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  • 100 Anos de José Afonso
December 2010
Home 2010
ImprensaPartituras e tablaturas
31/12/2010By AJA

Tudo o que Zeca compôs – JN

“José Afonso – todas as canções” é a prova de que Zeca não foi apenas um cantor de intervenção. Essa é a convicção dos autores do livro que dá a conhecer a totalidade da obra do cantor e compositor. Uma obra construída ao longo de 32 anos.
A edição deste livro serve para “lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção”, justifica José Mário Branco, co-autor da obra, em declarações à Lusa. Em causa, uma publicação em que, pela primeira vez, se reuniram letras, partituras e cifras de todos os temas por ele compostos.
O livro contém material referente a 159 canções que Zeca Afonso compôs e gravou. Estava pronto desde 2004, mas só recentemente se conseguiu autorização da família para publicação, da responsabilidade da editora Assírio & Alvim.
Além de José Mário Branco, participaram na compilação João Lóio, Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca. No prefácio, os autores referem que falar de Zeca só como o maior cantor português de intervenção “é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa” e, ao mesmo tempo, “é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política”.
Nesse sentido, sublinham que as “canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra”, pelo que arrumar Zeca na “gaveta” da canção de intervenção “é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX”, dizem. E lamentam: “Se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu”.
Referindo que, de há uns anos a esta parte, o compositor “passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos”, os autores lembram também que Zeca “renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes”.
“Há toda uma geração de músicos e estudantes de música que podem descobrir e o repertório de Zeca Afonso, sem a carga política dos tempos logo a seguir ao 25 de Abril”, disse ainda José Mario Branco, acrescentando que quem quiser aprender a tocar os temas do compositor pode fazê-lo “com a certeza de que tem a transcrição fiel” dos mesmos. A este propósito, os autores referem no prefácio que apenas se permitiram “alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição” em três casos específicos.
A vasta obra discográfica de José Afonso iniciou-se em 1953 e terminou em 1985, ano em que foi editado o seu último álbum de originais, “Galinhas do mato”. Devido ao seu estado de saúde, Zeca já não conseguiu cantar todas os temas desse disco. Dois anos antes, o cantor actuou pela úlima vez. O derradeiro concerto, realizado no Coliseu de Lisboa, foi agora editado pela primeira vez em DVD, jutamente com o CD “Galinhas do mato”.

Isabel Peixoto | Jornal de Notícias

Nota da AJA: O derradeiro concerto de José Afonso não foi no Coliseu de Lisboa, como é hábito referir-se. Depois de Lisboa, José Afonso actuou nas Caldas da Rainha, no Coliseu do Porto, Coimbra, Évora e Barreiro. Em breve, colocaremos aqui no blogue um artigo sobre este assunto.

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Concertos de José AfonsoDVD
27/12/2010By AJA

DVD do concerto do Coliseu de Lisboa já à venda na AJA

15€ + portes

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Associação José Afonso
24/12/2010By AJA

A Associação José Afonso deseja a todos felizes festas e um bom ano novo.

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AJA NorteNúcleos AJA
22/12/2010By AJA

Assim foi a sessão sobre a experiência SAAL no Porto.

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AJA NorteNúcleos AJA
13/12/2010By AJA

Feira de Natal na AJA norte. Apareçam.

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Prémio José Afonso
09/12/2010By AJA

Que se passa com o Prémio José Afonso? Uma pergunta de Álvaro José Ferreira

«Com o objectivo de homenagear José Afonso, incentivar a criação musical de raiz portuguesa e animar turística e culturalmente a cidade da Amadora, organizará a autarquia anualmente um Festival de Música Popular Portuguesa, o qual terá como ponto alto a atribuição do Prémio José Afonso.
O Prémio José Afonso destina-se a galardoar um álbum inédito editado durante o ano anterior ao da realização do Festival de Música Popular Portuguesa, cujos temas tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de “Grândola, Vila Morena”.»
Assim reza o regulamento do Prémio José Afonso, criado em 1988, pela Câmara Municipal da Amadora, era então presidente Orlando de Almeida, e vereador da Cultura e Turismo Fernando Pereira, dando seguimento a proposta do Sr. Júlio Murraças, o funcionário da edilidade que até 2005 teve a seu cargo a pré-selecção dos discos, a organização do festival e a direcção da revista “MPP”.
Depois do episódio insólito ocorrido em 2006, em que o prémio não foi atribuído, não por falta de discos de qualidade editados no ano anterior (um dos quais “Faluas do Tejo”, dos Madredeus, o grupo que, depois de Amália, mais fez pela difusão da música portuguesa além-fronteiras e que acabou por se extinguir sem nunca receber a distinção), mas devido a incompetência do executivo camarário na elaboração da lista sujeita à apreciação do júri, as coisas pareciam ter voltado a uma relativa normalidade. Em 2007, a Brigada Victor Jara seria a feliz contemplada, pelo álbum “Ceia Louca” (há muito que o histórico grupo de Coimbra era credor do prémio) e no ano seguinte sorriria a sorte ao grupo Frei Fado d’El Rei, pelo disco “Senhor Poeta: Um Tributo a José Afonso”. Sábias e fora de questionamento ambas as decisões do júri.

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ImprensaPartituras e tablaturas
07/12/2010By AJA

Livro “José Afonso – Todas as canções” desvenda o cantor para lá da intervenção

“José Afonso – Todas as canções” reúne as letras e os diagramas de acordes de 159 canções da autoria de Zeca Afonso, compiladas por José Mário Branco, João Lóio, Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca.
O livro está pronto desde 2004, mas a família de José Afonso não autorizou a publicação, tendo a situação sido desbloqueada agora com a editora Assírio & Alvim.
Em declarações à agência Lusa, o músico José Mário Branco explicou que a edição deste livro servirá para “lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção”.
“É também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel”, disse José Mário Branco.
“José Afonso – Todas as canções” será editado na colecção “Rei Lagarto”, que reúne livros sobre música e edições semelhantes, como o “songbook” e a biografia “Retrovisor” de Sérgio Godinho e o livro de canções de Tozé Brito.
O livro de José Afonso reúne baladas, trovas, chulas, cantigas populares e cantares de intervenção, mas “as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra”, referem os organizadores no prefácio.
“Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu”, lamentam.
Há toda uma geração que músicos e estudantes de música que podem descobrir e aprender o repertório de Zeca Afonso, sem a carga política dos tempos logo a seguir ao 25 de Abril, referiu José Mário Branco à Lusa.
No livro lá estão “Grândola, vila morena”, “Os vampiros”, “O que faz falta”, “Coro dos tribunais”, mas também “Verdes são os campos”, “Canção de embalar” e “Adeus ó serra da Lapa”.
No prefácio, os quatro autores criticam o “analfabetismo musical” e o “mau gosto” de directores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de “ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos”.
Zeca Afonso morreu em 1987 e deixou uma obra discográfica que “constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem”, concluem os organizadores de “José Afonso – Todas as Canções”.
À venda está já, pela primeira vez, a edição em DVD que regista a actuação de José Afonso no Coliseu de Lisboa a 29 de Janeiro de 1983, e que inclui ainda o álbum “Galinhas do mato” e textos de Adelino Gomes e Viriato Teles.

Lusa

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DiscografiaNo verso dos versos
03/12/2010By AJA

Teresa Torga II

O artigo de Rogério Rodrigues que serviu de matéria-prima a José Afonso.
Artigo sobre Teresa Torga na revista Plateia.
Encontrado aqui

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AJA Norte
02/12/2010By AJA

SAAL no Porto

Focando as temáticas da participação, do direito à habitação e do direito à cidade, o Núcleo do Norte da Associação José Afonso irá organizar uma sessão sobre a experiência SAAL no Porto. A sessão terá lugar nas instalações da Fundação José Rodrigues, no próximo dia 11 de Dezembro pelas 16.00.
Nas músicas do Zeca, todos nos lembramos facilmente da cidade onde o povo é quem mais ordena, da cidade sem muros nem ameias, ou daqueles “índios” que ousaram construir as suas casas para os lados da Meia-Praia. Talvez tenha sido esta “cidade sonhada” que o SAAL procurou materializar.
O SAAL – Serviço Ambulatório de Apoio Local – foi o serviço de apoio a processos de realojamento criado logo após o 25 de Abril para enfrentar as graves carências habitacionais da população portuguesa.
Focando as temáticas da participação, do direito à habitação e do direito à cidade, o Núcleo do Norte da Associação José Afonso irá organizar uma sessão sobre a experiência SAAL no Porto. A sessão terá lugar nas instalações da Fundação José Rodrigues, no próximo dia 11 de Dezembro pelas 16.00.
No Porto, onde um quarto da população vivia em ilhas, barracas, ou casas degradadas, o SAAL foi uma intensa experiência de reivindicação, de democracia e de intervenção participativa nas áreas da habitação e da construção da cidade.
Ainda hoje o SAAL continua a ser uma referência pela forma como envolveu brigadas técnicas multidisciplinares e, sobretudo, os próprios moradores, num esforço colectivo por uma habitação condigna e pelo direito à cidade.
Integrada no ciclo Cidade sem muros nem ameias, o Núcleo do Norte da Associação José Afonso organiza a sessão SAAL no Porto, em que moradores, arquitectos, sociólogos, dirigentes associativos, juristas e outros intervenientes irão recordar a experiência do SAAL através dos seus testemunhos pessoais.
A partir destes relatos será feita uma ponte para os dias de hoje, reflectindo sobre os caminhos que a sociedade, a política, ou a arquitectura têm percorrido desde essa altura e sobre a utopia da construção de uma cidade sem muros nem ameias, capital da alegria.

