‘Caldos de Cultura’ na AJA Norte


Mais um jantar “À Mesa com a Cultura” em que temos o prazer de ter como convidados para o momento musical, o duo “O ACASO” formado por Marta Ramos, uma jovem cuja voz encanta, acompanhada por João Carlos Rodrigues, um excelente guitarrista.
“O ACASO é um duo que se formou no início de 2015, quando a voz de Marta Ramos e a guitarra de João Rodrigues se encontraram… por acaso, como o que de melhor acontece na vida.”
“A empatia e cumplicidade entre ambos leva-os a percorrer interesses criativos e paixões culturais comuns – do fado à canção tradicional portuguesa, da América Latina à morna, passando pela poesia e intervenção de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira. O seu trabalho volta-se para as raízes procurando a essência, num caminho de atenção e simplicidade perceptível nos novos arranjos.
O que transpira da sua música é a emoção. Move-os a redescoberta das letras e melodias num ressurgimento que conserva a força da primeira vez e o espanto do achado. Um dedilhar improvisado, um eco longínquo, uma imagem fugaz ou a revelação inesperada de uma rima abrem novos horizontes às composições.
Partilhar o património que a todos pertence ou resgatar o génio que não deixou rasto, em concertos abertos mas íntimos, onde todos nos sentimos cúmplices dessa partilha, essa é a experiência que nos oferecem os ACASO ao vivo. Sejam bem-vindos!
Traz um amigo.



Porque em Maio… Continua Abril,
No dia 25 de Maio de 2019, pelas 18 horas, na Sala da Lareira da Associação Cultural Mercado Negro (Aveiro), no contexto das comemorações dos 45 anos do 25 de Abril, dizemos que celebrar Abril não é um momento saudosista.

A AJA Tavira está a organizar, pelo quinto ano consecutivo, o Maio Maduro Maio. Iniciativa onde, em todos os anos, damos destaque aos artistas locais e ou regionais. Este ano contamos com a presença de Fado Tropical e Poetas Cantados. A iniciativa irá decorrer no Mercado da Ribeira em Tavira, e terá inicio às 21.30h.



O Coronel Correia Bernardo integrou desde a primeira hora o Movimento dos Capitães, participando na reuniões conspiratórias que precederam o 25 de Abril, em representação da EPC. Na noite de 24 de Abril, prendeu o Comandante que se recusou a aderir e assumiu o comando da EPC, coordenando a preparação da saída da Coluna para Lisboa.Responsável pelo Plano B – a partir de Santarém seria organizado novo movimento para o derrube do regime…Autor de livros sobre o 25 de Abril e o Plano B, elaborou “Esta é a Madrugada que eu Esperava”, texto teatral, relatando os acontecimentos da noite de 24 de Abril na EPC, que tem acolhido rasgos elogios a quem já assistiu a essa representação.


25 de Abril Sempre
AJa Galiza e Gentalha do Pichel
25 de Abril em Compostela
Esta quinta 25 começa a programaçom especial da AJA Galiza para este #25deAbril, com música, festa, literatura, cinema e arte gráfica. Eis o cartaz do programa, no que colabora também ativamente a gente espetacular da Gentalha Do Pichel.
Esta sexta feira, 26 de abril a Gentalha e a Associação José Afonso organizamos umha jornada do 25 abril: projeçom e concerto de Os meninos.
Se queredes apontar-vos ao jantar tedes até esta quarta.

Música Miso Ensemble
Canção Diana Dionísio e Pedro Henriques
Adereços Manuel Ribeiro, Paulo Pinheiro e Zeferino Aires
Direcção Graça Costa
Agradecimentos João Pinto Nogueira, Maria Luíz e Casa da Achada
Centro de Apoio Social de São Bento – SCML
Rua de São Bento Nº 140 – Lisboa
Entrada – 5 AJAS


O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro celebra o seu oitavo ano de actividades com o mote “”90 Anos de Zeca. 45 Anos de Abril” e neste âmbito convida para um concerto, também integrado nas comemorações do 25 de Abril, com os amigos – Miguel Calhaz e Rui Oliveira, no dia 13 de Abril de 2019, pelas 21 horas e 30 minutos no Auditório da Associação Cultural Mercado Negro.
A entrada é 8 AJAS, estando os bilhetes disponíveis no Bar do Mercado Negro ( a partir do dia 6 de Abril) ou no próprio dia, no local do concerto.
Esperamos que se juntem a nós, nesta noite de verdadeira celebração da Liberdade.
Núcleo da Associação JOSÉ AFONSO Região de Aveiro

Tertúlia Coimbrã de Miratejo
Vozes Guitarras Portuguesas Violas
Filipe Lopes Nuno Cadete João Costa
Francisco Naia Álvaro Albino Nuno Correia
Joaquim Monteiro Pedro Landeiroto
EMENTA
Entradas: pão e azeitonas
Prato: Alheira no forno com batata cozida e grelos. Para quem não for como o Adriano, que adorava alheira, há alternativa vegetariana.
Bebidas: vinho e água
Sobremesa: Leite creme com morangos
Café ou chá
15 AJAPETITEs
VEM E TRAZ UM AMIGO


O Núcleo de Santarém, da AJA, vai organizar um grande concerto, no dia 5 de Abril, com a Brigada Victor Jara.
Convento de São Francisco, 21.30, em Santarém.
Iniciativa integrada nas Comemorações do 25 de Abril, em Santarém.
Com co-organização da Câmara Municipal de Santarém.


