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Guilhermino Monteiro
Home Archive by Category "Guilhermino Monteiro"

Category: Guilhermino Monteiro

Guilhermino MonteiroUma vontade de música
21/10/2014By AJA

Em Baião

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Guilhermino MonteiroOctávio FonsecaUma vontade de música
12/06/2014By AJA

“Uma vontade de música” no Porto


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Guilhermino MonteiroHomenagens e tributos 2014Uma vontade de música
13/05/2014By AJA

Concerto no Porto

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Guilhermino Monteiro
13/04/2014By AJA

“José Afonso: Uma vontade de música”

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AJA AveiroGuilhermino Monteiro
01/07/2013By AJA

José Afonso: Uma Vontade de Música.

Uma noite quente e cheia de calor humano à volta do espírito inconformista do Zeca Afonso.
O Biscoito acolheu-nos com todo o carinho no seu espaço tão agradável.
A sala encheu, com uma audiência bastante participativa. Na sua 14ª actuação, o projecto Uma Vontade de Música sentiu pela primeira o prazer de não cantarem sozinhos… o eco da audiência fez-se ouvir.
Um muito obrigado aos companheiros de Uma Vontade de Música.
Agradecemos à Telma e ao Rui, do Biscoito, pela disponibilidade do espaço e ao Pedro Silva pelo execução do cartaz.
Obrigado a todos os que estiveram presentes

O Núcleo da AJA Região de Aveiro

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AJA AveiroGuilhermino Monteiro
22/06/2013By AJA

“Uma vontade de música” em Aveiro

uma vontade de musica_web

Amigos e amigas…

Temos o prazer de vos convidar a estarem presentes, no próximo sábado dia 29 de Junho de 2013, às 22 horas no espaço Biscoito para assistirem a José Afonso: Uma vontade de Música.
Entrada: 2 AJAs.

Contamos com vocês!
Um bem (h)AJA!
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
JOSÉ AFONSO: UMA VONTADE DE MÚSICA
Concerto-Colóquio

«José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!»

Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa, no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX.

“Uma Vontade de Música” é uma tentativa despretensiosa de demonstrar esta verdade e de a partilhar de uma forma interactiva. Porque cantar a música de José Afonso é a melhor forma de a compreender.

Ana Isabel Santos: voz.
Carla Pontes: voz e percussão.
Celeste Ramos: voz e percussão.
Guilhermino Monteiro: voz, flauta e percussão.
João Mesquita: voz
Octávio Fonseca: guitarra e voz.
Pedro Ramajal: guitarra e voz.

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Canto décimoGuilhermino Monteiro
14/04/2013By AJA

Concertos “explicados”.

exp

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ColóquiosGuilhermino MonteiroHomenagens e tributos (música)
30/01/2012By AJA

“Uma vontade de música” no Porto

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Guilhermino MonteiroJoão LóioJosé Mário BrancoOctávio FonsecaPartituras e tablaturas
28/11/2010By AJA

Texto de apresentação da obra “José Afonso – Todas as canções”