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Guilhermino MonteiroJoão LóioJosé Mário BrancoOctávio FonsecaPartituras e tablaturas
28/11/2010By AJA

Texto de apresentação da obra “José Afonso – Todas as canções”

«”José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!”
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Não é sequer uma meia verdade. É, de facto, uma «falsa» verdade.
Reduzir José Afonso ao cantor de intervenção, que ele também foi, é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política.
É claro que, numa análise larga, podemos considerar cada cantiga de José Afonso uma canção de intervenção, na medida em que todas elas reflectem a sua forma de estar na vida e de a observar. Desse ponto de vista, cada uma das suas cantigas foi concebida deliberadamente à revelia da ideologia dominante e contra ela.
Na realidade, porém, as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu.
Além disso, essa etiqueta é um óptimo álibi para que os divulgadores musicais o possam banir com toda a tranquilidade. Porque “a música de intervenção já teve o seu tempo e já não interessa ao grande público”.
Mas sejamos justos: se a rádio e a televisão ignoram a obra de José Afonso, esse facto não se deve apenas ao analfabetismo musical e ao mau gosto de muitos dos seus directores de programas. Deve-se também às imposições do mercado, para o qual e com o qual esses directores trabalham.
Sintomaticamente, essa marginalização não tem hoje reflexo no meio musical. Pelo contrário, de há uns anos a esta parte, José Afonso passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos.
Este facto atesta bem a sua importância na história da música popular portuguesa. Graças ao seu talento excepcional, renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes. A esse papel não são estranhos três factores resultantes da sua própria vivência: o meio universitário coimbrão, culto e boémio, onde estudavam jovens oriundos de zonas rurais ou semi-rurais, que integrava já, na tipicidade das suas baladas, fortes influências da poesia e da música tradicionais de várias regiões do país, sobretudo das Beiras e dos Açores; a instabilidade, pouco normal para a época, da sua infância e da sua adolescência, que muito cedo o levou a contactar com meios socioculturais muito diferentes; uma cultura literária acima da média, adquirida sobretudo em Coimbra, que contribuiu para elevar os seus padrões de qualidade no uso da palavra cantada.
Mestre incontestado da canção popular portuguesa, simultaneamente um genial autor e intérprete de canções, cidadão exemplar e incansável lutador pela liberdade e pela justiça no contexto da ditadura salazarista, mas também no pós 25 de Abril, a sua vasta obra discográfica, iniciada em 1953 e terminada em 1985, constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem.
José Afonso deixou-nos em 1987. Num país tremendamente desculturado e desatento foi preciso esperar quase um quarto de século para ver aparecer o presente trabalho, que reúne as partituras de todas as 159 canções que gravou, com as respectivas letras e cifras, exceptuando apenas os fados de Coimbra de autoria alheia que interpretou.
Para que este livro possa constituir um complemento de alguma utilidade para quem pretender conhecer e estudar a sua obra, optámos pela transcrição fidedigna do que está registado nos fonogramas, independentemente de pensarmos, num ou outro caso, que poderia haver outras soluções ao nível da estrutura ou da harmonia. Pela mesma razão, não sugerimos qualquer hipótese de harmonização, quando a harmonia não é evidente no arranjo.
Apenas nos permitimos alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição, nos seguintes três casos:
— Para que a partitura reflicta a digitação utilizada, nas situações em que a afinação habitual das violas foi alterada;
— Quando os instrumentistas utilizaram um transpositor;
— No limite, quando a tonalidade da gravação, com pequena diferença de tessitura, poderia dificultar desnecessariamente a leitura e a execução.
A autoria das letras e das músicas é de José Afonso, excepto quando são indicados outros autores.
Esperamos que este José Afonso — Todas as canções possa contribuir para um melhor conhecimento e estudo deste precioso património.»

Guilhermino Monteiro
João Lóio
José Mário Branco
Octávio Fonseca

Retirado do blogue da Assíro & Alvim

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Associação José Afonso
28/11/2010By AJA

Fotos do jantar de aniversário da AJA, em Grândola, que juntou mais de 50 amigos

Poema de Graça Dias que aparece a lê-lo em cima.
Helena Carmo

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AJA NorteNúcleos AJA
24/11/2010By AJA

Convite para projecto “OCUPAR ABRIL, TOMAR DE ASSALTO O MÊS DE MAIO”

Caro(a)s Amigo(a)s: no próximo dia 29, 2ª feira, pelas 21h 30 m, na sede do núcleo do norte da Associação José Afonso iremos dar o “pontapé de saída” ao projecto “OCUPAR ABRIL, TOMAR DE ASSALTO O MÊS DE MAIO”.
Será um encontro exploratório, sem qualquer decisão previamente tomada uma vez que, como sempre, defendemos que TUDO deve ser decidido por TODOS.
Pretende-se com este projecto “encher” os meses de Abril e Maio de 2011 com iniciativas descentralizadas a nível mundial que celebrem datas, eventos, acontecimentos, homens, mulheres, factos, épocas, etc, que tenham contribuído para o desenvolvimento da humanidade, para tornar o mundo mais livre, mais justo, mais fraterno e solidário.
Desafiamos-vos, por isso, a estarem presentes ( ou a demonstrarem a vossa adesão da melhor forma que entenderem) de modo a que este projecto possa ser partilhado o mais amplamente possível.
Saudações,

AJA norte

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AJA NorteNúcleos AJA
23/11/2010By AJA

AJA norte | venda de Natal dias 4, 11 e 18 de Dezembro

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Associação José Afonso
22/11/2010By AJA

Jantar comemorativo dos 23 anos da AJA em Grândola

Jantar comemorativo dos 23 anos da aja, dia 27 de Novembro de 2010, com a presença dos companheiros da direcção, tendo como objectivo angariar novos sócios para a promoção de um núcleo da AJA em Grândola.

Data: 27/11/2010
Local: Tasquinha do Zé de Moura no largo da República (largo das palmeiras), pelas 20horas.
Preço: 10€

Contactos para marcações:
José Ramos – 918367598
Carlos Pires – 912720394
Josefina Batista -916799249

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Partituras e tablaturas
21/11/2010By AJA

FINALMENTE! As partituras e acordes de todas as músicas de José Afonso

Encomendem já o vosso exemplar. Enviem-nos um email com o vosso pedido.