Andrés Stagnaro, Cantautor e poeta.
Cantor e compositor nascido em Salto, Uruguai. Começou a cantar em público na adolescência, integrando um grupo de música latino-americana com colegas de escola. Mais tarde, faz parte de dois duetos folclóricos com os quais integra digressões no seu país e também na Argentina, bem como apresentações na televisão e rádio local.
Aos 25 anos , radica-se em Montevideu, onde se afirma definitivamente como compositor. Este momento marca o início de uma grande ligação com grupos de músicos do canto popular e poetas de prestígio. O valor da sua poesia, que já musicava desde tenra idade, começa também a ser reconhecida. Fez as suas primeiras gravações como solista, musicando poetas uruguaios contemporâneos, bem como os seus próprios textos. Na década do 90, alcança um grau de compromisso musical e social que o fez atravessar as fronteiras, para chegar à velha Europa, fazendo digressões de sucesso em Portugal, Áustria e norte da Espanha, bem como na América Latina. No final da década de 90 começou uma ligação com Portugal, que lhe permitiu uma vivência muito estreita com grandes referências de música portuguesa, como Manuel Freire, Sérgio Godinho, Vítor Sarmento, Francisco Fanhais, para citar alguns. No seu trabalho destaca o álbum Songs da guerra civil espanhola, a partir do qual fez um importante ciclo de apresentações. Com perfil intimista, ele reúne influências da música popular da América Latina, especialmente uruguaio e folk. Tem um registo de voz capaz de se adaptar a vários estilos, permitindo gerar um efeito renovado e surpreendente nas suas apresentações. O estilo e a temperança da sua voz fazem dele um bastião da música, graças à sua vitalidade imutável. Até à data tem 10 obras gravadas e editadas no Uruguai e uma em Portugal. É também da sua autoria um livro de poesia, intitulado “Dance on Borders”.

No próximo dia 30 de março pela 21h30, a AJA Núcleo de Quarteira recebe no centro Autárquico de Quarteira, o grupo Grafonola Voadora & Napoleão Mira, para celebrarmos os 90 anos do nascimento do José Afonso


Continuando no trilho dos livros, o Núcleo de Lisboa da Associação José Afonso, promove a apresentação do livro Exílios 2, testemunhos de exilados e desertores portugueses (1961-1974), editado pela AEP 61/74 – Associação de Exilados Políticos Portugueses, e que nos traz mais um conjunto de testemunhos de quem viveu a situação de exílio.
Será também projetado o documentário “”Trilho do Poço Velho” de Luís Godinho.
A apresentação estará a cargo de João Madeira com Carlos neves e Fernando Cardoso.


Apresentação de ARCHiPELAGOS- passagens, um CD-e-book de Amélia Muge e Michales Loukovikas. Portugal e Grécia numa poética de relação aberta ao Mediterrâneo e ao mundo, a partir dos conceitos de viagem, arquipélago e passagem. Uma rede de inter-acções no tempo e no espaço aos níveis artístico, musical, literário, social, histórico e político. Uma conversa moderada por Nuno Pacheco com a presença de Adelino Gomes e dos autores.

O Núcleo de Coimbra da Associação José Afonso (AJA), em parceria com a Orquestra Clássica do Centro, organizam um evento no Pavilhão Centro de Portugal no dia 17 de Março pelas 16.30h, para apresentação do livro “RESISTIR É PRECISO” de Alípio de Freitas , bem como do livro ” PALAVRAS DE AMIGOS, com textos a ele dedicados. Simultaneamente estará em exibição uma Exposição sobre a vida de Alípio de Freitas, organizada pela AJA.
Alípio de Freitas lutou contra a ditadura no Brasil, razão pela qual foi preso longos anos, o que despertou a admiração e solidariedade de José Afonso, que lhe dedicou a canção que leva o seu nome e diz: “Baia da Guanabara/Santa Cruz na Fortaleza/ Está preso Alípio de Freitas/ Homem de grande firmeza”… “Na prisão de Tiradentes/Depois da greve de fome/ Em mais de cinco masmorras/Não há tortura que o dome”… Esta canção foi decisiva para despertar a consciência sobre a situação deste Português no Brasil, contribuindo para uma mobilização internacional sobre a situação dos presos políticos e, de certo modo, para a posterior libertação de Alípio de Freitas. Entre eles criou-se um elo de profunda amizade, tendo Alípio sido sócio fundador da AJA e seu presidente.
“ Resistir é Preciso – Memória do tempo da morte civil do Brasil”, escrito após libertação foi, à época, o primeiro livro de denuncia da tortura e violência policial da ditadura militar brasileira, continuando hoje a ser um texto importante para que não se apague a memória desses tempos , e uma forte mensagem para que não se consinta que novas ditaduras aconteçam .
“ Alípio de Freitas – Palavras de amigos “, criado com textos de amigos, é revelador de quão importante ele foi para os que com ele partilharam momentos e projectos.
A exposição “ Alípio de Freitas – Muitas vidas numa só” mostra o percurso e acção ao longo da vida deste Homem inigualável, que dedicou toda a sua vida aos mais pobres e mais fracos e à defesa da liberdade, porque acreditava que um mundo melhor era possível.
VEM E TRAZ UM AMIGO!

