por se extinguir sem nunca receber a distinção), mas devido a incompetência do executivo camarário na elaboração da lista sujeita à apreciação do júri, as coisas pareciam ter voltado a uma relativa normalidade. Em 2007, a Brigada Victor Jara seria a feliz contemplada, pelo álbum “Ceia Louca” (há muito que o histórico grupo de Coimbra era credor do prémio) e no ano seguinte sorriria a sorte ao grupo Frei Fado d’El Rei, pelo disco “Senhor Poeta: Um Tributo a José Afonso”. Sábias e fora de questionamento ambas as decisões do júri.

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Prémio José Afonso
14/11/2008By AJA

Frei Fado d´El Rei vence o Prémio José Afonso 2008

O grupo Frei Fado d´El Rei venceu o Prémio José Afonso 2008 com o álbum “Senhor Poeta – Um tributo a José Afonso”, anunciou hoje a câmara municipal da Amadora, que atribui o galardão.

O júri, que decidiu por unanimidade atribuir o prémio aos Frei Fado d´El Rei, foi composto por António Moreira, Olga Prats, Carlos Pinto Coelho e Natália de Matos.

Os Frei Fado d´El Rei, que receberão o prémio no dia 29 nos Recreios da Amadora, surgiram no Porto em 1990 como um projecto inspirado na música de raiz popular e tradicional.

O álbum de estreia, “Danças no tempo” foi lançado em 1995, um ano depois de os Frei Fado d´El Rei terem integrado a colectânea “Filhos da Madrugada”, de homenagem a Zeca Afonso.

Desde então editaram ainda “Encanto da Lua” (1998), o álbum ao vivo “Em concerto” (2003) e “Senhor Poeta”, registo com 14 temas de José Afonso reinventados pelo grupo a propósito dos vinte anos da morte do músico aveirense.

Integram o álbum temas como “Verdes são os campos”, de Luís de Camões, “No comboio descendente”, de Fernando Pessoa, ou “Senhor poeta”, de Manuel Alegre, que dá o título ao álbum.

Em declarações à agência Lusa, quando saiu o álbum, o guitarrista Ricardo Costa disse que “José Afonso continua a ter uma sonoridade contemporânea e é incontornável para as novas gerações”.

“José Afonso trouxe uma roupagem inovadora à música portuguesa, explorando o âmago da música tradicional e popular”, explicou na altura o músico.

O Prémio José Afonso, no valor monetário de cinco mil euros, foi criado há vinte anos, em 1988, com o objectivo de homenagear o compositor português e incentivar a criação musical de raiz portuguesa.

Em 2007 o galardão foi atribuído à Brigada Victor Jara, que se junta a uma galeria de artistas como Sérgio Godinho, Fausto, Filipa Pais, Dulce Pontes e Vitorino.

Lisboa, 14 Nov (Lusa)

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Prémio José Afonso
18/09/2007By AJA

Brigada Victor Jara vence Prémio José Afonso 2007

O grupo português Brigada Victor Jara venceu a edição de 2007 do Prémio José Afonso, com o álbum «Ceia Louca», editado em 2006, anunciou hoje a Câmara Municipal da Amadora, que atribui o galardão.

«Ceia Louca» assinalou o regresso da Brigada Victor Jara, numa altura de celebrações de mais de três décadas de carreira, desde que o grupo apareceu, em 1975 em Coimbra.
O prémio foi atribuído por unanimidade por um júri do qual fizeram parte Olga Prats, António Vitorino de Almeida, Carlos Pinto Coelho, António Moreira e Natália Cañamero de Matos.
O Prémio José Afonso foi criado em 1988 para homenagear o cantautor português e destina-se a galardoar um álbum de edição portuguesa cujos temas tenham como referência a cultura e a história portuguesas.
Actualmente com nove músicos, a Brigada Victor Jara já integrou na sua formação inicial artistas como Né Ladeiras, Fernando Amílcar e Joaquim Caixeiro.
Em 1977, dois anos depois de se terem formado, com um nome que homenageia o cantor chileno Víctor Jara, editaram o primeiro álbum, «Eito Fora», feito de cantares regionais.
Da sua discografia destaca-se «Monte formoso», em 1989, do qual saiu um espectáculo de homenagem a José Afonso, que contou com a participação do Teatro Bonifrates e do Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra.
Em 2000 lançaram «Por sendas, montes e vales» e em 2006 «Ceia louca», que contou com a participação de convidados como Carlos do Carmo, Vitorino e Janita Salomé, Lena d´Água e Jorge Palma.
O prémio José Afonso, que não foi atribuído em 2006, será entregue à Brigada Victor Jara no dia 22 de Setembro nos Recreios da Amadora.
Fausto, Sérgio Godinho, Né Ladeiras, Dulce Pontes, Filipa Pais, Carlos do Carmo e José Medeiros foram alguns dos músicos portugueses já distinguidos com o Prémio José Afonso.