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    Associação José Afonso
    20/11/2010By AJA

    Casa cheia para celebrar o 23º aniversário da AJA

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    Associação José Afonso
    16/11/2010By AJA

    Comunicado da AJA

    …“O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar alibís para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!”…
    José Afonso
    Entrevista realizada por Viriato Teles, In: Jornal Se7e, 27/Novembro/85
    A Associação José Afonso não pode ficar indiferente à realização da cimeira da NATO em Lisboa. Os senhores da guerra vão reunir-se…
    A AJA apoia o vasto movimento de cidadãos contra a Guerra, pela PAZ e contra a NATO. Assim, apelamos aos nossos associados e amigos para participarem nas iniciativas que vão decorrer em Lisboa, em particular na manifestação dia 20, no Marquês de Pombal, pelas 15 horas.
    A Associação José Afonso afirma-se solidária com a Greve Geral do próximo dia 24 de Novembro, convocada pelas centrais sindicais CGTP e UGT e também por sindicatos independentes.
    Teremos a nossa sede encerrada nesse dia e apelamos aos sócios e amigos da AJA que marquem presença nesta manifestação de repúdio à política do governo.
    Setúbal, 9 de Novembro de 2010
    O Presidente da AJA
    Francisco Fanhais

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    AJA NorteNúcleos AJA
    13/11/2010By AJA

    O Zeca no “Púcaros” com o núcleo do norte da AJA

    Ribeira do Porto
    Arcos de Miragaia
    “Púcaros Bar”

    Segunda-feira, 12 de Dezembro, 22 horas, 2005
    A porta abriu-se e achegaram-se dezenas de amigos do Zeca.
    Embalados pelo generoso cartaz da Gabi, uns vinham com a viola, outros com os filhos, outros, apenas, com a alma feita pelo reencontro .
    Éramos de Penafiel, de Famalicão, de Guimarães, de Ermesinde, de Gaia, de Matosinhos, da Maia… de muitos caminhos que se cruzaram, também, com o Zeca.
    Na apresentação do Núcleo do Norte da Associação José Afonso éramos mais de cinquenta entre “finos” , “cimbalinos” e “Português Suave”.
    Enquanto os “Maneis” e as “Marias” se acomodavam o Paulo e o Eduardo falavam dos objectivos , das iniciativas , dos próximos encontros, da AJA…e do Zeca. Correndo a sala o Jorge distribuía os últimos papeis do Tribunal Mundial sobre o Iraque e o discurso do Pinter/ Prémio Nobel da Literatura 2005.
    Na mesa da “conspiração” uns dos “Maneis” falava entusiasmado das andanças em Matosinhos para a realização de uma nova sessão.
    Noutra, o Tino explicava a iniciativa de Guimarães a 24 e 25 de Fevereiro do próximo ano. Até que outro dos “Maneis”, o Sampaio, agarrou na guitarra e cantou. E depois foi o Zé Luis e depois o Ramalho e depois o Pedro e o Carlos Jorge com poesia e depois o texto do José António e depois outra vez…foram muitos os que nos puseram o Zeca, de novo, em cima da mesa.
    Às três da manhã, depois do Zé Silva e amigos, do Tino e nós todos, terem cantado a alegria …a cerveja parou.
    Regressamos sabendo que da próxima virão mais cinco porque continua a ser preciso ver bem os cantares deste nosso andarilho. Enquanto há força.
    FEZ ONTEM 5 ANOS…e ainda tínhamos o Carlos por ali!

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    Michel Giacometti
    10/11/2010By AJA

    Filmografia completa de Michel Giacometti será editada este mês

    No ano em que se assinalam vinte anos do desaparecimento do etnomusicólogo Michel Giacometti, a Tradisom, Vídeos RTP e o jornal Público, com o apoio do Museu da Música Portuguesa que alberga parte substancial do seu espólio, editam a sua filmografia completa em 12 volumes. Para além da sua cinematografia, esta edição reúne contribuições de diversos investigadores, contando também com a participação especial do fotógrafo Augusto Brázio, que construiu um conjunto de portfolios sobre os objectos, os lugares e as pessoas que atravessam o trabalho de três décadas de Michel Giacometti. A colecção de 39 documentários, que estará disponível no mercado a 22 de Novembro, assume uma importância e interesse extraordinários, pois apresenta o primeiro levantamento em filme das práticas musicais de um povo feito de forma exaustiva, sendo que algumas delas já estão hoje extintas.

    A sessão de lançamento contará ainda com a primeira audição da obra Canticum, comentário sobre a melodia O Menino, de Peroguarda, para quarteto de cordas, da autoria de Christopher Bochmann, interpretada por um quarteto de cordas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
    Informações pelo tel.: 214815904 ou e-mail: mmp@cm-cascais.pt
    http://mmp.cm-cascais.pt
    MUSEU DA MÚSICA PORTUGUESA – CASA VERDADES DE FARIA
    6ª feira às 18h30

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    Michel Giacometti
    10/11/2010By AJA

    Em Évora até ao final do ano

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    AJA NorteNúcleos AJA
    09/11/2010By AJA

    Castanhas AJAdas no núcleo do norte

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    Associação José Afonso
    09/11/2010By AJA

    Contamos convosco.

    23 anos a divulgar a vida e a obra de José Afonso

    A Associação José Afonso, vai realizar, no dia 18 de Novembro de 2010, (quinta-feira), pelas 20 horas, no restaurante “O Solar do Lago” (Largo José Afonso / Setúbal), um jantar convívio comemorativo do 23ª Aniversário da sua criação.
    Vamos juntar à mesma mesa, sócios fundadores e amigos desta associação.
    Sócios fundadores confirmados:
    Francisco Fanhais
    Zélia Afonso
    Otelo Saraiva de Carvalho
    Alípio de Freitas
    Camilo Mortágua
    Francisco Naia
    Carlos Guerreiro
    Henrique Guerreiro
    Victor Serra
    Jorge Carlos Luz
    César Escumalha
    António Borges
    Henrique Marques
    Samuel Marques

    Esperamos a confirmação de mais sócios.

    Reservas pelos telefones:
    265185580 / 962439189 / Fax: 265185581

    Setúbal, 9 de Novembro de 2010
    O Presidente da AJA
    Francisco Fanhais

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    Concertos de José AfonsoFilmografia
    09/11/2010By AJA

    Concerto do Coliseu de Lisboa em DVD + CD “Galinhas do Mato”

    «Águas das fontes calai / ó ribeiras chorai / que eu não volto a cantar…» Por um instante, a voz de Zeca estremece e emociona a plateia, onde muitos não conseguem conter as lágrimas perante a crueza premonitória deste verso, aquele que ainda hoje em primeiro lugar me ocorre de cada vez que penso nessa noite mágica de 29 de Janeiro de 1983. Raras vezes um tema musical terá sido tão perturbador para um auditório como o foi essa Balada de Outono cantada por José Afonso no palco do Coliseu dos Recreios

    In A voz do desassossego
    (extracto do texto de Viriato Teles inserido no booklet que acompanha a edição em DVD de “José Afonso ao Vivo no Coliseu”)
    Edição FNAC/ CNM. Incluí DVD “Ao Vivo no Coliseu” + CD “Galinhas do Mato” + Booklet com textos de Adelino Gomes e Viriato Teles

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    Concertos de José AfonsoFilmografia
    09/11/2010By AJA

    José Afonso editado em DVD

    É hoje editado pela primeira vez em DVD o concerto que José Afonso realizou a 29 de Janeiro de 1983 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Neste espectáculo o músico esteve acompanhado por artistas como Fausto, Júlio Pereira, Janita Salomé, Octávio Sérgio, Lopes de Almeida, entre outros. Este DVD, simplesmente intitulado Ao Vivo no Coliseu, conta com 12 temas interpretados nessa noite, entre os quais Balada de Outono, Vampiros, A Morte Saiu à Rua ou Era Um Redondo Vocábulo.

    Diário de Notícias, 8.11.2010

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    Discografia
    08/11/2010By AJA

    Excerto de uma comunicação proferida em 09Nov03, em Coimbra, no seminário A Canção de Coimbra e os seus Cultores, por José Anjos de Carvalho

    FADO DAS ÁGUIAS (Ó águia que vais tão alta)

    Deste fado existem numerosas gravações e reedições. A letra deste fado não é de José Afonso. A 1ª quadra é de Camilo de Castelo Branco, foi cantada por Custódio José Vieira na Récita de Despedida de 1906 e, tal como está a ser cantada desde os anos 50, não respeita a versão original (está estropiada).
    A 2ª quadra deste fado data de 1946, é da autoria de Fernando Quintela, o Poeta Quintela, de seu nome completo António Fernando Rodrigues de Lemos Quintela, que conviveu com Augusto Camacho na mesma República (o Palácio da Loucura) e que fez a quadra a pedido do próprio Augusto Camacho, que queria cantar este fado na 1ª Serenata de Coimbra que, em Dezembro de 1946, foi transmitida pela antiga Emissora Nacional; Augusto Camacho só conhecia a quadra de Camilo de Castelo Branco, pelo que precisava de uma 2ª quadra para poder cantar esse fado.

