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Homenagens e tributos (2007)
Home Archive by Category "Homenagens e tributos (2007)"

Category: Homenagens e tributos (2007)

Gala Homenaxe Zeca AfonsoGalizaHomenagens e tributos (2007)
10/01/2009By AJA

Gala homenaxe Zeca Afonso – o programa completo



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Homenagens e tributos (2007)
24/12/2007By AJA

2007: Uma retrospectiva

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Homenagens e tributos (2007)
22/11/2007By AJA

Concerto de homenagem a José Afonso em Carcavelos

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Homenagens e tributos (2007)
20/11/2007By AJA

Exposição temática sobre José Afonso inaugurada no Átrio do Auditório da Casa das Artes

O grupo Tela
O Átrio do Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez receberam no passado dia 9 de Novembro dois eventos enquadrados com a figura do músico José Afonso.
Às 22h00 teve lugar a abertura ao público da mostra temática e biográfica “José Afonso: O que Faz Falta”, uma produção do MC/Mundo da Canção, que coloca no espaço municipal consagrado à cultura dezenas de LPs, CDs, livros, brochuras, singles, vídeos, além de revistas, catálogos e fotos, apoiados em recortes da imprensa nacional e estrangeira, que recordam e ilustram a vida e obra de um dos nomes maiores da música lusa do século XX, numa exposição que se alargará até o dia 7 de Janeiro de 2008, criando, por tal, uma possibilidade única de contacto com tão significativo e original espólio. No acto inaugural, que contou com a participação de Eduardo Pinheiro em representação da AJA (Associação José Afonso), o Presidente da edilidade, Francisco Araújo, referiu de igual modo a importância do acervo para a compreensão da vida cultural portuguesa dos últimos 30 anos, razão pela qual o município articulará a mostra com os estabelecimentos de ensino locais, bem como a dimensão produtiva e criadora do músico, que não conhece limite geracional e/ou ideológico.
A partir das 23h00, o acto inaugural migrou para o espaço do Auditório Municipal, que se mostrou pequeno para albergar as quase três centenas de pessoas que nele se instalaram para assistir ao espectáculo musical trazido pelo grupo “Tela”. Numa performance de elevada qualidade musical, evoluíram reinterpretações e abordagens altamente cuidadas do reportório de José Afonso, num respeito absoluto pela base original, mas perspectivando novos corredores sonoros e expressivos, que misturaram, por exemplo, instrumentos tradicionais como o bombo ou a concertina com o saxofone e a guitarra eléctrica, numa abordagem verdadeiramente conseguida, que obteve, em cada tema, os maiores aplausos e ovações do público presente; estão de parabéns a Inês Sousa, o Miguel Fernandes, o Carlos Pinto, o David, o Paulo Freitas, o Rui, o Danny Pacheco, o Nuno Pinto, o Pedro Silva e o Rui Neiva pelo excelente trabalho desenvolvido, bem como pela coragem e ousadia de “reinventar” o génio criativo de uma dos músicos mais significativos da identidade sonora portuguesa.

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AJA NorteHomenagens e tributos (2007)
19/11/2007By AJA

Ontem, na Maia, foi assim…

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AJA NorteHomenagens e tributos (2007)
18/11/2007By AJA

Hoje na Maia.

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AJA NorteHomenagens e tributos (2007)
11/11/2007By AJA

Os cantos do Zeca


No próximo dia 18, domingo, pelas 16 horas, no Fórum da Maia, vai ser levado à cena o espectáculo “OS CANTOS DO ZECA”.

Esta iniciativa da responsabilidade da Associação José Afonso (fundada em 18 de Novembro de 1987), por intermédio do seu Núcleo do Norte, mistura músicos, actores, técnicos, profissionais e amadores, com o objectivo central de celebrar a vida e obra de José Afonso e percorrer vários “cantos” do “poeta, andarilho e cantor”.

Os “CANTOS DO ZECA” significará prestar um tributo aos vários “cantos” por onde o Zeca passou: Portugal, África, Galiza.

Os “CANTOS DO ZECA” significará, também, prestar um tributo aos vários “cantos” onde ele tem sido cantado por gente que faz da música e das palavras de José Afonso uma vontade de construir mundos sem muros nem ameias.Do Porto, de Castelo de Paiva, de Lisboa, do Alentejo, de Viana do Castelo, de Penafiel, de Braga, de Guimarães, da Galiza chegam cantores e actores que, principalmente durante este ano, têm sido “companheiros de estrada” do Núcleo do Norte da AJA.

Os “CANTOS DO ZECA” significará, ainda, prestar um tributo aos poemas e canções que José Afonso nos legou como forma de, ainda hoje, conseguirmos perceber “o que faz falta”.

Num espectáculo construído e desenhado cenicamente pelo Núcleo do Norte da AJA, José Afonso vai “estar presente” porque com ele percorremos estes 20 anos de caminho.

Os bilhetes, ao preço de 7,50€ estão à venda na Cooperativa UNICEPE (Praça de Carlos Alberto), Sindicato dos Professores do Norte (Rua D. Manuel II) e Sindicato dos Seguros (Rua do Breiner) podendo ser feitas reservas pelo endereço: ajanorte@gmail.com

Contactos:
Paulo Esperança (Telem. 917711964
José Carlos Pereira (Telem. 916090033)

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Homenagens e tributos (2007)
04/11/2007By AJA

José Afonso homenageado na IX Grande noite do fado académico

Depois das Homenagens ao Dr. Luiz Goes, Dr. Camacho Vieira, Dr. Almeida Santos, Dr. Joaquim Pimentel, Dr. Manuel Alegre, a Carlos Paredes, ao Dr. Ângelo Araújo e recentemente ao Dr. Fernando Machado Soares, a Associação de Estudantes e o Grupo de Fados do ISEP pretendem nesta IX edição homenagear Zeca Afonso, como referência à sua importante participação e composição de reconhecidos temas da Canção Coimbrã.

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Homenagens e tributos (2007)
30/10/2007By AJA

Concerto de homenagem a José Afonso em Carcavelos

Dia 25 de Novembro | 18H30 | Auditório do Colégio Marista de Carcavelos

1ª parte

Projecção de Vídeo

Banda da Sociedade I.R. de Janes e Malveira, com interpretação de uma rapsódia de canções de José Afonso.

2ª parte

Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
Grupo Coral Vozes do Estoril
Coro de Câmara de Cascais
Coro Polifónico de Cascais
ECCE GRATUM da A. M.Q. Carreira
Grupo Coral da SMUP
Grupo Coral da AISI
Vocal DA CAPO
Vocal DISCANTUS do GRD 1º Maio de Tires (cerca de 200 coralistas)

Mais informações em breve.

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Homenagens e tributos (2007)
26/10/2007By AJA

Exposições nas Caldas da Rainha a não perder!

NOVE CAPAS P’RÓ ZECA
Capas e estudos gráficos de José Santa-Bárbara para os discos de José Afonso
+
O ZECA NAS CALDAS
Fotografias de José Afonso nas Caldas da Rainha

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Homenagens e tributos (2007)Testemunhos
24/10/2007By AJA

Tributo nas Caldas é já esta quinta feira. Apareçam!

“José Afonso é mais do que um capitão de Abril, é um libertador de consciências”. São palavras dos responsáveis do Teatro da Rainha, entidade que vai homenagear o cantor nos serões dos dias 25, 26 e 27 de Outubro. “Fura Fura” assim se designa o tributo a Zeca Afonso que vai decorrer nas instalações do Teatro da Rainha (ex-Ual).A 25 de Outubro irá actuar o grupo de danças e cantares Mezzo Ensemble da qual fazem parte Luísa Ortigoso, Carlos Azevedo e Paulo Neves. No dia seguinte, a grupo Couple Cofee (Luanda Cozetti, Norton Daeillo, Sérgio Zurawski e Ruça Rebordão) apresentará o espectáculo “Co’as tamanquinhas do Zeca”. João Afonso com João Lucas (ao piano) encerram o tributo a 27 de Outubro com o concerto “Um Redondo Vocábulo”.Na sala-estúdio do Teatro da Rainha vai estar presente a exposição “Nove Capas p’ró Zeca” da autoria de José de Santa-Bárbara. A abertura da mostra está prevista para as 18 horas de 25 de Outubro.Este concerto é uma iniciativa do Teatro da Rainha que conta com o apoio da autarquia e com a colaboração de Helena Afonso, a filha mais velha de Zeca Afonso.Para mais informações e reservas contactar os tel. 262823302 ou 966186871. Os bilhetes para um dia custam 10 euros e para os três dias 25 euros, mas há descontos para estudantes e para quem pertence à Liga dos Amigos da Rainha.

Natacha Narciso | Gazeta das Caldas

PROGRAMA

1. – NOVE CAPAS PR’Ó ZECA
Capas e estudos gráficos de José Santa-Bárbara para os discos de José Afonso
Fotografias de Patrick Ullmann
Materiais sonoros: canções e conversas – inéditos de José Afonso – realizados em gravações rudimentares, na Beira, Moçambique.

2. – O ZECA NAS CALDAS
Documentos e fotografias da Associação José Afonso, Francisco Carrilho, Joaquim Lobo, José Nascimento e Rosa Cerqueira

3. – “ANDARILHO, POETA E CANTOR”
Vídeo realizado por Rogério Ribeiro

CONCERTO pelos “Mezzo Ensemble” (hoje)

O grupo forma-se a partir da vontade de fazer este espectáculo. Três músicos e uma actriz que dá a voz a cantar. É um ensemble que resulta dos caminhos de cada um, que se encontram na perspectiva musical da alma do projecto (Carlos Azevedo).

“Danças e Cantares” é um espectáculo de homenagem a Zeca Afonso. A sua música e poesia redimensionadas no seu primeiro clamor: a liberdade. Liberdade de interpretar. Liberdade de harmonizar. Liberdade de improvisar.

Homenagem a Zeca Afonso pela constante tentativa de universalização da música e do homem.

Duas danças (da autoria de Carlos Azevedo, o director do projecto) e sete cantares (de Zeca Afonso) fazem parte deste espectáculo.

Os músicos:
Carlos Azevedo – piano
João Paulo Courinha – saxofones
Paulo Neves – contrabaixo
A voz:
Luísa Ortigoso

Couple Coffee – dia 26 (amanhã)
Co’as tamanquinhas do Zeca

João Afonso e João Lucas – dia 27 (sábado)
Um redondo vocábulo

http://www.teatro-da-rainha.com/
geral@teatro-da-rainha.com
Fura, Fura por Fernando Mora Ramos

José Afonso é mais que um capitão de Abril, é um libertador de consciências. A sensibilidade é, como se sabe, um território de máxima ambiguidade. No que toca à sensibilidade artística é o reino da ausência de um ponto de vista, de um posicionamento e vai a par com aquela vaga noção de que em matéria de gosto cada um tem o seu.
Como se sabe não é assim. O gosto educa-se e quando ele é apenas educado pela força das estruturas de conformação das criaturas, da escola à família, hoje forças secundárias face ao Grande Educador televisão, logo se percebe que quem gosta, gosta do que pode ou gosta do que comeu, por assim dizer. Neste particular José Afonso é um caso paradigmático, a sua sensibilidade, o que transportam as suas canções e poesias como mundo e singularidade, introduziram na cultura portuguesa contemporânea algo de disjuntivo e vital. Desde as canções de amor, referidas ao amor cortês dos cancioneiros, à marrabenta moçambicana, passando pela incursão surreal no imaginário popular português, assim como a prática do “desvio” de que é um exemplo claro a canção “Os vampiros”, um falar ao lado para falar da coisa, tudo este poeta da voz tocou com magia melódica, ritmo vital e subtileza popular e erudita – ele é um representante da divisa “Elitário para todos” que Vitez, o encenador francês, um dia escreveu.Tocou também o teatro, sendo conhecida a incursão brechtiana, na Beira, em Moçambique, realizando as canções de “A excepção e a regra”, peça didáctica de Bertolt Brecht, esse desmistificador do Grande Costume, o tal que sempre afirma que “as coisas são como são e assim serão” e que o senhor Keuner, essa figura dialéctica, sempre desmistificou, sendo célebre a anedota: o senhor está na mesma, disseram. O senhor Keuner corou. Na realidade José Afonso é para nós um alimento constante, uma sombra que luz, um de nós, aquele que procurou a fraternidade na terra, o que lhe trouxe engulhos, mesmo uma ligeira mania depressiva, que a Velha Senhora impunha ao expandir o medo, essa doença que o cantor sempre quis expulsar de cabeças e corpos. Contra o medo, eis um lema. Medo que anda aí de novo, a espreitar brechas possíveis, a tornar-nos bem comportados, passivos, mortos.Fura Fura, iniciativa do Teatro da Rainha com o apoio da câmara Municipal de Caldas da Rainha e a colaboração de Helena Afonso, filha mais velha do Zeca, pretende isso: abrir brechas, cavar na ferida desse silêncio feito de tantos décibeis que hoje impera, ruído que oprime, um sentido que vitalize novos caminhos do desejo, caminhos que possam ser irmanados.Como a toupeira: fazendo e desfazendo galerias, longe da luz mas perto das mentes, lá onde um clic desperta nova vida, para que um dia a derrocada se faça a favor da verdadeira liberdade, aquela que permite a subjectividade, o gosto informado, o diálogo consistente, a democracia qualificada. Contra o circo romano imperial, esse em que os vampiros que despedaçam os indefesos da terra têm capacetes com visão nocturna.FURA FURA é esse encontro que faltava pela fraternidade real, sem velinhas, nem isqueiros, olhos nos olhos, palavras, escuta rigorosa e UTOPIA prospectiva, poesia

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
15/08/2007By AJA

“Festanima” conta com um tributo a Zeca Afonso

“Festanima” – Setúbal – 5.ª edição

Catorze colectividades da freguesia de S. Sebastião participam, entre 31 de Agosto e 9 de Setembro, na Avenida Belo Horizonte, no Bairro Santos Nicolau, na 5.ª edição da Festanima, certame apresentado esta tarde em conferência de imprensa.

No encontro com jornalistas, realizado no Gabinete de Apoio ao Empresário, nas Escarpas Santos Nicolau, foi apresentado o programa de animação do evento promovido, com apoio da Câmara Municipal, e que este ano está orçado em cerca de 16 mil euros.

O vereador Rui Higino referiu que a Festanima “que já tem uma enorme envergadura, atestada pelos 100 mil visitantes da edição anterior, é uma festa do povo e para o povo”.

O autarca salientou o apoio logístico da Câmara Municipal a este tipo de eventos, por vezes não visível mas que custam milhares de euros aos cofres da Autarquia. “Nos primeiros sete meses deste ano já apoiámos 162 iniciativas. Isto corresponde a cerca de 300 montagens e desmontagens de palcos e pavilhões”.

O presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Carlos de Almeida, acredita que este vai ser o ano de transição da Festanima. “Estamos a um passo de passar de uma festa do movimento associativo para uma festa urbana, uma festa que apresenta como oferta o que de melhor existe em termos de recursos em Setúbal”, afirmou.

A paisagem que os visitantes da Festanima podem desfrutar, o movimento associativo da freguesia e as pessoas dos bairros Santos Nicolau e da Conceição, “que tão bem sabem receber os visitantes”, são, segundo Carlos de Almeida, alguns dos principais recursos que o certame tem para oferecer.

O reforço da iluminação e da componente festiva são uma realidade nesta edição da Festanima que termina, no dia 9 de Setembro, com uma homenagem a José Afonso.

“Temos um orgulho enorme que esta freguesia onde nasceu Bocage sirva também de leito ao repouso eterno do Zeca. Por isso faz todo o sentido, 20 anos após a sua morte, homenageá-lo”, sublinhou Carlos de Almeida.

O recinto da festa abre às 19h00, de segunda a sexta-feira, enquanto ao fim-de-semana, a abertura dá-se às 13h00. No que respeita ao fecho, as portas do certame fecham às 01h00, de segunda a quinta-feira e aos domingos, e às 03h00, nas sextas-feiras e aos sábados.

O coordenador da Comissão Organizadora da 5.ª Festanima, Agostinho Madaleno, fez a apresentação do programa de animação do recinto, que começa no dia 31, às 21h15, com a actuação da Banda Matos Galamba, seguindo-se a artista Nikita e um baile. No dia seguinte, os Star Dance actuam a partir das 20h00 e uma hora depois sobe a palco Alex. A finalizar há novo baile.
No dia 2 de Setembro a animação está a cargo de José Ângelo, enquanto os Irmãos Cabanas animam um baile no dia 3 e Luís Portela actua a 4.
Fernando Correia Marques canta no dia 5, Jorge Nice Show dá espectáculo no dia 6 e a 7 actuam as madrinhas das marchas populares de Setúbal, seguidas de baile com os Irmãos Cabanas.
No penúltimo dia do certame há demonstrações de ginástica com uma classe do ginásio Multigym, segue-se um espectáculo com Quinzinho de Portugal e a finalizar a noite tocam Los Cubanitos.
O encerramento da Festanima conta um tributo a Zeca Afonso, às 22h00, e fogo-de-artifício, às 24h00.
A comissão organizadora é constituída pelos grupos desportivos Selsa, Independente e da Che Setúbal, pelo Núcleo de Amigos do Bairro Santos Nicolau e pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva 2 de Abril.
Além daquelas colectividades, participam no certame o União Futebol Comércio e Indústria, o Grupo Desportivo e Recreativo do Bairro da Liberdade, a Associação Cristã da Mocidade, o Clube Desportivo e Cultural “Os Verdes”, o Agrupamento de Escuteiros n.º 117, a Associação Cabo-Verdiana de Setúbal, o S. Domingos Futebol Clube, a Sociedade Musical e Recreativa União Setubalense e o Grupo Desportivo “Os Amarelos”.
in Rostos online

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Homenagens e tributos (2007)
23/07/2007By AJA

José Afonso na Feira de Sant´Iago em Setúbal

A vida em Setúbal e a actividade do autor de “Grândola, Vila Morena”

Oito painéis que retratam a vida e obra de José Afonso podem ser vistos no pavilhão da Câmara Municipal da Feira de Sant´Iago, certame que começou no sábado e termina a 5 de Agosto, nas Manteigadas.

Fotografias, excertos de uma entrevista de José Afonso a José Salvador, publicada em “O Rosto da Utopia”, além de letras de várias composições do cantor, formam esta mostra, intitulada “Vários caminhos até Setúbal”.

A vida em Setúbal e a actividade do autor de “Grândola, Vila Morena” no extinto Círculo Cultural estão contadas nesta mostra, que conta com a colaboração da Associação José Afonso.

Esta edição da Feira de Sant´Iago, com o tema “Setúbal de Zeca Afonso”, conta com um espectáculo de homenagem ao cantor, no último dia do certame, a 5 de Agosto, com a actuação dos Terra d´Água, projecto que conta com a participação de Dulce Pontes, Filipa Pais, Maria Anadon, Lúcia Moniz e Ûxia.

