Gala homenaxe Zeca Afonso – o programa completo


Esta iniciativa da responsabilidade da Associação José Afonso (fundada em 18 de Novembro de 1987), por intermédio do seu Núcleo do Norte, mistura músicos, actores, técnicos, profissionais e amadores, com o objectivo central de celebrar a vida e obra de José Afonso e percorrer vários “cantos” do “poeta, andarilho e cantor”.
Os “CANTOS DO ZECA” significará prestar um tributo aos vários “cantos” por onde o Zeca passou: Portugal, África, Galiza.
Os “CANTOS DO ZECA” significará, também, prestar um tributo aos vários “cantos” onde ele tem sido cantado por gente que faz da música e das palavras de José Afonso uma vontade de construir mundos sem muros nem ameias.Do Porto, de Castelo de Paiva, de Lisboa, do Alentejo, de Viana do Castelo, de Penafiel, de Braga, de Guimarães, da Galiza chegam cantores e actores que, principalmente durante este ano, têm sido “companheiros de estrada” do Núcleo do Norte da AJA.
Os “CANTOS DO ZECA” significará, ainda, prestar um tributo aos poemas e canções que José Afonso nos legou como forma de, ainda hoje, conseguirmos perceber “o que faz falta”.
Num espectáculo construído e desenhado cenicamente pelo Núcleo do Norte da AJA, José Afonso vai “estar presente” porque com ele percorremos estes 20 anos de caminho.
Os bilhetes, ao preço de 7,50€ estão à venda na Cooperativa UNICEPE (Praça de Carlos Alberto), Sindicato dos Professores do Norte (Rua D. Manuel II) e Sindicato dos Seguros (Rua do Breiner) podendo ser feitas reservas pelo endereço: ajanorte@gmail.com
Contactos:
Paulo Esperança (Telem. 917711964
José Carlos Pereira (Telem. 916090033)
Depois das Homenagens ao Dr. Luiz Goes, Dr. Camacho Vieira, Dr. Almeida Santos, Dr. Joaquim Pimentel, Dr. Manuel Alegre, a Carlos Paredes, ao Dr. Ângelo Araújo e recentemente ao Dr. Fernando Machado Soares, a Associação de Estudantes e o Grupo de Fados do ISEP pretendem nesta IX edição homenagear Zeca Afonso, como referência à sua importante participação e composição de reconhecidos temas da Canção Coimbrã.
Dia 25 de Novembro | 18H30 | Auditório do Colégio Marista de Carcavelos
1ª parte
Projecção de Vídeo
Banda da Sociedade I.R. de Janes e Malveira, com interpretação de uma rapsódia de canções de José Afonso.
2ª parte
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
Grupo Coral Vozes do Estoril
Coro de Câmara de Cascais
Coro Polifónico de Cascais
ECCE GRATUM da A. M.Q. Carreira
Grupo Coral da SMUP
Grupo Coral da AISI
Vocal DA CAPO
Vocal DISCANTUS do GRD 1º Maio de Tires (cerca de 200 coralistas)
Mais informações em breve.
Natacha Narciso | Gazeta das Caldas
PROGRAMA
1. – NOVE CAPAS PR’Ó ZECA
Capas e estudos gráficos de José Santa-Bárbara para os discos de José Afonso
Fotografias de Patrick Ullmann
Materiais sonoros: canções e conversas – inéditos de José Afonso – realizados em gravações rudimentares, na Beira, Moçambique.
2. – O ZECA NAS CALDAS
Documentos e fotografias da Associação José Afonso, Francisco Carrilho, Joaquim Lobo, José Nascimento e Rosa Cerqueira
3. – “ANDARILHO, POETA E CANTOR”
Vídeo realizado por Rogério Ribeiro
CONCERTO pelos “Mezzo Ensemble” (hoje)
O grupo forma-se a partir da vontade de fazer este espectáculo. Três músicos e uma actriz que dá a voz a cantar. É um ensemble que resulta dos caminhos de cada um, que se encontram na perspectiva musical da alma do projecto (Carlos Azevedo).
“Danças e Cantares” é um espectáculo de homenagem a Zeca Afonso. A sua música e poesia redimensionadas no seu primeiro clamor: a liberdade. Liberdade de interpretar. Liberdade de harmonizar. Liberdade de improvisar.
Homenagem a Zeca Afonso pela constante tentativa de universalização da música e do homem.
Duas danças (da autoria de Carlos Azevedo, o director do projecto) e sete cantares (de Zeca Afonso) fazem parte deste espectáculo.
Os músicos:
Carlos Azevedo – piano
João Paulo Courinha – saxofones
Paulo Neves – contrabaixo
A voz:
Luísa Ortigoso
Couple Coffee – dia 26 (amanhã)
Co’as tamanquinhas do Zeca
João Afonso e João Lucas – dia 27 (sábado)
Um redondo vocábulo
José Afonso é mais que um capitão de Abril, é um libertador de consciências. A sensibilidade é, como se sabe, um território de máxima ambiguidade. No que toca à sensibilidade artística é o reino da ausência de um ponto de vista, de um posicionamento e vai a par com aquela vaga noção de que em matéria de gosto cada um tem o seu.
Como se sabe não é assim. O gosto educa-se e quando ele é apenas educado pela força das estruturas de conformação das criaturas, da escola à família, hoje forças secundárias face ao Grande Educador televisão, logo se percebe que quem gosta, gosta do que pode ou gosta do que comeu, por assim dizer. Neste particular José Afonso é um caso paradigmático, a sua sensibilidade, o que transportam as suas canções e poesias como mundo e singularidade, introduziram na cultura portuguesa contemporânea algo de disjuntivo e vital. Desde as canções de amor, referidas ao amor cortês dos cancioneiros, à marrabenta moçambicana, passando pela incursão surreal no imaginário popular português, assim como a prática do “desvio” de que é um exemplo claro a canção “Os vampiros”, um falar ao lado para falar da coisa, tudo este poeta da voz tocou com magia melódica, ritmo vital e subtileza popular e erudita – ele é um representante da divisa “Elitário para todos” que Vitez, o encenador francês, um dia escreveu.Tocou também o teatro, sendo conhecida a incursão brechtiana, na Beira, em Moçambique, realizando as canções de “A excepção e a regra”, peça didáctica de Bertolt Brecht, esse desmistificador do Grande Costume, o tal que sempre afirma que “as coisas são como são e assim serão” e que o senhor Keuner, essa figura dialéctica, sempre desmistificou, sendo célebre a anedota: o senhor está na mesma, disseram. O senhor Keuner corou. Na realidade José Afonso é para nós um alimento constante, uma sombra que luz, um de nós, aquele que procurou a fraternidade na terra, o que lhe trouxe engulhos, mesmo uma ligeira mania depressiva, que a Velha Senhora impunha ao expandir o medo, essa doença que o cantor sempre quis expulsar de cabeças e corpos. Contra o medo, eis um lema. Medo que anda aí de novo, a espreitar brechas possíveis, a tornar-nos bem comportados, passivos, mortos.Fura Fura, iniciativa do Teatro da Rainha com o apoio da câmara Municipal de Caldas da Rainha e a colaboração de Helena Afonso, filha mais velha do Zeca, pretende isso: abrir brechas, cavar na ferida desse silêncio feito de tantos décibeis que hoje impera, ruído que oprime, um sentido que vitalize novos caminhos do desejo, caminhos que possam ser irmanados.Como a toupeira: fazendo e desfazendo galerias, longe da luz mas perto das mentes, lá onde um clic desperta nova vida, para que um dia a derrocada se faça a favor da verdadeira liberdade, aquela que permite a subjectividade, o gosto informado, o diálogo consistente, a democracia qualificada. Contra o circo romano imperial, esse em que os vampiros que despedaçam os indefesos da terra têm capacetes com visão nocturna.FURA FURA é esse encontro que faltava pela fraternidade real, sem velinhas, nem isqueiros, olhos nos olhos, palavras, escuta rigorosa e UTOPIA prospectiva, poesia
“Festanima” – Setúbal – 5.ª edição
Catorze colectividades da freguesia de S. Sebastião participam, entre 31 de Agosto e 9 de Setembro, na Avenida Belo Horizonte, no Bairro Santos Nicolau, na 5.ª edição da Festanima, certame apresentado esta tarde em conferência de imprensa.