    Comunicação completa

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    Homenagens e tributos (2010)
    02/11/2010By AJA

    Algumas imagens da homenagem a José Afonso em Aubervilliers

    Lulendo, Fanhais e Octávio cantando Grândola Vila Morena
    Márcia Santos

    Lulendo

    Simon Berjeault

    Teófilo Chantre

    A tasca dos amigos
    Baile ao som da morna

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    AJA NorteNúcleos AJA
    01/11/2010By AJA

    Faleceu Carlos Pinto, um amigo da AJA

    O “rabujento” do Carlos Pinto, do “Púcaros-Bar”, no Porto, decidiu voar para outras paragens. Deixou-nos, como sempre, por sua conta e risco sabendo que nunca o esqueceremos.
    O núcleo do norte da Associação José Afonso deu no “Púcaros-Bar” alguns dos seus primeiros passos. Alguns de nós, conhecemos-nos aí e ainda por aqui andamos.
    Por isso, Carlos, já sabes, como no “Púcaros” não há chá, da próxima vez que lá formos vamos beber um copo de tinto por ti… e alguém há-de cantar ” A MORTE NUNCA EXISTIU” que o Zé Mário Branco tão bem interpreta no “SER SOLIDÁRIO”!
    Até sempre, companheiro!

    AJA norte

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    Concertos de José AfonsoRui Pato
    30/10/2010By AJA

    Mais músicas do concerto de 1968, no Teatro Avenida, em Coimbra


    José Afonso ao vivo, no Teatro Avenida, em 1967 "Cantares do Andarilho". Rui Pato na viola sound clip

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "Natal dos Simples". Rui Pato na viola. sound clip

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "Senhora dos Olhos Tristes". Rui Pato na viola. sound clip

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "Cantar Alentejano". Rui Pato na viola. sound clip

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "Elegia". Rui Pato na viola. sound clip

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "O que mais me prende ao Mundo". Rui Pato na viola. sound clip

    Eis o restante alinhamento do concerto no Teatro Avenida, que já aqui havíamos dado a conhecer. Uma generosa partilha de Jorge Rino, Rui Pato e Octávio Sérgio. 
    Resta-nos esperar que outros lhes sigam o exemplo e comecem a partilhar o conteúdo de velhas cassetes metidas em gavetas.

    José Afonso ao vivo no Teatro Avenida em 1967. "Tive o Diabo na Mão" sound clip

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    AJA Norte
    29/10/2010By AJA

    Mais uma noite de inquietação na AJA norte

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    AJA Norte
    26/10/2010By AJA

    Uma carta no núcleo do norte

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    Associação José AfonsoEscolas
    25/10/2010By AJA

    Materiais didácticos na Biblioteca de Setúbal

    Miguel Gouveia e Ana Sequeira

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    Francisco FanhaisHomenagens e tributos (2010)
    23/10/2010By AJA

    Entrevista a Francisco Fanhais, no Luso Jornal, aquando do seu recente concerto integrado na homenagem feita a José Afonso em Aubervilliers

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    CoimbraConcertos de José AfonsoRui Pato
    18/10/2010By AJA

    1ª actuação de José Afonso em Coimbra, no Teatro Avenida


    As pombas - José Afonso (ao vivo) com Rui Pato sound clip

    Foi em 1968, no Teatro Avenida, numa tarde de arte da Queima das Fitas. Nunca antes o Zeca tinha actuado em Coimbra depois de ter criado o seu repertório de Baladas em 1962. Foram necessários seis anos para que Coimbra o quisesse ouvir. Graças ao precioso arquivo fonográfico do meu amigo Prof. Jorge Rino, a gravação desse concerto está todo registado. Ele, gentilmente, cedeu-me esse registo, da qual destaco o primeiro tema do espectáculo – As Pombas, de José Afonso e Luis Pignatelli Andrade. A foto, é desse espectáculo.
    Rui Pato

    Via Guitarra de Coimbra

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    Associação José Afonso
    12/10/2010By AJA

    Venham celebrar connosco mais um aniversário

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    AJA Norte
    12/10/2010By AJA

    5 anos depois…

    No passado sábado, o núcleo do norte da AJA comemorou o seu 5º ano de existência. Na Cooperativa UNICEPE – onde se realizou a primeira reunião – foi descerrada, simbolicamente, uma placa comemorativa. Como sempre, em cada rosto igualdade…

    INTERVENÇÃO DE JOANA AFONSO EM NOME DO NÚCLEO DO NORTE DA AJA
    Companheiros,
    Registo com muito apreço a presença de representantes de algumas entidades que participaram com o núcleo do Norte da Associação José Afonso naquele que terá sido o nosso projecto mais querido até hoje: 80 anos de Zeca. Está aqui representada a Associação 25 de Abril, o CICP, a Cadeira de Van Gogh, o Círculo de Arte e Recreio e a Tane Timor. E é, também, com muita honra, que aqui temos o nosso “velho” companheiro Francisco Fanhais.
    Celebramos esta noite, nesta sala tão repleta de amigos (e tantos que ficaram de fora…), o quinto aniversário do núcleo do norte da Associação José Afonso. Festejamos não só o dia de anos, mas também todo o percurso deste núcleo, um percurso pautado pela adesão de pessoas tão diferentes nas vivências e trajectórias, quanto únicas na forma de pensar e agir. Aplaudimos todos aqueles que, através da sua presença e inegável carinho, tornaram esta jornada mais possível. Tantos amigos que trouxeram a força e a vitalidade, que tanta falta nos fazem. Festejamos o presente, mas também o passado (estes últimos 5 anos) e o futuro, que nos anuncia muitos desafios. E, como não podia deixar de ser, festejamos Zeca na sua plenitude e ousadia, que sempre fez prevalecer no seu percurso de vida a vontade de comunicar com os outros e a intenção de agitar.
    Cinco anos depois!
    Foram cinco anos de entrega a um projecto em cheio. Cinco anos de celebração, a norte, do legado de Zeca, que se foram concretizando através da difusão da sua palavra, música e exemplo cívico. Cinco anos repletos de inquietação e acção, que inspiraram muitas consciências para a luta e para a união, nunca olvidando o que realmente faz falta. Cinco anos de iniciativas, parcerias, desafios e contactos entre diversas entidades e organizações, que nunca esqueceram o espírito solidário, fomentado desde a criação deste núcleo. Cinco anos de ousadia e humildade, honestidade e coerência. Cinco anos que provam que a memória do Zeca é indelével e a força que esta nos transmite é incontestável.
    Hoje, eu, que ainda não era nascida à data da morte física do Zeca e me juntei a este projecto há pouco mais de um ano, partilho convosco a celebração do enriquecimento do espírito. Festejo o meu projecto de descoberta, não só do mundo, como de mim mesma, a asserção dos meus ideais e a reafirmação daquilo em que realmente acredito. Festejo um ano de crescimento, só possível através das figuras que aqui encontrei e com as quais fui convivendo e privando. Gente que tantas vezes me fez sentir pequenina, perante a densidade das suas vivências e memórias, e tão grande, tendo em conta tudo aquilo que me foi transmitindo. E, tal como eu, estou segura de que muitos dos que aqui estão se congratulam por pertencer a um projecto tão bonito, que ainda tem muito para avançar e tanto para crescer.
    E muitos mais anos virão. Porque acreditamos na concretização da Utopia, na criação da cidade do Homem, coroada pela palavra forte e justa. Porque cremos que um Novo Mundo, sem muros nem ameias, de gente igual por dentro e por fora, é possível. Juntos teremos a força e seremos muito mais do que apenas alguém, contra todos os ventos que nos venham virar as quilhas. Porque, mais que nunca, é preciso cantar e provocar agitação. É preciso avisar e animar a malta.
    Brindemos ao crescimento do núcleo nestes cinco anos, a todos aqueles que aqui se encontram e a todos os outros que a nós se juntaram e foram tornando possível o sonho e a acção, sempre com a pronúncia do norte. E brindemos ao Zeca… sempre!

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    ConferênciasEscolas
    09/10/2010By AJA

    Dia 23 de Outubro em Setúbal

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    Escritas do Maio
    06/10/2010By AJA

    Escritas do Maio em Angola

    O livro Escritas do Maio, em Angola, no Magistério Primário de Benguela, Outubro de 2010.

    Uma foto partilhada pela Ana Cristina e pelo António Sequeira.

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    AJA Norte
    30/09/2010By AJA

    Ontem, no Porto

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    AJA Norte
    24/09/2010By AJA

    A AJA norte está de parabéns.

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    Homenagens e tributos (2010)
    20/09/2010By AJA

    José Afonso homenageado em França

    De 14 a 17 de Outubro, a Associação Memória Viva irá promover uma homenagem a José Afonso, integrada no Festival des Villes des Musiques du Monde  em Aubervilliers. 