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GalizaHomenagens e tributos (2007)
14/07/2007By AJA

Concerto na Galiza homenageando José Afonso

Concerto do grupo “De outra margem” celebrando José Afonso em Chapela (perto de Vigo) no dia 20 de Julho, pelas 22 horas, na praia de Arealonga (Chapela-Redondela).

http://www.deoutramargem.com/

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AJAforçaHomenagens e tributos (2007)
30/06/2007By AJA

José Afonso lembrado na XIV Feira do Livro de Valongo

No próximo dia 11 de Julho, a AJA( por intermédio do seu núcleo do norte) e José Afonso vão estar presentes na “XIV FEIRA DO LIVRO DE VALONGO”. Pelas 21h 30m haverá um debate sobre a vida e obra do “andarilho, poeta e cantor” moderado por Carlos Faria, Presidente da “AGORarte” que terá a participação de Manuel Pereira Cardoso, Paulo Esperança( em nome da Aja) e Tino Flores. Às 22h30 o grupo “AJAFORÇA “cantará Zeca e outro seus companheiros de “estrada” e de causas. Esta iniciativa é promovida pela “AGORarte-Associação Cultural e Artística” que este ano tem algumas responsabilidades na animação da respectiva Feira. Nos pavilhões destinados à “AGORarte” estarão presentes diversos materiais alusivos aJosé Afonso, como livros, cartazes, fotografias e audiovisual.
A feira decorre no Parque Urbano Dr. Fernando Melo, em Ermesinde.

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Homenagens e tributos (2007)
13/06/2007By AJA

Tributo a José Afonso em Bravães, Ponte da Barca

Eram 22H30, de Domingo, quando se ouviram os primeiros acordes do Grupo Tela, que animou musicalmente a festa em Tributo ao Zeca, promovida pela Junta de Freguesia de Bravães, pequena comunidade de 600 eleitores, no concelho de Ponte da Barca. Pensada e concebida para ser ao ar livre, tendo por pano de fundo a pequena mas bonita Igreja da freguesia, a festa acabou por ser feita dentro duma grande tenda, montada à pressa, devida à chuva que caiu de madrugada e ameaçava voltar a qualquer instante. Antes da intervenção musical do Grupo Tela, que cantou Zeca, num reportório bem pensado e melhor recreado, num ecrã iam passando as entrevistas de rua, sobre José Afonso, feitas pela organização e durante o espectáculo iam passando imagens do e sobre o Zeca. Entre cantigas, uma voz feminina ia lendo depoimentos do Zeca e de outros amigos sobre ele. Coisa bem feita e bonita. Emocionante a entrada inesperada dos Bombos de Bravães irrompendo a plateia que aguardava, a próxima cantiga.(e mais emocionante quando todos cantaram o “Milho verde” ao som dos mesmos bombos). Este espectáculo, a que assistiram e participaram mais de 100 pessoas, foi digno do Zeca e, quando assim é, resta-nos reconhecer o bom trabalho e agradecer os momentos de vida e de emoção sentidos e vividos. Foi isso, que, em representação e em nome da AJA, fizemos.


Entrevistas sobre José Afonso, realizadas à população de Ponte da Barca, no âmbito das comemorações dos 20 anos do seu falecimento. Este vídeo foi apresentado em Bravães, freguesia onde se realizou a homenagem, juntamente com um memorável concerto com músicos locais

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Andrés StagnaroHomenagens e tributos (2007)ToponímiaUruguai
12/06/2007By AJA

Zeca no Uruguai. Obrigado Andrés Stagnaro

Queridos amigos, todavía me dura la alegría y se que durará mucho más.
Agradezco a la Junta Departamental de Montevideo y a la Intendencia Municipal de Montevideo por haber escuchado esta iniciativa y llevarla a cabo. A los amigos de Casa de Portugal por haber apoyado y a todos quienes han estado presentes de una u otra manera.
Es la primera vez que Montevideo homenajea a un cantautor no uruguayo con una placa en una plaza.
No se en cuantos lugares del mundo se le ha puesto una placa a Zeca, pero si se que el día de ayer en esta ciudad por lo manos para mi, es diferente. No me canso de pasar y sacarle fotos.

Les mando estas fotografías del día de ayer, las comprimí para que la puedan recibir a todas, pero pueden pedirme la que les guste.

Fotografía tomadas el día 10 de junio a la mañana.

Plaza Portugal , Camões , a lo lejos el monolito a Zeca.

Monolito cubierto con la bandera uruguaya

Intendente de la Ciudad de Montevideo Dr. Ricardo Ehrlich en su dicurso de homenaje.

Embajadora de Portugal Luisa Bastos de Almeida – En su discurso de Homenaje

Descubrimiento de la placa por la Embajadora y el Intendente



Intendente de Montevideo Ricardo Eherlich en Casad e Portugal en su saludo

Cantautor Andrés Stagnaro en su conferencia sobre Zeca en Casa de Portugal

Fotografías tomadas a la noche

Abrazos,
Andrés Stagnaro
Para conhecerem melhor Andrés Stagnaro, aqui fica um vídeo de um espectáculo que organizou em Montevideo, de homenagem a José Afonso em 2006. Podem visualizar o espectáculo na íntegra no centro de documentação da AJA. Mais informações em www.andresstagnaro.com

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Homenagens e tributos (2007)Uruguai
08/06/2007By AJA

José Afonso recordado no Uruguai no dia 10 de Junho

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Homenagens e tributos (2007)
04/06/2007By AJA

Homenagem a José Afonso em Bravães, Ponte da Barca


Com o apoio da CM de Ponte da Barca, a Junta de Freguesia de Bravães organiza uma homenagem a José Afonso no próximo dia 10 de Junho.

Será um espectáculo centrado nas músicas e nos textos de Zeca Afonso.

Palavras cúmplices na voz de Eugénia Brito.

Com múltiplas influências, o grupo Tela preparou o concerto com novos arranjos para as canções do Zeca, encontrando inspiração na música clássica e no jazz mas que igualmente faz pequenas incursões às raízes mais étnico-populares.

Com um estilo muito próprio já reconhecido localmente, o “som” peculiar da * Tela * consegue-se com o recurso a vários instrumentos: Voz, Guitarras, Baixo, Percussão, Bateria, Flauta transversal, Clarinete, Saxofones, Acordeão, Bandolim, tocados por músicos cuja formação e percurso artístico é profundamente diversificado: desde a formação clássica até ao jazz passando
por música de raiz popular.

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AJA NorteHomenagens e tributos (2007)
03/06/2007By AJA

Zeca Afonso homenageado na Feira do Livro

“Traz outro amigo também” trouxe testemunhos de quem conviveu de perto com Zeca Afonso. Já com cerca de 100 mil visitantes contabilizados, a Feira do Livro do Porto prestou ontem uma homenagem a Zeca Afonso. Problemas de saúde impediram João Afonso dos Santos, irmão mais velho do cantor, de participar na iniciativa promovida pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, mas muitos outros amigos marcaram presença. Hoje, o destaque do certame vai para a apresentação de “L Galaton”, o segundo livro de Asterix que a Asa publica em mirandês. Ao repto “Traz um amigo também” responderam algumas dezenas de pessoas, que ouviram no Pavilhão Rosa Mota testemunhos de quem conviveu de perto com Zeca Afonso. Foi o caso do escritor José Soares Martins, que se cruzou com o quotidiano do cantor na Cidade da Beira, em Moçambique. Referiu que foi em África – “uma pátria mítica para José Afonso” – que o poeta “criou a sua consciência pessoal e humana”, tendo sido ainda a partir da realidade colonial que formou a sua “consciência política”. A Associação José Afonso esteve representada por Paulo Esperança, que destacou “dois triângulos mágicos na vida de Zeca”. O primeiro, relativo à sua obra, contemplando “a poesia, a música e o exemplo cívico”, facetas que diz ser impossível dissociar quando se fala do autor de “Grândola”. No segundo triângulo colocou o facto de o cantor ter percorrido o país de lés a lés e o quanto isso influenciou o seu trabalho “Os 125 títulos conhecidos traduzem todos os aspectos da sociedade portuguesa”. A homenagem terminou com a actuação do grupo Canto Décimo, interpretando temas de José Afonso.

Ainda na tarde de ontem foi apresentado o livro “O mel e o fel”, uma série de contos da autoria de Vítor Hugo, jornalista de 30 anos que está a dar os primeiros passos na escrita. À noite, por ocasião de um debate sobre as colectividades e o futebol na cidade do Porto, foi também lançada a obra “Biografia de Pinto da Costa – 20 anos de dirigente desportivo”.

A partir das 17 horas de hoje, as atenções viram-se para o stand da Asa, onde o público poderá conhecer a segunda série de aventuras de Asterix em mirandês. Depois de “L Gaules”, chega agora “L Galaton” (“O grande fosso”), que, tal como o primeiro livro, foi traduzido por Amadeu Ferreira, cuja presença está garantida. Quem lá for poderá encontrar também Baptista-Bastos, cumprindo mais uma sessão de autógrafos.

A feira termina de hoje a oito dias, prestando no sábado uma homenagem a Vasco Graça Moura.

Fernando Oliveira – Jornal de Notícias

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BelmonteBiografiaHomenagens e tributos (2007)
02/06/2007By AJA

Passagem de Zeca Afonso por Belmonte

“Ó pá, desculpa lá isso!”.
Zeca Afonso

Atrevo-me a dizer que é verdade que o bom senso me desaconselha a reproduzir certas palavras de Zeca Afonso sobre Belmonte. Creio mesmo que, em tempo de Comemorações dos 500 anos do Achamento do Brasil, por Pedro Álvares Cabral, navegador de raiz belmontense, seria politicamente correcto… omitir.

Mas é certo que a sua intransigência na defesa de princípios e valores tornaria imperdoável desvirtuar as suas memórias. Vénias rituais nunca couberam na voz em que ressoava a poesia e o apelo à fraternidade. É, por isso, proibido, imoral, esconder a fala do mistério duma relação com as gentes e um lugar…

Em 1938, diz “…fui para casa de meu tio (em Belmonte) onde vivi o pior ano da minha vida, o mais desgraçado. O meu Tio era Presidente da Câmara, comandante da Legião, germanófilo (…)”*. Foi um período “fechado”. Sentia-se só, privado de contactos. Lembranças que não oculta, justifica e ilumina em busca de outra verdade: o tio que assinava o “Sinal” e outras revistas, que faziam o elogio do esforço bélico alemão, que sintonizava a Rádio Paris colaboracionista… “teve uma coisa boa: ensinou-me cantigas populares antigas da Beira; ouvi-o cantar líricas de óperas (…)”*; acrescenta: “foi ele que me incutiu o gosto pela música”*.

O prisma das cores é múltiplo e de Belmonte ficaram imagens polícromas. E guardou também o Professor Tavares “… que gostaria de ver porque era um indivíduo sério”; e os jogos populares (canicho e bilharda) em que não participava por ser “sobrinho do senhor doutor”.

Na vila acontece-lhe a primeira “paixoneta”, por Helena Cabeças que “… me desapareceu furtada por um indivíduo com muito mais experiência do que eu”*; a segunda nasce também na localidade, por uma rapariga judia: “Nutri por ela uma paixão inexprimível e inenarrável”*. Amores que não eram confessados e eram vividos em tempo de passar férias na casa do Tio.

Sem dúvida que o passado que se conta, não pode ser se não imperfeito… e, (quantas vezes!) contraditório. Todavia, o saber que diz aquele Belmonte, a ternura com que acalentou as memórias desvelam a verdade de um lugar e de um tempo com versões verdadeiras…

Talvez, por isso, ainda em Abril, em 1974, veio à Beira e a Belmonte festejar a Esperança de um tempo novo. No Castelo teve uma recepção inigualável. Toda a gente sabia quem era Zeca Afonso, a liberdade rodopiava por ali a propiciar intimidades, cumplicidades, fraternidade. Zeca estava do lado dos desfavorecidos, ninguém ignorava. Na vila tinha sido o “sobrinho do Senhor doutor”. No Castelo , ouviu, então: “Ó meu sacana não te lembras, quando me atiraste um calhau às costas?” O Zeca olhou-o estremecido; condoído abraçou-o, e saiu-lhe “Ó pá, desculpa lá isso!”.

Guardou esta história e lembrava-a, quando nos juntávamos.

As “meninas Martinho”, como dizia, tinham também lugar no álbum da memória. A última vez que falámos, quando desaparecia a esperança de voltar à Beira, pediu: “Dêem um abraço às meninas Martinho”. E no dia em que a Zélia Afonso, veio a Belmonte para participar na homenagem da Câmara Municipal, ao Zeca, em 1990, Judite Martinho ofereceu-lhe uma peça que confeccionara com carinho “… uma lembrança para o enxoval da filha, da menina”.

Em Belmonte, uma placa lembra Zeca Afonso; foi colocada em frente da casa doutro amigo – Zeca Argentina -, junto da Escola Primária mais antiga, num largo que, pelo Natal, ouve a voz do Zeca:

“Muita neve cai na serra,
Muita neve cai na serra,
Só se lembra dos caminhos velhos,
Quem tem saudades da terra.”.

Nota: * José A. Salvador, Livra-te do medo, Lisboa, A Regra do Jogo, 1984

Maria Antonieta Garcia – 20.4.00

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AJAforçaHomenagens e tributos (2007)
31/05/2007By AJA

Homenagem a José Afonso em Milheirós de Poiares

Em Milheirós de Poiares, concelho de Santa Maria da Feira, concluiu-se, no passado sábado, um conjunto de iniciativas de homenagem a José Afonso, promovidas pela Associação Cultural Ritus, em parceria com o Núcleo do Norte da AJA.Esta homenagem constou de um debate, da realização e exposição de trabalhos poralunos da escola EB1 de Milheirós de Poiares e foi encerrado no passado sábado comum espectáculo em que participaram o grupo Canto Novo (constituído por professores, funcionários e alunos da Escola Serafim Leite) e ainda pela actuação do grupo AJAforça.

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Homenagens e tributos (2007)
31/05/2007By AJA

José Afonso na 77ª feira do livro do Porto

2 Junho Sábado 17:00 – TRAZ UM AMIGO TAMBÉM – HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO

Este Ano a Feira do Livro presta homenagem a um dos maiores cantautores nacionais. Para nos falarem de José Afonso vão estar presentes na Feira o Dr. João Afonso dos Santos (Irmão do cantor, o Dr. José Soares Martins (c/ pseudónimo José Capela e autor da Afrontamento).
A AJA – Associação José Afonso vai estar representada por Paulo Esperança.
A Editora Campo das Letras vai apresentar o seu livro “Zeca Afonso – O Andarilho da Voz de Ouro” da autoria de José Jorge Letria, com ilustrações de Evelina Oliveira.

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Homenagens e tributos (2007)
10/05/2007By AJA

“Em Maio vamos cantar Zeca Afonso”

Alhos Vedros – Moita
21º Aniversário da CACAV em “NOITE DE LUA CHEIA”

No próximo dia 12 de Maio, sábado, realiza-se a “Noite de Lua Cheia”, na antiga fábrica da Guston, pelas 22 horas, uma iniciativa para assinalar o 21º aniversário da CACAV – Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros.

No decorrer do mês de Maio/2007, está ser comemorado o 21 º Aniversário da CACAV.
“Vamos festejar 21 anos de um percurso colectivo, feito de encontros, amizades e tantas descobertas, que nos levam a ter saudades do futuro” – sublinha Joaquim Raminhos, Presidente da Direcção da CACAV.

Foi no dia 9 de Maio de 1986, que “nasceu” a CACAV

“ O caminho já vai longo, com muitas encruzilhadas, e muitos acrescentos que fizemos à nossa vida. Apesar de tudo, temos motivos para sorrir!” – refere o Presidente da Direcção.
No próximo dia 12 de Maio,sSábado, “convidamos todos os sócios e amigos, a participarem na “Noite de Lua Cheia”, que terá lugar na antiga fábrica da Guston, pelas 22 horas. Vamos estar juntos, com a poesia à solta dedicando a Zeca Afonso, um momento muito especial!” – sublinha Joaquim Raminhos.
Uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Mumicipal da Moita e Junta de Freguesia de Alhos Vedros.

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Homenagens e tributos (2007)
08/05/2007By AJA

Cantar e viver José Afonso em Ourém


Integrado no II Ciclo de Música e Artes de Ourém, irá ter lugar, dia 12 de Maio pelas 16H na praça Mouzinho de Albuquerque o espectáculo “Cantar e Viver José Afonso”. Este evento terá como finalidade homenagear Zeca Afonso, quer pela sua obra notável, quer pela personalidade impar.
Organização: Associação de Estudantes da Ourearte-Escola de Música e Artes de Ourém

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Homenagens e tributos (2007)
05/05/2007By AJA

Debate sobre a vida e obra de José Afonso na Casa da Música 27.4.07

Alípio de Freitas

Helena Afonso

(Da esquerda para a direita) Helena Afonso, Paulo Esperança, Octávio Fonseca e Alípio de Freitas

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Homenagens e tributos (2007)
04/05/2007By AJA

Hoje, 4 de Maio, Cantigas em Maio em Évora


4 de Maio, sexta-feira
“Cantigas em Maio”
em homenagem a José Afonso, comemorando os 20 anos da sua morte.

Polivalente da Escola Secundária Gabriel Pereira. Rua Dr. Domingos Rosado 7005-469 ÉVORA

O Grupo da Rádio-Escola, a Associação de Estudantes e alunos e professores
colaboradores.

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Homenagens e tributos (2007)
03/05/2007By AJA

José Afonso em Bragança dia 4 de Maio

Vitorino e José Carvalho, no Teatro Municipal de Bragança, apresentam espectáculo de homenagem ao autor de “Grândola Vila Morena”

Vinte anos após a morte de José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, mais conhecido por Zeca Afonso, Vitorino e José Carvalho apresentam, em várias salas do país, um espectáculo de homenagem ao músico “de intervenção”, que é também um dos símbolos do 25 de Abril. O espectáculo tem lugar amanhã à noite, no Teatro Municipal de Bragança.
Além de “Grândola Vila Morena”, outras músicas emblemáticas da geração da Revolução de 1974, como “Os vampiros” ou “A formiga no carreiro”, voltar-se-ão a ouvir.
Neste espectáculo os fãs de Zeca Afonso podem ainda recordar canções como “As 7 mulheres do Minho”, “Do choupal até à Lapa”, “Maria Faia”, “Milho verde”, “O que faz falta”, “Traz outro amigo também”, “Vejam bem” ou “Venham mais cinco”.
O concerto está também integrado na comemoração dos 30 anos de carreira de Vitorino.
Neste espectáculo, os cantores são acompanhados por Carlos Salomé (violas, cavaquinho e percussão), Rui Alves (bateria e percussão), Daniel Salomé (clarinete e saxofone) e Sérgio Costa (piano e teclados).