No ano em que se celebram os 90 anos de José Afonso e os 45 anos de Abril, a obra e o exemplo de cidadania de José Afonso continuam a nortear o nosso caminho, em prol do que se considera uma sociedade mais justa e fraterna.
Tendo como objectivo “inquietar” e fazer despontar o espírito crítico, promovemos 3 sessões de diálogo sob o horizonte de “90 Anos de Zeca Afonso. 45 Anos de 25 de Abril” com a presença de Camilo Tavares Mortágua, agente de desenvolvimento local, e histórico militante antifascista e revolucionário, cuja experiência de vida é riquíssima e que, aos 85 anos, continua a afirmar que o seu percurso “tem de continuar até onde a vontade de aprender o levar”.
Privilegiando o contacto com o público mais jovem e com as escolas, duas das sessões agendadas contemplam parcerias com entidades autárquicas e escolas e o objectivo de envolver intervenientes de diferentes gerações. A terceira sessão alia a Associação Cultural AlbergARTE, um espaço de liberdade e criatividade.
Os eventos terão lugar no dia 14 de Março, pelas 14,30 horas, no Auditório da Junta de Freguesia de Oliveirinha; no dia 15 de Março, pelas 14,30 horas, no Auditório da Escola Secundária de S. Pedro do Sul, e, no mesmo dia 15, pelas 21,30 horas, no espaço “Lagar com Tempo”, na Rua do Jogo / Quinta do Jogo, em Albergaria-a-Velha.
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro


NAS MARGENS DA LITERATURA
UM DIÁLOGO ENTRE DUAS GRANDES PERSONALIDADES DA LITERATURA BRASILEIRA:
CLARICE LISPECTOR E CAROLINA MARIA DE JESUS
por Rita Ciotta Neves
leitura de textos por Carlos Serrano
Nasceu na Ucrânia mas chegou ao Brasil com dois meses de idade. Naturalizada brasileira e viveu em várias cidades do Brasil e fora do Brasil em função do casamento com um diplomata brasileiro. Formou-se em Direito, trabalhou como jornalista e publicou vários livros, em que inaugura uma nova linha de tradição literária, porque desestabiliza as estruturas romanescas e cria parâmetros totalmente inovadores de representação. De entre os livros publicados destaca-se: A hora da estrela, Água Viva, A maçã no escuro, Uma aprendizagem ou a hora dos prazeres. Morre em 1977.
Carolina Maria de Jesus

A AJA Núcleo de Tavira vem, desta forma, dar conhecimento da próxima iniciativa alusiva à Comemoração do Dia Internacional da Mulher, a realizar no dia 8 de Março de 2019 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos pelas 21 horas.
Este ano homenagearemos Priscila Soares, segunda presidente da Direcção da Associação In Loco, que efectou um trabalho exaustivo junto das comunidades serranas, e que nos irá falar um pouco dessas experiências.
Para apresentar a homenageada, contaremos com Margarida Guerreiro, que trabalhou com Priscila Soares na Associção In Loco e integra o grupo musical As Moçoilas, grupo que irá encerrar a sessão, com um momento musical.