    Para mais informações:
    Sítio + Blogue da Associação Memória Viva/ Mémoire Vive

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    Manuscritos
    02/09/2010By AJA

    1ª edição do livro “Cantares” adquirida pela AJA

    Desenho de António Quadros e quadras de José Afonso que fazem parte da 1ª edição do livro “Cantares” adquirida pela AJA.

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    MoçambiqueTestemunhos
    01/09/2010By AJA

    Testemunho sobre uma colaboração de José Afonso com o Cineclube de Lourenço Marques

    (…) Com a sessão dos 400 Golpes, o cine clube arrebitou, mas era preciso mais um golpe para criar confiança nos associados e voltarmos aos 1600 a pagar quotas; era preciso avançarmos rapidamente para a 2ª alternativa da nossa estratégia,
    Por esses tempos encontrava-se em Lourenço Marques o Zeca Afonso, já no auge da sua carreira. Fui falar com ele, amigos, que éramos, contei-lhe das desgraças do cineciube e pedi-lhe que preenchesse metade de uma sessão do cineclube, à borla, claro estava, mas disso nem se falou, porque era óbvio. Disse logo que sim, sem por condições e marcou-se a data.
    A outra metade do programa era preenchida com um filme alemão, fornecido pelo consulado daquele país, do qual não tínhamos grandes referencias, mas já legendado em português e que se chamava, se a memória me não falha “Wir Wunderkinder”. Era um filme espantoso que tratava do renascer da especulação imobiliária na Alemanha Ocidental do pós-guerra de 1939/45. As manobras e corrupção dos especuladores eram denunciadas por um jornalista que, em consequência, era perseguido, sofria atentados e era objecto de tentativas de corrupção que sempre rejeitava. O filme acaba com uma cena em que os especuladores vão visitar o jornalista num andar elevado de um prédio. ainda em construção para tentar convence-lo a não publicar um artigo que os vai prejudicar, Sobem, para isso, num elevador que funciona, Perante a recusa do jornalista saem desvairados, jurando vinganças, e enfiam na primeira porta de elevador que encontram; mas, atrás desta não há elevador, só buraco e eles estatelam-se dezenas de pisos abaixo, definitivamente mortos, Um filme destes, com este final, depois de uma sessão com o Zeca Afonso onde se cantou a Grândola e os Vampiros acabou como só podia acabar: uma sala cheia, a abarrotar que já antes tinha aplaudido freneticamente o Zeca, rompeu numa generalizada salva de palmas, demonstrando que era gente pacífica mas detestando prepotências e atentados à liberdade.
    A sessão foi um sucesso; a sala estava cheia e entornava pelas costuras. O cineclube estabeleceu que cada associado devia pagar 3 quotas atrasadas. Muitos pagaram o ano inteiro só para verem e ouvirem o Zeca, Este foi aplaudido de pé, no fim de cada canção e obrigado a voltar ao palco e a cantar de novo várias vezes. Houve quem propusesse que continuasse o Zeca e não se exibisse o filme( mas depois gostaram dele) (…)

    Carlos Manuel Adrião Rodrigues

    Texto completo aqui

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    Galiza
    01/09/2010By AJA

    III Encontro na Lusofonia de Cangas, na Galiza

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    Documentários
    17/08/2010By AJA

    RTP2 repete documentários sobre músicos portugueses

    Entre 23 e 27 de Agosto pode ver na RTP2 alguns dos documentários que fizeram parte do Dia D, exibido a 24 e 25 de Abril.
    São documentários de realizadores portugueses, cinco filmes que pode ver durante essa semana, pelas 23:45.
    A terminar este ciclo de documentários portugueses é exibido a 27 de Agosto, “Não Me Obriguem a Vir Para a Rua Cantar”, um tributo a José Afonso.

    O Homem e a Obra marcaram toda uma geração de portugueses. E deixaram uma herança social e cultural às gerações seguintes. Todos temos um pouco de Zeca Afonso, um homem cujo génio ultrapassa qualquer época ou catalogação. Um homem cuja mensagem é veiculada por letras que se revelam sempre actuais. “Eu sou aquilo que fiz.” Zeca Afonso deu-nos tanto que agora é a nossa vez de lhe darmos algo.
    Este programa de homenagem ao Zeca Afonso é uma retribuição por tudo aquilo que ele nos deu. A SubFilmes convidou por isso vários artistas de áreas criativas contemporâneas para criarem uma obra de arte especialmente para Zeca Afonso – um filme, uma música, um desenho, uma animação de motion graphics.
    Será essa a interpretação, a homenagem, o tributo de cada um desses artistas. Assim, podemos ter uma colagem de um artista de street art, uma reinterpretação de um tema do Zeca ou uma produção de teatro. Rádio Macau, Nancy Vieira, Couple Coffee, Vicious 5, Raquel Tavares – na música; a companhia de teatro Primeiros Sintomas; a dupla de videojamming Daltonic Brothers; Target e Mosaik no street art; Quebra-Diskos no turntablism; etc. Além disso, foram gravadas várias tertúlias, cuja conversa gira à volta da importância do Zeca enquanto músico e activista, mas principalmente à volta da figura humana que foi o Zeca.
    A aposta forte deste programa reside numa abordagem de conteúdos que pretende captar por um lado a actualidade da mensagem do Zeca e por outro a faceta mais humana da sua vida.
     Francisco Pinto de Sousa
     
    Mais informação no  Jornal Hardmusica

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    80 anos de ZecaGalizaVídeo
    09/08/2010By AJA

    80 anos de Zeca: Fim de festa II


    Judite Almeida lê um texto sobre as relações entre José Afonso e a Galiza.

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    80 anos de Zeca
    08/08/2010By AJA

    80 anos de Zeca: Fim de festa

    Toda a informação e mais fotos das actividades de encerramento no blogue projecto “80 anos de Zeca”.

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    Homenagens e tributos (artes plásticas)Vídeo
    03/08/2010By AJA


    José Afonso desenhado por Nuno Mendanha

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    Concertos de José AfonsoFotografia
    03/08/2010By AJA

    José Afonso em concerto

    Concerto realizado em S. Romão, concelho de Seia, em Maio de 1977. Vêem-se na fotografia (da esq. para a direita) Adriano Correia de Oliveira, Pintinhas, Fausto, José Afonso e Vitorino.
    Fotografia de José Belarmino Mendes.

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    Homenagens e tributos (2010)Vídeo
    30/07/2010By AJA

    “Zeca Afonso”, música dos Karabinieri


    Do álbum “Sem censuras”, 2010

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    Homenagens e tributos (2010)
    27/07/2010By AJA

    Mário de Sá-Carneiro e José Afonso na UNICEPE

    A UNICEPE, uma das entidades subscritoras do projecto “80 ANOS DE ZECA”, irá organizar, no dia 28 de Julho, pelas 21h30, uma noite dedicada à poesia de Mário de Sá-Carneiro. Para além desta actividade, haverá música de José Afonso interpretada por Agostinho da Silva, que se fará acompanhar à tiorba.

    Mais informações no sítio da UNICEPE

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    80 anos de ZecaGaliza
    27/07/2010By AJA

    Em Redondela, na Galiza

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    Associação José AfonsoComo se fora seu filhoGrândola
    23/07/2010By AJA

    “Como se fora seu filho” em Grândola

    À semelhança de anos anteriores, a AJA, em colaboração com a Câmara Municipa de Grândola, organizará no dia 1 de Agosto, no Jardim Municipal, a partir das 21 horas, o espectáculo “Como se fora seu filho” que contará este ano com uma arruada do Grupo de Bombos de Souto da Casa – Fundão e um concerto da “Ronda dos Quatro Caminhos”.

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    Exposições
    21/07/2010By AJA

    Exposição em Guimarães

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    Homenagens e tributos (2010)
    16/07/2010By AJA

    Também amanhã, mas desta vez em Penela

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    Homenagens e tributos (2010)
    16/07/2010By AJA

    Amanhã em Tortosendo, na Covilhã

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    Associação José AfonsoEncontro anual
    10/07/2010By AJA

    Imagens do encontro anual da AJA

    Um trio muito animado da Galiza, o Manolo com o seu repertório inesgotável, o Chico da Emilinha, o Paulo Esperança, o Alípio de Freitas, o Xico de Cariño e o Francisco Fanhais, todos reunidos num dia de cantigas e grande confraternização.