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Homenagens e tributos (2007)
03/05/2007By AJA

Maio maduro Maio – Ciclo de homenagens a José Afonso


A associação cultural RITUS, sedeada em Milheirós de Poiares (concelho de Sta. Maria da Feira), vai levar a efeito, durante o mês de Maio, um ciclo de homenagens a José Afonso.

Do programa constam:
Dia 01 de Maio- 15 h
Apresentação do livro “Zeca Sempre”, da editora Arca das Letras, com a presença do editor Soares Novais, seguindo-se uma tertúlia sobre a vida e obra do cantautor.
Os convidados são Tino Flores (músico que acompanhou Zeca Afonso), Paulo Esperança (representante da Associação José Afonso) e Professor Serafim Guimarães (colega de Zeca na Universidade de Coimbra).

A 12 de Maio, pelas 21 horas, dá-se a abertura da exposição fotobiográfica sobre José Afonso, intitulada “O Rosto da Utopia”, feita com base em trabalhos dos alunos das Escolas de Milheirós de Poiares. Paralelamente será exibido o concerto gravado ao vivo de José Afonso, no Coliseu dos Recreios.

E para encerrar este ciclo de homenagens, no dia 26 de maio, pelas 21.30 horas, o espectáculo musical “Cantar o Zeca!”, com a presença dos grupos Canto Novo e AJA Força.

Todas as actividades serão desenvolvidas no Cine-Teatro S. Miguel, em Milheirós de Poiares, situado no centro da freguesia. Esta é uma parceria entre a associação cultural RITUS e o núcleo norte da Associação José Afonso.

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Homenagens e tributos (2007)
30/04/2007By AJA

Cartaxo quer homenagear José Afonso

A realização de um ciclo de actividades e homenagem ao cantor José Afonso com envolvimento de colectividades, escolas e a comunidade a realizar até final do ano é o conteúdo da moção apresentada pelo deputado do BE na Assembleia Municipal do Cartaxo, Francisco Colaço, a 23 de Abril.

A proposta, aprovada por unanimidade, surge numa altura em que se assinalam os 20 anos da morte do cantor, poeta, músico e combatente anti-fascista.

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Homenagens e tributos (2007)
29/04/2007By AJA

Homenagem a Zeca Afonso em Tomar dia 1 de Maio

O espectáculo de homenagem a Zeca Afonso em Tomar, adiado no dia 25 de Abril devido ao tempo instável, vai realizar-se na próxima terça-feira, 1 de Maio, Dia do Trabalhador, pelas 16h00. O programa prevê a actuação do grupo musical Contraponto e do grupo O Contador de Histórias. A iniciativa decorre ao ar livre junto ao parque infantil na zona desportiva, com acesso gratuito.

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Homenagens e tributos (2007)
27/04/2007By AJA

José Afonso em Alhos Vedros

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Homenagens e tributos (2007)
27/04/2007By AJA

José Afonso lembrado em Coimbra

Compositor e militante político, Zeca é uma das figuras de proa do “canto livre” dos anos 60 e 70. Coimbra presta-lhe homenagem com dois espectáculos centrados na sua obra.“Lembrar Zeca” é o nome do projecto lançado pelo município de Coimbra que pretende assinalar, com dois espectáculos, os 20 anos sobre a morte de um dos grandes nomes da música portuguesa. Segunda-feira, pelas 22H30, o Convento de S. Francisco acolhe a sessão de a apresentação oficial do CD “Com Zeca no Coração” da Banda Futrica, num espectáculo co-produzido pela associação Ginga, pelo grupo de teatro Camaleão e pela Câmara Municipal de Coimbra. Participam nesta iniciativa a companhia de teatro Atrás do Pano, Gaiteiros da Espiral, Rebimbomalho (grupo de bombos do Ateneu de Coimbra), a bailarina Andreia Paixão, o grupo de gigantones e cabeçudos da Cooperativa Teatro dos Castelos de Montemor-o-Velho e o Grupo Folclórico de Arzila.O trabalho “Com Zeca no Coração” reúne 14 temas do autor de “Grândola Vila Morena”, e conta com a participação de Isabel Silvestre, Helena Lavouras, Emiliano Toste, Luís Carlos Ferreira, Luís Peixoto e Gonçalo Ramos, além dos Gaiteiros da Espiral, de Braga.“Foi em Coimbra que Zeca, ainda estudante, teve os primeiros contactos com a dureza da vida do povo, dos futricas de Coimbra. Esta é, pois, a nossa maneira de prestarmos homenagem a um dos maiores nomes da música portuguesa de sempre”, referiu ontem durante uma conferência de imprensa na Casa Municipal da Cultura, António Santos Simões, membro da banda Futrica.A homenagem a José Afonso prossegue no próximo 4 de Maio, às 21H30, desta vez no Teatro da Cerca de S. Bernardo com o grupo San’Tiago Sons da Alma. O grupo surgiu em Julho de 2002 e o seu repertório contempla diferentes géneros da música portuguesa. Do fado às baladas, o grupo privilegia temas de José Afonso. Ambos os espectáculos têm entrada livre “para que todos possam homenagear sentimentalmente e em liberdade o Zeca”, lembrou o vereador da Cultura Mário Nunes. É esse o objectivo: relembrar os momentos vividos com “cantautor da liberdade”, a influência que teve no país, nas gerações de músicos que se lhe seguiram e particularmente em Coimbra.

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Gala Homenaxe Zeca AfonsoGalizaHomenagens e tributos (2007)Vídeo
27/04/2007By AJA

Excertos do programa de homenagem a José Afonso

En catro días o equipo técnico da TVG convertía, con gran profesionalidade, o escenario do pazo de congresos de Pontevedra nun gran plató. Cables, vías, focos, decorado, etc. foron transformando aquel espazo.

E o día 13 gravábase alí un programa que, co título de Sempre Abril, será emitido polas televisións públicas de Portugal e Galicia o 25 de abril. Un espectáculo que trata de render homenaxe, tributo, a Zeca Afonso.

Baixo a dirección de Suso Iglesias e realización de Manolo Abad, o programa, magnífico, recolle vídeos con declaracións e entrevistas con persoas próximas ó Zeca, tanto galegos como portugueses.

O guión, moi coidado, de Andrés Mahía, que andou un mes nesta empresa e descubriu esa personalidade xenial, para el descoñecida. A directora de programas, Ana Cermeño, desde as bambolinas, controlaba con delicadeza ata o último detalle. Un total de vintedous cantores e grupos, moitos acompañados por un grupo base de oito músicos, dirixido polo azoriano Paulo Borges interpretaron temas de José Afonso. A dirección artística, impecable, da propia Uxía. Por alí pasaron os Cantadores do Redondo, Vitorino, Luis Pastor, Faltriqueira, Xico de Cariño, Manecas Costa, Treixadura, Víctor Coyote, João Afonso, Uxía, Júlio Pereira, Zeca Medeiros, Dulce Pontes, Miro Casabella, Tito París, os irmáns Salomé, Antón Reixa, Janita Salomé, Sergio Godinho e Narf. Contaron cun público cómplice que axudou a un gran espectáculo.

Nas traseiras, animando a todos, un incansable Luis Pastor, que a todos facía cantar, producindo un “bó rollito” entre todos, mentres no escenario se sucedían as actuacións enlazadas polas felices ocorrencias do presentador, Carlos Blanco.

En resume, un espectáculo e un programa digno de lembrar. Preparade os gravadores…

Benedicto García Villar
22 de abril de 2007

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Homenagens e tributos (2007)
27/04/2007By AJA

Zeca Afonso volta a esgotar salas

Caros Associados,

Escrevo esta curta missiva para vos pôr ao corrente do “Ciclo José Afonso”, a decorrer na Casa da Música (Porto) O Ciclo foi ontem inaugurado com a exposição multimédia “José Afonso,
andarilho, poeta e cantor” da autoria de Rogério Ribeiro. A exposição está a ser projecta na escadaria interior da CdM.
Decorreu ontem. o primeiro concerto do ciclo, com a actuação do grupo Drumming Steel”. A sala (grande auditório) esteve esgotada!
Também teve lugar o primeiro debate, com a participação de Eduardo Raposo, com a sala cheia.
Decorre hoje, dia 26, o segundo concerto, com actuação do grupo “Frei Fado d’el Rei”. A sala (grande auditório) está esgotada!
Para o concerto de Maria João/Mário Laginha + José Eduardo Unit, foram até hoje vendidos 425 bilhetes e há 125 reservas. Total: 550 bilhetes pré-vendidos. De acordo com as previsões da CdM, a sala deve esgotar…
Para o concerto do José Mário Branco, estão 900 bilhetes vendidos. De acordo com as previsões da CdM, a sala deve esgotar!

Palavras para quê?

Rui Mota

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Homenagens e tributos (2007)
23/04/2007By AJA

Homenagem a José Afonso em Genebra


Festa do 33° Aniversário da Revolução de Abril
Homenagem a José Afonso

Programa

Sábado 28 de Abril

15h – Projecção do filme República, journal d’un peuple, de Ginette Lavigne.
Documentário que conta a história da ocupação do diário República pela comissão de trabalhadores em Maio de 1975. – 1998, 54’, bilingue português-francês. Seguido de debate.

17h – Animação com palhaços

18h – Folclore de vários horizontes culturais
Rancho português (a confirmar)
Raices de Bolivia

20h – Jantar

21h – Música
Guillermo Chicaiza (canções revolucionárias latino-americanas)
A Nosa Galiza (folclore galego)

23h – Baile
Alberto Perez (música diversa)

Domingo 29 de Abril

Abertura da sala às 15h com bar e restaurante

15h – Projecção do filme Deux histoires de prison, de Ginette Lavigne.
Documentário. Duas mulheres, ex-prisoneiras políticas da ditadura, descrevem a sua detenção na prisão de Caxias, assim como as suas lutas de hoje. – 2004, 82’, português, legendado em francês.
Seguido de debate.

17h – Performance teatral “Zeca sempre” pelo grupo de teatro da A25A

Para além destas actividades, uma exposição sobre José Afonso será apresentada e um espaço infantil estará disponível.

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Homenagens e tributos (2007)
22/04/2007By AJA

José Afonso em Tomar

A Câmara Municipal de Tomar vai comemorar o dia 25 de Abril com um espectáculo de homenagem a Zeca Afonso, lembrando os 20 anos da morte do músico que foi um dos rostos mais visíveis das canções da resistência anti-fascista.

Abril novamente vai ser um espectáculo ao ar livre, na zona desportiva, junto ao parque infantil, às 16 horas, integrando um concerto com os Contraponto e leitura de poemas pelo grupo O Contador de Histórias.

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Homenagens e tributos (2007)
20/04/2007By AJA

Zeca em Coimbra

A Associação 25 de Abril Delegação do Centro e o INATEL Delegação Distrital de Coimbra no âmbito das Comemorações dos 33 anos do 25 de Abril levam a cabo uma Homenagem conjunta a Zeca Afonso com um Programa Cultural que tem lugar no dia 27 de Abril, sexta, pelas 21h30, no Auditório do IPJ, em Coimbra.

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GalizaHomenagens e tributos (2007)
19/04/2007By AJA

Zeca na Coruña

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Homenagens e tributos (2007)
17/04/2007By AJA

Porto de Mós faz tributo a Zeca Afonso

Teatro, música e fotografia celebram Zeca Afonso em Porto de Mós, nos dias 24 e 25 de Abril.

Porto de Mós leva arte à população para homenagear, nos próximos dias 24 e 25 de Abril, o cantor e compositor Zeca Afonso, falecido há 20 anos. A peça de teatro Zeca Afonso – Menino D’Oiro, o concerto do grupo Abracadabra e a exposição fotobiográfica do músico marcam os festejos da cidade.

No dia 24 de Abril, terça-feira, no Cine-Teatro Municipal, pode assistir-se à representação de Zeca Afonso – Menino D’Oiro, um projecto do Círculo de Arte e Recreio de Guimarães, que envolve 62 actores de cinco grupos de teatro de amadores. O nome da peça remete para a canção Menino D’Oiro, incluída num dos dois EP intitulados Baladas de Coimbra, de 1963.

O evento encerra, no dia 25 de Abril, com a actuação do grupo musical Abracadabra, às 16h30, no Jardim Municipal de Porto de Mós, que durante toda a tarde interpretará temas da autoria de Zeca Afonso. Paralelamente, pode ver-se a exposição fotobiográfica de José Afonso cedida pela Associação José Afonso, sedeada em Setúbal. A exposição é de carácter itinerante e acompanhará todas as actividades do evento.

Foi a canção Grândola Vila Morena, do disco Cantigas de Maio de 1971, que notabilizou Zeca Afonso como cantor de música de intervenção. A música foi composta como homenagem à Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense e foi a segunda senha a passar, às 0h20 do dia 25 de Abril de 1974, no programa Limite da Rádio Renascença. Era o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa. A primeira senha foi a canção E depois do Adeus, de Paulo de Carvalho, ouvida no rádio às 23h.

Luísa Patrício 16-04-2007

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa estrangeira
15/04/2007By AJA

Como cada abril, vuelven los claveles

Grãndola, Vila Morena sigue estremeciendo. La banda sonora de la Revolución dos Cravos conserva intacta, 33 años después, su capacidad de alzar las voces por una “terra de fraternidade” que, en la de Zeca Afonso, se tornó en aliento de un pueblo que en la madrugada del 25 de abril de 1974 salió a la calle para enterrar la dictadura salazarista bajo un manto de claveles.

El público se puso de pie con los claveles en alto. “Siempre 25 de abril”, decían unos jóvenes

Pontevedra acogió el viernes el homenaje Sempre abril al compositor y poeta portugués en el 20 aniversario de su muerte. Un acto que subió al escenario del Pazo da Cultura a una treintena de amigos y admiradores de Afonso procedentes unos del otro lado del Miño, otros de Galicia -que, en palabras del propio Zeca “es una especie de patria espiritual”- y también de África, a cuyos ritmos se rindió el cantante a su paso por aquellas tierras, pionero en fusionarlos con la música occidental. Célia, la compañera del poeta y el hijo de ambos, João, asistieron al homenaje. La primera lo hizo desde la platea, junto a la conselleira de Cultura, Ánxela Bugallo, y el segundo a pie de micro.

Las 16 gargantas de Cantadores do Redondo, con los hermanos Vitorino y Janita Salomé empeñados en conservar el cante alentejano, abrieron el homenaje rompiendo el silencio con la mítica Grãndola entonada a capela. “La piel de gallina”, decía el polifacético Carlos Blanco, responsable de conducir un acto que fue grabado por la Televisión de Galicia con la colaboración de Radio Televisión de Portugal, en lo que ha sido la primera de una lista de coproducciones alentadas por la admiración común a José Afonso. Un programa de cerca de 3 horas de duración que será retransmitido por ambas emisoras el próximo 25 de abril.

La discografía de Afonso fue pasando de voz en voz condimentada con imágenes de la revuelta popular, declaraciones de amigos del artista y fragmentos de sus propios conciertos, entre los que resulta destacable el celebrado en Santiago de Compostela en 1972, donde un joven Emilio Pérez Touriño, decano por aquel entonces de la Facultad de Ciencias Económicas -cuya Aula Magna lleva el nombre del compositor-, hizo las veces de presentador.

Fue precisamente ante aquel aforo en el antiguo Burgo das Nacións, “cuando los conciertos acababan en carrera con algún sopapo y en la Alameda había lo que llamábamos los 100 metros grises” decía Blanco, donde o Zeca comprobó sorprendido hasta qué punto había calado

Grãndola entre la juventud.

A partir de entonces sería una pieza incondicional en sus actuaciones, en muchas de las cuales participó Benedicto García, gran amigo del homenajeado. Junto a él, Dulce Pontes, Uxía Senlle, Luis Pastor, Pepe Medeiros, Xico de Cariño, Víctor Coyote, Faltriqueira, Antón Reixa, Julio Pereira, Tito Paris o Miro Casabella dieron forma a un espectáculo memorable donde cada uno le cantó a Afonso a su manera. Impresionante fue la actuación de Zeca Medeiros, “el Tom Waits europeo”, como lo presentó el humorista arousano, que contó con un coro de lujo formado por Dulce Pontes y Uxía Senlle.

Contos velhos rumos novos, Viva o poder popular, Arcebispíada, Venham mais cinco, Eu vou ser como a toupeira o As sete mulheres do Minho fueron algunas de las piezas escogidas para recordar a un hombre cuya sensibilidad política marcaría toda su trayectoria y le llevaría a la cárcel en varias ocasiones.

Como no podía ser de otra forma, Grãndola puso el punto final a un sincero homenaje y los artistas se cogieron de la mano para entonar la pieza. Un aforo repleto por más de 700 personas se puso en pie espontáneamente con los claveles en alto. “Siempre 25 de abril”, repetían unos jóvenes cuya edad revelaba que no vivieron en primera persona aquellos acontecimientos como otros compañeros de la fila. Porque entre el público había mucho cincuentón con el nervio a flor de piel.