No encontro com jornalistas, realizado no Gabinete de Apoio ao Empresário, nas Escarpas Santos Nicolau, foi apresentado o programa de animação do evento promovido, com apoio da Câmara Municipal, e que este ano está orçado em cerca de 16 mil euros.
O vereador Rui Higino referiu que a Festanima “que já tem uma enorme envergadura, atestada pelos 100 mil visitantes da edição anterior, é uma festa do povo e para o povo”.
O autarca salientou o apoio logístico da Câmara Municipal a este tipo de eventos, por vezes não visível mas que custam milhares de euros aos cofres da Autarquia. “Nos primeiros sete meses deste ano já apoiámos 162 iniciativas. Isto corresponde a cerca de 300 montagens e desmontagens de palcos e pavilhões”.
O presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Carlos de Almeida, acredita que este vai ser o ano de transição da Festanima. “Estamos a um passo de passar de uma festa do movimento associativo para uma festa urbana, uma festa que apresenta como oferta o que de melhor existe em termos de recursos em Setúbal”, afirmou.
A paisagem que os visitantes da Festanima podem desfrutar, o movimento associativo da freguesia e as pessoas dos bairros Santos Nicolau e da Conceição, “que tão bem sabem receber os visitantes”, são, segundo Carlos de Almeida, alguns dos principais recursos que o certame tem para oferecer.
O reforço da iluminação e da componente festiva são uma realidade nesta edição da Festanima que termina, no dia 9 de Setembro, com uma homenagem a José Afonso.
“Temos um orgulho enorme que esta freguesia onde nasceu Bocage sirva também de leito ao repouso eterno do Zeca. Por isso faz todo o sentido, 20 anos após a sua morte, homenageá-lo”, sublinhou Carlos de Almeida.
O recinto da festa abre às 19h00, de segunda a sexta-feira, enquanto ao fim-de-semana, a abertura dá-se às 13h00. No que respeita ao fecho, as portas do certame fecham às 01h00, de segunda a quinta-feira e aos domingos, e às 03h00, nas sextas-feiras e aos sábados.
Oito painéis que retratam a vida e obra de José Afonso podem ser vistos no pavilhão da Câmara Municipal da Feira de Sant´Iago, certame que começou no sábado e termina a 5 de Agosto, nas Manteigadas.
Fotografias, excertos de uma entrevista de José Afonso a José Salvador, publicada em “O Rosto da Utopia”, além de letras de várias composições do cantor, formam esta mostra, intitulada “Vários caminhos até Setúbal”.
A vida em Setúbal e a actividade do autor de “Grândola, Vila Morena” no extinto Círculo Cultural estão contadas nesta mostra, que conta com a colaboração da Associação José Afonso.
Esta edição da Feira de Sant´Iago, com o tema “Setúbal de Zeca Afonso”, conta com um espectáculo de homenagem ao cantor, no último dia do certame, a 5 de Agosto, com a actuação dos Terra d´Água, projecto que conta com a participação de Dulce Pontes, Filipa Pais, Maria Anadon, Lúcia Moniz e Ûxia.
Entrevistas sobre José Afonso, realizadas à população de Ponte da Barca, no âmbito das comemorações dos 20 anos do seu falecimento. Este vídeo foi apresentado em Bravães, freguesia onde se realizou a homenagem, juntamente com um memorável concerto com músicos locais
Les mando estas fotografías del día de ayer, las comprimí para que la puedan recibir a todas, pero pueden pedirme la que les guste.
Fotografía tomadas el día 10 de junio a la mañana.
Embajadora de Portugal Luisa Bastos de Almeida – En su discurso de Homenaje

Será um espectáculo centrado nas músicas e nos textos de Zeca Afonso.
Palavras cúmplices na voz de Eugénia Brito.
Com múltiplas influências, o grupo Tela preparou o concerto com novos arranjos para as canções do Zeca, encontrando inspiração na música clássica e no jazz mas que igualmente faz pequenas incursões às raízes mais étnico-populares.
Com um estilo muito próprio já reconhecido localmente, o “som” peculiar da * Tela * consegue-se com o recurso a vários instrumentos: Voz, Guitarras, Baixo, Percussão, Bateria, Flauta transversal, Clarinete, Saxofones, Acordeão, Bandolim, tocados por músicos cuja formação e percurso artístico é profundamente diversificado: desde a formação clássica até ao jazz passando
por música de raiz popular.
Ainda na tarde de ontem foi apresentado o livro “O mel e o fel”, uma série de contos da autoria de Vítor Hugo, jornalista de 30 anos que está a dar os primeiros passos na escrita. À noite, por ocasião de um debate sobre as colectividades e o futebol na cidade do Porto, foi também lançada a obra “Biografia de Pinto da Costa – 20 anos de dirigente desportivo”.
A partir das 17 horas de hoje, as atenções viram-se para o stand da Asa, onde o público poderá conhecer a segunda série de aventuras de Asterix em mirandês. Depois de “L Gaules”, chega agora “L Galaton” (“O grande fosso”), que, tal como o primeiro livro, foi traduzido por Amadeu Ferreira, cuja presença está garantida. Quem lá for poderá encontrar também Baptista-Bastos, cumprindo mais uma sessão de autógrafos.
A feira termina de hoje a oito dias, prestando no sábado uma homenagem a Vasco Graça Moura.
Fernando Oliveira – Jornal de Notícias
“Ó pá, desculpa lá isso!”.Atrevo-me a dizer que é verdade que o bom senso me desaconselha a reproduzir certas palavras de Zeca Afonso sobre Belmonte. Creio mesmo que, em tempo de Comemorações dos 500 anos do Achamento do Brasil, por Pedro Álvares Cabral, navegador de raiz belmontense, seria politicamente correcto… omitir.