«”José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!”
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Não é sequer uma meia verdade. É, de facto, uma «falsa» verdade.
Reduzir José Afonso ao cantor de intervenção, que ele também foi, é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política.
É claro que, numa análise larga, podemos considerar cada cantiga de José Afonso uma canção de intervenção, na medida em que todas elas reflectem a sua forma de estar na vida e de a observar. Desse ponto de vista, cada uma das suas cantigas foi concebida deliberadamente à revelia da ideologia dominante e contra ela.
Na realidade, porém, as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu.
Além disso, essa etiqueta é um óptimo álibi para que os divulgadores musicais o possam banir com toda a tranquilidade. Porque “a música de intervenção já teve o seu tempo e já não interessa ao grande público”.
Mas sejamos justos: se a rádio e a televisão ignoram a obra de José Afonso, esse facto não se deve apenas ao analfabetismo musical e ao mau gosto de muitos dos seus directores de programas. Deve-se também às imposições do mercado, para o qual e com o qual esses directores trabalham.
Sintomaticamente, essa marginalização não tem hoje reflexo no meio musical. Pelo contrário, de há uns anos a esta parte, José Afonso passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos.
Este facto atesta bem a sua importância na história da música popular portuguesa. Graças ao seu talento excepcional, renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes. A esse papel não são estranhos três factores resultantes da sua própria vivência: o meio universitário coimbrão, culto e boémio, onde estudavam jovens oriundos de zonas rurais ou semi-rurais, que integrava já, na tipicidade das suas baladas, fortes influências da poesia e da música tradicionais de várias regiões do país, sobretudo das Beiras e dos Açores; a instabilidade, pouco normal para a época, da sua infância e da sua adolescência, que muito cedo o levou a contactar com meios socioculturais muito diferentes; uma cultura literária acima da média, adquirida sobretudo em Coimbra, que contribuiu para elevar os seus padrões de qualidade no uso da palavra cantada.
Mestre incontestado da canção popular portuguesa, simultaneamente um genial autor e intérprete de canções, cidadão exemplar e incansável lutador pela liberdade e pela justiça no contexto da ditadura salazarista, mas também no pós 25 de Abril, a sua vasta obra discográfica, iniciada em 1953 e terminada em 1985, constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem.
José Afonso deixou-nos em 1987. Num país tremendamente desculturado e desatento foi preciso esperar quase um quarto de século para ver aparecer o presente trabalho, que reúne as partituras de todas as 159 canções que gravou, com as respectivas letras e cifras, exceptuando apenas os fados de Coimbra de autoria alheia que interpretou.
Para que este livro possa constituir um complemento de alguma utilidade para quem pretender conhecer e estudar a sua obra, optámos pela transcrição fidedigna do que está registado nos fonogramas, independentemente de pensarmos, num ou outro caso, que poderia haver outras soluções ao nível da estrutura ou da harmonia. Pela mesma razão, não sugerimos qualquer hipótese de harmonização, quando a harmonia não é evidente no arranjo.
Apenas nos permitimos alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição, nos seguintes três casos:
— Para que a partitura reflicta a digitação utilizada, nas situações em que a afinação habitual das violas foi alterada;
— Quando os instrumentistas utilizaram um transpositor;
— No limite, quando a tonalidade da gravação, com pequena diferença de tessitura, poderia dificultar desnecessariamente a leitura e a execução.
A autoria das letras e das músicas é de José Afonso, excepto quando são indicados outros autores.
Esperamos que este José Afonso — Todas as canções possa contribuir para um melhor conhecimento e estudo deste precioso património.»

Guilhermino Monteiro
João Lóio
José Mário Branco
Octávio Fonseca

Retirado do blogue da Assíro & Alvim

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Arranjos coraisCanto décimoGuilhermino Monteiro
09/05/2010By AJA

Canto Décimo no Centro Cultural de Vila Flor

Ultrapassada a fasquia da centésima actuação, é no seu 13.º ano de existência que o Grupo Vocal Canto Décimo acrescenta ao seu reportório de música popular (rural e urbana), entre as obras de José Afonso, José Mário Branco e João Lóio, as “Canções Heróicas” de Fernando Lopes-Graça. Continua assim a sua missão de divulgação do património musical português agora em terras de Trás-os-Montes: Vila Flor, situada na parte sul do distrito de Bragança.

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80 anos de ZecaArranjos coraisCanto décimoGuilhermino MonteiroHomenagens e tributos (música)
23/03/2010By AJA

Concerto dos “Canto Décimo” no Clube Literário do Porto

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Arranjos coraisGuilhermino MonteiroHomenagens e tributos (música)
02/03/2010By AJA

Grupo Coral Vox Populi canta José Afonso

No âmbito da comemoração dos “80 anos de Zeca” o recém-formado Grupo Coral Vox Populi, sob a direcção artística de Guilhermino Monteiro, lembra e celebra José Afonso.