Lara Varela El País

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Gala Homenaxe Zeca AfonsoHomenagens e tributos (2007)Imprensa
15/04/2007By AJA

‘Gala Homenaxe’ a Zeca uniu Galiza a Portugal

Doente, Suso Iglesias, director da TV Galiza, não pôde entoar Grândola, Vila Morena com os artistas e os 700 convidados que encheram o Paço da Cultura de Pontevedra. Foi o corolário da homenagem a José Afonso que, um dia, Suso Iglesias idealizou. Até porque, a tocar gaita, acompanhou pela Europa o cantor português, seu amigo de alegranças e de-sesperanças.Mentor desta grande co-produção TV Galiza-RTP, Suso Iglesias tem razão para cantar vitória. À Gala Homenaxe, a ser transmitida por ambos os canais ibéricos no próximo dia 24, não faltou sentimento. Tão-pouco ritmo, variedade, raízes. Afinal, tudo fruto de uma criteriosa forma de construir a festa. Uma viagem por memórias, testemunhos, trovas, canções de combate, poesia galaico-portuguesa. Uma ponte entre culturas. Vitorino, Luís Pastor, Faltriqueira, Xico de Cariño e Manecas Costa. Treixadura, Victor Coyote e Jon Luz. João Afonso, Uxia, Júlio Pereira. Dulce Pontes, Zeca Medeiros. E Miro Casabella, Tito Paris, Irmãos Salomé. E Anton Reixa e Janita. O elixir da eterna juventude em palco também com Sérgio Godinho.Público e cantores, uma constante simbiose. Palmas e cravos. Grândola entoada de pé. E, ufano, Xose Rei, director de produção: “Encontrámos grande disponibilidade de todos os artistas e da RTP.” No dizer de Janita, “um espectáculo fresco”.Logo à entrada do salão, um opúsculo bem concebido sobre Zeca, Sempre Abril, Sempre, era oferecido aos convidados, jovens, de meia- -idade, idosos alguns, tendo no meio das folhas um cravo vermelho. Estava dado o mote. A ligação de Zeca ao 25 de Abril tornava-se óbvia.Alegria nos bastidoresÀ margem da ribalta, nos chamados camarins, o convívio, as mesas postas e… venham mais cinco. Os últimos preparativos. No ar, o tom de Traz outro amigo também, Grândola de mi querer, Verdes são os campos. E, vejam bem, A garrafa vazia de Manuel Maria.Mais umas goladas de cerveja e vinho, trincadelas em fruta e tapas. E Dulce Pontes a fazer arrepiar a espinha com Canção de embalar, enquanto tratava da sua pequenada. Igualmente satisfeita, num vestido vermelho, a apresentadora portuguesa, Sílvia Alberto.Entrevistou os intervenientes, seguiu o texto de José Mário Branco, e, quanto à provocação de Carlos Blanco, de que a menina seria mais da geração dos Xutos e Pontapés, admitiu o estilo arrojado da banda. Porém, “já não são da minha geração. Talvez da geração dos meus pais”.Ao DN, Sílvia afirmou gostar do legado de José Afonso. “Recuperei as canções dele. São universais e intemporais. É música do nosso tempo.” No ecrã gigante da sala, os testemunhos falavam disso mesmo. Para Maria de Medeiros, se Zeca fosse estrangeiro, seria Dilan. Fausto trauteou Rosa Linda. Presente na sala, a companheira do cantor português revelou que ele sempre calcorreou este princípio: “Quando se faz música ou um par de sapatos, tem de se fazer bem.”Afonso falou do génio poético e musical de Zeca, “um tio generoso, bondoso, que continuo a adorar. Palavras e melodias juntam-se de forma mágica”. Tudo em prol de uma cidade sem muros nem ameias. “Vale!”, gritaram os galegos. Escreveu José Afonso: “Galiza é para mim também uma espécie de pátria espiritual…” E a homenagem acabou com os apresentadores erguendo dois cravos vermelhos, espécie de taças de tinto com que brindaram a festa.

Alfredo Mendes Diário de Notícias online

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Homenagens e tributos (2007)Tertúlias
12/04/2007By AJA

Guarda presta homenagem a José Afonso

Quinta-Feira, 12 de Abril de 2007
Tertúlia e canto de música de intervenção

A Assembleia Municipal guardense não quis deixar em branco a passagem dos 20 anos da norte do poeta.
O auditório da Câmara da Guarda acolhe, hoje, a partir das 21h30, uma tertúlia sobre “José Afonso: O Homem e O Poeta”, no âmbito das iniciativas programadas durante este mês para recordar os 20 anos da morte do artista. As actividades acontecem após uma decisão nesse sentido na Assembleia Municipal da Guarda, a 27 de Dezembro de 2006.
Durante a tertúlia, algumas músicas de intervenção de José Afonso vão ser cantadas por um grupo de alunos e professores da Escola Básica de Santa Clara da Guarda e pelo conjunto “Os Feiticeiros de Oz”.
Entre os próximos dias 16 e 20, a delegação da Guarda do Instituto Português da Juventude abre as suas portas para receber uma exposição intitulada “José Afonso: andarilho, poeta e cantor”, especialmente vocacionada para os alunos das escolas daquele concelho
Uma nova tertúlia, desta vez sobre “A obra de José Afonso, no tempo e no modo”, vai acontecer no dia 18, também auditório da Câmara da Guarda. O evento vai contar com a animação musical da banda “Trivenção”.

TRÊS CONCURSOS
No mesmo dia vão ser lançados três concursos: um sobre expressão plástica, para os alunos do 1º e 2º ciclos; outro de literatura, em prosa ou verso, para os alunos do 3º ciclo; e ainda o desafio a bandas para a recriação musical de um tema de José Afonso. Tendo o dia 21 de Maio como prazo de entrega dos trabalhos, os vencedores serão conhecidos a 1 de Junho, durante um festival dedicado ao poeta, que está agendado para 1 de Junho, na Alameda de Santo André, às 21h30.
José Afonso, que ficará para sempre ligado ao 25 de Abril com a canção “Grândola Vila Morena”, uma das senhas da revolução de 1974, morreu a 23 de Fevereiro de 1987.

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Homenagens e tributos (2007)
11/04/2007By AJA

José Afonso em Santo André – Barreiro

Espectáculo recorda 20 temas de José Afonso
A Junta de Freguesia de Santo André, promove a realização de um espectáculo de música portuguesa, com a participação do grupo: “Erva de Cheiro”, no dia 20 de Abril, pelas 21,30 horas, no Futebol Clube Quinta da Lomba.
“A Junta de Freguesia de Santo André assinala a passagem do 20º aniversário da morte de um dos mentores da canção de intervenção em Portugal e de um baladeiro /compositor notável, Zeca Afonso.” – refere a nota enviada para a nossa redacção.A Junta de Freguesia de Santo André, promove a realização de um espectáculo de música portuguesa, com a participação do grupo: “Erva de Cheiro” no dia 20 de Abril, pelas 21,30 horas, no Futebol Clube Quinta da Lomba. O projecto é constituído pelo “Grupo Erva de Cheiro”, mais uma voz convidada, totalizando oito músicos em palco.Durante o espectáculo são tocados 20 temas de José Afonso, na sua maioria com novos arranjos musicais elaborados pelo grupo.O espectáculo tem um nono elemento que fará o enquadramento da vida e obra de José Afonso, apresentará o espectáculo e declamará ainda alguns poemas.

Rostos online

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
07/04/2007By AJA

Conversas e música de Zeca Afonso em Sines

O Centro de Artes de Sines (CAS) recorda este mês alguns dos momentos mais “quentes” do 25 de Abril na região e no país com exposições, conversas e um concerto com músicas de Zeca Afonso.
A Revolução dos Cravos domina os principais eventos culturais. logo a partir de terça-feira, com a inauguração da exposição “Uma Revolução em Marcha – O 25 de Abril na Rua”, patente no átrio da Biblioteca até ao final do mês.
A mostra documental, promovida pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, retrata os dias do nascimento da democracia em Portugal e o modo como foram vividos nas ruas pela população.
Mais próximo da data que assinala a passagem de 33 anos sobre a revolução, no dia 23, é inaugurada a exposição “A Bem da Nação”, no Centro de Exposições do CAS.
Os documentos dados a conhecer caracterizam a ditadura do Estado Novo entre 1926 e 1949 e formam a primeira de três partes desta mostra (a concretizar até 2009), que “pretende contextualizar a revolução do 25 de Abril de 1974 em Sines e em Portugal”. Os antecedentes do 25 de Abril são também lembrados até ao final de Maio, recorrendo a documentos do Arquivo Histórico Municipal Arnaldo Soledade, que explicam a instauração do Estado Novo e as suas consequências para a vida do país e da então vila de Sines.
O golpe militar que deu origem ao Estado Novo (28 de Maio de 1926), a promulgação da Constituição (19 de Março de 1933), a II Guerra Mundial (1939/45), o ciclone com consequências em Portugal (1941) e as eleições presidenciais de 13 de Fevereiro de 1949 são os principais momentos revistos.
“Os Mitos de Abril” voltam a estar em destaque no dia 26, data em que a investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (Universidade Nova de Lisboa) Maria Inácia Rezola conduz uma conversa sobre este tema, na cafetaria do CAS (21h30).
A discussão versará “sobre as verdades e os mitos da história, nalguns aspectos ainda misteriosa”, e responderá a questões como “tratou-se de uma revolução em nome da liberdade?” ou “o que foi o 25 de Novembro, um golpe ou um contra-golpe?”.
Na noite de 28 de Abril, o auditório do Centro de artes enche-se com a música de Zeca Afonso, tocada pelo quinteto de percussionistas Steel Drumming, acompanhado pelo convidado J. P. Simões (22h00).
O grupo originário do Porto vai recriar o repertório do autor de “Grândola, Vila Morena” em tambores metálicos (steel drums ou steel pans, instrumentos criados a partir de bidões de aço originários das Caraíbas).

O Primeiro de Janeiro

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Homenagens e tributos (2007)
05/04/2007By AJA

S.O.I.R Joaquim António de Aguiar em Évora

Comemorações do 25 de Abril

* Sexta- feira, 6 Abril – 22h00
Concerto: UZA
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Exposição (até dia 2 de Maio)
Fotografias sobre o 25 de Abril.
Local: Bar da SOIR Joaquim António d’Aguiar

* Sábado,7 – 21h30m
Concerto: Conversa entre José Afonso e Carlos Paredes
Pelo Grupo Raízes
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Sexta- feira, 13 – 21h30
Concerto: Canções Heróicas de Lopes Graça
Pelo Eborae Música
Local: Convento dos Remédios

*Sábado,14 Abril – 22h00
Concerto: Que Viva o Zeca
Pelo Erva de Cheiro
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

*Domingo, 15 Abril – 21h30m
Concerto: “Um Redondo Vocábulo” – João Afonso e João Lucas
Local: Teatro Garcia de Resende
Organização: SOIR Joaquim António D’Aguiar

Terça – feira,17 Abril – 21h00
Mesa Redonda: O Movimento Associativo na Sociedade Contemporânea
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

Sexta- feira, 20 Abril – 22h00
Recital de Poesia
Por Américo Rodrigues
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

*Sábado, 21 Abril – 22h00
Concerto: Francisco Fanhais
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

Segunda – feira, 23 Abril – 16h00
Conferência – Sobre o Livro: Vitimas de Salazar
Com a participação do Departamento de História da Universidade de Évora.
Local: Auditório Soror Mariana

Terça – feira, 24 Abril – 00h00
Concerto: Cantares de Évora
Uxu Kalhus
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

*Sexta- feira, 27 Abril – 22h00m
A Canção Coimbrã: o Fado, a Balada, as Trovas,
perpetuadas por Zeca Afonso
Pelo Quinteto de Coimbra
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar

*Sábado, 28 – 22h00m
Concerto : AJA FORÇA
Local: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Organização: SOIR Joaquim António D’Aguiar

*Concertos de Tributo a José Afonso, por ocasião dos 20anos da sua morte.
Organização: SOIR Joaquim António d’Aguiar
Apoios: Câmara Municipal de Évora, Departamento de História da Universidade de Évora, Juntas de Freguesia de N.ª Sr.a da Saúde e Malagueira, Associação José Afonso, Cendrev, Eborae Música, Cantares de Évora, Cine Clube da Universidade de Évora.

Contactos e Reservas: Tel. / Fax 266703137/ 965056499

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Homenagens e tributos (2007)
02/04/2007By AJA

Vitorino e Zé Carvalho prestam homenagem a Zeca Afonso no Teatro Micaelense

Os sucessos musicais mais emblemáticos da carreira de Zeca Afonso vão ser recordados pelos cantores Vitorino e Zé Carvalho num evento comemorativo dos 20 anos da morte do “grande mestre da música contemporânea portuguesa”, que tem lugar no Coliseu Micaelense, no próximo dia 21 de Abril, em ambiente de café-concerto. “Zeca Afonso – 20 Anos Depois”, que decorre já no âmbito das comemorações do 25 de Abril, vai recordar canções marcantes como “Grândola Vila Morena”, “A formiga no carreiro”, “As 7 mulheres do Minho”, “Do choupal até à Lapa”, “Maria Faia”, “Milho verde”, “O que faz falta”, “Traz outro amigo também”, “Vejam bem” ou “Venham mais cinco”, entre outras.
Este concerto, que ocorre também integrado nas celebrações dos 30 anos de carreira do cantor Vitorino, é uma co-produção do Coliseu Micaelense com a produtora nacional de espectáculos “Artes e Produções”, de José Carvalho. Os dois cantores actuarão acompanhados pelos músicos Carlos Salomé (violas, cavaquinho e percussão), Rui Alves (bateria e percussão), Daniel Salomé (clarinete e saxofone) e Sérgio Costa (piano e teclados).
Os bilhetes para esta sessão única do dia 21 de Abril, às 22 horas, já se encontram à venda na bilheteira do Coliseu Micaelense. A pista da maior sala de espectáculos dos Açores estará adaptada ao formato de “café-concerto”, com mesas de quatro lugares dotadas de serviço de bar, sendo as mesas mais próximas do palco a 50 euros e as mais afastadas a 40 euros. Para além disso, são vendidos bilhetes individuais de 15 euros nos balcões centrais e de 12,50 nos balcões laterais.
http://www.coliseumicaelense.pt

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Homenagens e tributos (2007)
27/03/2007By AJA

Homenagem de Gueifães

Chovia ligeiramente… o vento, um tanto agreste, o futebol na TV, o comodismo que se vai instalando há medida que os anos passam, fez-me pensar – às 21,15 horas! – que o nosso objectivo de “Cripta cheia” não seria atingido. Olhava, com desalento, o poster do Zeca e fugia para a rua, tentando que o vento e a chuva me concedessem a calma que sentia, a cada minuto que passava, fugir!…

Pouco passava das 21,30 horas e as pessoas chegavam e transmitiam a alegria por estarem presentes. O Fanhais e o Zé Silva, por trás do palco, afinavam as violas e a garganta. Grande parte dos 270 programas feitos já tinham sido distribuídos. Mais três filas de cadeiras foram postas e prontamente ocupadas. A Cripta já estava com uma moldura de público digna de um grande nome como o do Zeca. Sorri e dirigi-me para o palco – chegara a hora de dar início à homenagem a Zeca Afonso.

Olhei o público e sorri satisfeito, dando uma piscadela ao Zeca que estava do meu lado direito mesmo por cima da viola pousada na tradicional capa de estudante donde sobressaíam cravos vermelhos que se perdiam pelo chão…Vista parcial do público, na Cripta da Igreja de Gueifães
O planeamento desta Sessão baseou-se numa conversa informal entre três intervenientes: Zeca, público e os artistas convidados. Foram apresentados os poetas Maria Mamede, Maria José, Albino Santos, José Gomes e os cantores convidados José Silva e Francisco Fanhais.

O presidente da Junta de Gueifães, Sr. Alberto Monteiro, abriu a Sessão recordando o homenageado e a alegria que sentiu por ver tanta gente que aderiu a esta iniciativa promovida pela Junta; seguiram-se as palavras de Maria Mamede, como responsável pelo Movimentum – Arte e Cultura, que chamou a si a organização e a coordenação deste evento. Paivas Canhão encerrou esta parte recordando Zeca e o seu espírito de luta.

Os poetas convidados disseram, entre outros, poemas do Zeca Afonso, Manuel Alegre e Ary dos Santos.
José Silva, na sua intervenção musical, recordou Zeca Afonso. A sua maneira característica empolgou o público que o acompanhou, ao rubro, nas suas interpretações.

O ponto alto da noite chegou com a actuação de Francisco Fanhais. Amigo pessoal de Zeca Afonso, prendeu-nos logo com o seu sorriso aberto e os seus primeiros trinados na viola. Entre cada canção que interpretou contou como conheceu o Zeca e como este o influenciou na escolha do caminho que seguiu. Contou-nos a sua visão pessoal do Zeca e a maneira como este o levou até ao “Zip-Zip” (o programa “Zip-Zip” -1969 -, foi o primeiro “talk-show” produzido pela televisão portuguesa, em que participaram Raul Solnado, Carlos Cruz e Fialho Gouveia e que foi responsável pelo aparecimento de grandes nomes da música portuguesa). Com Fanhais ficamos a conhecer melhor Zeca Afonso – o cantor, o poeta, o músico, o sonhador, o lutador que dedicou a sua vida ao serviço dos mais desfavorecidos e dos oprimidos.

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Homenagens e tributos (2007)
27/03/2007By AJA

Imagens da homenagem na Trafaria (Almada)

Fotos de Paulete Matos
Com uma sala cheia, o concerto de homenagem a José Afonso, no dia 2 de Março na Trafaria, foi uma noite de lembranças e saudades ternas do cantor, do poeta e do andarilho que mais marcou a geração de esquerda que viveu o 25 de Abril.
Este encontro foi uma iniciativa do Bloco de Esquerda de Almada e contou com os testemunhos dos deputados Francisco Louçã e Fernando Rosas, que desfiaram as suas memórias para relembrar uma das figuras mais simbólicas da resistência. O encerramento do encontro coube a Francisco Fanhais que, no final, fez com que todos, de pé, cantassem em coro “Grândola Vila Morena”.
A autarca do Bloco na freguesia da Trafaria, Helena Nunes, abriu o evento, com os devidos agradecimentos e a apresentação do programa. Presente para prestar tributo esteve também a Associação José Afonso, com um depoimento e uma exposição temática subordinada ao tema “A Vida e Obra de José Afonso”.
Na sua intervenção, Fernando Rosas, lembrou a influência das músicas de José Afonso nas lutas estudantis e que a sua mensagem é ainda pertinente e actual, referindo-se aos ataques que se perpetuam contra o direito dos trabalhadores, porque, «tal como ele escreveu e cantou toda a sua vida, o que é preciso é avisar a malta».
Seguiu-se a dupla de Arlindo Viegas e José Caritas e a passagem de um excerto do último concerto de José Afonso no Coliseu, que mergulhou a sala em nostalgia.
Francisco Louçã destacou a alegria de quem canta os amores e fez um rasgado elogio ao poeta e cantor que sempre foi de esquerda, não sectário, generoso, apaixonado, «tão sabedor do pouco que sabe e do muito que temos de aprender». Oportunidade também para destacar os acontecimentos do dia, como a maior manifestação dos últimos 20 anos, que reuniu mais de 120 mil pessoas contra a política de desemprego e a precariedade, referindo que «tanto abuso e descaramento», nas palavras de José Afonso, são como «piranhas na lagoa escura, tamanhas como nunca vi».
Para finalizar Francisco Fanhais recordou o amigo José Afonso e, entre cantigas, foi contando estórias e recordando os momentos de vivência conjunta. Comparou o homenageado a um «profeta» e lembrou que a herança deixada pelo Zeca é um legado para todos aqueles que não se conformam e continuam a lutar pela mudança. Francisco Fanhais, Arlindo Viegas e José Caritas revisitaram temas de José Afonso, como “Bairro Negro”, “Vampiros”, “Ronda do soldadinho”, “Cantar Alentejano”, entre outros.