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    80 anos de ZecaHomenagens e tributos (2010)
    07/07/2010By AJA

    No Porto

     

    Este espectáculo, construído com base em quinze canções populares tradicionais que integram a obra discográfica de José Afonso, é a nossa homenagem no ano em que se comemora o 80º aniversário do seu nascimento.
    A importância da sua obra musical e poética e a sua verticalidade como ser humano, na defesa de princípios e valores de liberdade, igualdade e justiça social, tornaram-no um ídolo de todos e, para muitos, um exemplo a seguir.
    A sua ligação à cultura tradicional está reflectida em toda a sua obra e as evidentes influências da terra e das tradições populares estão presentes no percurso de toda a sua vida.
    A expressão que dá nome a este espectáculo é da sua autoria (”Só se ouve o Brado da Terra”) e identifica também a preocupação que sempre colocamos na defesa da cultura popular tradicional em todos os trabalhos que apresentamos.
    O espectáculo inclui 15 canções tradicionais e 2 danças mas é encenado teatralmente e inclui também vários textos não musicados da autoria do Zeca Afonso, percorrendo o pais e muitas das suas tradições, mantendo sempre a cultura popular como pano de fundo.
    “O Brado da Terra” estará disponível para apresentação pública a partir do início de Junho, em salas ou auditórios com palco de dimensões para apresentações teatrais e necessita de equipamento de som e iluminação. Participam no espectáculo cerca de 30 elementos e a sua apresentação será, durante todo este ano de comemoração dos 80 Anos do Zeca, totalmente gratuita, garantindo apenas eventuais despesas de deslocação.

     

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    Luís Pinheiro de AlmeidaRui Pato
    06/07/2010By AJA

    Rui Pato

    Antes de tudo e de mais, o Rui Pato foi meu companheiro de brincadeiras de infância no Bairro S. José, em Coimbra, futuro Bairro Marechal Carmona, actual Bairro Norton de Matos, no Calhabé.
    Por causa dele, cheguei a partir a cabeça do meu irmão mais velho à pedrada.
    Rui de Melo Rocha Pato nasceu em Coimbra, no dia 04 de Junho de 1946, filho do jornalista-fotógrafo Rocha Pato, chefe da delegação de Coimbra de “O Primeiro de Janeiro” e, mais tarde, do “Diário Popular”.
    Pertence à “geração de viragem” da “canção de Coimbra”, tendo sido o acompanhante à viola de José Afonso, por escolha deste, na primeira fase da sua carreira na balada, de 1962 a 1969.
    Rui Pato tinha apenas 16 anos quando acompanhou José Afonso em “Menino de Oiro”, “Tenho Barcos, Tenho Remos”, “No Lago Do Breu” e “Senhor Poeta”, em 1962.
    A dupla com José Afonso foi interrompida pela PIDE em 1970 quando a polícia política impediu que Rui Pato seguisse para Londres para gravar “Traz Outro Amigo Também”, na sequência da crise académica de 69.
    (Em vão o esperei em Março desse ano em Londres. Em sua substituição foi o Bóris, Carlos Correia – nota do signatário).
    Rui Pato conheceu José Afonso através do Pai, que era amigo de Zeca. Rocha Pato doou a sua correspondência com Zeca ao Centro de Documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra. Numa ida a Coimbra, no início da década de 60, José Afonso mostrou aos amigos um outro tipo de música, sem o “espartilho da guitarra de Coimbra”.
    Tratava-se de uma grande liberdade rítmica, que necessitava apenas de uns leves acordes de viola para sublinhar o poema que era o mais importante da canção. Coube a Rui Pato executar esses leves acordes de viola.
    Mas Rui Pato não se limitou, exclusivamente, a acompanhar José Afonso. Entre 1960 e 1971 foi também um dos principais acompanhantes de Adriano Correia de Oliveira.
    Reputado pneumologista, Rui Pato é hoje presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Coimbra, EPE.
    Este ano, surpreendeu os amigos em confraternização na Praia de Mira com uma vibrante interpretação à viola de “Apache”, um clássico dos Shadows.
    Foi-lhe então perguntado se, à margem de José Afonso, alguma vez espreitou o ié-ié e a guitarra eléctrica, ao que respondeu que chegou a fazer parte de um conjunto, os Beatnicks, que fazia o tradicional percurso dos bailes de estudantes.
    Mais recentemente, Rui Pato confessou que já não tem guitarras eléctricas:
    Embora já tenha passado na adolescência por outros tipos de guitarras, actualmente não tenho nenhuma eléctrica, nem tão pouco uma acústica. Só tenho guitarras clássicas. Aqui convém esclarecer que a guitarra de Coimbra, a de fado, assim como a guitarra de Lisboa, não têm nada a ver com a guitarra de que estamos a falar.
    Estamos a falar de “violas”, ou seja, guitarras clássicas. Neste aspecto, uma guitarra clássica só tem alguma categoria se fôr fabricada por especialistas (lutiers), com madeiras raras que estiveram em estufa a secar mais de uma dezena de anos .
    Os grandes mestres da sua fabricação são espanhóis (Ramirez, Rubio, etc) , mas existem alguns grandes fabricantes na América do Sul, incluindo o Brasil, onde há fabricantes excepcionais (Di Giorgio).
    Claro que existem fabricantes industriais de boas guitarras feitas em série, muito mais baratas, mas… não têm nada a ver…
    Tenho actualmente três guitarras (violas): uma Odemira, da fábrica Luso-Espanhola, fabricada em 1967, uma do Luís Filipe Roxo, fabricada em 1980, e uma (a melhor de todas), de um fabricante de Braga , o Jorge Ulisses, feita em 1999.
    Quando for rico, quero ter uma Ramirez, do modelo topo de gama!
    PS – Há precisamente 10 anos – 29 de Setembro de 1998 – recebi uma missiva de Rui Pato, onde referia a nossa amizade de calções nas praças da nossa infância.

    Colaboração de Luís Pinheiro de Almeida

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    Homenagens e tributos (2010)
    06/07/2010By AJA

    Ephemera

    Da biblioteca e arquivo de José Pacheco Pereira

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    Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentaisHomenagens e tributos (música)
    05/07/2010By AJA

    Música sobre música de José Afonso (1980-2010)

    Concerto “VENHAM MAIS CINCO – Homenagem a José Afonso”, com Luís Pacheco Cunha (violino) e  Amílcar Vasques-Dias (piano).

    Fábrica Braço de Prata | 10.7.10 | Lisboa | 22H00 | Sala Nietzsche

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    Documentários
    05/07/2010By AJA

    Da série “Figuras de Coimbra”


    Figuras de Coimbra – 2/ Zeca Afonso | grupo multimedia X

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    Documentários
    26/06/2010By AJA

    “Legados de José Afonso”: nota de imprensa

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    Homenagens e tributos (2010)
    26/06/2010By AJA

    No Seixal

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    José Saramago
    18/06/2010By AJA

    “O universo não tem notícia da nossa existência” *

    A AJA junta-se a esta onda de consternação pelo falecimento do escritor José Saramago, celebrando-o também na sua condição de sócio-fundador desta Associação. 
    * José Saramago em entrevista a Adelino Gomes

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    80 anos de Zeca
    18/06/2010By AJA

    Um balanço do projecto «80 Anos de Zeca»

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    Documentários
    09/06/2010By AJA

    Documentário “Legados de José Afonso”

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    80 anos de Zeca
    08/06/2010By AJA

    80 Anos de José Afonso – Jantar convívio com música e poesia

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    Documentários
    06/06/2010By AJA

    “Legados de José Afonso” um documentário de Marco Pereira

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    Associação José AfonsoEncontro anual
    05/06/2010By AJA

    Relembramos o convite para o encontro anual. Inscrevam-se.

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    Homenagens e tributos (2010)
    04/06/2010By AJA

    Tributo em Montemor-o-Velho na próxima semana

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    80 anos de ZecaVídeo
    04/06/2010By AJA

    Mais um vídeo do concerto do Coliseu


    Retirado daqui

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    80 anos de ZecaTestemunhos
    01/06/2010By AJA

    Entrevista a Avelino Tavares

    Avelino Tavares, produtor musical, organizador do último concerto de Zeca Afonso, relembra esse espectáculo que decorreu a 25 de Maio de 1983 no Coliseu do Porto. Zeca já se encontrava muito doente mas tocou perante uma sala que esgotou com um mês de antecedência.