Mas é certo que a sua intransigência na defesa de princípios e valores tornaria imperdoável desvirtuar as suas memórias. Vénias rituais nunca couberam na voz em que ressoava a poesia e o apelo à fraternidade. É, por isso, proibido, imoral, esconder a fala do mistério duma relação com as gentes e um lugar…
Em 1938, diz “…fui para casa de meu tio (em Belmonte) onde vivi o pior ano da minha vida, o mais desgraçado. O meu Tio era Presidente da Câmara, comandante da Legião, germanófilo (…)”*. Foi um período “fechado”. Sentia-se só, privado de contactos. Lembranças que não oculta, justifica e ilumina em busca de outra verdade: o tio que assinava o “Sinal” e outras revistas, que faziam o elogio do esforço bélico alemão, que sintonizava a Rádio Paris colaboracionista… “teve uma coisa boa: ensinou-me cantigas populares antigas da Beira; ouvi-o cantar líricas de óperas (…)”*; acrescenta: “foi ele que me incutiu o gosto pela música”*.
O prisma das cores é múltiplo e de Belmonte ficaram imagens polícromas. E guardou também o Professor Tavares “… que gostaria de ver porque era um indivíduo sério”; e os jogos populares (canicho e bilharda) em que não participava por ser “sobrinho do senhor doutor”.
Na vila acontece-lhe a primeira “paixoneta”, por Helena Cabeças que “… me desapareceu furtada por um indivíduo com muito mais experiência do que eu”*; a segunda nasce também na localidade, por uma rapariga judia: “Nutri por ela uma paixão inexprimível e inenarrável”*. Amores que não eram confessados e eram vividos em tempo de passar férias na casa do Tio.
Sem dúvida que o passado que se conta, não pode ser se não imperfeito… e, (quantas vezes!) contraditório. Todavia, o saber que diz aquele Belmonte, a ternura com que acalentou as memórias desvelam a verdade de um lugar e de um tempo com versões verdadeiras…
Talvez, por isso, ainda em Abril, em 1974, veio à Beira e a Belmonte festejar a Esperança de um tempo novo. No Castelo teve uma recepção inigualável. Toda a gente sabia quem era Zeca Afonso, a liberdade rodopiava por ali a propiciar intimidades, cumplicidades, fraternidade. Zeca estava do lado dos desfavorecidos, ninguém ignorava. Na vila tinha sido o “sobrinho do Senhor doutor”. No Castelo , ouviu, então: “Ó meu sacana não te lembras, quando me atiraste um calhau às costas?” O Zeca olhou-o estremecido; condoído abraçou-o, e saiu-lhe “Ó pá, desculpa lá isso!”.
Guardou esta história e lembrava-a, quando nos juntávamos.
As “meninas Martinho”, como dizia, tinham também lugar no álbum da memória. A última vez que falámos, quando desaparecia a esperança de voltar à Beira, pediu: “Dêem um abraço às meninas Martinho”. E no dia em que a Zélia Afonso, veio a Belmonte para participar na homenagem da Câmara Municipal, ao Zeca, em 1990, Judite Martinho ofereceu-lhe uma peça que confeccionara com carinho “… uma lembrança para o enxoval da filha, da menina”.
Em Belmonte, uma placa lembra Zeca Afonso; foi colocada em frente da casa doutro amigo – Zeca Argentina -, junto da Escola Primária mais antiga, num largo que, pelo Natal, ouve a voz do Zeca:
“Muita neve cai na serra,
Muita neve cai na serra,
Só se lembra dos caminhos velhos,
Quem tem saudades da terra.”.
Nota: * José A. Salvador, Livra-te do medo, Lisboa, A Regra do Jogo, 1984
Maria Antonieta Garcia – 20.4.00
Este Ano a Feira do Livro presta homenagem a um dos maiores cantautores nacionais. Para nos falarem de José Afonso vão estar presentes na Feira o Dr. João Afonso dos Santos (Irmão do cantor, o Dr. José Soares Martins (c/ pseudónimo José Capela e autor da Afrontamento).
A AJA – Associação José Afonso vai estar representada por Paulo Esperança.
A Editora Campo das Letras vai apresentar o seu livro “Zeca Afonso – O Andarilho da Voz de Ouro” da autoria de José Jorge Letria, com ilustrações de Evelina Oliveira.
No próximo dia 12 de Maio, sábado, realiza-se a “Noite de Lua Cheia”, na antiga fábrica da Guston, pelas 22 horas, uma iniciativa para assinalar o 21º aniversário da CACAV – Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros.
No decorrer do mês de Maio/2007, está ser comemorado o 21 º Aniversário da CACAV.
“Vamos festejar 21 anos de um percurso colectivo, feito de encontros, amizades e tantas descobertas, que nos levam a ter saudades do futuro” – sublinha Joaquim Raminhos, Presidente da Direcção da CACAV.
Foi no dia 9 de Maio de 1986, que “nasceu” a CACAV
“ O caminho já vai longo, com muitas encruzilhadas, e muitos acrescentos que fizemos à nossa vida. Apesar de tudo, temos motivos para sorrir!” – refere o Presidente da Direcção.
No próximo dia 12 de Maio,sSábado, “convidamos todos os sócios e amigos, a participarem na “Noite de Lua Cheia”, que terá lugar na antiga fábrica da Guston, pelas 22 horas. Vamos estar juntos, com a poesia à solta dedicando a Zeca Afonso, um momento muito especial!” – sublinha Joaquim Raminhos.
Uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Mumicipal da Moita e Junta de Freguesia de Alhos Vedros.
Vinte anos após a morte de José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, mais conhecido por Zeca Afonso, Vitorino e José Carvalho apresentam, em várias salas do país, um espectáculo de homenagem ao músico “de intervenção”, que é também um dos símbolos do 25 de Abril. O espectáculo tem lugar amanhã à noite, no Teatro Municipal de Bragança.
Além de “Grândola Vila Morena”, outras músicas emblemáticas da geração da Revolução de 1974, como “Os vampiros” ou “A formiga no carreiro”, voltar-se-ão a ouvir.
Neste espectáculo os fãs de Zeca Afonso podem ainda recordar canções como “As 7 mulheres do Minho”, “Do choupal até à Lapa”, “Maria Faia”, “Milho verde”, “O que faz falta”, “Traz outro amigo também”, “Vejam bem” ou “Venham mais cinco”.
O concerto está também integrado na comemoração dos 30 anos de carreira de Vitorino.
Neste espectáculo, os cantores são acompanhados por Carlos Salomé (violas, cavaquinho e percussão), Rui Alves (bateria e percussão), Daniel Salomé (clarinete e saxofone) e Sérgio Costa (piano e teclados).

Do programa constam:
Dia 01 de Maio- 15 h
Apresentação do livro “Zeca Sempre”, da editora Arca das Letras, com a presença do editor Soares Novais, seguindo-se uma tertúlia sobre a vida e obra do cantautor.
Os convidados são Tino Flores (músico que acompanhou Zeca Afonso), Paulo Esperança (representante da Associação José Afonso) e Professor Serafim Guimarães (colega de Zeca na Universidade de Coimbra).
A 12 de Maio, pelas 21 horas, dá-se a abertura da exposição fotobiográfica sobre José Afonso, intitulada “O Rosto da Utopia”, feita com base em trabalhos dos alunos das Escolas de Milheirós de Poiares. Paralelamente será exibido o concerto gravado ao vivo de José Afonso, no Coliseu dos Recreios.
E para encerrar este ciclo de homenagens, no dia 26 de maio, pelas 21.30 horas, o espectáculo musical “Cantar o Zeca!”, com a presença dos grupos Canto Novo e AJA Força.