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Homenagens e tributos (2007)
24/03/2007By AJA

Imagens do tributo a José Afonso pelos alunos da ESTG de Felgueiras

Os estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras (ESTGF) levaram a efeito, na noite de quinta-feira, no auditório da escola, um tributo de celebração à obra de José Afonso, evento no qual foi lembrado, também, Adriano Correia de Oliveira. O auditório, com capacidade para cem pessoas, estava repleto.O Grupo de Fados do ESTGF encarregou-se de tocar e cantar temas das duas primeiras das quatro fases musicais de Zeca Afonso. Cantaram ainda temas de Adriano e tocaram Carlos Paredes. Actuou aindaa banda musical “Pé de Feijão”, de Guimarães, que, com mistura de sons tradicionais e eléctrónicos, e apresentando versões originais de temas de Zeca, se reportaram a uma “viagem” musical do cantor/compositor pelas terceira e quatro fases da sua obra. O Núcleo do Norte da Associação José Afonso (AJA Norte) fez-se representar por José Carlos Pereira que disse, em síntese: Começo por agradecer à Associação de Estudantes desta escola pelo convite formulado ao Núcleo do Norte da Associação José Afonso (AJA Norte), entidade que estou aqui a representar por incumbência dos meus companheiros do núcleo, neste singelo mas justo tributo a José Afonso, não esquecendo, também, Adriano Correia de Oliveira. José Afonso é uma figura excepcional da história de Portugal. Porque José Afonso era um homem bom, um homem generoso, humilde mas genial, que sonhou e lutou, num período negro da nossa história, por um país mais justo e mais fraterno. O Zeca, tal como o Adriano, emprestou sempre a sua intervenção cívica a todos os desventurados do mundo, ao lado dos oprimidos, dos presos políticos e dos que nunca têm voz e vez para decidirem sobre o seu destino. Há 40 anos, não era possível haver uma associação de estudantes ou outra associação qualquer de forma livre como esta, genuína e espontânea, porque o Estado Novo não permitia organizações que não estivessem sob o controlo do regime. Um regime que brutalizou, prendeu e matou pessoas pelo simples facto de terem opinião e quererem um mundo melhor, mais humano. À entrada para este auditório, um estudante perguntou-me, de viva voz, se o Zeca Afonso era comunista. O que vos posso dizer é que o assunto não se pode colocar nesses termos. O Zeca não tinha partido nem nunca perfilhou um regime político; era uma pessoa incontornável, procurava que a sua intervenção cívica fosse feita fora de uma perspectiva de possibilidade de se ascender ao poder. E o Zeca não procurou o poder, porquanto sabia que o poder tem sempre algo de pejorativo, de nefasto, que corrompe as verdades, e que tal é incompatível com a sua mensagem, a sua obra genial. Como disse, Francisco Fanhais, o Zeca era o mais cristão de todos os seus amigos ateus. Não numa perspectiva de um Cristo eclesiástico institucional, mas um Cristo com fome e sede de justiça. Mas, continuo a dizer, não vamos catalogar José Afonso ou dar-lhe uma roupagem para nosso cobforto. Vamos deixá-lo como ele é: um homem politicamente empenhado, com afecto, onde predomina o factor humano. E, acima de tudo, um homem livre! Tal como Jean-Paul Sartre nos diz: “O homem está condenado a ser livre”. E o nosso Zeca não cumpria normas ou leis. Tudo isto não quer dizer que as pessoas que pertencem a um partido – seja a um partido comunista ou não – não sejam livres, honestas e sinceras, úteis e generosas. O Adriano Correia de Oliveira era militante comunista. E foi um bom militante comunista, generoso e sincero, sem nunca perder o seu espírito autocrítico. Na minha qualidade de sócio da Associação José Afonso (AJA), fundada a 18 de Novembro de 1987, só vos posso dizer que esta agremiação encontra-se em franco reconhecimento por parte dos cidadãos quanto ao seu principal objectivo, que é levar a mensagem que nos foi legada pela vida e obra de José Afonso, exactamente tais como elas foram e são. A AJA não é um partido político, embora, obviamente, como em todas as associações, nela haja sócios pessoas de várias sensibilidades políticas, particularmente assumidas. No entanto, com isto, não estou a dizer que a AJA se exclui do seu papel de colectividade politicamente empenhada. Não, senhores. É, precisamente, o contrário. A AJA prima por uma política cultural contra todas as formas de servidão. Mas, quanto a este capítulo, estou apenas a falar da minha experiência de associado. No que respeita ao Núcleo do Norte da associação, e falando agora como seu representante neste evento, ele surgiu em Outubro de 2005, num quadro de boas vontades por parte de sócios da AJA. Estamos disponíveis para apoiar todas as iniciativas deste género, apoiando e fazendo parcerias com entidades idóneas para tal. Iniciativas das quais não haja aproveitamentos em relação à pessoa de José Afonso e da associação para fins não previstos nos nossos estatutos, os quais tentamos respeitar ao máximo. Temos predilecção pelo associativismo genuíno, como é o vosso caso. É dentro deste espírito que estamos dispostos a colaborar. Contem connosco! Tudo isto, meus amigos, porque José Afonso é uma voz cada vez mais actual; não apenas um homem que combateu o Estado Novo. A sua mensagem, hoje, apela à participação de todos os cidadãos nas decisões colectivas. Há 40 anos, o associativismo não existia, porque não era livre; hoje, existe mas é preciso incentivá-lo, porque tem conhecido muitos entraves, muitas vezes pelos próprios dirigentes, para que nada se faça ou em que nada se mexa. Devia haver mais associações de grupos de cidadãos com a percepção do que deve ser a verdadeira cidadania. Associações sobre o Ambiente, os Direitos Humanos, sobre a Água, etc… etc…, para a ampla participação dos cidadãos nas decisões. Quero alertar-vos que, hoje, surgem métodos comparáveis aos do Estado Novo. E o menino do bairro negro anda por aí!… O menino do bairro negro anda por aí!!… O menino do bairro negro anda por aí com tanto desemprego, com tanta perda de poder de compra dos portugueses, com a crescente perda de direitos sociais e com o ataque sistemático ao apoio a doentes crónicos. Referindo-me propriamente aos métodos do Estado Novo actualmente existentes na nossa sociedade, veja-se, por exemplo, o caso dos voos da CIA por Portugal, demonstrativo da subserviência de Portugal em relação aos que se regozijam em promover a violação dos Direitos Humanos. Cidadãos arbitrariamente suspeitos são raptados e levados para serem torturados. Ana Gomes esteve sozinha no seu aparelho partidário sobre este assunto e até foi considerada psiquicamente doente. É que Portugal teve sempre problemas em constituir os poderosos como arguidos. A Itália, neste caso, não teve problema algum; vai levar a tribunal os agentes da CIA envolvidos. Outro exemplo dos métodos persecutórios ao dispor do actual Estado português é o anunciado regime de classificações na Função Pública. Um funcionário com duas classificações negativas em dois anos poderá ser despedido e nem sequer lhe será dada a possibilidade de pedir a reclassificação profissional, como ainda prevê a lei. De facto, estamos perante um instrumento poderoso para calar vozes incómodas na Administração Pública e Local. Não tenhamos dúvidas, que homens como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Francisco Fanhais, Sérgio Godinho e toda esta geração de cantores são cada vez mais actuais, porque têm a capacidade da solidariedade em cada momento de dificuldade apresentada pela sociedade. Por fim, o que é deveras lamentável é que homens como estes e muitos mais que sofreram as várias brutalidades do regime anterior ao 25 de Abril, hoje, estejam a ser tão mal homenageados pela acção nefasta dos que, infelizmente, hoje, governam este país.


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Guilhermino MonteiroHomenagens e tributos (2007)
24/03/2007By AJA

Imagens da homenagem ovarense

CANTAR OUTRO AMIGO – LEMBRAR ZECA AFONSO | Inês Costa

Foi em 1987, há exactamente 20 anos, que vimos José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos – Zeca Afonso, como é conhecido entre nós – vítima de doença incurável, partir definitivamente, deixando-nos um legado de uma vida inteira feita de canções e de luta por uma sociedade mais justa e fraterna.
Homem convicto, de ideais enraizados, é e será um dos ícones imediatamente associados à Revolução dos Cravos. Foi, juntamente com Adriano Correia de Oliveira, o grande impulsionador da canção de intervenção, dando alento a este tipo de registo através de notáveis composições. Zeca Afonso recuperou a tradição e os valores do povo, ressuscitando baladas e cantigas populares de todo o Portugal (quem não se recorda da “Senhora do Almortão” e do “Milho Verde”, citando apenas alguns exemplos?), usando-as com mestria na promoção incondicional da Liberdade.Zeca Afonso é, também, a cara do protesto e da coerência na luta; é um dos mais dignos representantes do inconformismo. Ergueu-se contra a obscuridade do regime salazarista, deu voz à angústia de milhares de pessoas e denunciou, pela música, os “vampiros” que “não deixam nada”. Zeca Afonso gravou, portanto, por mérito próprio, o seu nome na História de Portugal. E se isso não bastasse para que se lhe fosse prestada justa homenagem em Ovar, a verdade é que Zeca Afonso nos toca particularmente pela proximidade das suas origens à nossa cidade: foi nascido em Aveiro. E Ovar homenageou-o: nem a chuva miudinha afastou do Pavilhão dos Bombeiros Voluntários as centenas de pessoas que lá acorreram, sensibilizadas pela efeméride. Quem entrava no Pavilhão sorria-se pelo aconchego que a moldura humana conferia ao espaço, que se revelou exíguo. A verdadeira comoção, porém, teve início quando os 28 elementos do Canto Décimo, todos eles professores, avançaram pelo meio do público até ao palco. O alinhamento deste Grupo Vocal da Escola Secundária José Macedo Fragateiro procurou recordar algumas das mais belas baladas de Zeca Afonso, cantigas populares bem conhecidas do público e outras menos, que vieram acentuar a enorme variedade na obra deste fascinante Cantor: Na segunda parte do espectáculo, houve lugar para a actuação da Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar, que coreografaram as músicas “Achégate a Mim, Maruxa”, “Senhora do Almortão”, “Chula da Póvoa”, “As Sete Mulheres do Minho” e o “Milho Verde”, conferindo um brilho especial à já bela noite de 24 de Fevereiro de 2007. Os elementos – Ana Azevedo, Cláudia Costa, Daniela Pinto, Diana Couteiro, Inês Costa, Joana Almeida, Mafalda Cruz, Maria Miguel Gama, Miguel Cunha, Palmira Almeida e Sónia Godinho – vestidos com as cores da bandeira portuguesa, encantaram o público. No final, era manifesta a emoção em todos os presentes, velhos e novos, uns porque as recordações de tempos de grande opressão se tornaram vívidas, outros porque a História Portuguesa que aprenderam na escola se concretizava nesta homenagem. Ao som de “Utopia”, os membros do coro e da classe de dança dirigiram saudados cumprimentos à figura de Zeca Afonso, simbolicamente representado no palco por uma guitarra e um cravo vermelho. A canção de José Mário Branco, “Zeca”, traduziu as expressões sonhadoras que perpassavam nos rostos dos presentes. Mas foi, contudo, a música “Grândola, Vila Morena”, ouvida pela voz de Zeca Afonso, do CD “Cantigas do Maio”, que levou o público a dar as mãos e a acompanhar, eles próprios, um dos símbolos maiores do 25 de Abril de 1974. Certamente que Ovar gostaria de endereçar um agradecimento ao Canto Décimo e à sua inesquecível prestação, à professora Clara Carrapatoso pela sua fantástica adaptação da coreografia às músicas, à Classe Avançada de Dança pela graciosidade que emprestaram a tão sentida homenagem. A mais especial saudação é, no entanto, dirigida a Guilhermino Monteiro, que dedicou todo o seu tempo e toda a sua criatividade a um espectáculo que abraçou com ternura, como o gesto em que ergueu o cravo no ar, de olhar comovido, tão bem o demonstrou.


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21/03/2007By AJA

A homenagem na Escola Secundária José Afonso no Seixal

Parabéns a todos!

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Imagens da homenagem sintrense organizada pela Associação Alagamares

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18/03/2007By AJA

Exposição e actividades escolares em Gaia

Está patente até ao final do 2º período lectivo, na Escola Secundária Almeida Garrett em V. N. de Gaia uma exposição sobre a vida e obra de José Afonso. Ocorreram já duas sessões de música do Zeca apresentadas e comentadas pelo jornalista Jorge Ribeiro. Esta iniciativa, resultante da colaboração entre o Conselho Executivo daquela escola e o núcleo do norte da AJA, incluirá ainda outras actividades de alunos e professores.

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Homenagens e tributos (2007)
07/03/2007By AJA

Homenagem a José Afonso em Sintra

A Alagamares – Associação Cultural promove no próximo dia 10 de Março, uma homenagem Sintrense ao músico e compositor Zeca Afonso, como forma de inaugurar a exposição evocativa dos vinte anos passados sobre a sua morte. A exposição pode ser visitada nos dias 10 e 11 de
Março na Sociedade União Sintrense, no Centro Histórico da Vila de Sintra.

A inauguração terá início pelas 15H00 com uma Arruada na Praça da República (junto
à Periquita) em Sintra. Conduzida pelos Bombos das Mercês e pelos participantes da 1ª “Oficina de Percussão” da Alagamares.

A Homenagem continuará no interior da Sede da S.U.S, com a presença de um responsável da Associação José Afonso e a participação do Coro Alentejano “Os Populares do Cacém”, Luís Santos e Paulo Lawson (Segredos da Lua), Aganjú – Grupo de percussão (Fontanelas), Rui Mário (Teatro Tapafuros), J. Carlos Almada e Cátia (Pecado Original), Fernando Azeitona e Amigos, Paulo e Isabel, e de outros que por certo se juntarão espontaneamente, em tertúlia.

José Afonso merece um convívio assim. Venha ver e participar!

Horário Exposição:

Dia 10 de Março – 15H00/22H00
Dia 11 de Março – 10H00/22H00

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26/02/2007By AJA

José Afonso no Clube Farense | 27 de Fevereiro

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26/02/2007By AJA

Guimarães celebrou Zeca Afonso

Maio Maduro Maio

Guimarães foi um dos pontos altos do país, na sexta-feira e no sábado, das celebrações da vida e obra de José Afonso, num ambicioso evento realizado no Centro Cultural Vila Flor e organizado, em parceria, pelo Círculo de Arte e Recreio de Guimarães, a Associação José Afonso, a Associação 25 de Abril e pela Oficina de Guimarães, que contaram com o apoio da autarquia local, do Centro Infantil e Cultural Popular Convívio, da Associação Académica da Universidade do Minho, Cineclube de Guimarães, Pavico e da Academia de Música Valentim Moreira de Sá.
O evento abriu, na sexta-feira, com a abertura de um exposição do “Mundo da Canção” intitulada “O que faz falta”, seguido, pelas 21,30 horas, pelo Teatro/Concerto, denominado “Menino de Oiro – Vida de José Afonso”, com dramaturgia e encenação de Gil Filipe, que contou com a participação teatral do TERB, G.T. Coelima, G.T. Campelos, G.T. Citânia Associação Juvenil, e com a participação musical de Dino Freitas, Zecafusão – Let the Jam Roll, Ajaforça, Manuel Abreu, Carlos Cunha, Academia de Música Valentim Moreira de Sá, Luís Almeida, Amigos de Guimarães, Tun’obebes, Nicolinos.

No sábado, o evento foi retomado pelas 15,30 horas, no pequeno auditório, com a actuação da Banda Militar do Porto, seguindo-se, uma hora depois, a actuação de Gil Filipe, que representou “O Incorruptível”, peça de Hélder Costa.
Ainda da parte da tarde, houve lugar um debate moderado por Judite Almeida e Ana Ribeiro, do núcleo do Norte da AJA, onde Alípio de Freitas, Mário Barradas, José Mário Branco e José António Gomes falaram da vida e da obra de José Afonso.

Alípio de Freitas, que é presidente da AJA, disse, a dado ponto: “Não devemos esquecer que depois que o Zeca morreu fez-se um silêncio monumental, porque se o Zeca foi incómodo para os fascistas, foi muito mais incómodo para aqueles que assumiram o poder depois do 25 de Abril. Basta ver as canções, antes do 25 de Abril até os homens do regime as entendiam, agora, depois do 25 de Abril as canções do Zeca são muito mais contundentes”.

À noite, no encerramento destes dois dias festivos, o grande auditório encheu-se para o espectáculo musical, primeiro pelo grupo galego Ardentía, e, na segunda parte, para o recital “Maio Maduro Maio”. José Mário Branco, João Afonso e Amélia Muge, em conjunto, cantaram Zeca Afonso. Manuela de Freitas declamou poemas do homenageado.

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Homenagens e tributos (2007)Uma canção para José Afonso
25/02/2007By AJA

Benavente homenageia Zeca Afonso com concurso

A Câmara Municipal de Benavente vai organizar o concurso “Uma Canção Para José Afonso”, num evento que integra as Comemorações do 33º Aniversário do 25 de Abril. Aberto a todos os residentes do concelho, o concurso visa homenagear José Afonso, vulgo Zeca Afonso, cujas canções deverão fazer referência à sua vida e obra e à importância que a sua música teve como símbolo dos ideais de Abril de 1974.
As maquetas em CD de voz contento o instrumental das canções concorrentes devem trazer apensa as respectivas letras em envelope fechado e devem ser entregues, até 30 de Março, através do seguinte endereço: Câmara Municipal de Benavente – “Concurso Uma Canção Para José Afonso”, 2130-038 – Benavente. As maquetas e os textos devem ser enviados sob pseudónimo, em envelope fechado, onde conste o nome, idade, profissão, morada e contacto do concorrente.
O júri será constituído por três elementos a designar pela câmara municipal, que seleccionará dez das canções concorrentes, as quais serão apresentadas em espectáculo público a realizar a 21 de Abril no Cine – Teatro de Benavente, local onde será escolhida a canção vencedora.

O Mirante | edição online | 22 Fev 2007

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Homenagens e tributos (2007)Rádio
24/02/2007By AJA

VENHAM MAIS CINCO | Antena 1

Sábado 24/02 às 19:00 a celebração da vida e obra de Zeca Afonso.

Quando passam 20 anos sobre o desaparecimento de Zeca Afonso, a Antena 1 dedica-lhe uma emissão especial onde António Macedo e Henrique Amaro expõem diferenças e semelhanças à volta da música do autor de “Grandola Vila Morena”.

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Homenagens e tributos (2007)
23/02/2007By AJA

“Carta a Zeca” – um trabalho do jornalista Mário Galego

Disponível no sítio da AJA, na página “Eu dizia”.