    Nesta entrevista de Ricardo Alexandre, Avelino Tavares apresenta ainda o concerto comemorativo do 80.º aniversário do nascimento de José Afonso que tem lugar este sábado, dia 29 de Maio, também no Coliseu do Porto. O espectáculo conta com a presença de Manuel Freire, Francisco Fanhais, Tino Flores e Samuel, entre outros e decorrerá no átrio e na rua. Concerto às 15h00 com entrada livre.

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    80 anos de Zeca
    01/06/2010By AJA

    Mais fotos do concerto no Coliseu do Porto

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    80 anos de Zeca
    31/05/2010By AJA

    No concerto no Coliseu do Porto

    Francisco Fanhais interpreta “Traz outro amigo também”
    Fotos Lígia Cardoso
    Fotos de Ursula Zangger
    Porque de um ESPECTÁCULO se tratou,
    houve tanto para ver, tanto para ouvir… e tanto para sentir!
    Há tanto para dizer…
    Com estas pessoas, novas e menos novas e as que ainda levantam o braço… as que ainda se manifestam, as de cá e as de lá, acalentamos a esperança de que a CONSTRUÇÃO DO NOVO MUNDO é possível!
    Dizer que FOI LINDO, QUE FOI MUITO BOM é muito pouco…
    PARABÉNS!

    Beijos para todos
    Lígia Cardoso

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    BibliografiaLançamentos
    28/05/2010By AJA

    Em Setúbal

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    Arranjos instrumentaisHomenagens e tributos (2010)
    26/05/2010By AJA

    Do Velho para o Novo

    ZECAFONIA
    Concerto Jazz fusão, Convento de S. Francisco 03 de Julho, 01.00 | Montemor-o-Novo

    Fazendo jus à divulgação da produção musical nacional, apresenta-se no Convento de S. Francisco, no espaço exterior, uma homenagem a Zeca Afonso. ‘Zecafonia’ propõe vestir de electrónica temas de Zeca Afonso, apostando simultaneamente na exploração da imagem projectada.

    Paulo Temeroso – Sax Tenor e Soprano / Clarinete / EWI / Electrónica
    José Pedraza – Teclados
    Juan Massana – Baixo
    Marco Santos – Bateria / Electrónica
    DJ Ride – Turntablism / Electrónica

    Mais informações no sítio do projecto “Oficinas do Convento”

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    Homenagens e tributos (2010)
    25/05/2010By AJA

    Em Montemor-o-Velho

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    Imprensa
    21/05/2010By AJA

    O último concerto público de Zeca Afonso

    Matosinhos hoje  (19/5/2010)

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    80 anos de Zeca
    21/05/2010By AJA

    “Canto de intervenção” nas Belas Artes do Porto

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    80 anos de Zeca
    18/05/2010By AJA

    Do átrio do Coliseu do Porto para a Rua Passos Manuel queremos a música a as palavras de José Afonso a navegarem pelas margens da utopia!

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    Associação José Afonso
    17/05/2010By AJA

    Encontro anual da Associação José Afonso

    Caro(a)s Sócio(a)s e Amigo(a)s da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO:
    No dia de 3 de Julho a AJA vai promover mais um habitual encontro anual de todo (a)s aquele (a)s que se revêm na obra e no exemplo cívico de José Afonso.
    Esse Encontro que juntará gente de Portugal e da Galiza decorrerá no C.F.T.L. – Centro de Formação e Tempos Livres, Rua dos Moinhos, Casal do Lobo – Coimbra.
    Com esta iniciativa, onde haverá comida, música, palavras e tudo o que se quiser, mais não se pretende que, em alegria e com espírito solidário, confrontar experiências, contar histórias, no fundo falar da vida que esta Associação – e as pessoas que em torno dela se movimentam – têm tido e querem continuar a ter.
    A nossa ideia é a seguinte:
    1. Chegada ao CFTL às 12h, dia 3 de Julho, sábado;
    2. Almoço volante, 13h, no CFTL composto por “tudo” o que os participantes levarem;
    3. Jantar, 20h, assegurado pela “organização” e que constará de “churrasco” e tudo o mais que “sobrar” do almoço;
    4. Alojamento: o CFTL tem disponíveis 14 quartos, dois deles triplos e os restantes duplos, sendo que qualquer destes últimos pode ser ocupados apenas por uma pessoa, com é óbvio. Os preços são: quarto duplos, 27,00 /quarto individual, 19,50 / quartos triplos, 32,50 (valores por quarto, com pequeno-almoço incluído);
    5. Cada participante deverá pagar 20€ ( alojamento excluído)mesmo que, generosamente, seja portador de comida ou bebida destinada a complementar o que a “organização” fornece, destinando-se, esperamos, 5€ por pessoa a “fundos” para a AJA,
    Caro (a) s Sócio (a)s e Amigo (a)s da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO:
    A ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO, pensa que esta iniciativa pode ser mais um dos caminhos – cujo tronco comum trilhamos há 23 anos – para nos conhecermos melhor, aconchegarmo-nos, falarmos em liberdade das mágoas, desencantos, esperança e revolta que povoam os nossos imaginários! E um fim-de-semana “conspirativo” (de comes e bebes, e do resto) não será um bom espaço para o fazermos?
    Saudações,
    Pela Direcção da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO,
    FRANCISCO FANHAIS
    (Presidente)
    NOTAS:
    1. INSCRIÇÕES ATÉ 5 DE JUNHO, COM INDICAÇÃO EXPRESSA DE RESERVA, OU NÃO, DE ALOJAMENTO, PARA:
    associacaojoseafonso@gmail.com
    ajanorte@gmail.com
    2. TENDO EM CONTA QUE VINHO ESTARÁ MAIS OU MENOS GARANTIDO, DIGAM-NOS, PF, COM O QUE PODEM CONTRIBUIR PARA REFORÇAR O NOSSO REPASTO (COMPANHEIROS GALEGOS: EMPANADA DE CHOUBINAS, DE BACALAO E AGUARDENTE DE ERBAS?

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    80 anos de Zeca
    14/05/2010By AJA

    “Que saudades, Zeca…”

    Sábado, dia 15 de Maio, pelas 21h30, no Auditório Municipal, a Nova Oficina de Teatro e Coral de Lousada lembrará Zeca Afonso, através de testemunhos, poemas e, sobretudo, cantando suas canções,

    num espectáculo que se insere no grande projecto nacional “80 anos de Zeca”.

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    80 anos de ZecaAJA Norte
    12/05/2010By AJA

    “80 anos de Zeca” e o concerto do Coliseu

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    80 anos de Zeca
    11/05/2010By AJA

    Imagens do concerto do passado sábado em Setúbal

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    Arranjos coraisCanto décimoGuilhermino Monteiro
    09/05/2010By AJA

    Canto Décimo no Centro Cultural de Vila Flor

    Ultrapassada a fasquia da centésima actuação, é no seu 13.º ano de existência que o Grupo Vocal Canto Décimo acrescenta ao seu reportório de música popular (rural e urbana), entre as obras de José Afonso, José Mário Branco e João Lóio, as “Canções Heróicas” de Fernando Lopes-Graça. Continua assim a sua missão de divulgação do património musical português agora em terras de Trás-os-Montes: Vila Flor, situada na parte sul do distrito de Bragança.

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    ImprensaTeses
    09/05/2010By AJA

    Nova tese de doutoramento sobre a obra de José Afonso.

    Via Guitarra de Coimbra

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    80 anos de ZecaHomenagens e tributos (2010)
    07/05/2010By AJA

    “Maior que o pensamento…”

    Associando-se desde a primeira hora ao projecto “80 Anos de Zeca”, movimento colectivo que tem vindo a levar a cabo iniciativas um pouco por todo o país e também na Galiza para assinalar os 80 anos passados desde o nascimento dessa figura ímpar da nossa cultura, a “Cadeira de Van Gogh” vai promover no próximo sábado – 8 de Maio – pelas 19h00 mais um concerto onde, desta vez, as canções do Zeca serão ponto de partida para uma improvisação colectiva por um grupo de músicos que aceitaram o desafio de dar outros rumos a uma obra maior que o pensamento…
    Participarão nesta aventura os músicos Edamir Costa – baixo, João Martins – saxofone, Filipe Fernandes – guitarra e Pedro Almeida – laptop, ruídos e vozes a ainda António Domingos – voz.