Todas as actividades serão desenvolvidas no Cine-Teatro S. Miguel, em Milheirós de Poiares, situado no centro da freguesia. Esta é uma parceria entre a associação cultural RITUS e o núcleo norte da Associação José Afonso.
A proposta, aprovada por unanimidade, surge numa altura em que se assinalam os 20 anos da morte do cantor, poeta, músico e combatente anti-fascista.
E o día 13 gravábase alí un programa que, co título de Sempre Abril, será emitido polas televisións públicas de Portugal e Galicia o 25 de abril. Un espectáculo que trata de render homenaxe, tributo, a Zeca Afonso.
Baixo a dirección de Suso Iglesias e realización de Manolo Abad, o programa, magnífico, recolle vídeos con declaracións e entrevistas con persoas próximas ó Zeca, tanto galegos como portugueses.
O guión, moi coidado, de Andrés Mahía, que andou un mes nesta empresa e descubriu esa personalidade xenial, para el descoñecida. A directora de programas, Ana Cermeño, desde as bambolinas, controlaba con delicadeza ata o último detalle. Un total de vintedous cantores e grupos, moitos acompañados por un grupo base de oito músicos, dirixido polo azoriano Paulo Borges interpretaron temas de José Afonso. A dirección artística, impecable, da propia Uxía. Por alí pasaron os Cantadores do Redondo, Vitorino, Luis Pastor, Faltriqueira, Xico de Cariño, Manecas Costa, Treixadura, Víctor Coyote, João Afonso, Uxía, Júlio Pereira, Zeca Medeiros, Dulce Pontes, Miro Casabella, Tito París, os irmáns Salomé, Antón Reixa, Janita Salomé, Sergio Godinho e Narf. Contaron cun público cómplice que axudou a un gran espectáculo.
Nas traseiras, animando a todos, un incansable Luis Pastor, que a todos facía cantar, producindo un “bó rollito” entre todos, mentres no escenario se sucedían as actuacións enlazadas polas felices ocorrencias do presentador, Carlos Blanco.
En resume, un espectáculo e un programa digno de lembrar. Preparade os gravadores…
Benedicto García Villar
22 de abril de 2007
Escrevo esta curta missiva para vos pôr ao corrente do “Ciclo José Afonso”, a decorrer na Casa da Música (Porto) O Ciclo foi ontem inaugurado com a exposição multimédia “José Afonso,
andarilho, poeta e cantor” da autoria de Rogério Ribeiro. A exposição está a ser projecta na escadaria interior da CdM.
Decorreu ontem. o primeiro concerto do ciclo, com a actuação do grupo Drumming Steel”. A sala (grande auditório) esteve esgotada!
Também teve lugar o primeiro debate, com a participação de Eduardo Raposo, com a sala cheia.
Decorre hoje, dia 26, o segundo concerto, com actuação do grupo “Frei Fado d’el Rei”. A sala (grande auditório) está esgotada!
Para o concerto de Maria João/Mário Laginha + José Eduardo Unit, foram até hoje vendidos 425 bilhetes e há 125 reservas. Total: 550 bilhetes pré-vendidos. De acordo com as previsões da CdM, a sala deve esgotar…
Para o concerto do José Mário Branco, estão 900 bilhetes vendidos. De acordo com as previsões da CdM, a sala deve esgotar!
Palavras para quê?
Rui Mota

Festa do 33° Aniversário da Revolução de Abril
Homenagem a José Afonso
Programa
Sábado 28 de Abril
15h – Projecção do filme República, journal d’un peuple, de Ginette Lavigne.
Documentário que conta a história da ocupação do diário República pela comissão de trabalhadores em Maio de 1975. – 1998, 54’, bilingue português-francês. Seguido de debate.
17h – Animação com palhaços
18h – Folclore de vários horizontes culturais
Rancho português (a confirmar)
Raices de Bolivia
20h – Jantar
21h – Música
Guillermo Chicaiza (canções revolucionárias latino-americanas)
A Nosa Galiza (folclore galego)
23h – Baile
Alberto Perez (música diversa)
Domingo 29 de Abril
Abertura da sala às 15h com bar e restaurante
15h – Projecção do filme Deux histoires de prison, de Ginette Lavigne.
Documentário. Duas mulheres, ex-prisoneiras políticas da ditadura, descrevem a sua detenção na prisão de Caxias, assim como as suas lutas de hoje. – 2004, 82’, português, legendado em francês.
Seguido de debate.
17h – Performance teatral “Zeca sempre” pelo grupo de teatro da A25A
Para além destas actividades, uma exposição sobre José Afonso será apresentada e um espaço infantil estará disponível.
A Câmara Municipal de Tomar vai comemorar o dia 25 de Abril com um espectáculo de homenagem a Zeca Afonso, lembrando os 20 anos da morte do músico que foi um dos rostos mais visíveis das canções da resistência anti-fascista.
Abril novamente vai ser um espectáculo ao ar livre, na zona desportiva, junto ao parque infantil, às 16 horas, integrando um concerto com os Contraponto e leitura de poemas pelo grupo O Contador de Histórias.
Teatro, música e fotografia celebram Zeca Afonso em Porto de Mós, nos dias 24 e 25 de Abril.
Porto de Mós leva arte à população para homenagear, nos próximos dias 24 e 25 de Abril, o cantor e compositor Zeca Afonso, falecido há 20 anos. A peça de teatro Zeca Afonso – Menino D’Oiro, o concerto do grupo Abracadabra e a exposição fotobiográfica do músico marcam os festejos da cidade.
No dia 24 de Abril, terça-feira, no Cine-Teatro Municipal, pode assistir-se à representação de Zeca Afonso – Menino D’Oiro, um projecto do Círculo de Arte e Recreio de Guimarães, que envolve 62 actores de cinco grupos de teatro de amadores. O nome da peça remete para a canção Menino D’Oiro, incluída num dos dois EP intitulados Baladas de Coimbra, de 1963.
O evento encerra, no dia 25 de Abril, com a actuação do grupo musical Abracadabra, às 16h30, no Jardim Municipal de Porto de Mós, que durante toda a tarde interpretará temas da autoria de Zeca Afonso. Paralelamente, pode ver-se a exposição fotobiográfica de José Afonso cedida pela Associação José Afonso, sedeada em Setúbal. A exposição é de carácter itinerante e acompanhará todas as actividades do evento.
Foi a canção Grândola Vila Morena, do disco Cantigas de Maio de 1971, que notabilizou Zeca Afonso como cantor de música de intervenção. A música foi composta como homenagem à Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense e foi a segunda senha a passar, às 0h20 do dia 25 de Abril de 1974, no programa Limite da Rádio Renascença. Era o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa. A primeira senha foi a canção E depois do Adeus, de Paulo de Carvalho, ouvida no rádio às 23h.
Luísa Patrício 16-04-2007
El público se puso de pie con los claveles en alto. “Siempre 25 de abril”, decían unos jóvenes
Pontevedra acogió el viernes el homenaje Sempre abril al compositor y poeta portugués en el 20 aniversario de su muerte. Un acto que subió al escenario del Pazo da Cultura a una treintena de amigos y admiradores de Afonso procedentes unos del otro lado del Miño, otros de Galicia -que, en palabras del propio Zeca “es una especie de patria espiritual”- y también de África, a cuyos ritmos se rindió el cantante a su paso por aquellas tierras, pionero en fusionarlos con la música occidental. Célia, la compañera del poeta y el hijo de ambos, João, asistieron al homenaje. La primera lo hizo desde la platea, junto a la conselleira de Cultura, Ánxela Bugallo, y el segundo a pie de micro.