O texto que se segue foi apresentado e lido pelo historiador e membro da direcção da AJA, João Madeira, na sessão evocativa dos 90 anos do nascimento de Alípio de Freitas, realizada no dia 17 de Fevereiro de 2019 no núcleo de Lisboa da Associação José Afonso.
“Apresentação de Resistir é Preciso – AJA Lisboa
17 Fevereiro 2019
Por João Madeira
‘Resistir é preciso’ foi originalmente editado no Brasil em 1981. Alípio tinha saído da prisão dois anos antes, justamente no dia do seu aniversário. Perfazem hoje quarenta anos.
Fora condenado por vários tribunais militares, primeiro a 30 anos, depois a mais 24 e a que, já depois de preso e condenado, se acrescentariam outros 15, administrativamente. Se não o quiseram condenar expressamente à morte ou a prisão perpétua, quiseram condená-lo a morrer na prisão. Não conseguiram! Foram obrigados a decidir pela sua libertação, resultado do seu irredutível inconformismo, e do modo como habilmente explorou as próprias debilidades e contradições da Nova Lei de Segurança Militar brasileira. Mas, resultado também de um longo e persistente trabalho de solidariedade internacional, em que se insere a canção do Zeca.
A sua pena seria revista com a revogação do quadro penal em que os militares se apoiaram e conseguiria assim ser libertado. Apesar de tudo, os militares retiraram-lhe a cidadania brasileira e as autoridades consulares portuguesas recusaram a emissão de um passaporte português. Tornava-se apátrida.
Intensamente vigiado pela polícia, recusada a readmissão na Universidade, impossibilitado de recuperar a carteira de jornalista, vendeu roupa num mercado de rua do Rio de Janeiro e só dificilmente conseguiu trabalho informal como jornalista. É neste contexto de uma liberdade vigiada, cercado por dificuldades e adversidades de toda a ordem, que, em dois meses, de um ímpeto, escreve “Resistir é Preciso”.
O livro foi à época o primeiro livro de denúncia da tortura e da violência policial da ditadura militar. Vários amigos e companheiros alertavam-no para as possíveis consequências dessa publicação, mas o livro viu a luz do dia e teve só no Brasil 18 edições.
Foram precisos 36 anos para que a Âncora proporcionasse uma primeira edição portuguesa. Antes eram raros os exemplares brasileiros que circulavam e foi a versão do original para revisão que a Associação José Afonso publicou na sua página web.
Resistir é Preciso é um documento escrito na primeira pessoa, pungente e exaltante, de um troço doloroso e marcante da vida de Alípio de Freitas – a sua experiência prisional de mais de oito anos pelos antros da tortura e das cadeias degradantes da ditadura militar brasileira.
Alípio conduz-nos passo a passo numa linguagem crua e directa por um longo périplo. Da prisão na rua numa periferia do Rio de Janeiro, em Maio de 1970, às instalações do chamado CODI, Centro de Operações de Defesa Interna, onde foi insultado, espancado, torturado com choques eléctricos no pau de arara, electrocutado durante dias seguidos para que prestasse declarações, denunciasse os seus companheiros, a actividade da organização a que pertencia. Daí passou ao DOPS, o Departamento da Ordem Pública e Social e depois às prisões de Tiradentes, Carandiru, Santa Cruz, Bangu, locais inóspitos, sobrelotados, onde a correspondência da família, os jornais e os próprios livros eram censurados e o regime de isolamento era frequente.
Conhecerá ainda as prisões de Frei Caneca, Ilha Grande e Hélio Gomes, além dos calabouços dos serviços de polícia política de várias cidades. Em todos os presos eram sujeitos a regimes prisionais terríveis, à humilhação, à despersonalização, ao isolamento.
Na vida dos homens e das mulheres que combatem pela liberdade e pela justiça social, particularmente sob as mais duras condições de ditadura, de terrorismo de estado, a prisão constitui porventura a maior das provações. Nesse ambiente concentracionário entrelaça-se a luta pela sobrevivência, pela dignidade e pela solidariedade.
Alípio de Freitas venceu essa provação, sobreviveu, manteve a sua dignidade de homem e de combatente e foi activamente solidário com os seus companheiros de prisão, num tempo e num lugar em que o sistema prisional brasileiro misturava presos políticos com presos sociais, ditos comuns. É disso que fala Resistir é Preciso, olhando o contexto tão eloquentemente expresso no subtítulo Memória do tempo da morte civil do Brasil.
Desse tempo, dirá Alípio “Jamais, por mil anos que viva, a lembrança desses dias pavorosos se apagará na minha memória. Lá aprendi duas duras e inesquecíveis verdades. A primeira é que nada, nada mesmo, nem ninguém, pode roubar de um homem a sua dignidade e a sua fé no ideal que abraçou e se transformou na sua razão de viver, desde que esteja disposto a morrer por ele. A segunda é que a prática da tortura envilece tanto o torturador que, de sua condição de homem, mal resta a aparência. Nem as bestas torturam”.
Alípio descreve-nos o modo como resistiu a tudo isso, sem arrebatamentos doutrinários, sem discorrer em torno de superioridades morais, sem ditar padrões de comportamento, mas também sem falsas modéstias.
Transmite-nos sobretudo a força das suas convicções, chão onde enraizou a sua capacidade de resistência, a sua decisão de não se deixar vergar ou submeter, de não se deixar anular, nem que para isso, no desamparo da prisão respondesse ao insulto ou com o insulto, á violência física com a violência do inconformismo, da rebeldia e também da coragem física.
E transmite-nos um outro poderoso ensinamento. É que a prisão é também uma trincheira de combate, um lugar de luta. Nesse sentido, trabalhou na organização dos presos, tecendo laboriosamente as redes da entreajuda, de solidariedade, da resposta política, recorrendo inclusivamente à greve da fome em movimentos que uniam todos os presos, fossem políticos ou ditos comuns.
Alípio dedicou este impressionante e desassombrado depoimento “A todos aqueles que presos ou em liberdade, lutaram para que cada novo amanhecer tivesse mais um raio de sol”. É, na realidade, um pórtico iluminado sobre os dias duros da prisão, tomados como parte integrante do combate pela liberdade e pela dignidade humana contra a ditadura e todas as formas de injustiça política e social.
Se o quiseram intimidar, para que, uma vez posto em liberdade, se atemorizasse e acomodasse a uma vida pacata, alheia e insensível à realidade das injustiças e das iniquidades, também não o conseguiram. Ao transpor o portão da prisão, quando libertado, em Fevereiro de 1979, aguardado por um batalhão de jornalistas, a um repórter do Jornal do Brasil que lhe perguntou o que iria fazer daí em diante, respondeu apenas – “O que sempre fiz, política”.
Antes de ser preso, o seu itinerário é extenso. Natural de Vinhais, ordenado padre em 1952, parte para o Brasil em 1957, onde, no nordeste, desenvolve intensa actividade social e política. Junta-se às ligas camponesas, participa no Congresso Mundial pelo Desarmamento Mundial e pela Paz, na União Soviética, rompe com a Igreja, é conhecida a frase da carta que dirige ao bispo de S. Luis do Maranhão– “Perco um pequeno púlpito, mas ganho todas as praças”, trabalha nas favelas do Rio de Janeiro. Em acentuada radicalização funda, com vastos sectores da Juventude Operária Católica, de lideranças estudantis e sindicais, a Acção Popular. Participa na campanha vitoriosa de Miguel Arraes para governador de Pernambuco, é, por mais de uma vez, preso. Depois do golpe militar de 1964 refugia-se na embaixada do México, donde parte para Cuba, recebendo treino militar. Regressa clandestinamente ao Brasil, participa nas estruturas armadas da Acção Popular, organização de que se afasta no processo de evolução da AP em direcção ao maoísmo, para fundar o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, a que pertence quando é preso em 1970.
Esse intenso percurso e os anos duros da prisão foram exemplarmente captados por José Afonso na canção que leva o seu nome – “Na prisão de Tiradentes/Depois da greve da fome/Em mais de cinco masmorras/Não há tortura que o dome”.
Depois, em liberdade foi cooperante em Moçambique, jornalista da RTP, fundador da Casa do Brasil, da Associação Casa Grande no Seixal, da Associação Mares Navegados, fundador e presidente da Associação José Afonso, membro da associação Terras Dentro, activista do Tribunal Mundial do Iraque, apoiante activo do Movimento dos Sem Terra e da Liga dos Camponeses Pobres do Brasil, membro da associação 25 de Abril e da Associação Abril.
Como referiu, num raro texto autobiográfico, “mais do que tudo, sou um andarilho e um agitador social dedicado às causas do povo. A minha pátria é a luta do povo. O meu objectivo de vida a construção da Utopia”.
Resistir é preciso sendo um forte libelo acusatório contra a ditadura militar brasileira é igualmente uma denúncia implacável contra a todas as ditaduras que recorrem à perseguição, ao assassinato, à tortura, às longas condenações sem julgamento ou em julgamentos-farsa, ao encarceramento por longos anos em prisões sujas e sem condições ou sujeitas a regimes prisionais sórdidos e humilhantes.
“Resistir é Preciso”, continua a ser nos dias de hoje um poderoso instrumento da memória, da memória tornada arma para que não se esqueça e sobretudo para que não volte a acontecer.
Hoje, olhando para o Brasil, país a que dedicou grande parte da sua vida, da sua energia e da sua inteligência, onde sofreu longos anos de prisão, que este livro tão impressivamente trata, creio bem que o Alípio gostaria que o lembrássemos trazendo aqui mais uma vez a canção que Zeca Afonso lhe dedicou: “Diz Alípio à nossa gente/ «Quero que saibam aí/ Que no Brasil já morreram/ Na tortura mais de mil./ Ao lado dos explorados/ No combate à opressão/ Não me importa que me matem/ outros amigos virão»”.