Diário Digital / Lusa

17-09-2007

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Prémio José Afonso
30/03/2007By AJA

Prémio José Afonso não passou

A reabertura do processo de atribuição do Prémio José Afonso, relativo a 2006, não passou na Assembleia Municipal da Amadora, realizada no passado dia 27 de Fevereiro. A CDU, que apresentou a proposta, e o Bloco de Esquerda votaram a favor, enquanto PS, PSD e CDS-PP votaram contra.
A proposta visava reabrir o processo de atribuição com base numa lista de obras que tinha sido entregue por Júlio Murraças, antes de se aposentar e ter deixado a autarquia. Era ainda proposto que o regulamento fosse expurgado das alterações introduzidas, para que não se repita este ano o que sucedeu em 2006. A causa da não atribuição do prémio ficou a dever-se a uma alteração ao regulamento que remeteu para a iniciativa das editoras o processo de candidatura. Durante 18 anos, Júlio Murraças foi o coordenador do processo de atribuição e, segundo o regulamento que vigorou nesse período, era elaborada uma lista por um júri de nomeação que propunha os candidatos ao júri final. Alterado o regulamento, a autarquia enviou cartas a parte das editoras de música popular portuguesa. Candidataram-se ao prémio nove trabalhos, parte dos quais nem sequer se enquadravam no género musical a concurso. Apesar disso, não foi sequer verificada a conformidade das obras com o regulamento, tendo as propostas transitado para o júri, que optou por não atribuir o prémio. Entre as obras apresentadas, não figurava uma sequer da lista de 11 trabalhos elaborada por Júlio Murraças.

www.noticiasdaamadora.com.pt

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Prémio José Afonso
23/01/2007By AJA

Petição “Prémio José Afonso”

A atitude necessária! Há 18 anos consecutivos que a Câmara Municipal da Amadora (CMA), tem atribuído o PRÉMIO JOSÉ AFONSO (PJA). Inesperada e inaceitavelmente, no último ano, 2006, não o fez, porque o Júri não encontrou “mérito consonante com o prestígio do Prémio.“, nem organizou o FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PORTUGUESA (FMPP) do qual o PJA era o ponto alto. Tal conclusão tem duas causas, não sendo nenhuma delas da responsabilidade do Júri. São elas: 1ª – Alteração do regulamento do PJA; 2ª – O seu não cumprimento. Desde 1988 que o regulamento do PJA, no seu preâmbulo e artigo primeiro, indicava claramente as razões e o fim que se pretendia atingir com a atribuição deste galardão: Com o objectivo de homenagear JOSÉ AFONSO, incentivar a criação musical de raíz portuguesa e animar turística e culturalmente a Cidade da Amadora, organizará a autarquia anualmente um FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PORTUGUESA o qual terá como ponto alto a atribuição do PRÉMIO JOSÉ AFONSO. 1 – O PRÉMIO JOSÉ AFONSO destina-se a galardoar um álbum inédito editado durante o ano anterior ao da realização do FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PORTUGUESA, cujos temas tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de “Grândola”. Na nova redacção aprovada pela CMA, embora articulada de outra forma, os propósitos enunciados anteriormente mantém-se. Todavia, procede a uma alteração de fundo que é a primeira causa do presente resultado, já que elimina a existência do Júri de Nomeação, constituído por jornalistas e um funcionário da autarquia, a quem competia “elaborar uma lista de trabalhos a propor ao Júri Final.”; modifica a composição do Júri Final, e, mais importante, passa a convidar, por escrito, as editoras para participarem enviando as obras que editaram e que entenderam estar de acordo com o Regulamento. Como se depreende, é toda uma nova filosofia que é adoptada, uma vez que se deixa o Prémio entregue ao maior ou menor envolvimento das editoras. E assim se chegou à frustrante edição do PRÉMIO JOSÉ AFONSO/2006. Apesar de não ter convidado, por desconhecimento ou por qualquer outra razão, todas as editoras da área da Música Popular Portuguesa, a CMA recebeu para concurso, os seguintes trabalhos:
“Apontamento” – Margarida Pinto
“Mulheres” – Vozes da Rádio
“Amores Imperfeitos” – Viviane
“Éramos Assim” – Boite Zuleika
“Groovin´on monster`s eye-balls ” – Hands on Approach
“Cacus” – José Peixoto e Carlos Zíngaro
“Coisas Simples” – Maria Léon
“Almadrava” – Marenostrum
“Cantes D´Álem Tejo” – Francisco Naia
Qualquer pessoa minimamente interessada e informada nestas coisas da música facilmente constata a diversidade de estilos musicais que a lista inclui: hip-hop, rap, pop, música tradicional portuguesa… E ela seguiu direitinha para o Júrí Final do PJA, sem que alguém da organização do evento, logo da CMA, tivesse confirmado se estes trabalhos, independentemente do seu valor e qualidade, estavam ou não de acordo com o Regulamento. E esta é a segunda causa da não atribuição do PJA. Por outro lado, se bem que face à última versão do Regulamento, a CMA não tenha que confirmar se houve ou não outros cd’s editados e eventuais concorrentes ao Prémio que não foram apresentados pelas editoras, o que é facto é que quer o vereador do pelouro, a sua assessora, entre outros, tinham em seu poder a lista elaborada pelo funcionário coordenador do processo de atribuição do PJA durante os 18 anos anteriores, Júlio Murraças, que, antes de se aposentar, lhes entregou. Dela constavam, além do “Almadrava” do Marenostrum e do “Cantes D´Álem Tejo” de Francisco Naia, os seguintes:
“Ulisses” – Cristina Branco
“Tributo a los laureados” – Fernando Tordo
“Filarmónica Gil” – Filarmónica Gil
“Modas i Anzonas” – Galandum Galundaina
“Ao vivo em Lisboa” – Joana Amendoeira
“Anjos da noite” – Jorge Vadio
“Tudo ou nada” – Kátia Guerreitro
“Faluas do Tejo” –Madredeus
“Diário” – Mafalda Arnaulth
“Transparente” – Mariza
“Obrigado” – Teresa Salgueiro
Face a este conjunto de trabalhos não temos quaisquer dúvidas em afirmar que um deles merece o PRÈMIO JOSÉ AFONSO/2006. Aliás, a qualidade exibida não prevê tarefa fácil para o Júri. Portanto, em nome do “ZECA”, da MÚSICA POPULAR PORTUGUESA, dos seus CANTAUTORES e da nossa CULTURA e IDENTIDADE, os abaixo assinados, propõem: 1 – Que a CMA anule a decisão do Júri de não atribuir o PJA/2006, saída da sua última reunião; 2 – Que se reabra o processo de atribuição considerando os trabalhos aqui apresentados; 3 – Que, para 2007, se altere o Regulamento do PJA de modo a não se estar exclusivamente dependente do que as editoras enviam, completando a lista de concorrentes com o resultado da pesquisa feita pelos serviços camarários.