Las 16 gargantas de Cantadores do Redondo, con los hermanos Vitorino y Janita Salomé empeñados en conservar el cante alentejano, abrieron el homenaje rompiendo el silencio con la mítica Grãndola entonada a capela. “La piel de gallina”, decía el polifacético Carlos Blanco, responsable de conducir un acto que fue grabado por la Televisión de Galicia con la colaboración de Radio Televisión de Portugal, en lo que ha sido la primera de una lista de coproducciones alentadas por la admiración común a José Afonso. Un programa de cerca de 3 horas de duración que será retransmitido por ambas emisoras el próximo 25 de abril.
La discografía de Afonso fue pasando de voz en voz condimentada con imágenes de la revuelta popular, declaraciones de amigos del artista y fragmentos de sus propios conciertos, entre los que resulta destacable el celebrado en Santiago de Compostela en 1972, donde un joven Emilio Pérez Touriño, decano por aquel entonces de la Facultad de Ciencias Económicas -cuya Aula Magna lleva el nombre del compositor-, hizo las veces de presentador.
Fue precisamente ante aquel aforo en el antiguo Burgo das Nacións, “cuando los conciertos acababan en carrera con algún sopapo y en la Alameda había lo que llamábamos los 100 metros grises” decía Blanco, donde o Zeca comprobó sorprendido hasta qué punto había calado
Grãndola entre la juventud.
A partir de entonces sería una pieza incondicional en sus actuaciones, en muchas de las cuales participó Benedicto García, gran amigo del homenajeado. Junto a él, Dulce Pontes, Uxía Senlle, Luis Pastor, Pepe Medeiros, Xico de Cariño, Víctor Coyote, Faltriqueira, Antón Reixa, Julio Pereira, Tito Paris o Miro Casabella dieron forma a un espectáculo memorable donde cada uno le cantó a Afonso a su manera. Impresionante fue la actuación de Zeca Medeiros, “el Tom Waits europeo”, como lo presentó el humorista arousano, que contó con un coro de lujo formado por Dulce Pontes y Uxía Senlle.
Contos velhos rumos novos, Viva o poder popular, Arcebispíada, Venham mais cinco, Eu vou ser como a toupeira o As sete mulheres do Minho fueron algunas de las piezas escogidas para recordar a un hombre cuya sensibilidad política marcaría toda su trayectoria y le llevaría a la cárcel en varias ocasiones.
Como no podía ser de otra forma, Grãndola puso el punto final a un sincero homenaje y los artistas se cogieron de la mano para entonar la pieza. Un aforo repleto por más de 700 personas se puso en pie espontáneamente con los claveles en alto. “Siempre 25 de abril”, repetían unos jóvenes cuya edad revelaba que no vivieron en primera persona aquellos acontecimientos como otros compañeros de la fila. Porque entre el público había mucho cincuentón con el nervio a flor de piel.
Lara Varela El País
Alfredo Mendes Diário de Notícias online
A Assembleia Municipal guardense não quis deixar em branco a passagem dos 20 anos da norte do poeta.
O auditório da Câmara da Guarda acolhe, hoje, a partir das 21h30, uma tertúlia sobre “José Afonso: O Homem e O Poeta”, no âmbito das iniciativas programadas durante este mês para recordar os 20 anos da morte do artista. As actividades acontecem após uma decisão nesse sentido na Assembleia Municipal da Guarda, a 27 de Dezembro de 2006.
Durante a tertúlia, algumas músicas de intervenção de José Afonso vão ser cantadas por um grupo de alunos e professores da Escola Básica de Santa Clara da Guarda e pelo conjunto “Os Feiticeiros de Oz”.
Entre os próximos dias 16 e 20, a delegação da Guarda do Instituto Português da Juventude abre as suas portas para receber uma exposição intitulada “José Afonso: andarilho, poeta e cantor”, especialmente vocacionada para os alunos das escolas daquele concelho
Uma nova tertúlia, desta vez sobre “A obra de José Afonso, no tempo e no modo”, vai acontecer no dia 18, também auditório da Câmara da Guarda. O evento vai contar com a animação musical da banda “Trivenção”.
TRÊS CONCURSOS
No mesmo dia vão ser lançados três concursos: um sobre expressão plástica, para os alunos do 1º e 2º ciclos; outro de literatura, em prosa ou verso, para os alunos do 3º ciclo; e ainda o desafio a bandas para a recriação musical de um tema de José Afonso. Tendo o dia 21 de Maio como prazo de entrega dos trabalhos, os vencedores serão conhecidos a 1 de Junho, durante um festival dedicado ao poeta, que está agendado para 1 de Junho, na Alameda de Santo André, às 21h30.
José Afonso, que ficará para sempre ligado ao 25 de Abril com a canção “Grândola Vila Morena”, uma das senhas da revolução de 1974, morreu a 23 de Fevereiro de 1987.
* Sexta- feira, 6 Abril – 22h00
Concerto: UZA
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Exposição (até dia 2 de Maio)
Fotografias sobre o 25 de Abril.
Local: Bar da SOIR Joaquim António d’Aguiar
* Sábado,7 – 21h30m
Concerto: Conversa entre José Afonso e Carlos Paredes
Pelo Grupo Raízes
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Sexta- feira, 13 – 21h30
Concerto: Canções Heróicas de Lopes Graça
Pelo Eborae Música
Local: Convento dos Remédios
*Sábado,14 Abril – 22h00
Concerto: Que Viva o Zeca
Pelo Erva de Cheiro
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
*Domingo, 15 Abril – 21h30m
Concerto: “Um Redondo Vocábulo” – João Afonso e João Lucas
Local: Teatro Garcia de Resende
Organização: SOIR Joaquim António D’Aguiar
Terça – feira,17 Abril – 21h00
Mesa Redonda: O Movimento Associativo na Sociedade Contemporânea
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Sexta- feira, 20 Abril – 22h00
Recital de Poesia
Por Américo Rodrigues
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
*Sábado, 21 Abril – 22h00
Concerto: Francisco Fanhais
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Segunda – feira, 23 Abril – 16h00
Conferência – Sobre o Livro: Vitimas de Salazar
Com a participação do Departamento de História da Universidade de Évora.
Local: Auditório Soror Mariana
Terça – feira, 24 Abril – 00h00
Concerto: Cantares de Évora
Uxu Kalhus
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
*Sexta- feira, 27 Abril – 22h00m
A Canção Coimbrã: o Fado, a Balada, as Trovas,
perpetuadas por Zeca Afonso
Pelo Quinteto de Coimbra
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
*Sábado, 28 – 22h00m
Concerto : AJA FORÇA
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Organização: SOIR Joaquim António D’Aguiar
*Concertos de Tributo a José Afonso, por ocasião dos 20anos da sua morte.
Organização: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Câmara Municipal de Évora, Departamento de História da Universidade de Évora, Juntas de Freguesia de N.ª Sr.a da Saúde e Malagueira, Associação José Afonso, Cendrev, Eborae Música, Cantares de Évora, Cine Clube da Universidade de Évora.