Na data em que nos deixou, há 32 anos, vamos lembrar José Afonso, numa conversa com Olinda Beja, que foi sua aluna no Colégio de Mangualde em 56/57. A conversa será “semeada” por poemas ditos pela nossa convidada, que será acompanhada à viola por Luis D’Almeida.
Olinda Beja
Poetisa de São Tomé e Príncipe, nasceu em 1946, num país de ilhas cercadas pelo mar. Ela ama o seu país, porque ele está no seu coração. Olinda estudou em Portugal Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês).
Foi aluna de José Afonso no Colégio de Mangualde, em 1956/1957
Tem muitas obras publicadas, como:
Leve, leve – 1993, Págá dêvê – 2000, Quebra-mar – 2001,15 dias de regresso – 2007,
Aromas de cajamanga – 2009, A casa do pastor – 2011, Um grão de café, 2013
A Sombra de Oká – 2015, Chá do príncipe – 2017
Ganhou o prémio literário Francisco José Tenreiro, em 2013.
Luís Gomes Gonçalves de Almeida
Nasceu em 1966, frequentou o Curso de Teologia no Colégios dos Salesianos (Poiares da Régua e Mogofores) onde iniciou as suas aulas de música.
É músico (viola), desde 1995, na Tuna de S. Martinho de Pindo (Penalva do Castelo). Tem atuações por todo o país e estrangeiro.
É músico acompanhante de Olinda Beja, desde que a mesma foi sua professora há cerca de 38 anos.


Lembrar Alípio de Freitas com todos os amigos que queiram recordá-lo, no dia em que faria 90 anos.