16.3.2010 | 19h
Escola Secundária de S. Pedro da Cova (Gondomar)

17.4.2010
Museu mineiro de S. Pedro da Cova (Gondomar)

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80 anos de ZecaConferênciasGuilhermino Monteiro
03/12/2009By AJA

Conferência sobre a música de José Afonso

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Canto décimoGuilhermino Monteiro
07/03/2009By AJA

Concerto do “Canto Décimo”, ontem em Santo Ildefonso

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ConferênciasGuilhermino MonteiroOctávio Fonseca
11/07/2007By AJA

Conferência “José Afonso, a balada e a renovação da música popular portuguesa”

Rua dos Fenianos,29 (Perto da Câmara Municipal do Porto)
http://www.clubefenianos.pt/

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Guilhermino MonteiroHomenagens e tributos (2007)
24/03/2007By AJA

Imagens da homenagem ovarense

CANTAR OUTRO AMIGO – LEMBRAR ZECA AFONSO | Inês Costa

Foi em 1987, há exactamente 20 anos, que vimos José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos – Zeca Afonso, como é conhecido entre nós – vítima de doença incurável, partir definitivamente, deixando-nos um legado de uma vida inteira feita de canções e de luta por uma sociedade mais justa e fraterna.
Homem convicto, de ideais enraizados, é e será um dos ícones imediatamente associados à Revolução dos Cravos. Foi, juntamente com Adriano Correia de Oliveira, o grande impulsionador da canção de intervenção, dando alento a este tipo de registo através de notáveis composições. Zeca Afonso recuperou a tradição e os valores do povo, ressuscitando baladas e cantigas populares de todo o Portugal (quem não se recorda da “Senhora do Almortão” e do “Milho Verde”, citando apenas alguns exemplos?), usando-as com mestria na promoção incondicional da Liberdade.Zeca Afonso é, também, a cara do protesto e da coerência na luta; é um dos mais dignos representantes do inconformismo. Ergueu-se contra a obscuridade do regime salazarista, deu voz à angústia de milhares de pessoas e denunciou, pela música, os “vampiros” que “não deixam nada”. Zeca Afonso gravou, portanto, por mérito próprio, o seu nome na História de Portugal. E se isso não bastasse para que se lhe fosse prestada justa homenagem em Ovar, a verdade é que Zeca Afonso nos toca particularmente pela proximidade das suas origens à nossa cidade: foi nascido em Aveiro. E Ovar homenageou-o: nem a chuva miudinha afastou do Pavilhão dos Bombeiros Voluntários as centenas de pessoas que lá acorreram, sensibilizadas pela efeméride. Quem entrava no Pavilhão sorria-se pelo aconchego que a moldura humana conferia ao espaço, que se revelou exíguo. A verdadeira comoção, porém, teve início quando os 28 elementos do Canto Décimo, todos eles professores, avançaram pelo meio do público até ao palco. O alinhamento deste Grupo Vocal da Escola Secundária José Macedo Fragateiro procurou recordar algumas das mais belas baladas de Zeca Afonso, cantigas populares bem conhecidas do público e outras menos, que vieram acentuar a enorme variedade na obra deste fascinante Cantor: Na segunda parte do espectáculo, houve lugar para a actuação da Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar, que coreografaram as músicas “Achégate a Mim, Maruxa”, “Senhora do Almortão”, “Chula da Póvoa”, “As Sete Mulheres do Minho” e o “Milho Verde”, conferindo um brilho especial à já bela noite de 24 de Fevereiro de 2007. Os elementos – Ana Azevedo, Cláudia Costa, Daniela Pinto, Diana Couteiro, Inês Costa, Joana Almeida, Mafalda Cruz, Maria Miguel Gama, Miguel Cunha, Palmira Almeida e Sónia Godinho – vestidos com as cores da bandeira portuguesa, encantaram o público. No final, era manifesta a emoção em todos os presentes, velhos e novos, uns porque as recordações de tempos de grande opressão se tornaram vívidas, outros porque a História Portuguesa que aprenderam na escola se concretizava nesta homenagem. Ao som de “Utopia”, os membros do coro e da classe de dança dirigiram saudados cumprimentos à figura de Zeca Afonso, simbolicamente representado no palco por uma guitarra e um cravo vermelho. A canção de José Mário Branco, “Zeca”, traduziu as expressões sonhadoras que perpassavam nos rostos dos presentes. Mas foi, contudo, a música “Grândola, Vila Morena”, ouvida pela voz de Zeca Afonso, do CD “Cantigas do Maio”, que levou o público a dar as mãos e a acompanhar, eles próprios, um dos símbolos maiores do 25 de Abril de 1974. Certamente que Ovar gostaria de endereçar um agradecimento ao Canto Décimo e à sua inesquecível prestação, à professora Clara Carrapatoso pela sua fantástica adaptação da coreografia às músicas, à Classe Avançada de Dança pela graciosidade que emprestaram a tão sentida homenagem. A mais especial saudação é, no entanto, dirigida a Guilhermino Monteiro, que dedicou todo o seu tempo e toda a sua criatividade a um espectáculo que abraçou com ternura, como o gesto em que ergueu o cravo no ar, de olhar comovido, tão bem o demonstrou.