Contactos e Reservas: Tel. / Fax 266703137/ 965056499
Os sucessos musicais mais emblemáticos da carreira de Zeca Afonso vão ser recordados pelos cantores Vitorino e Zé Carvalho num evento comemorativo dos 20 anos da morte do “grande mestre da música contemporânea portuguesa”, que tem lugar no Coliseu Micaelense, no próximo dia 21 de Abril, em ambiente de café-concerto. “Zeca Afonso – 20 Anos Depois”, que decorre já no âmbito das comemorações do 25 de Abril, vai recordar canções marcantes como “Grândola Vila Morena”, “A formiga no carreiro”, “As 7 mulheres do Minho”, “Do choupal até à Lapa”, “Maria Faia”, “Milho verde”, “O que faz falta”, “Traz outro amigo também”, “Vejam bem” ou “Venham mais cinco”, entre outras.
Pouco passava das 21,30 horas e as pessoas chegavam e transmitiam a alegria por estarem presentes. O Fanhais e o Zé Silva, por trás do palco, afinavam as violas e a garganta. Grande parte dos 270 programas feitos já tinham sido distribuídos. Mais três filas de cadeiras foram postas e prontamente ocupadas. A Cripta já estava com uma moldura de público digna de um grande nome como o do Zeca. Sorri e dirigi-me para o palco – chegara a hora de dar início à homenagem a Zeca Afonso.
Olhei o público e sorri satisfeito, dando uma piscadela ao Zeca que estava do meu lado direito mesmo por cima da viola pousada na tradicional capa de estudante donde sobressaíam cravos vermelhos que se perdiam pelo chão…Vista parcial do público, na Cripta da Igreja de Gueifães
O planeamento desta Sessão baseou-se numa conversa informal entre três intervenientes: Zeca, público e os artistas convidados. Foram apresentados os poetas Maria Mamede, Maria José, Albino Santos, José Gomes e os cantores convidados José Silva e Francisco Fanhais.
O presidente da Junta de Gueifães, Sr. Alberto Monteiro, abriu a Sessão recordando o homenageado e a alegria que sentiu por ver tanta gente que aderiu a esta iniciativa promovida pela Junta; seguiram-se as palavras de Maria Mamede, como responsável pelo Movimentum – Arte e Cultura, que chamou a si a organização e a coordenação deste evento. Paivas Canhão encerrou esta parte recordando Zeca e o seu espírito de luta.
Os poetas convidados disseram, entre outros, poemas do Zeca Afonso, Manuel Alegre e Ary dos Santos.
José Silva, na sua intervenção musical, recordou Zeca Afonso. A sua maneira característica empolgou o público que o acompanhou, ao rubro, nas suas interpretações.
Foi em 1987, há exactamente 20 anos, que vimos José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos – Zeca Afonso, como é conhecido entre nós – vítima de doença incurável, partir definitivamente, deixando-nos um legado de uma vida inteira feita de canções e de luta por uma sociedade mais justa e fraterna.
Homem convicto, de ideais enraizados, é e será um dos ícones imediatamente associados à Revolução dos Cravos. Foi, juntamente com Adriano Correia de Oliveira, o grande impulsionador da canção de intervenção, dando alento a este tipo de registo através de notáveis composições. Zeca Afonso recuperou a tradição e os valores do povo, ressuscitando baladas e cantigas populares de todo o Portugal (quem não se recorda da “Senhora do Almortão” e do “Milho Verde”, citando apenas alguns exemplos?), usando-as com mestria na promoção incondicional da Liberdade.Zeca Afonso é, também, a cara do protesto e da coerência na luta; é um dos mais dignos representantes do inconformismo. Ergueu-se contra a obscuridade do regime salazarista, deu voz à angústia de milhares de pessoas e denunciou, pela música, os “vampiros” que “não deixam nada”. Zeca Afonso gravou, portanto, por mérito próprio, o seu nome na História de Portugal. E se isso não bastasse para que se lhe fosse prestada justa homenagem em Ovar, a verdade é que Zeca Afonso nos toca particularmente pela proximidade das suas origens à nossa cidade: foi nascido em Aveiro. E Ovar homenageou-o: nem a chuva miudinha afastou do Pavilhão dos Bombeiros Voluntários as centenas de pessoas que lá acorreram, sensibilizadas pela efeméride. Quem entrava no Pavilhão sorria-se pelo aconchego que a moldura humana conferia ao espaço, que se revelou exíguo. A verdadeira comoção, porém, teve início quando os 28 elementos do Canto Décimo, todos eles professores, avançaram pelo meio do público até ao palco. O alinhamento deste Grupo Vocal da Escola Secundária José Macedo Fragateiro procurou recordar algumas das mais belas baladas de Zeca Afonso, cantigas populares bem conhecidas do público e outras menos, que vieram acentuar a enorme variedade na obra deste fascinante Cantor: Na segunda parte do espectáculo, houve lugar para a actuação da Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar, que coreografaram as músicas “Achégate a Mim, Maruxa”, “Senhora do Almortão”, “Chula da Póvoa”, “As Sete Mulheres do Minho” e o “Milho Verde”, conferindo um brilho especial à já bela noite de 24 de Fevereiro de 2007. Os elementos – Ana Azevedo, Cláudia Costa, Daniela Pinto, Diana Couteiro, Inês Costa, Joana Almeida, Mafalda Cruz, Maria Miguel Gama, Miguel Cunha, Palmira Almeida e Sónia Godinho – vestidos com as cores da bandeira portuguesa, encantaram o público. No final, era manifesta a emoção em todos os presentes, velhos e novos, uns porque as recordações de tempos de grande opressão se tornaram vívidas, outros porque a História Portuguesa que aprenderam na escola se concretizava nesta homenagem. Ao som de “Utopia”, os membros do coro e da classe de dança dirigiram saudados cumprimentos à figura de Zeca Afonso, simbolicamente representado no palco por uma guitarra e um cravo vermelho. A canção de José Mário Branco, “Zeca”, traduziu as expressões sonhadoras que perpassavam nos rostos dos presentes. Mas foi, contudo, a música “Grândola, Vila Morena”, ouvida pela voz de Zeca Afonso, do CD “Cantigas do Maio”, que levou o público a dar as mãos e a acompanhar, eles próprios, um dos símbolos maiores do 25 de Abril de 1974. Certamente que Ovar gostaria de endereçar um agradecimento ao Canto Décimo e à sua inesquecível prestação, à professora Clara Carrapatoso pela sua fantástica adaptação da coreografia às músicas, à Classe Avançada de Dança pela graciosidade que emprestaram a tão sentida homenagem. A mais especial saudação é, no entanto, dirigida a Guilhermino Monteiro, que dedicou todo o seu tempo e toda a sua criatividade a um espectáculo que abraçou com ternura, como o gesto em que ergueu o cravo no ar, de olhar comovido, tão bem o demonstrou.
A inauguração terá início pelas 15H00 com uma Arruada na Praça da República (junto
à Periquita) em Sintra. Conduzida pelos Bombos das Mercês e pelos participantes da 1ª “Oficina de Percussão” da Alagamares.