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
23/02/2007By AJA

Uma referência 20 anos depois

Músicos de todos os géneros enaltecem a obra pioneira de Zeca Afonso na música contemporânea portuguesa e continuam a beber na sua obra. Uma referência com profundo sentido lírico e intervencionista que ainda hoje faz escola. Desapareceu há vinte anos. Zeca Afonso é uma referência da música popular portuguesa que deixou canções com um profundo sentido do lirismo, afirmaram à agência Lusa músicos de gerações posteriores à do cantautor, que faleceu há vinte anos.A cantora Filipa Pais tinha 19 anos quando Zeca Afonso morreu e recorda-se dele desde a infância. “O Zeca faz parte do meu crescimento e não imagino a música popular portuguesa sem ele”, referiu a intérprete de “À porta do mundo”, álbum com o qual venceu o prémio José Afonso em 2003. Para Filipa Pais, Zeca Afonso tem sido pouco recordado, tirando efemérides como a que se assinala sexta-feira, à passagem dos 20 anos da morte do cantor. “Não passa na rádio, ninguém fala dele e no entanto é a maior referência da música popular portuguesa”, sublinhou.José Afonso, falecido a 23 de Fevereiro de 1987, aos 57 anos, está entre os que fizeram da canção um meio de intervenção. Começou por gravar fados e baladas de Coimbra, mas viria a ser conhecido sobretudo pela interpretação de canções cuja mensagem era tão importante como a melodia, muitas vezes com origem na tradição portuguesa e africana.Sam the Kid, 27 anos e um dos nomes do hip hop nacional, disse que gosta da voz “meio sofrida” de Zeca Afonso, embora nem sempre entenda a mensagem das letras. “É uma música excelente, mas há metáforas escondidas em que eu não percebo tudo”, referiu o músico, que já utilizou nas suas composições excertos de músicas, por exemplo, de Carlos Paredes, e de “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso.Se hoje fosse vivo, José Afonso talvez gostasse de hip hop, defende Sam The Kid, que traça um paralelismo entre o trabalho do compositor e este género musical, na tentativa de passar uma mensagem. “O Vitorino disse-me um dia que achava que nós no hip hop tínhamos uma linguagem mais directa e que conseguíamos comunicar mais do que no tempo deles”, recorda o músico.~

No estrangeiro
Zeca Afonso gravou em Londres, Madrid e Paris, sempre de olhos postos na realidade portuguesa, ainda antes da revolução de Abril. Entre 1970 e 1974 lançou “Traz outro amigo também”, “Cantigas do Maio”, “Eu vou ser como a toupeira” ou “Venham mais cinco”. Em Março de 1974 actuou no Coliseu de Lisboa, ao lado de Adriano Correia de Oliveira, Fernando Tordo e Manuel Freire, cantando “Grândola, Vila Morena”, o tema que serviria de senha um mês depois para a revolução.O álbum “Cantigas do Maio”, considerado um dos melhores de Zeca Afonso, é também uma referência para Teresa Salgueiro, dos Madredeus. “Não tinha muitos discos dele e não era uma seguidora muito atenta, mas os meus pais tinham o `Cantigas do Maio¦ que eu cantava muitas vezes”, recorda a cantora.Em 1994, os Madredeus fariam uma versão do tema “Maio Maduro Maio”, para a colectânea “Filhos da Madrugada”, refere Teresa Salgueiro, para quem a morte de Zeca Afonso foi “prematura”, porque “ele fez muito pela cultura portuguesa”. O “profundo sentido do lirismo” é elogiado em declarações à Lusa por JP Simões, músico que canta a geração de 1970 embalado pela guitarra acústica com tons de bossa-nova. Apesar de só ouvir Zeca Afonso há pouco mais de uma década, JP Simões reconheceu que “não há muitas músicas [como as de Zeca] onde as letras sejam tão importantes”, destacando canções como “Maio Maduro Maio” e “Que amor não me engana”.

Participação cívica
Depois da revolução de Abril, Zeca Afonso participou em vários movimentos populares, editou “Com as minhas tamanquinhas”, “Enquanto à força” e “Fura Fura”.Em 1983 voltou a actuar no Coliseu de Lisboa, acompanhado de vários amigos e artistas, mas não chegou a interpretar todas as canções, por causa da doença que o vitimaria quatro anos depois.Em 1985, ainda lançou “Galinhas do mato”, o seu último álbum. Zeca Afonso conferiu à música e à canção popular portuguesa, “de forma inédita e até agora única, um valor social e cultural até aí praticamente inexistente”, qualificou o etnomusicólogo António Tilly dos Santos.

Davide Zaccaria cria projecto
O compositor Davide Zaccaria criou um projecto musical em que pretende fazer confluir cantoras de formações musicais distintas, tendo como pano de fundo a música de José Afonso.“Terra d’Água” é o título do projecto, que junta as cantoras portuguesas Dulce Pontes, Filipa Pais e Lúcia Moniz e as espanholas María Anadon e Uxía. O projecto, cujo álbum é editado precisamente hoje, é um tributo ao músico e poeta que foi José Afonso. Para Zaccaria, recriar o repertório do autor de “Grândola, vila morena”, foi “relativamente fácil” por estar já habituado a ele e“corresponder a uma paixão”. “Tenho tocado e feito arranjos para canções do Zeca, quer com o meu grupo, quer com Dulce Pontes, até neste seu recente trabalho”,assinalou. Relativamente a este projecto, esclareceu ter procurado “apresentar José Afonso fora da simbologia política e dar mais atenção à vertente de compositor”.María Anadon interpreta “A morte saiu à rua”, um poema de homenagem ao escultor José Dias Coelho, assassinado a 19 de Dezembro de 1961, em Lisboa, pela PIDE. De Luís de Camões, com música de José Afonso, Uxía interpreta “Verdes são os campos” e Lúcia Moniz “Que amor não me engana”.Filipa Pais, que já interpretou temas de José Afonso,nomeadamente quando fez parte do grupo Lua Extravagante, canta “Eu dizia”. Dulce Pontes, que também no seu primeiro álbum, “Lágrima”, revisitou o repertório, canta “Coro da Primavera”. Todas estas canções “pertencem ao imaginário colectivo e são uma inspiração para muitos artistas”. “Pretende-se também recuperar e/ou redescobrir músicas menos escutadas”, acrescentou.Das três músicas inéditas, Zaccaria interpreta “Terra de Zeca”, um tema de sua autoria inspirado na música de raiz popular composta por José Afonso.

O Primeiro de Janeiro 23.2.07

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Homenagens e tributos (2007)Rádio
23/02/2007By AJA

ESPECIAL ZECA AFONSO na Antena 1

A música de Zeca Afonso ao longo de toda a 6ª Feira e Emissão Especial às 22:30. Convidados ,entre outros, Rui Pato, António Vitorino d’Almeida, Luis Pastor,João Afonso, Cristina Branco. http://www.antena1.pt/

A partir das 22:30 a Antena 1 realiza uma emissão especial no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz onde Vitorino, Janita Salomé e ZéCarvalho cantarão canções do poeta. A emissão conduzida por Edgar Canelas contará ainda com a reportagem de Ana Sofia Carvalhêda a partir do Entroncamento onde João Afonso interpretará alguns dos temas do cantor desaparecido em 1987. Oportunidade ainda nesta hora e meia de emissão para escutar Zeca Afonso na voz de Cristina Branco numa gravação efectuada no Teatro de S.Luíz em Lisboa a 9 de Fevereiro.
Sábado às 19 horas uma hora de emissão com António Macedo e Henrique Amaro.Domingo às 9 da manhã e meia-noite Vozes da Lusofonia Especial com excertos de uma entrevista exclusiva da antena 1 gravada em casa de Zeca Afonso emAzeitão 1983.

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Homenagens e tributos (2007)
22/02/2007By AJA

José Afonso em Gueifães, Maia


No próximo sábado, pelas 21:30, em Gueifães (Maia) na cripta da Igreja Paroquial, é homenageado José Afonso, com a actuação dos cantores José Silva e Francisco Fanhais.

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
22/02/2007By AJA

«Palavras de Zeca Afonso fazem todo o sentido»

Um grupo de cidadãos da Guarda vai homenagear José Afonso sexta-feira, com uma tertúlia que incluirá música e referências à vida e obra do cantor de Abril, referiu à Lusa um elemento da organização.
Segundo Jorge Noutel, porta-voz do grupo de sete elementos, o dia em que se assinalam os 20 anos da morte do cantautor ficará marcado pela iniciativa «As palavras e a música do poeta de Abril», agendada para as 21h30, para o Café Central.
«António José de Almeida [conhecido professor do ensino secundário da cidade da Guarda] abordará a vida e obra do homenageado, seguindo-se um espectáculo de música ao vivo com o conjunto Os Feiticeiros de Oz, que interpretará música de intervenção», informou o porta-voz.
O encontro é organizado «por um grupo de cidadãos anónimos que pretende homenagear uma figura de proa da música portuguesa», explicou Noutel.
«Um marco na cultura portuguesa»
«Queremos relembrar Zeca Afonso como um marco para a cultura portuguesa e alguém que contribuiu para que todos nós tivéssemos uma formação cívica actuante», acrescentou.
Foi escolhido para o encontro um café do centro da cidade porque se pretende que a homenagem seja «uma coisa informal e aberta à participação de todos».
O mesmo responsável lançou ainda um repto às rádios locais da Guarda para que no dia 23 de Fevereiro «passem a música de Zeca Afonso, porque as palavras e a música dele fazem hoje todo o sentido».
José Afonso, que ficará para sempre ligado ao 25 de Abril com a canção «Grândola Vila Morena», uma das senhas da revolução de 1974, morreu a 23 de Fevereiro de 1987.

Portugal Diário 2007/02/21

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
21/02/2007By AJA

Portugal presta homenagem a Zeca Afonso

Espectáculos e exposições vão ter lugar um pouco por todo o país
Portugal Diário 2007/02/20

Por ocasião dos 20 anos da morte de José Afonso, que se completam esta sexta-feira, várias iniciativas decorrem em todo o país desde colóquios a exposições, passando pelos espectáculos, informa a agência Lusa.
Sexta-feira, pelas 18:30, a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) homenageia na sua sede, em Lisboa, o cantor-autor numa sessão em que participam o seu Presidente e vice-presidente, respectivamente, Manuel Freire e José Jorge Letria.
Ainda na capital, às 21:30, no Mercado da Ribeira, ao Cais do Sodré, realiza-se um «Tributo a José Afonso» com os Cantadores de Rusga, Jorge Jordan, Mingo Rangel, Rogério Charraz, e o actor Jorge Castro, que vai ler poemas.
Na cidade de Odivelas realiza-se também, sexta-feira, o colóquio «Conversa em torno da personalidade e do papel de José Afonso na cultura e sociedade portuguesas», que decorrerá no Auditório da Quinta da Memória e que contará, entre outras participações, com a de Miguel Gouveia.
Ainda em Odivelas, é inaugurada, segunda-feira, uma exposição foto-biográfica sobre o músico no átrio dos Paços do Concelho.
Esta mostra, propriedade da Associação José Afonso (AJA), estará patente até 5 de Março.
A exposição «procura traçar o percurso de vida e o testemunho solidário de Zeca Afonso», disse à Lusa Helena Carmo, da AJA.
Na sexta-feira à noite, no Cine-Teatro S. João, no Entroncamento, o cantor João Afonso e o pianista João Lucas apresentam «Um redondo vocábulo».
Durante o espectáculo, o duo percorre cronologicamente canções menos conhecidas e mais intimistas de José Afonso, tio de João Afonso, como «Bombons de todos os dias», «Pombas brancas», mas também as mais emblemáticas como «Era um redondo vocábulo» e «Papuça».
Entretanto, na próxima sexta-feira, pelas 00:30, o canal um da RTP apresenta o documentário «Zeca Afonso – 20 anos da morte», seguindo-se a exibição do concerto «José Afonso ao vivo no Coliseu», realizado a 29 de Janeiro de 1983.
Vários outros espectáculos estão previstos, nomeadamente durante o próximo mês de Abril, na Casa da Música, no Porto, que organiza de 25 de Abril a 01 de Maio, um ciclo dedicado ao cantautor intitulado «Revolução».
Com Adriano Correia de Oliveira, José Afonso foi uma das figuras centrais da canção de intervenção em Portugal.
Canção popular, de intervenção, balada e fado de Coimbra foram áreas musicais exploradas por José Afonso, que em 1985 editou o seu último álbum, “Galinhas do mato”, com as colaborações de Júlio Pereira, Luís Represas, Helena Vieira, Janita Salomé, Né Ladeiras e José Mário Branco.
A 23 de Fevereiro de 1987, aos 57 anos, José Afonso, natural de Aveiro, morreu no Hospital de Setúbal, vítima de esclerose lateral amiotrófica.

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EscolasHomenagens e tributos (2007)
21/02/2007By AJA

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO – SEIXAL

PROGRAMA
23 a 28 de Fevereiro

Exposição José Afonso (cedida pela AJA) Corredor Acesso ao Centro Recursos – Pav. C

Divulgação de Material vídeo no contexto da exposição
Átrio do Pav. A
Concerto de Zeca Afonso no Coliseu
Essências do Café em homenagem a José Afonso na nossa escola

Emissão Especial TSF dedicada a Zeca Afonso – dia 23/ 02 Circuito Sonoro da Escola
(inclui participação de alunos da Escola)

Sessão Canto e Poesia da Resistência
Apresentação de trabalhos de alunos do 12º B1
Sala Audiovisuais Pav. A
23 de Fevereiro (6ª feira)
Manhã: 10.20 H / 11.50 H

Tarde: 15.10 H / 16.40 H

Mostra de Materiais sobre José Afonso / Venda de Materiais da Associação José Afonso (Livros, documentos áudio e vídeo, etc.)
Centro de Recursos

Animação de Placards
Centro de Recursos e Sala de Professores
(documentos de imprensa, fotos, textos do Zeca…)

INICIATIVA DO CENTRO DE RECURSOS
APOIO ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO

http://www.esja.pt

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Guilhermino MonteiroHomenagens e tributos (2007)
21/02/2007By AJA

José Afonso em Ovar

Câmara Municipal de Ovar promove colóquio e exposição para evocar o cantor de intervenção
“Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso”

No dia 23 de Fevereiro comemora-se 20 anos sobre a morte do cantor de intervenção Zeca Afonso, para manter viva a sua memória e homenageá-lo, a Câmara Municipal de Ovar e a Escola José Macedo Fragateiro preparam um colóquio sob o tema “Período de Baladas de Zeca Afonso”, uma exposição Biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso” e um espectáculo de músicas de Zeca Afonso.

As comemorações têm início no dia 23, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Ovar, com o colóquio “Período de Baladas de Zeca Afonso”, por Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca da Silva e conta com a actuação do Grupo Vocal Canto Décimo da Escola Secundária José Macedo Fragateiro. Logo de seguida é inaugurada a exposição biobibliográfica “Cantar Outro Amigo – Lembrar Zeca Afonso”. A exposição sobre a vida e obra do autor de “Grândola, Vila Morena” estará patente até ao dia 17 de Março, havendo um programa especial para as escolas (ver anexo), cujo objectivo é dar a conhecer Zeca Afonso – popularizado, entre os colegas, como o Bicho-cantor – através de visitas guiadas e animadas à exposição sobre a sua vida e obra, com ateliers de jogos dramáticos em torno das músicas.
No dia 24, pelas 21h30, o Salão dos Bombeiros Voluntários de Ovar recebe o espectáculo “Músicas de Zeca Afonso” pelo Grupo Vocal Canto Décimo e pela Classe Avançada de Dança Contemporânea da Escola de Bailado do Orfeão de Ovar.

Os intervenientes do Colóquio
Guilhermino Monteiro é licenciado em História e estudou no Conservatório de Música do Porto, tendo integrado vários agrupamentos instrumentais e vocais. Gravou vários Cd’s, como cantor e instrumentista, com Sérgio Godinho, José Mário Branco e João Lóio, com quem tem realizado numerosos concertos. Entre 2004 e 2006, foi adjunto do Maestro Borges Coelho, na Direcção Artística do Coral de Letras da Universidade do Porto. Em Outubro de 1997, fundou, no âmbito do trabalho escolar com alunos, o Grupo Vocal Canto Décimo, da Escola Secundária José Macedo Fragateiro, de que é, desde então, Director Artístico.
Octávio Fonseca da Silva dedicou-se, entre 1970 e 1973 à crítica musical nas publicações A Memória do Elefante e Mundo da Canção. De 1987 a 1992, realizou programas radiofónicos de divulgação e crítica, dedicados à música popular portuguesa, no Rádio Clube do Porto, na Rádio Nova e na Rádio Press. Desde Dezembro de 2006, realiza o programa Os Cantos da Casa na Esquerda.Rádio, a estação de rádio do Bloco de Esquerda na Internet.
De 1980 a 1990, estudou guitarra com os professores José Pina, Paulo Peres e José Manuel Fortuna. A partir de 1982 fez parte de diversos agrupamentos de música popular portuguesa, de que se destaca a colaboração com João Lóio no espectáculo Mais um dia. Desde Dezembro de 1994 integra o grupo «Chamaste-m’ó?». Publicou os livros, Carlos Paredes: a guitarra de um povo (2000) e José Mário Branco: o canto da inquietação (2000).

Como figura marcante da música tradicional portuguesa, cuja música marcou uma viragem historico-política no país, era impensável não recordar o homem, o aveirense, o cantor, ou tão simplesmente Zeca Afonso.

Ovar, 19 de Fevereiro de 2007

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Homenagens e tributos (2007)
21/02/2007By AJA

José Afonso na sede da SPA

A Sociedade Portuguesa de Autores associa – se às comemorações do 20º Aniversário da morte de José Afonso, com uma sessão a realizar no dia 23 de Fevereiro, pelas 18.30H, no Auditório Maestro Frederico de Freitas, (Av. Duque de Loulé, 31 – Lisboa) em que serão evocadas a vida e a obra do cantor e autor. Samuel interpretará algumas das suas canções mais conhecidas.
Na sessão intervirão também Manuel Freire, José Niza, Francisco Fanhais, Luiz Goes e José Jorge Letria, que foram amigos e companheiros de José Afonso

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Homenagens e tributos (2007)
21/02/2007By AJA

José Afonso na Guarda

No dia 23 de Fevereiro, pelas 21h:30m no Café Central- Guarda, vai realizar-se uma Homenagem a José Afonso, com uma tertúlia e música ao vivo!

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Homenagens e tributos (2007)
19/02/2007By AJA

Concerto nos Açores | Tributo a Zeca Afonso pelo Quinteto de Jazz de Lisboa

O espectáculo Tributo a Zeca Afonso, pelo Quinteto de Jazz de Lisboa, homenageia aquele que foi sem dúvida o Mestre da música popular portuguesa do século XX, José Afonso, quando passam 20 anos sobre a sua morte. O Município das Lajes do Pico sente-se honrado por se associar a esta mais que justa homenagem ao criador de Vampiros e Grândola, Vila Morena.

AUDITÓRIO MUNICIPAL DAS LAJES DO PICO 24 de Fevereiro 21.30 horas
Quinteto Jazz de Lisboa
Fundado em 1988, o Quinteto Jazz de Lisboa é desde a sua origem o grupo de jazz português com mais discos vendidos nesta área musical, tendo editado o seu primeiro trabalho discográfico Viragens em 1999. De realçar que o grupo foi criado para levar este género musical a percorrer todo o país com o intuito de romper as barreiras existentes entre o jazz e o grande público, descentralizando a cultura, na medida em que o repertório do grupo vai da fusão da música de raiz popular portuguesa, fado e o jazz, num espectáculo com grande qualidade musical.Com dois discos editados o Quinteto Jazz de Lisboa conta, no seu currículo, com digressões por vários festivais de jazz em países como Holanda, França, Espanha, Alemanha e Brasil.O elenco é constituído por José Carvalho (voz), João Courinha (saxofone), Paleka (bateria), Emílio Robalo (piano e teclados) e Paulo Neves (baixo).