João Almeida, o último fuzilado
A participação de Portugal na Grande Guerra é tema central do presente livro.
Cem anos depois da eclosão do primeiro conflito mundial, o tema continua a suscitar polémica e a ser alvo de abordagens diversas.
Aqui se incluem algumas investigações que temos vindo a fazer.
Na primeira parte analisar-se-á a forma como o movimento operário português recebeu a mensagem antimilitarista e de que modo esta ótica ideológica ditou o posicionamento da corrente acrata face à guerra.
As posições assumidas por diversos protagonistas políticos, com destaque para o Partido Socialista e os Partidos Republicanos, integrarão, de igual modo, esta primeira parte. Pretende-se um olhar sobre as diferentes perspectivas que dividiam o Portugal de então, sendo que a entrada do país nesta guerra vai inevitavelmente ser alvo de grandes paixões, combates ideológicos e múltiplas publicações.
Passamos também pelos escritos de Jaime Cortesão e de Aquilino Ribeiro relativamente à Grande Guerra. Intelectuais, ainda que não com o sentido que hoje tem essa designação, ambos viveram o período de 14-18 da forma intensa que acabariam por testemunhar, um no memorialismo, outro na diarística.
A segunda parte do livro ocupa-se da condenação à morte do soldado João Augusto Ferreira de Almeida pelo Tribunal Militar do Corpo Expedicionário Português em França.
A análise do processo, que culmina com o fuzilamento deste soldado português, leva-nos a sustentar que a pena ditada constitui um simulacro da justiça militar.
A investigação que levámos a cabo concluiu estarmos perante a condenação de um inocente. A sentença terá sido decidida em momento prévio ao julgamento e a decisão que a fundamenta constituiu um acto de propaganda contra a deserção. Não se julgou um homem, nem um crime. Publicitou-se uma morte para evitar mais deserções.
A hierarquia militar e o poder político apostam numa punição exemplar que condicione e atemorize os opositores à Guerra.
Cem anos depois entendemos ir ainda a tempo de contar este triste episódio, para que ele não se deposite no poço vazio da memória, a que se referia Drummond de Andrade.
Dos autores:
Albérico Afonso Costa é historiador e investigador integrado do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É Professor Coordenador na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Tem proferido dezenas de comunicações e conferências sobre os temas de História Contemporânea e Formação de Professores. Tem ainda publicações em livros coletivos, revistas e atas de eventos científicos. Diretor da Revista Medi@ções da Escola Superior de Educação de Setúbal.
João Reis Ribeiro é investigador de temas de literatura e história local. É professor do ensino secundário.
Tem várias publicações em livros coletivos, revistas e atas de eventos científicos. Tem proferido dezenas de comunicações e conferências sobre os temas das suas investigações. É dirigente da LASA (Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão). Foi cofundador da Associação Cultural Sebastião da Gama e integra os corpos gerentes desta associação.

Microempresário para quem a música é uma paixão, tem como principais referências José Afonso e José Mário Branco. Toca e canta a solo, mas também tem integrado projectos colectivos. Neste concerto em Aveiro, evocará vários músicos que, tal como José Afonso, cantaram a liberdade e a igualdade entre mulheres e homens, em Portugal e no Mundo.
Porque celebrar José Afonso é, também, celebrar Fraternidade e Amizade, convidamos toda a gente que assim “queira vir por bem” a juntar-se à nossa festa.
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro.



Sexta-feira, 11 de Janeiro, às 19 horas
Como habitualmente queremos festejar o aniversário do Núcleo da AJA Lisboa em ambiente de Festa, pelo que vos convidamos a partilharem as vossas e nossas iguarias, neste convívio que será abrilhantado por momentos de música e poesia.
Venham todos e tragam amigos!

Mais um jantar “À Mesa com a Cultura” na AJA Lisboa!
É com muito gosto que o habitual momento musical irá ser preenchido com canções que Hélder de Oliveira, um amigo, selecionou para nos presentear.
A sua admiração por José Afonso é imensa, não só pela sua vida exemplar, como pela sua obra ímpar.
Apresenta-se assim:
“Hélder de Oliveira não seria, porventura, hoje um economista com uma carreira profissional muito diversificada se, quando tinha 14 anos, depois de ganhar um concurso, com poucos concorrentes, promovido pelos Companheiros da Alegria, célebre organização de espetáculos dirigida por Igrejas Caeiro, se se tivesse deixado tentar pela carreira musical.
Ao longo de muitos anos conviveu com a pequena frustração de não ter pisado palcos profissionais superando tal frustração com aparições fugazes em palcos amadores.
Recentemente gravou dois CD´s, o primeiro em parceria, o segundo a solo, dirigido por Mestre Silvestre Fonseca. Neste que denominou “Algumas Canções da Minha Vida”, interpreta duas das mais conhecidas canções de José Afonso, cujo percurso acompanhou, com deslumbramento e emoção, desde muito cedo, graças, designadamente, às edições corajosas e pioneiras de Arnaldo Trindade.
Durante a frequência universitária Hélder de Oliveira teve a felicidade de assistir a atuações de José Afonso, designadamente, em iniciativas promovidas pela Pró-Associação dos Estudantes de Medicina e pelas Associações de Estudantes do Técnico, da Faculdade de Ciências de Lisboa e do ISCEF (Económicas).
Acompanhado pelo guitarrista José Carita apresentará no próximo dia 6 de dezembro, no Núcleo de Lisboa da Associação José Afonso, algumas das mais emblemáticas criações do genial autor, compositor e intérprete.”