A Homenagem continuará no interior da Sede da S.U.S, com a presença de um responsável da Associação José Afonso e a participação do Coro Alentejano “Os Populares do Cacém”, Luís Santos e Paulo Lawson (Segredos da Lua), Aganjú – Grupo de percussão (Fontanelas), Rui Mário (Teatro Tapafuros), J. Carlos Almada e Cátia (Pecado Original), Fernando Azeitona e Amigos, Paulo e Isabel, e de outros que por certo se juntarão espontaneamente, em tertúlia.
José Afonso merece um convívio assim. Venha ver e participar!
Horário Exposição:
Dia 10 de Março – 15H00/22H00
Dia 11 de Março – 10H00/22H00
No sábado, o evento foi retomado pelas 15,30 horas, no pequeno auditório, com a actuação da Banda Militar do Porto, seguindo-se, uma hora depois, a actuação de Gil Filipe, que representou “O Incorruptível”, peça de Hélder Costa.
Ainda da parte da tarde, houve lugar um debate moderado por Judite Almeida e Ana Ribeiro, do núcleo do Norte da AJA, onde Alípio de Freitas, Mário Barradas, José Mário Branco e José António Gomes falaram da vida e da obra de José Afonso.
Alípio de Freitas, que é presidente da AJA, disse, a dado ponto: “Não devemos esquecer que depois que o Zeca morreu fez-se um silêncio monumental, porque se o Zeca foi incómodo para os fascistas, foi muito mais incómodo para aqueles que assumiram o poder depois do 25 de Abril. Basta ver as canções, antes do 25 de Abril até os homens do regime as entendiam, agora, depois do 25 de Abril as canções do Zeca são muito mais contundentes”.
À noite, no encerramento destes dois dias festivos, o grande auditório encheu-se para o espectáculo musical, primeiro pelo grupo galego Ardentía, e, na segunda parte, para o recital “Maio Maduro Maio”. José Mário Branco, João Afonso e Amélia Muge, em conjunto, cantaram Zeca Afonso. Manuela de Freitas declamou poemas do homenageado.
Sábado 24/02 às 19:00 a celebração da vida e obra de Zeca Afonso.
A música de Zeca Afonso ao longo de toda a 6ª Feira e Emissão Especial às 22:30. Convidados ,entre outros, Rui Pato, António Vitorino d’Almeida, Luis Pastor,João Afonso, Cristina Branco. http://www.antena1.pt/
Portugal Diário 2007/02/21
PROGRAMA
23 a 28 de Fevereiro
Exposição José Afonso (cedida pela AJA) Corredor Acesso ao Centro Recursos – Pav. C
Divulgação de Material vídeo no contexto da exposição
Átrio do Pav. A
Concerto de Zeca Afonso no Coliseu
Essências do Café em homenagem a José Afonso na nossa escola
Emissão Especial TSF dedicada a Zeca Afonso – dia 23/ 02 Circuito Sonoro da Escola
(inclui participação de alunos da Escola)
Sessão Canto e Poesia da Resistência
Apresentação de trabalhos de alunos do 12º B1
Sala Audiovisuais Pav. A
23 de Fevereiro (6ª feira)
Manhã: 10.20 H / 11.50 H
Tarde: 15.10 H / 16.40 H
Mostra de Materiais sobre José Afonso / Venda de Materiais da Associação José Afonso (Livros, documentos áudio e vídeo, etc.)
Centro de Recursos
Animação de Placards
Centro de Recursos e Sala de Professores
(documentos de imprensa, fotos, textos do Zeca…)
INICIATIVA DO CENTRO DE RECURSOS
APOIO ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO

No dia 23 de Fevereiro comemora-se 20 anos sobre a morte do cantor de intervenção Zeca Afonso, para manter viva a sua memória e homenageá-lo, a Câmara Municipal de Ovar e a Escola José Macedo Fragateiro preparam um colóquio sob o tema “Período de Baladas de Zeca Afonso”, uma exposição Biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso” e um espectáculo de músicas de Zeca Afonso.
As comemorações têm início no dia 23, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Ovar, com o colóquio “Período de Baladas de Zeca Afonso”, por Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca da Silva e conta com a actuação do Grupo Vocal Canto Décimo da Escola Secundária José Macedo Fragateiro. Logo de seguida é inaugurada a exposição biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso”. A exposição sobre a vida e obra do autor de “Grândola, Vila Morena” estará patente até ao dia 17 de Março, havendo um programa especial para as escolas (ver anexo), cujo objectivo é dar a conhecer Zeca Afonso – popularizado, entre os colegas, como o Bicho-cantor – através de visitas guiadas e animadas à exposição sobre a sua vida e obra, com ateliers de jogos dramáticos em torno das músicas.
No dia 24, pelas 21h30, o Salão dos Bombeiros Voluntários de Ovar recebe o espectáculo “Músicas de Zeca Afonso” pelo Grupo Vocal Canto Décimo e pela Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar.
Os intervenientes do Colóquio
Guilhermino Monteiro é licenciado em História e estudou no Conservatório de Música do Porto, tendo integrado vários agrupamentos instrumentais e vocais. Gravou vários Cd’s, como cantor e instrumentista, com Sérgio Godinho, José Mário Branco e João Lóio, com quem tem realizado numerosos concertos. Entre 2004 e 2006, foi adjunto do Maestro Borges Coelho, na Direcção Artística do Coral de Letras da Universidade do Porto. Em Outubro de 1997, fundou, no âmbito do trabalho escolar com alunos, o Grupo Vocal Canto Décimo, da Escola Secundária José Macedo Fragateiro, de que é, desde então, Director Artístico.
Octávio Fonseca da Silva dedicou-se, entre 1970 e 1973 à crítica musical nas publicações A Memória do Elefante e Mundo da Canção. De 1987 a 1992, realizou programas radiofónicos de divulgação e crítica, dedicados à música popular portuguesa, no Rádio Clube do Porto, na Rádio Nova e na Rádio Press. Desde Dezembro de 2006, realiza o programa Os Cantos da Casa na Esquerda.Rádio, a estação de rádio do Bloco de Esquerda na Internet.
De 1980 a 1990, estudou guitarra com os professores José Pina, Paulo Peres e José Manuel Fortuna. A partir de 1982 fez parte de diversos agrupamentos de música popular portuguesa, de que se destaca a colaboração com João Lóio no espectáculo Mais um dia. Desde Dezembro de 1994 integra o grupo «Chamaste-m’ó?». Publicou os livros, Carlos Paredes: a guitarra de um povo (2000) e José Mário Branco: o canto da inquietação (2000).
Como figura marcante da música tradicional portuguesa, cuja música marcou uma viragem historico-política no país, era impensável não recordar o homem, o aveirense, o cantor, ou tão simplesmente Zeca Afonso.