20 de Janeiro de 2007 – Júlio Murraças

Link para a petição: http://www.petitiononline.com/ja25ja/petition.html

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Prémio José Afonso
29/11/2006By AJA

Prémio José Afonso sem vencedor

O júri do Prémio José Afonso 2006 decidiu não o atribuir “por não ter encontrado mérito consonante com o prestígio do Prémio”, foi hoje anunciado pela autarquia da Amadora. Os álbuns candidatos, apresentados pelas respectivas editoras, foram: ” Apontamento” de Margarida Pinto, “Mulheres” das Vozes da Rádio, “Amores Imperfei tos” de Viviane, “Éramos Assim” de Boite Zuleika, “Groovin’on monster`s eye-ball s” dos Hands on Approach, “Cacus” de José Peixoto e Carlos Zíngaro, “Coisas Simp les” de María León, “Almadrava” dos Marenostrum e “Cantes d’Além Tejo” de Franci sco Naia. Foi a primeira vez que o Prémio, instituído em 1988, no valor pecuniári o de cinco mil euros, não é atribuído. O júri tomou esta decisão “unanimemente, perante as obras apresentadas a concurso”, lê-se na mesma nota. O júri deste ano foi constituído por António Moreira, vereador da Cultu ra da Câmara Municipal da Amadora, a pianista Olga Prats, o jornalista Carlos Pi nto Coelho, o presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, Manuel Freire, e o maestro António Vitorino de Almeida. O Prémio distinguiu o ano passado o cantautor açoriano Zeca Medeiros pe lo seu álbum “Torna-Viagem”. O Prémio tem como objectivo homenagear o autor de “Grândola Vila Morena “, incentivar a criação musical de raiz portuguesa e animar turística e cultural mente a cidade da Amadora.

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Prémio José Afonso
27/09/2005By AJA

Prémio José Afonso

O vencedor deste ano foi um outro Zeca, o Zeca Medeiros com o disco “Torna-viagem”.

Espectáculos: Recreios da Amadora. Os convites para os espectáculos são distribuidos no auditório da feira

Eis o programa:

Dia 29 de Setembro(5ª feira) DAZKARIEH
Dia 30 de Setembro(6ª feira) GUTO PIRES
Dia 1 de Outubro (5ª feira) Espectáculo Prémio José Afonso com José Medeiros e convidados.

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