A AJA Lisboa, convidou Fernando Rodrigues Silva e Viriato Teles para uma conversa subordinada ao tema “Zeca no “PREC”, no próximo dia 22 de novembro.
Notas breves sobre os nossos convidados.
Fernando Silva
Ex-membro do PRP-BR e jornalista no semanário “página um”. Colabora actualmente no Jornal Mapa, onde, na rubrica Retrovisor publicou em 3 artigos um Panegírico a Zeca Afonso, disponível em www.jornalmapa.pt“.
Viriato Teles
Jornalista profissional desde 1979, trabalhou nos jornais O Diário, Se7e, O Jornal, O Inimigo, na revista Visão e em diversos programas de rádio, na Antena 1 e na TSF, e televisão, na RTP e na SIC.
Escreveu guiões e realizou filmes documentais sobre cidades portuguesas e estrangeiras e efectuou reportagens em vários países da Europa e da América Latina.
Publicou diversos livros de reportagens, entre eles “As Voltas de um Andarilho” (reportagem biográfica sobre José Afonso, 1999).
Na RTP, foi co-autor da série Estranha Forma de Vida, de Jaime Fernandes e foi autor, juntamente com António Macedo, da rubrica Os Dias Cantados], transmitida pela Antena para assinalar os 40 anos da Revolução dos Cravos.


CARLOS Alberto CARRANCA de Oliveira e Sousa, nasceu na Figueira da Foz a 9 de novembro de 1957. Professor do Ensino Superior, poeta, ensaísta, cronista e dramaturgo. É reconhecidamente como autor e interprete uma das referências do Fado e da Balada de Coimbra. Com uma vasta obra publicada (cerca de 40 títulos entre poesia, ensaio, crónica e teatro) é, segundo Urbano Tavares Rodrigues “(…) um D. Quixote que se revela contra a mesquinhez do mundo e cavalga, à procura de si, de um sentido, de um segredo, de um sinal”. Para Eugénio Lisboa “Carranca traz dentro de si um vulcão poético”.

A propósito deste CD, Samuel diz:
“Depois de um intervalo de alguns anos sem ter aparecido com um registo de canções, decidi avançar para a aventura deste disco.
Tem por título genérico “Sempre um fim, sempre um começo”.
São treze canções novas. Todas as músicas são minhas, excepto a faixa 13, que tem letra e música do José Mário Branco. Os versos, para além desta, ficaram a cargo de vários autores, a saber: eu próprio, Maria do Amparo, Nuno Gomes dos Santos, Armindo Rodrigues, Joaquim Pessoa, Tiago Torres da Silva, João Monge, Amélia Muge, António Gedeão, José Saramago e Louis Aragón.
Toda a produção e arranjos ficaram a cargo do José Mário Branco e as misturas e masterização foram obra do Tó Pinheiro da Silva. Toda a gravação foi feita no histórico estúdio “Namouche”, em Lisboa.
Enquanto não se abre a porta de uma editora convencional que se encarregue da divulgação, promoção e venda deste meu trabalho, fica a meu cargo a obrigação de falar dele, divulgar as canções e, se for possível, vender os CD ao público com que me vou cruzando. ”
Entrada: 5 AJAS

Car@ companheir@
No próximo sábado, pelas 16 horas, inauguramos a Exposição “Alipio de Freitas- muitas vidas numa só”, nas instalações da Biblioteca José Saramago, no Feijó/Almada. Neste mês de Junho, passa um ano em que Alípio nos deixou e para além desta exposição ser uma pequena mostra do seu percurso de vida, é uma homenagem ao homem que abandonou o sacerdócio para se dedicar a uma luta intensa em defesa do mais pobres, na longínquas terras do Brasil.
Para além de te convidarmos a estar presente nesta inauguração, solicitamos-te que possas ajudar a divulgar junto da tua lista de contactos ou a partilhar o evento criado no facebook.
Basta clicares no link: https://www.facebook.com/events/1674845989296535/
Traz um amigo também!
O Núcleo da Associação José Afonso da Região de Aveiro tem o prazer de promover o concerto de apresentação do novo disco de Samuel Quedas – “Sempre um fim, sempre um começo”, um novo trabalho de originais com músicas próprias, poesia de diversos grandes autores e autoras e produção musical do José Mário Branco, no dia 19 de Maio de 2018, no auditório da Associação Cultural Mercado Negro, pelas 21 horas e 30 minutos.
Tal como o Samuel Quedas que traz um amigo consigo – Nuno Tavares, que o acompanhará ao piano, desafiamos a fazer o mesmo… a trazer uma/um amiga/o também!
Entrada solidária – 5 AJAS
Para reservar bilhetes e/ou informações, contactar através do mail aja.regiao.aveiro@gmail.com