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    José António Gomes
    07/05/2010By AJA

    José Afonso: vivo e presente

    Desde os seus primórdios coimbrões – marcados pelo benigno ascendente do chamado fado de Coimbra –, as canções de José Afonso sempre foram a simbiose perfeita de três dons: uma poesia singular, uma voz única (de timbre e coloração inconfundíveis) e um inato talento para a melodia. E ao falarmos de melodia, e também de ritmos, não é possível esquecer a fidelidade desta música às raízes mais profundas da música popular portuguesa, mas também a sua dívida em relação aos ritmos da África e do Brasil, para não falar da irmã Galiza – que sempre soube homenagear este nosso cantor com espectáculos, com discos, com versões recriadas das suas canções e até com uma lápide no Auditório da Galiza, em Santiago de Compostela.
    Mas, além da sua qualidade musical intrínseca e da perenidade das suas cantigas (reinterpretadas por tantos artistas: Vitorino e Janita, Cristina Branco, Jacinta e tantos outros), também nos toca e nos marca, cada vez mais fundo, a indissipável aura de José Afonso como antifascista, democrata, lutador radical por um Socialismo verdadeiro. Toca-nos e serve-nos de exemplo a sua dimensão humana de companheiro fraterno e solidário, disponível para todo e qualquer combate em prol dos injustiçados deste mundo: os pobres, os sem-terra, os povos em luta pela sua dignidade e independência, os guerrilheiros da esperança. José Afonso ridicularizou como ninguém o salazarismo, mais tarde a rede bombista e a recuperação capitalista após o 25 de Novembro. Mas cantou também o amor, a amizade, os direitos da mulher. E vazou tudo isto em versos e melodias de alta temperatura musical e poética, mesmo naquelas composições em que não renegou a sua intimidade, a sua experiência pessoal e contradições, e se deixou imbuir (e bem) dos influxos do surrealismo, de um aparente nonsense ou do espírito das facécias populares.
    Por muito que muitos o prefiram ignorar, a imagem, a voz e a obra de José Afonso converteram-se em símbolos do 25 de Abril (será necessário recordar a «Grândola», o «Venham mais cinco», «Os índios da Meia-Praia», a «Utopia»?), expressão da resistência de um povo em combate pela liberdade e por uma vida digna.
    Vinte e três anos após a sua partida (nasceu em Aveiro, em 2 de Agosto de 1929 e morreu em Setúbal, em 23 de Fevereiro de 1987), a música de José Afonso está mais viva e actuante do que nunca. Venceu, como poucas, a lei da morte e o efémero. Muitos a guardam na memória e em cassetes, velhos discos de vinil e CD. E continuam a escutá-la. Isto porque a rádio, a nossa rádio, a silenciou e só conhece hoje um pacto com a mediocridade, o fácil, o insidioso pensamento único.
    José Afonso, esse, está vivo. E bem vivo. A prova é ter-nos deixado alguns recados para o deprimente tempo em que vivemos. Um tempo de «primos convexos» que não parecem aperceber-se das «plantas carnívoras» e dos «corvos» que, cada vez mais, os/nos cercam e «trincam os calos»: os bancos e a alta finança, os grandes grupos económicos, os senhores gestores da riqueza deles e da miséria dos outros, as agências de rating (espécie de rotweilers do capitalismo), os directórios políticos da União Europeia – peritos em garrotear os povos – e os seus representantes em Portugal, que há mais de 30 anos desgovernam este desgraçado país. Termino, por isso, com um poema de José Afonso adequado aos dias de hoje:
    Tenho um primo convexo
    Tenho um primo convexo
    Fadado para amnistias
    Em torno dele nadam
    Plantas carnívoras
    Agitando como plumas
    As cordas violáceas
    O meu primo dormita
    Glu glu entre palmeiras
    Suspenso numa rede
    De suor e preguiça
    Corvos bicam-lhe os pés
    Trincam-lhe os calos
    Enquanto a tarde jaz
    E a mão suspende
    O gesto de acordá-lo
    E a terra treme
    Mas de nada o meu primo se apercebe
    José António Gomes
    NELA – Núcleo de Estudos Literários e Artísticos da ESE do Porto

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    Fotobiografia
    05/05/2010By AJA

    2ª edição da fotobiografia de José Afonso

    Nova edição da fotobiografia de José Afonso, desta vez em capa mole, medidas mais reduzidas e a um preço mais convidativo: 19.90€

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    AJA Norte
    04/05/2010By AJA

    Em Miragaia

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    Imprensa
    02/05/2010By AJA

    Hoje, no Expresso

    Revista Única – 1.5.2010

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    80 anos de Zeca
    28/04/2010By AJA

    Concerto no Porto assinala 80 anos de Zeca Afonso

    O Coliseu do Porto recebe a 29 de Maio um concerto comemorativo do 80º aniversário do nascimento de José Afonso, anunciou esta quarta-feira a associação “80 Anos de Zeca”.
    “Convidámos cantores que ‘fizeram estrada’ com o Zeca e gente das novas gerações, para que, num local paradigmático para o seu imaginário, se possa trazer a sua obra e o prazer de falar dela para o seio da população” pode ler-se sobre o concerto no comunicado do projeto “80 Anos de Zeca” enviado à Lusa.
    O concerto, que terá a presença, entre outros, de Manuel Freire, Francisco Fanhais, Tino Flores e Samuel, decorrerá no átrio e na rua – a escolha foi deliberada para acolher mais pessoas – do mesmo Coliseu do Porto onde José Afonso deu o seu último espetáculo público, a 25 de maio de 1983.
    De acordo com a organização, o Coliseu do Porto “já deu o seu acordo à cedência do espaço e de apoio técnico”, ao concerto que faz parte do projeto 80 Anos de Zeca, lançado a 2 de agosto de 2009, que tem como objetivo celebrar a obra e o exemplo de cidadania de José Afonso.
    Durante o ano em que se assinalam os 80 anos de nascimento “do poeta, andarilho e cantor”, a associação “80 Anos de Zeca”, através de dezenas de entidades e pessoas coletivas de Portugal e da Galiza, leva a cabo uma série de iniciativas nas diversas áreas da expressão artística e cultural, nos quais se insere o concerto, que terá lugar dia 29 de maio, entre as 15h00 e as 18h00.
    Lusa

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    Homenagens e tributos (música)
    28/04/2010By AJA

    «Conversas com Carlos Paredes e Zeca Afonso»

    «Conversas com Carlos Paredes e Zeca Afonso» é o título do próximo concerto do Ciclo «Sonoridades 2010», dia 30 de Abril, às 21:30, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide.
    «Raizes» (André Santos, na guitarra e Nuno Tavares, ao Piano) promete fazer «a ponte entre a música tradicional portuguesa e a necessidade de expressão humana através da improvisação», segundo o divulgado em comunicado.
    O ciclo «Sonoridades», produzido pela Câmara Municipal de Oeiras, é pensado como «um espaço de apresentação de projectos que pelas suas características musicais não se enquadram na normal tipificação por géneros, dado incluírem uma complementaridade e/ou uma transversalidade de estilos musicais».
    O preço é de 5 euros (plateia e balcão). Os ingressos podem ser adquiridos no local, Centro de Arte Manuel de Brito, Loja de divulgação e informação municipal no Centro Comercial Oeiras Parque, Lojas Fnac, Agências Abreu, Lojas Worten, Pontos Megarede, C. C. Dolce Vita, El Corte Inglês e www.ticketline.pt.
    Diário Digital

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    80 anos de Zeca
    28/04/2010By AJA

    Auditório cheio, ontem, na Soares dos Reis

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    AJA Norte
    28/04/2010By AJA

    A AJA norte no desfile do 25 de Abril no Porto

    Fotos de Chico da Emilinha e Lígia Cardoso

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    Homenagens e tributos (2010)Homenagens e tributos (artes plásticas)
    27/04/2010By AJA

    Em Matosinhos

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    80 anos de Zeca
    27/04/2010By AJA

    Exposição colectiva na Associação “A cadeira de Van Gogh”

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    80 anos de ZecaAJA Norte
    27/04/2010By AJA

    Prossegue a “Rota dos bares do Zeca”

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    AJA Norte
    26/04/2010By AJA

    Amanhã há concerto na Escola Artística Soares dos Reis, no Porto

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    Arranjos corais
    26/04/2010By AJA

    Menino do bairro negro com arranjo do Pe. Joaquim dos Santos (1936-2008) para 4 vozes mistas à cappella (2003).Interpretação do Grupo Vocal Ançã-ble, direcção de Pe. Pedro de Miranda.

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