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ExposiçõesHomenagens e tributos (2007)
19/02/2007By AJA

Loures convida

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Homenagens e tributos (2007)
19/02/2007By AJA

Odivelas homenageia Zeca Afonso

Em colaboração com a Assembleia Municipal de Odivelas e a Associação Zeca Afonso, a Câmara de Odivelas vai marcar o dia 23 de Fevereiro com um colóquio intitulado «Conversa em torno da personalidade e do papel de José Afonso na cultura e sociedade portuguesas», que decorrerá no auditório da Quinta da Memória.
O dia fecha com a apresentação de temas de José Afonso pelo Grupo Coral Maria Gomes, da Sociedade Musical Odivelense.
Segunda-feira é inaugurada uma exposição sobre o músico no átrio dos paços do concelho, que pode ser vista até dia 5 de Março.

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Homenagens e tributos (2007)ImprensaJanita SaloméVitorino
19/02/2007By AJA

Vitorino e Janita juntos em tributo

Os dois irmãos vão passar em revista as canções do ‘mestre’.

No dia em que se assinalam duas décadas sobre o desaparecimento de Zeca Afonso, Vitorino vai reunir-se em palco com o irmão, Janita Salomé, e o músico José Carvalho, para juntos interpretarem os eternos hinos do ‘mestre’. O espectáculo de homenagem dá pelo nome de ‘Zeca Afonso – 20 Anos’ e será realizado a 23 de Fevereiro, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, pelas 21h30. Mas o sentido tributo da dupla de músicos alentejanos promete não ficar por aqui. “A ideia é levarmos este espectáculo, cujo alinhamento é inteiramente composto por canções de Zeca Afonso, a outras salas do País. Para que a homenagem se prolongue por todo o ano em que se celebra o aniversário”, explicou Vitorino ao Correio Êxito. O músico do Redondo revelou ainda que o tema ‘Canção da Primavera’ dará o arranque ao concerto, enquanto o revolucionário ‘Grândola Vila Morena’ fechará em apoteose a actuação. Ao longo de 2007, Vitorino acumulará os tributos a Zeca Afonso com a digressão comemorativa dos seus 30 anos de carreira, ‘Tudo! Alentejo, Amor, Lisboa. Ao Vivo!’. A primeira apresentação desta digressão de “Inverno” – conforme Vitorino prefere apelidar – realiza-se esta noite no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.“Trata-se de uma série de espectáculos que passam em revista a minha carreira, já que o ano passado, quando lancei o álbum comemorativo, não tive oportunidade de o fazer. E agora que está frio, é a altura mais indicada. Os concertos foram especialmente concebidos para serem apresentados em pequenos auditórios e teatros. No Inverno, as pessoas têm mais predisposição para se aconchegarem a ouvir a música”, brincou.

SÍMBOLO DO POVO

Vinte anos volvidos sobre a sua morte, Zeca Afonso continua a ser um dos símbolos maiores da música portuguesa. Protagonizou uma carreira marcada por uma produção rica e constante que foi só interrompida pela fatalidade da sua morte, corria o ano de 1987. Ao longo do tempo, Zeca Afonso mostrou a sua capacidade criativa em inúmeros géneros, bem como a sintonia com os sentimentos populares do povo português, o que o tornou igualmente uma da vozes do 25 de Abril.

Vanessa Fidalgo Correio da Manhã 2007-01-27

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Homenagens e tributos (2007)
17/02/2007By AJA

O Andarilho das Bruxas – Homenagem no Sport Clube Português em Newark | E.U.A.

PROGRAMA

~ Poesia ~

Paula Seca

Ary dos Santos
“O Sangue das Palavras”
“Cantiga de Amigo”
“Meu Amor, Meu Amor”
Manuel Alegre
“Do Poeta ao Seu Povo”
“Soneto”
“Explicação do País de Abril”

Sila Santos

“Traz Outro Amigo Também”
“Vejam Bem”
“A Morte Saiu à Rua”
“Menino do Bairro Negro”
“Balada do Outono”

~ Música ~

Jorge Quaresma

“Milho Verde”
“Moda do Entrudo”

Luís Manuel

“Grândola, Vila Morena”

Fátima Santos

Lucho Barrios “Unico Que Tengo”
“Traz Outro Amigo Também”
“Canto Moço”
“Vejam Bem”
“Canção de Embalar”
Teresa Silva Carvalho /Almeida Garrett “Barca Bela”
Fito Paez “Yo Vengo Oferecer Mi Corazon”

José Luis Iglésias
“Os Fantoches de Kissinger”
“A Morte Saiu à Rua”
“Vejam Mais Cinco”

Sport Club Português 51-55 Prospect Street Newark, NJ 07105

Contactos: Fátima Santos, musicanocoracao1@hotmail.com, www.fatimasantos.com

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Homenagens e tributos (2007)
17/02/2007By AJA

Um apanhado…

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
16/02/2007By AJA

Clube Literário do Porto homenageia José Afonso

Clube Literário do Porto homenageia José Afonso no mês em que se assinala 20 anos sobre a sua morte
Estrela na constelação da utopia«20 Anos de Caminho» é o tema da homenagem organizada pela Associação José Afonso e que decorre até amanhã no Clube Literário do Porto. O serão de anteontem foi dedicado aos testemunhos de dois grandes amigos do cantautor, Alípio de Freitas e Benedicto Garcia Villar.

Goreti Teixeira
O dia foi dos namorados, mas a noite foi dedicada a lembrar aquele que ainda hoje é considerado um dos mentores da música de intervenção em Portugal: José Afonso. Este ano assinalam-se 20 anos sobre a sua morte e, um pouco por todo o País, as iniciativas sucedem-se para recordar não só o músico, mas o homem e militante político que utilizou a música como instrumento de luta em prol de um mundo melhor. Anteontem, o Clube Literário do Porto abriu as suas portas à homenagem «20 Anos de Caminho», organizada pela Associação José Afonso, que termina amanhã, com um debate em torno da música e para o qual foram convidados Francisco Fanhais e José Mário Branco. Em vez das rosas, os cravos vermelhos decoravam a sala. Em vez da música romântica ecoava a «Grandola, Vila Morena» através de uma gravação inédita que registou a primeira vez em que o tema foi cantado na Galiza. Sentados à mesma mesa estiveram Alípio de Freitas, presidente da associação, e Benedicto Garcia Villar, cantor galego, que durante anos acompanhou José Afonso. Ao longo de mais de uma hora, ambos falaram das suas vivências pessoais com o cantautor. Alípio de Freitas recusou-se a falar especificamente da obra, pois não se considera um estudioso “como aqueles que organizaram toda uma teoria sobre o Zeca e que jamais lhe teria passado pela cabeça, porque ele nunca planeou nada. Ia avançando de acordo com a sua percepção e, por isso, esteve sempre no lugar certo”, disse o orador que, aos 26 anos, parte para o Brasil, onde começou a sua grande experiência de vida. “Fui preso, torturado, exilado, lutei contra a ditadura na América Latina e só ouvi falar de Zeca Afonso quando, depois de ter enviado uma carta para Portugal, me apercebi que do outro lado estava alguém que se preocupava com a luta que estávamos a travar”, explica. Mas apesar da distância e do desconhecimento, Alípio de Freitas recorda que a primeira vez que o viu, em 1980, “abracei-o e achei que o tinha reencontrado e não que o estava a conhecer”. Um sentimento mútuo que perdurou até aos últimos dias de vida do músico, quando Alípio se tornou o seu repórter pessoal lendo-lhe todos os jornais e revistas, contando-lhe as intrigas políticas, “porque grande parte das pessoas que o visitavam pareciam que estavam num funeral”, constata. “Com ele – continua – aprendi imensas lições: a da solidariedade, a da amizade e do estar atento ao mundo que me rodeia e compreendi o sentido de todas as suas canções, porque nada nele foi casual”. Para este amigo, José Afonso, assim como Camilo Torres, Che Guevara, Adriano e outros nomes mais que “deram a vida pela utopia, por um mundo melhor” não estão em parte incerta, são “estrelas na constelação da utopia e, destas estrelas, os astrónomos não percebem nada”, assegura.
Benedicto Garcia VillarCompanheiro de ViagemJuntamente com José Afonso, Benedicto Garcia Villar andou, segundo Alípio de Freitas, “a incomodar aqueles que eram os senhores do poder e só não o fizeram mais porque não lhes foi permitido”. Um privilégio que o ex-cantor galego afirma “não se poder resumir em palavras”. Para complementar o seu testemunho pessoal trouxe um conjunto de documentos escritos e áudio e fotografias inéditas que são o registo dos muitos momentos vividos por ambos e que intitulou de «História de uma amizade incombustível». A primeira vez que ouviu José Afonso foi através do disco «Traz outro amigo também» e, juntamente, com um grupo de amigos partiu em direcção a Portugal para o conhecer.

Notícia da edição on-line do “Primeiro de Janeiro” 16 de Fevereiro de 2007

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Homenagens e tributos (2007)
15/02/2007By AJA

José Afonso em Guimarães

HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO
23 E 24 DE FEVEREIRO 2007
CENTRO CULTURAL VILA FLOR GUIMARÃES


PROGRAMA

Dia 20 CINEMA 22h00
Continuar a Viver (Os Índios da Meia Praia) de António da Cunha Telles com Fernando Romão, José Romão, José Veloso Pequeno auditório

Integrado na Homenagem a José Afonso, o Cineclube de Guimarães apresenta o filme de António da Cunha Telles, “Continuar a Viver” (Os Índios da Meia Praia) com música de José Afonso. Cunha Telles filmou a experiência levada a cabo após o 25 de Abril de 1974 na comunidade piscatória da Meia Praia, em Lagos. Entre 74 e 76 foi ensaiado um projecto que implicou a substituição das casas tradicionais por moradias de pedra e a tentativa de criação de uma cooperativa de pesca.

Dia 23 EXPOSIÇÃO
“O que faz falta”
MUNDO DA CANÇÃO
Grande auditório

Dia 23 TEATRO/CONCERTO 21h30
MENINO D’OIRO – Vida de José Afonso
Dramaturgia/Encenação de Gil Filipe
Grande auditório

Participação Teatral: TERB; G.T. Coelima; G.T. Campelos; G.T. Citânia Associação Juvenil
Participação Musical: Dino Freitas, Zecafusão – Let the Jam Roll, Ajaforça, Manuel Abreu, Carlos Cunha, Academia de Música Valentim Moreira de Sá, Luís Almeida, Amigos de Guimarães, Tun’obebes, Nicolinos

Dia 24 Concerto 15h30
Banda Militar do Porto
Pequeno Auditório

Dia 24 Teatro 16h30
“O Incorruptível”
de Hélder Costa com interpretação de Gil Filipe
Pequeno auditório

Dia 24 Debate 17h30
Vida e Obra de José Afonso
Alípio de Freitas, Mário Barradas, José Mário Branco, Hélder Costa, José António Gomes
Pequeno Auditório

Dia 24 Concerto 21h30
“Maio Maduro Maio” (José Mário Branco, Amélia Muge e João Afonso) e Ardentía
Poesia de Manuela de Freitas
Grande auditório

Durante o mês de Fevereiro
“Pão com sonho” – pavico
Sacos de pão com biografia e poemas de José Afonso

Organização
Círculo de Arte e Recreio
Associação José Afonso
Associação 25 de Abril
A Oficina

Apoios
Câmara Municipal de Guimarães
CICP – Centro Infantil e Cultural Popular
Convívio
Associação Académica da Universidade do Minho
Cineclube de Guimarães
Pavico
Academia de Música Valentim Moreira de Sá

Bilhetes à venda
Centro Cultural Vila Flor
http://www.aoficina.pt/

Preços
Sexta-feira 10 €
Sábado 15 €

Contactos
Telf. 253 424 700
Fax 253 424 710
E-mail geral@aoficina.pt

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Homenagens e tributos (2007)
15/02/2007By AJA

Tributo a José Afonso no Bar Café do Mercado da Ribeira em Lisboa

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Homenagens e tributos (2007)
14/02/2007By AJA

José Afonso em Odivelas

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Homenagens e tributos (2007)Imprensa
14/02/2007By AJA

Guimarães homenageia José Afonso vinte anos depois da sua morte

Durante dois dias, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, será o palco das várias iniciativas do programa de «Homenagem a José Afonso», organizado em parceria com outras entidades. Concertos, exposições e colóquios são alguns dos eventos previstos, ontem anunciados em conferência de imprensa.

Goreti Teixeira
A 23 de Fevereiro de 1987, a voz daquele que ainda hoje é considerado um dos mentores da música de intervenção em Portugal deixou de se ouvir. José Afonso morreu vítima de doença incurável, mas nem por isso o legado musical que deixou se perdeu no tempo e são muitos os que ainda o recordam com saudade.No próximo dia 23 deste mês assinalam-se 20 anos sobre a sua morte e, um pouco por todo o País, são muitas as iniciativas que visam lembrar a data. A Oficina/Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães apresentou, ontem, em conferência de imprensa, o programa de «Homenagem a José Afonso». Em representação das entidades organizadores estiveram José Bastos (A Oficina), Tino Flores (Círculo de Arte e Recreio), Paulo Esperança (Associação José Afonso) e Rui Guimarães (Associação 25 de Abril). A programação inicia-se com a exibição do filme «Continuar a Viver» (Os Índios da Meia Praia), no dia 20, no Cineclube de Guimarães, pelas 22h00, sendo que os pontos altos da homenagem acontecem entre os dias 23 e 24. Assim sendo, a 23, será inaugurada, no grande auditório, a exposição «O que faz falta» que incluirá livros, discos, objectos e documentos pessoais do cantor, seguida do espectáculo teatral e musical «Menino D’Oiro», com dramaturgia e encenação a cargo de Gil Filipe.No dia 24, pelas 15h30, a Banda Militar do Porto actua no pequeno auditório e, uma hora depois, Gil Filipe sobe ao palco para protagonizar a peça «O Incorruptível», de Hélder Costa. Ao final da tarde, pelas 17h30, «A Vida e Obra de José Afonso» será o tema central do debate que contará com as intervenções de Alípio de Freitas, Mário Barradas, José Mário Branco, Hélder Costa e José António Gomes. A homenagem termina com a música de José Mário Branco, Amélia Muge e João Afonso num concerto intitulado «Maio Maduro Maio», às 21h30, no grande auditório. A noite conta ainda com a presença da poesia de Manuel de Freitas e do grupo Ardentía.Além do programa do CCVF, a empresa de panificação Pavico e a Biblioteca Municipal Raul Brandão protagonizam, durante todo o mês, a iniciativa «Pão com Sonho» que tem distribuído milhares de sacos de pão com dados biográficos e alguns poemas do cantautor.

Notícia do “Primeiro de Janeiro” 14.2.07

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Homenagens e tributos (2007)
14/02/2007By AJA

José Afonso no Entroncamento

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Homenagens e tributos (2007)
13/02/2007By AJA

José Afonso em Viana do Castelo

Neste ano de 2007, cumprem-se 20 anos sobre a morte do compositor e cantor português Zeca Afonso, figura que deu grande contributo à cultura em Portugal e no mundo.
Está em preparação um grande espectáculo musical sobre a sua vida e obra. Um espectáculo pleno de luz e cor, com uma banda de oito músicos (piano, 2 guitarras, baixo, acordeão, saxofone, trompete, bateria) e cinco cantores, que percorrerá toda a vasta obra poética e musical de José Afonso. A banda fez os seus próprios arranjos, sob a direcção musical de Ricardo Pinto.

Este espectáculo terá como cantor principal José Carlos Barbosa, também “Zeca”. Nasceu em Viana do Castelo, em Agosto de 1956. Desde muito novo acompanhou a evolução da música portuguesa, particularmente dos compositores e cantores da resistência. Desde sempre cantou por todo o norte de Portugal, em diversos espaços públicos, tendo gravado e editado em 2003, um trabalho em CD, “Sentidos Afectos”, com a participação de João Afonso. Trata-se de um percurso pela poesia portuguesa ligada aos afectos.
Este evento conta com a colaboração, entre outros, da Associação José Afonso, que se dedica à preservação e divulgação, nas suas múltiplas facetas, da personalidade e obra do artista e do homem que agora recordamos.

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Homenagens e tributos (2007)
13/02/2007By AJA

José Afonso em Faro

Com o apoio da Câmara de Faro, no próximo dia 27 de Fevereiro, pelas 21.30H vai decorrer em Faro, no Club Farense, uma homenagem a Zeca Afonso, evocando os 20 anos do seu falecimento.
Protagonizarão esta homenagem os artistas Afonso Dias e Francisco Fanhais.

Clube Farense
Morada: Rua de Santo António
Telefone: 289 822 324

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Homenagens e tributos (2007)
09/02/2007By AJA

“Um mês com o Zeca”

O ano passado, a Isabel Faria, do blogue Troll Urbano, lançou, nas vésperas do dia 23 de Fevereiro, uma campanha de saudação ao Zeca, iniciativa a que associaram muitos e muitos blogues nacionais, entre os quais o meu, Diário de Felgueiras
http://josecarlospereira.blogspot.com/
Este ano, em que se completam “20 coros da Primavera”, lancei o repto à Isabel, que diz que anda muito atarefada, mas já deu o mote no seu blogue, no post
http://troll-urbano.blogspot.com/2007/02/um-ms-com-o-zeca.html
Vamos lá, rapaziada da blogsfera!… Vamos dizer ao Zeca que a sua voz é uma presença diária; a sua poesia, um legado histórico muito importante; o seu testemunho, um molho de sementes cujo fruto brota diariamente.

José Carlos Pereira

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AJA NorteHomenagens e tributos (2007)
08/02/2007By AJA

“COM JOSÉ AFONSO – 20 ANOS DE CAMINHO”

José Afonso de 14 a 17 de Fereiro no Clube Literário do Porto, (CLP- RUA NOVA DA ALFANDEGA Nº 22) em parceria coma Associação José Afonso (AJA – Núcleo do Norte) vai celebrar 20 anos decaminho com o Zeca.

14 Fevereiro 21h30m: Inauguração de exposição temática sobre José Afonso
22h: Debate “JOSÉ AFONSO- TESTEMUNHOS”, com a participação de Alípio de Freitas e Benedicto Garcia Villar

15 Fevereiro 22h: Tertúlia “O PRAZER DO TEXTO”, com intervenções poéticas e musicais a decorrer no “Piano-Bar” do CLP.

16 Fevereiro 21h30m: Debate “JOSÉ AFONSO-A LÍRICA”, com a participação de José António Gomes e Elfriede Engelmayer

17 Fevereiro 21h30m: Debate “JOSÉ AFONSO-A MÚSICA”, com a participação de Francisco Fanhais e José Mário Branco.

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Homenagens e tributos (2007)
08/02/2007By AJA

José Afonso nos E.U.A.

