Category: Homenagens e tributos (2008)
Zeca Afonso revive en Cangas
Conversas com Carlos Paredes e Zeca Afonso
Um espectáculo onde é feita a ponte entre a música tradicional portuguesa e a necessidade de expressão humana através da improvisação. O projecto “Raízes” apresenta assim uma homenagem a Carlos Paredes e Zeca Afonso, mostrando como a música destes autores atravessa as barreiras do tempo.
Horário: 22h30. Entrada Livre.
“Dançar Zeca Afonso” em Alcobaça
Num espectáculo concebido por António Rodrigues, a memória das canções de José Afonso, a voz da revolução de Abril, serve de mote para relembrar actos que são verdadeiros atentados contra a dignidade humana. A mensagem é clara – uma “memória colectiva a não esquecer para que se aprenda a não repetir”, garante o coreógrafo.
“Dançar Zeca Afonso” é uma expressão de Jorge Salavisa e nasce de um convite feito à CeDeCe para uma criação sobre o tema, apresentada pela primeira vez em 24 e 25 de Abril de 1994. Mais de uma década depois, um novo elenco da companhia de dança agora sedeada em Alcobaça volta a comemorar a Liberdade com o espectáculo que não perdeu temporalidade nem razão de ser, uma “memória colectiva a não esquecer para que se aprenda a não repetir”, garante António Rodrigues.
Os bilhetes para “Dançar Zeca Afonso” custam 10 euros para a plateia e 7,5 euros para o balcão. Estudantes e profissionais das artes do espectáculo têm um desconto de 50 por cento, havendo ainda uma redução de 30 por cento para maiores de 65 e menores de 25 anos, bem como para grupos de dez ou mais pessoas.
Tributo a Zeca Afonso em Seia
No dia 23 de Abril, com início às 21h30, haverá um tributo a Zeca Afonso no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.
“Traz outro amigo também” em Torres Vedras
A sua música é a grande protagonista deste espectáculo, sendo apresentada com roupagens variadas.
Começa por nos falar da sua infância e leva-nos até África onde viveu com os pais e onde mais tarde voltou como professor.
Fala-nos da sua vida em Coimbra e de como isso o marcou para sempre.
Apresenta-nos alguns amigos de Coimbra: Adriano, Manuel Alegre, Rui Pato, António Portugal e Durval Moreirinhas.
Conta-nos como surgiu a “Trova do Vento que Passa” e fala da PIDE.
Fala das suas incursões pela província onde cantava com o grupo de Coimbra nas colectividades populares.
Outros amigos surgem neste meio das cantigas: O José Mário Branco, O Sérgio Godinho, o Fausto, o Vitorino, o Manuel Freire, o Janita, o Júlio Pereira, o Fanhais…
Dá-se o 25 de Abril e a sua música ganha uma dimensão mais interventiva, embora ele evite alinhamentos partidários que o comprometam.
Reconstituirá os principais momentos da madrugada e do dia 25 de Abril, incluindo episódios como o da florista que coloca cravos nos canos das G3 e da rendição de Marcelo Caetano.
A sua música amadurece e vem também a desilusão pelo rumo que a “Revolução” tomou.
Aqui assistiremos a uma sessão de Canto Livre.
Conta-nos alguns episódios que marcaram esta fase da sua vida.
Já a caminhar para o final do seu relato fala da sua vida de “Andarilho das Cantigas” até às homenagens póstumas, terminando a dizer que trocaria todas essas homenagens pela realização da sua “Utopia”.
Termina com toda a gente em palco apelando à unidade para realizar a “Utopia” cantando: “Traz outro amigo Também”.
Pinto Gonçalves
Café-concerto evoca José Afonso
Homenagem a José Afonso na Festa do Avante
Tributo a um poeta da música
«Cores para José Afonso» é a “nossa lembrança a um homem que escreveu e cantou o seu mundo: o mundo que viu de Caxias, o mundo que viu nos lugares por onde passou, o mundo resultante da reflexão solitária e solidária sobre a vida do seu tempo”, lê-se no comunicado enviado à imprensa pela organização.
Poeta, andarilho, músico, cantor, homem de intervenção cívica, José Afonso nunca deixou que o tempo e a história lhe passassem ao lado.
Nascido a 2 de Agosto de 1929 em Aveiro, José Afonso voou para outras paragens a 23 de Fevereiro de 1987 “levando em si todos os sonhos e todas as utopias que, vinte anos depois, são ainda tão necessários e tão urgentes”, lê-se mais à frente no mesmo comunicado.
Das suas andanças por África, Portugal, Galiza e por muitas outras partes do mundo fica-nos a sua obra: vinte e oito discos de originais, mais de cento e vinte e cinco títulos gravados a par da sua imensa poesia não musicada.
A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 20h00. Aos sábados entre as 15h00 e as 19h00. Nos dias em que as actividades o justifiquem funciona até às 23h30 Encerra aos domingos e feriados.
A inauguração conta com intervenção musical «Canções do Zeca» e, no dia de encerramento, a 25, terá lugar um leilão das obras expostas, pelas 22h00.