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Guilhermino MonteiroHomenagens e tributos (2007)
21/02/2007By AJA

José Afonso em Ovar

Câmara Municipal de Ovar promove colóquio e exposição para evocar o cantor de intervenção
“Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso”

No dia 23 de Fevereiro comemora-se 20 anos sobre a morte do cantor de intervenção Zeca Afonso, para manter viva a sua memória e homenageá-lo, a Câmara Municipal de Ovar e a Escola José Macedo Fragateiro preparam um colóquio sob o tema “Período de Baladas de Zeca Afonso”, uma exposição Biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso” e um espectáculo de músicas de Zeca Afonso.

As comemorações têm início no dia 23, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Ovar, com o colóquio “Período de Baladas de Zeca Afonso”, por Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca da Silva e conta com a actuação do Grupo Vocal Canto Décimo da Escola Secundária José Macedo Fragateiro. Logo de seguida é inaugurada a exposição biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso”. A exposição sobre a vida e obra do autor de “Grândola, Vila Morena” estará patente até ao dia 17 de Março, havendo um programa especial para as escolas (ver anexo), cujo objectivo é dar a conhecer Zeca Afonso – popularizado, entre os colegas, como o Bicho-cantor – através de visitas guiadas e animadas à exposição sobre a sua vida e obra, com ateliers de jogos dramáticos em torno das músicas.
No dia 24, pelas 21h30, o Salão dos Bombeiros Voluntários de Ovar recebe o espectáculo “Músicas de Zeca Afonso” pelo Grupo Vocal Canto Décimo e pela Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar.

Os intervenientes do Colóquio
Guilhermino Monteiro é licenciado em História e estudou no Conservatório de Música do Porto, tendo integrado vários agrupamentos instrumentais e vocais. Gravou vários Cd’s, como cantor e instrumentista, com Sérgio Godinho, José Mário Branco e João Lóio, com quem tem realizado numerosos concertos. Entre 2004 e 2006, foi adjunto do Maestro Borges Coelho, na Direcção Artística do Coral de Letras da Universidade do Porto. Em Outubro de 1997, fundou, no âmbito do trabalho escolar com alunos, o Grupo Vocal Canto Décimo, da Escola Secundária José Macedo Fragateiro, de que é, desde então, Director Artístico.
Octávio Fonseca da Silva dedicou-se, entre 1970 e 1973 à crítica musical nas publicações A Memória do Elefante e Mundo da Canção. De 1987 a 1992, realizou programas radiofónicos de divulgação e crítica, dedicados à música popular portuguesa, no Rádio Clube do Porto, na Rádio Nova e na Rádio Press. Desde Dezembro de 2006, realiza o programa Os Cantos da Casa na Esquerda.Rádio, a estação de rádio do Bloco de Esquerda na Internet.
De 1980 a 1990, estudou guitarra com os professores José Pina, Paulo Peres e José Manuel Fortuna. A partir de 1982 fez parte de diversos agrupamentos de música popular portuguesa, de que se destaca a colaboração com João Lóio no espectáculo Mais um dia. Desde Dezembro de 1994 integra o grupo «Chamaste-m’ó?». Publicou os livros, Carlos Paredes: a guitarra de um povo (2000) e José Mário Branco: o canto da inquietação (2000).

Como figura marcante da música tradicional portuguesa, cuja música marcou uma viragem historico-política no país, era impensável não recordar o homem, o aveirense, o cantor, ou tão simplesmente Zeca Afonso.

Ovar, 19 de Fevereiro de 2007

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