“O Andarilho das Bruxas – Uma Homenagem a Jose Afonso”, vai ter lugar no dia 23 de Fevereiro, pelas 8:30PM, no Sport Club Portugues, 51-55 Prospect Street, Newark, New Jersey (EUA). Estarão em palco Fatima Santos (http://www.fatimasantos.com/), Jorge Quaresma, Jose Luis Iglesias, Luis Manuel, Sila Santos, Paula Seca, Jennifer Vincent e Todd Isler.

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Homenagens e tributos (2007)
05/02/2007By AJA

Casa cheia na Longra para celebrar Zeca Afonso

As crianças que participaram na oficina de escrita “Escrever com José Afonso”

No debate/tertúlia: José Carlos Pereira, Alexandre Manuel, Gabriela Alves, Alípio de Freitas, filhos e netas de Adriano, Paulo Alão e Adão Coelho.
Foi um dia cultural o vivido no passado sábado em Felgueiras, na Casa do Povo da Longra, na abertura do ciclo de festas nacionais em homenagem a Zeca Afonso, nos 20 anos após a sua partida, em viagem com bilhete de ida e volta.
A iniciativa, denominada “Somos Nós Os Teus Cantores”, foi organizada pela Casa do Povo em parceria com o núcleo do norte da Associação José Afonso (AJA) e com o apoio da Associação 25 de Abril e do Sindicato dos Professores do Norte. Neste evento, denominado “Somos Nós Os Teus Cantores”, foi também evocado Adriano Correia de Oliveira, desaparecido há 25 anos, em 16 de Outubro de 1982.
“É lamentável o esquecimento a que foi votado o nosso amigo Adriano, grande e bom companheiro do Zeca, a quem o país tudo deve. É um enorme crime colectivo. Os poderes instituídos são os culpados desse crime. Este silêncio não é inocente, não é casual” – acusou Alípio de Freitas, presidente da AJA, de lágrimas nos olhos, de tarde, na abertura da iniciativa de Felgueiras, na qual participaram Isabel e José Manuel Correia de Oliveira (filhos de Adriano), os jornalistas Alexandre Manuel e Soares Novais e o músico Paulo Alão, entre outros.
Ainda da parte da tarde, foi inaugurada uma exposição muito completa sobre a vida e a obra do homenageado e anunciados dois livros – um da Arca das Letras, sobre Adriano Correia de Oliveira; outro de Miguel Gouveia, de escrita criativa para crianças sobre José Afonso. A propósito deste livro, o seu autor, levou a efeito um workshop para as crianças. Este tipo de publicação é inédito em Portugal e vai ao encontro da política cultural da Galiza, onde a obra de José Afonso é ministrada oficialmente nas escolas, do ensino básico ao universitário.
O ponto alto deste dia foi, sem dúvida, o espectáculo musical, à noite, no auditório da Casa do Povo, com casa, praticamente, cheia (mais de 90%), a participar festivamente nas canções. Actuaram Francisco Fanhais (ex-padre, que acompanhou José Afonso em muitos espectáculos e lhe passava as partituras), Tino Flores, outro antigo companheiro do homenageado, a banda “Hyubris”, que se notabilizou com uma versão muito bem trabalhada da “Canção de Embalar”, os “Erva de Cheiro”, que lançaram ali o CD “Que Viva o Zeca!” e puseram o público a cantar em uníssono; e o grupo AJAforça, que nasceu em torno da AJA (Norte) e que iniciou o espectáculo. No final do espectáculo, uma parte assistência subiu ao palco para cantar a “Grândola”. Antes disso, o presidente da AJA insistiu subir para a agradecer às pessoas a sua presença, mesmo naquela noite fria de Fevereiro. A maioria da assistência era de fora, do Porto, Guimarães, Amarante, Coimbra, Lisboa e outros pontos. Ainda antes da “Grândola”, trajados académicos e elementos da organização distribuíram 400 cravos de Abril pela assistência.
Comissão organizadora agradece
A comissão organizadora, em nota de imprensa, agradece publicamente a todos as pessoas singulares e colectivas que se associaram ao evento de Felgueiras: as deram o seu alto patrocínio – a Associação 25 de Abril e o Sindicato dos Professores do Norte; as que deram o apoio logístico e/ou material – Semanário de Felgueiras, Hotel Hórus, Quinta do Ferro, Quinta de Maderne, Terras de Felgueiras. Móveis Ruca, Restaurante Juventude e o Restaurante Feijoeira; e as que deram o apoio a nível de divulgação informativa – RTP, Rádio Renascença, Antena 1, TSF, jornal SOL, Jornal de Notícias, Público, Jornal de Letras, Lusa, Primeiro de Janeiro, Correio do Minho, Diário do Minho, Semanário de Felgueiras, Jornal da Lixa, Rádio Felgueiras, Expresso de Felgueiras, Jornal de Lousada, Notícias de Vizela, Jornal NOVAS, Benedicto García Villar (jornalista galego), Viriato Teles (jornalista), editora Arca das Letras, Soares Novais (jornalista), Manuel Alegre, Amélia Muge, Hélder Costa, Elfriede Engelmayer, entre outros órgãos de informação, jornalistas, artistas e intectuais, cuja lista é impossível enumerar, pedindo-se desculpa se, eventualmente, não for mencionado alguém que o deveria ser.

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Homenagens e tributos (2007)
02/02/2007By AJA

José Afonso em Loulé

Fado e música de Zeca Afonso em destaque no Centro de Documentação de Loulé

No âmbito do programa de actividades do Centro de Documentação da Divisão de Cultura e História Local de Loulé, ao longo do mês de Fevereiro vão ter lugar três iniciativas: uma exposição, um espectáculo/colóquio e uma visita guiada.
Deste modo, entre 10 de Fevereiro e 10 de Março, vai estar patente ao público, na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, a exposição “O Fado na Pintura”, de José Maria Oliveira. Na inauguração, a 10 de Fevereiro, pelas 17h00, os visitantes serão brindados com um momento de fado de Coimbra pelo grupo “Ecos de Coimbra” e um beberete relacionado com a ambiência do fado.
As criações artísticas de José Maria Oliveira são diversas, livres e apresentam formas que a arte e o engenho permitem: pintura, desenho, escultura em terracota, cartoon, etc.. As suas exposições surgiram pela primeira vez ao olhar do público em 1963, no Círculo Cultural do Algarve, em Faro. Daí até aos nossos dias, mais de duas dezenas de mostras das suas criações têm circulado pelo Algarve, se não incluirmos as colectivas.
Do seu espólio artístico constam cerca de quatro centenas de trabalhos na área da pintura e cerca de dois mil e quinhentos trabalhos em desenhos (gravuras, aguarelas, retratos, etc.). Lançou-se também na cenografia, coreografia e publicidade.
A sua arte, de cariz surrealista, define-se pela sensualidade embrenhada na subtileza do humor, da beleza e da crítica, pelo grito da cor, pelo arrojo das temáticas. Por isso, a Exposição “O Fado na Pintura” testemunha a capacidade do artista sintetizar a música e a pintura num processo criativo único.
A segunda iniciativa do Centro de Documentação prevista para o mês de Fevereiro tem lugar dia 16, pelas 18h00, com uma visita guiada à Igreja Matriz de Loulé. Com o tema “Igreja Matriz de Loulé: mistérios do anoitecer na luz e na sombra”, esta visita será orientada pelo Professor Doutor Francisco Lameira, Historiador de Arte, e pelo Professor Doutor Luís Filipe Oliveira, Historiador da Idade Média, ambos da Universidade do Algarve.
Finalmente, a 24 de Fevereiro, às 17h00, decorre na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, o espectáculo/colóquio de homenagem a Zeca Afonso, por ocasião dos 20 anos do seu falecimento. Para além de um debate sobre a vida e obra daquele que é considerado um dos maiores músicos portugueses de todos os tempos, esta iniciativa conta com um momento musical com o grupo “Ecos de Coimbra”.

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Homenagens e tributos (2007)
01/02/2007By AJA

“Guimarães canta Zeca Afonso”

A 23 de Fevereiro inicia-se em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, a iniciativa “Guimarães canta Zeca Afonso”, com a exposição “O que faz falta”, cedida pelo Mundo da Canção (18:00) e o espectáculo “O Menino de Oiro” (21:30), uma teatralização da vida e obra de José Afonso dirigida por Gil Filipe.
No dia seguinte realizar-se-á, às 15:30, um concerto com a Banda Militar do Norte, seguindo-se, às 17:30, um debate com a participação de Hélder Costa, José Mário Branco, José António Gomes, Alípio de Freitas e Mário Barradas.
A jornada prossegue às 21:30 com um concerto do grupo ARDENTÍA, que antecede o espectáculo “Maio, maduro Maio”, com Amélia Muge, João Afonso e José Mário Branco.

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Homenagens e tributos (2007)
31/01/2007By AJA

José Afonso em Évora

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Homenagens e tributos (2007)
30/01/2007By AJA

José Afonso em Santo António dos Cavaleiros

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Homenagens e tributos (2007)
25/01/2007By AJA

Conferência de imprensa em Felgueiras – Roteiro de festas em homenagens a José Afonso em parceria com a AJA (Norte)

Felgueiras está na agenda de um acontecimento cultural a nível nacional, no próximo dia 3, sendo o concelho que vai abrir o ciclo de festas nacionais em homenagem a José Afonso, no mês em que se completam 20 anos após a sua morte, ocorrida a 23 de Fevereiro de 1987. Porto e Guimarães são algumas das diversas regiões que vão prestar tributo ao músico, no âmbito de parcerias entre o núcleo do norte da Associação José Afonso (AJA) e colectividades locais. Zeca Afonso, tido como um dos ícones da liberdade em Portugal e figura marcante da música portuguesa, será lembrado em vários pontos do país durante todo o ano de 2007. Na passada terça-feira, a direcção da Casa do Povo da Longra convocou uma conferência de imprensa no Hotel Horus para dar a conhecer oficialmente que aquela associação cultural vai arrancar, no primeiro sábado de Fevereiro, nas suas instalações, com o evento de tributo inaugural ao autor de “Grândola” e que, para tal, conta com a parceria da AJA (núcleo do norte) e com o apoio da Associação 25 de Abril e do Sindicato dos Professores. A iniciativa de Felgueiras denomina-se “Somos Nós os Teus Cantores”, em que será também evocado Adriano Correia de Oliveira, cujo falecimento prematuro completa 25 anos em Outubro, a quem, na altura, a Casa do Povo e a AJA prestarão igual tributo. Nessa conferência de imprensa, estiveram presentes Adão Coelho (presidente da CP Longra), José Carlos Pereira (membro activo das duas associações), o coronel Rui Castro Guimarães, da Associação 25 de Abril, e António Baldaia, do Sindicato dos Professores do Norte.
Felgueiras – “Somos Nós os Teus Cantores”
O ponto alto deste dia consistirá num espectáculo musical, pelas 21,30 horas, em que irão actuar Francisco Fanhais e Tino Flores, da geração da canção de intervenção, e três grupos musicais: a banda “Hyubris”, que tem dado muitos espectáculos, principalmente nas FNAC’s, e se destacou no programa da RTP “Portugal no Coração”; os “Erva de Cheiro”, de Lisboa, muito numeroso, com um reportório alargado na música tradicional, que vão lançar, nesse dia, em Felgueiras, o CD “Que Viva o Zeca!”; e o grupo AJAforça, que nasceu em torno da AJA (norte). A embelezar o espectáculo, serão distribuídos pela assistência cravos de Abril.
Da parte da tarde, será inaugurada uma exposição muito completa sobre a vida e a obra do homenageado e vão ser anunciados dois livros – um da Arca das Letras, sobre Adriano Correia de Oliveira; outro de Miguel Gouveia, de escrita criativa para crianças sobre José Afonso. Segue-se a assinatura de um protocolo entre a AJA e a CP Longra, antes da realização de um debate/tertúlia, em que irão estar presentes, Alípio de Freitas (presidente da AJA), Isabel e José Manuel Correia de Oliveira (filhos do Adriano), Alexandre Manuel (jornalista, ex-editor do DN), Alexandre Castanheira (académico), Paulo Alão (antigo executante musical de Zeca e Adriano), entre outros que se deverão juntar. Simultaneamente, ao lado, será realizado um workshop com um grupo de crianças sobre a vida e a obra de José Afonso.
Porto e Guimarães
No Porto, no Clube Literário, entre os dias 14 e 17, dar-se-á lugar a um conjunto de debates, colóquios e uma exposição, onde irão falar José Mário Branco, Francisco Fanhais, Elfried Elgelmeyer, José António Gomes, entre outros.
Em Guimarães, a noite de 23 de Fevereiro será dedicado a grupos de teatro amador e a uma exposição do “Mundo da Canção”. No dia 24, haverá um debate; à noite, no concerto “Maio Maduro Maio” irão actuar José Mário Branco, João Afonso, Amélia Muge e o grupo galego “Ardentía”
Veja a reportagem em – http://www.valedosousa.tv/

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Homenagens e tributos (2007)
20/01/2007By AJA

José Afonso em Felgueiras

2007, Fevereiro, 23. O andarilho “voou” para outras paragens mas continuou a caminhar connosco, como sempre. Lamúrias e velórios, medalhas e estátuas… tudo há-de vir ao de cima! Nós, Casa do Povo da Longra, concelho de Felgueiras, sabemos o que queremos – porque “conhecemos o Zeca” – já que é natural que se multipliquem pelo país iniciativas evocativas da sua vida, da sua obra e do seu exemplo de cidadania. Felgueiras, felizmente, vai abrir esse ciclo, no dia 3 de Fevereiro, na sala de espectáculos da Casa do Povo da Longra, em resultado de uma parceria com o Núcleo do Norte da AJA. Esta iniciativa terá como o símbolo principal o espectáculo “Somos Nós os Teus Cantores”, e contará com a participação de Francisco Fanhais, Tino Flores, grupo Erva de Cheiro, grupo AJAFORÇA, banda Hyubris e, possivelmente, Manuel Freire. Os actores Alexandre Castanheira e Fernando Soares farão da poesia o eco do homem da “Grândola”. Neste dia vai falar-se, também de Adriano Correia de Oliveira, companheiro de canções de luta e de vida de José Afonso a quem a Casa do Povo da Longra dedicará em Outubro, um evento de tributo ao cantor da “Trova do Vento que Passa”, na passagem dos 25 anos da sua ida para outras paragens. Na parte de tarde, pelas 16 horas, haverá lugar a um debate/tertúlia, ao qual foram convidados Alexandre Manuel (jornalista e ex-editor do DN), Isabel e José Manuel Correia de Oliveira (filhos de Adriano), Paulo Alão (músico que participou em algumas gravações do Zeca e do Adriano), Alexandre Castanheira, Soares Novais (jornalista e editor da Arca das Letras), representantes da AJA-NORTE e da Casa do Povo, entre outros que poderão juntar-se. A 3 DE FEVEREIRO….ZECA…SEREMOS NÓS TODOS… MELHOR OU PIOR… OS TEUS CANTORES! PARA O QUE DER E VIER…SEM MUROS NEM AMEIAS! IGUAIS POR DENTRO E IGUAIS POR FORA! Os amigos do Zeca da Casa do Povo da Longra Felgueiras

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Homenagens e tributos (2007)
20/01/2007By AJA

José Afonso na Moita

Para recordar o cantor e músico José Afonso, falecido em Fevereiro de 1987, a Câmara Municipal promove algumas actividades culturais, entre Janeiro e Fevereiro, inseridas no programa comemorativo “Zeca Afonso – 20 Anos Depois”. Espectáculos musicais com CLAUD, com o cantor alentejano Vitorino e com a Brigada Vítor Jara, bem como uma festa popular, são apenas algumas das actividades previstas.

“Zeca Afonso – 20 Anos Depois” Programa

20 de Janeiro – 22:00h
Espectáculo com CLAUD
Lançamento do disco “Contradições”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 5 euros

27 de Janeiro – 22:00h
Espectáculo com Vitorino
“Tudo! Alentejo, Amor, Lisboa”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 12,50 euros

23 de Fevereiro – 15:45h
Romagem à Capa de Zeca Afonso
Concentração no Cemitério de Setúbal
Organização: Academia Musical 8 de Janeiro

24 de Fevereiro – 21:00h
Poesia – Palavras e Música
Biblioteca Municipal – Pólo de Alhos Vedros

24 de Fevereiro – 22:00h
Espectáculo com Brigada Vítor Jara
“Ceia Louca”
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da Banheira
Preço dos Bilhetes: 7,50 euros

24 de Fevereiro
Festa Popular – Desporto, Música, Gastronomia…
Escola Básica 2, 3 José Afonso – Alhos Vedros

Reserva de bilhetes para os espectáculos no Fórum Cultural
Horário da Bilheteira: De 3ª a sábado – 14:30h às 17:30h Dias de espectáculo – 20:30h até início do espectáculo Domingo – 10:00h às 11:00h
Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, das 14.30h às 17.30h, de terça a sábado, com um limite de 5 bilhetes por reserva, havendo um limite de 100 reservas por espectáculo. O levantamento das reservas deve ser efectuado até 48 horas antes do espectáculo.

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Homenagens e tributos (2007)
15/01/2007By AJA

Zeca Afonso – 20 anos | Figueira da Foz | Centro de artes e espectáculos | 23 de Fevereiro.

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Homenagens e tributos (2007)
28/08/2006By AJA

Noite de tributo a Zeca Afonso em Lisboa



Na noite de 9 de Setembro, no Bar Café do Mercado da Ribeira, lembramos o Zeca e as suas canções. O compositor e escritor Andrés Stagnaro é o nosso convidado especial….

O bar café do Mercado da Ribeira recebe, na noite de 9 de Setembro o compositor e escritor uruguaio Andés Stagnaro, que nos dará a conhecer o seu albúm “Las canciones de José Afonso”.

Para homenagear o Zeca contamos também com a actuação de alguns musicos residentes deste bar.

Contamos consigo a partir das 22h30.
Reserve a sua mesa através do 210 312 600 / 01 ou 210 312 605.

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Homenagens e tributos (2007)
25/08/2006By AJA

Fotos de Vila Real de Santo António





Aqui ficam algumas fotos da homenagem a José Afonso em Vila Real de Santo António.
Em cima, as fotos da conferência com Alípio de Freitas, José Luis Louro, Teodomiro Cabrita Neto e António João.
Mais abaixo, o cartaz anunciando a exposição sobre a vida e obra de José Afonso no Arquivo Histórico Municipal.

Em breve, colocaremos mais fotos deste evento que se revelou um enorme sucesso, nomeadamente, no concerto do último dia que esgotou o Centro Cultural António Aleixo.

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