Ovar, 19 de Fevereiro de 2007
A Sociedade Portuguesa de Autores associa – se às comemorações do 20º Aniversário da morte de José Afonso, com uma sessão a realizar no dia 23 de Fevereiro, pelas 18.30H, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, (Av. Duque de Loulé, 31 – Lisboa) em que serão evocadas a vida e a obra do cantor e autor. Samuel interpretará algumas das suas canções mais conhecidas.~ Poesia ~
Paula Seca
Sila Santos
~ Música ~
Jorge Quaresma
Luís Manuel
Fátima Santos
José Luis Iglésias
“Os Fantoches de Kissinger”
“A Morte Saiu à Rua”
“Vejam Mais Cinco”
Sport Club Português 51-55 Prospect Street Newark, NJ 07105
Contactos: Fátima Santos, musicanocoracao1@hotmail.com, www.fatimasantos.com
HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO
23 E 24 DE FEVEREIRO 2007
CENTRO CULTURAL VILA FLOR GUIMARÃES

PROGRAMA
Integrado na Homenagem a José Afonso, o Cineclube de Guimarães apresenta o filme de António da Cunha Telles, “Continuar a Viver” (Os Índios da Meia Praia) com música de José Afonso. Cunha Telles filmou a experiência levada a cabo após o 25 de Abril de 1974 na comunidade piscatória da Meia Praia, em Lagos. Entre 74 e 76 foi ensaiado um projecto que implicou a substituição das casas tradicionais por moradias de pedra e a tentativa de criação de uma cooperativa de pesca.
Dia 23 EXPOSIÇÃO
“O que faz falta”
MUNDO DA CANÇÃO
Grande auditório
Participação Teatral: TERB; G.T. Coelima; G.T. Campelos; G.T. Citânia Associação Juvenil
Participação Musical: Dino Freitas, Zecafusão – Let the Jam Roll, Ajaforça, Manuel Abreu, Carlos Cunha, Academia de Música Valentim Moreira de Sá, Luís Almeida, Amigos de Guimarães, Tun’obebes, Nicolinos
Dia 24 Concerto 15h30
Banda Militar do Porto
Pequeno Auditório
Dia 24 Teatro 16h30
“O Incorruptível”
de Hélder Costa com interpretação de Gil Filipe
Pequeno auditório
Dia 24 Debate 17h30
Vida e Obra de José Afonso
Alípio de Freitas, Mário Barradas, José Mário Branco, Hélder Costa, José António Gomes
Pequeno Auditório
Dia 24 Concerto 21h30
“Maio Maduro Maio” (José Mário Branco, Amélia Muge e João Afonso) e Ardentía
Poesia de Manuela de Freitas
Grande auditório
Durante o mês de Fevereiro
“Pão com sonho” – pavico
Sacos de pão com biografia e poemas de José Afonso
Organização
Círculo de Arte e Recreio
Associação José Afonso
Associação 25 de Abril
A Oficina
Apoios
Câmara Municipal de Guimarães
CICP – Centro Infantil e Cultural Popular
Convívio
Associação Académica da Universidade do Minho
Cineclube de Guimarães
Pavico
Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Bilhetes à venda
Centro Cultural Vila Flor
http://www.aoficina.pt/
Preços
Sexta-feira 10 €
Sábado 15 €
Contactos
Telf. 253 424 700
Fax 253 424 710
E-mail geral@aoficina.pt
Este espectáculo terá como cantor principal José Carlos Barbosa, também “Zeca”. Nasceu em Viana do Castelo, em Agosto de 1956. Desde muito novo acompanhou a evolução da música portuguesa, particularmente dos compositores e cantores da resistência. Desde sempre cantou por todo o norte de Portugal, em diversos espaços públicos, tendo gravado e editado em 2003, um trabalho em CD, “Sentidos Afectos”, com a participação de João Afonso. Trata-se de um percurso pela poesia portuguesa ligada aos afectos.
Este evento conta com a colaboração, entre outros, da Associação José Afonso, que se dedica à preservação e divulgação, nas suas múltiplas facetas, da personalidade e obra do artista e do homem que agora recordamos.
No debate/tertúlia: José Carlos Pereira, Alexandre Manuel, Gabriela Alves, Alípio de Freitas, filhos e netas de Adriano, Paulo Alão e Adão Coelho.
Felgueiras está na agenda de um acontecimento cultural a nível nacional, no próximo dia 3, sendo o concelho que vai abrir o ciclo de festas nacionais em homenagem a José Afonso, no mês em que se completam 20 anos após a sua morte, ocorrida a 23 de Fevereiro de 1987. Porto e Guimarães são algumas das diversas regiões que vão prestar tributo ao músico, no âmbito de parcerias entre o núcleo do norte da Associação José Afonso (AJA) e colectividades locais. Zeca Afonso, tido como um dos ícones da liberdade em Portugal e figura marcante da música portuguesa, será lembrado em vários pontos do país durante todo o ano de 2007. Na passada terça-feira, a direcção da Casa do Povo da Longra convocou uma conferência de imprensa no Hotel Horus para dar a conhecer oficialmente que aquela associação cultural vai arrancar, no primeiro sábado de Fevereiro, nas suas instalações, com o evento de tributo inaugural ao autor de “Grândola” e que, para tal, conta com a parceria da AJA (núcleo do norte) e com o apoio da Associação 25 de Abril e do Sindicato dos Professores. A iniciativa de Felgueiras denomina-se “Somos Nós os Teus Cantores”, em que será também evocado Adriano Correia de Oliveira, cujo falecimento prematuro completa 25 anos em Outubro, a quem, na altura, a Casa do Povo e a AJA prestarão igual tributo. Nessa conferência de imprensa, estiveram presentes Adão Coelho (presidente da CP Longra), José Carlos Pereira (membro activo das duas associações), o coronel Rui Castro Guimarães, da Associação 25 de Abril, e António Baldaia, do Sindicato dos Professores do Norte.“Zeca Afonso – 20 Anos Depois” Programa
20 de Janeiro – 22:00h
Espectáculo com CLAUD
Lançamento do disco “Contradições”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 5 euros
27 de Janeiro – 22:00h
Espectáculo com Vitorino
“Tudo! Alentejo, Amor, Lisboa”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 12,50 euros
23 de Fevereiro – 15:45h
Romagem à Capa de Zeca Afonso
Concentração no Cemitério de Setúbal
Organização: Academia Musical 8 de Janeiro
24 de Fevereiro – 21:00h
Poesia – Palavras e Música
Biblioteca Municipal – Pólo de Alhos Vedros
24 de Fevereiro – 22:00h
Espectáculo com Brigada Vítor Jara
“Ceia Louca”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 7,50 euros
24 de Fevereiro
Festa Popular – Desporto, Música, Gastronomia…
Escola Básica 2, 3 José Afonso – Alhos Vedros

Na noite de 9 de Setembro, no Bar Café do Mercado da Ribeira, lembramos o Zeca e as suas canções. O compositor e escritor Andrés Stagnaro é o nosso convidado especial….
O bar café do Mercado da Ribeira recebe, na noite de 9 de Setembro o compositor e escritor uruguaio Andés Stagnaro, que nos dará a conhecer o seu albúm “Las canciones de José Afonso”.
Para homenagear o Zeca contamos também com a actuação de alguns musicos residentes deste bar.
Contamos consigo a partir das 22h30.
Reserve a sua mesa através do 210 312 600 / 01 ou 210 312 605.



Aqui ficam algumas fotos da homenagem a José Afonso em Vila Real de Santo António.
Em cima, as fotos da conferência com Alípio de Freitas, José Luis Louro, Teodomiro Cabrita Neto e António João.
Mais abaixo, o cartaz anunciando a exposição sobre a vida e obra de José Afonso no Arquivo Histórico Municipal.
Em breve, colocaremos mais fotos deste evento que se revelou um enorme sucesso, nomeadamente, no concerto do último dia que esgotou o Centro Cultural António Aleixo.