O Vitória Clube Quintinhas, no próximo dia 22 de Abril, pelas 18h00, inaugura em parceria com o núcleo Almada Seixal da Associação José Afonso, uma exposição com o titulo “Geografias de Uma Vida”, sobre José Afonso. No dia 28, pelas 16 horas, decorrerá também nas suas instalações uma conversa sobre o 25 de Abril, José Afonso e os cantores de intervenção.
Os sócios e amigos da AJA estão convidados a estar presentes e a partilhar a divulgação destes dois eventos, que se integram nas comemorações dos 44 anos do 25 de Abril. Mais informações em: https://www.facebook.com/pg/vitoriaclubequintinhas/about/?ref=page_internal
Mulher(es) na Democracia não é Biombo de Sala
José Afonso
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, no próximo dia 03 de Março de 2018, às 15h na VIC – Casa das Artes (perto do Museu Sta Joana), assinala o Dia Internacional das Mulheres com a visualização do filme “Made in Dagenham”, seguido de uma tertúlia com duas convidadas:
. Manuela Antunes da Silva, dirigente da Direcção Nacional do Movimento Democrático de Mulheres
. e Rita Capucho, responsável pelo ciclo de cinema Porto Femme.
Uma conversa que é aberta à participação de todas e todos e que pretende debater as (ainda) actuais desigualdades em função do género no mundo do trabalho e que se reflectem em todas as áreas da vida. Porque a luta das mulheres é um problema de todas e todos, convidamos à participação e ao enriquecimento do debate.
Simultâneamente, convidamos a visitar a casa que foi a residência do cineasta, pintor, ceramista e escritor Vasco Branco, onde se desenvolve o projecto VIC // Aveiro Arts House que combina traços de casa-museu, alojamento local e residência artística, constituindo-se como um laboratório artístico e também um espaço para a conservação e divulgação do património artístico de Vasco Branco, figura incontornável da cultura portuguesa e aveirense.
O Núcleo da AJA Região de Aveiro

O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, na linha do que foi o exemplo cívico e humano legado por José Afonso, tendo em conta a problemática do tráfico de seres humanos, questão candente e cada vez mais urgente erradicar da sociedade, promove a realização de uma palestra sobre o tema, a proferir pela Dr.ª Sónia Araújo, no dia 24 de Fevereiro, pelas 15 horas, na sala de plenário da Assembleia Municipal, no edifício da antiga Capitania do Porto de Aveiro.
A Dr.ª Sónia Araújo, psicóloga, representa o Projecto SOS TSH (tráfico de seres humanos), no âmbito de uma Equipa Multidisciplinar para a Assistência a Vítimas de Tráfico, criada pela Delegação do Centro da Associação para o Planeamento da Família.
O tema em análise encontra-se ainda retratado nas imagens de Mário Cruz, na galeria de exposições do mesmo edifício, no âmbito de uma exposição de fotografia decorrente do National Geographic Exodus Aveiro Fest, que podem também ser observadas. Apelamos à vossa participação!
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro
– Dia 14 de Fevereiro, pelas 18 h, será inaugurada na Academia Almadense a Exposição “ Geografias de uma vida”. Estará patente até dia 24. Entrada livre.
– Dia 23 de Fevereiro, estaremos a partir das 20 horas no Restaurante O Bispo (Seixal), num jantar convívio , assinalando o 3º aniversário da criação deste núcleo. O valor do menu completo para os elementos da AJA é de 12,5 €, sendo o prato principal, bacalhau à minhota. Haverá musica e poesia. As reservas podem ser feitas pelos telefones: 210963942 ou 914887468
– Dia 24, a partir das 21,30 h realizamos um concerto no Cine Teatro da Academia Almadense. Vários músicos participam e o valor de entrada é de 8 €. As reservas para este concerto devem ser feitas para o email do núcleo ou pelos telefones: 968849037 / 938228218
Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/177657616340068/

O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, e o espaço comercial inspirado em José Afonso – Zeca Aveiro, no âmbito do programa “Insisto não ser Tristeza”, relativo aos 30 anos da partida do Zeca e da criação da Associação, convidam para o encontro:
“Trovas e Cantigas”,
com Manuel Teixeira, acompanhado por António Rosa, no dia 04 de Novembro de 2017, às 17 horas, na cafetaria Zeca Aveiro (Largo da Apresentação – em frente à Igreja da Vera Cruz).
Manuel Teixeira, “amador da música e autodidacta”, como se intitula, identifica-se com o imaginário musical de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso, sempre presentes no alinhamento dos seus concertos.
Traz consigo um amigo, António Rosa, que o acompanhará à guitarra, além de originais seus.
É um encontro à volta de “Amigos Maiores que o Pensamento”.
Nota:
A Entrada, limitada à capacidade do espaço, é Livre e Solidária (apelamos à vossa generosidade para auxiliar nas despesas de deslocação dos músicos, que solidariamente fazem o concerto).
O Núcleo da AJA – Região de Aveiro

Trabalho de fim de curso de três estudantes de cinema, 2010. Os caminhos de Coimbra, África, Algarve, Galiza. E todos os outros caminhos percorridos por José Afonso. Um relato das novas gerações sobre o legado do andarilho, poeta e cantor.
20 Outubro | 6ª Feira | 21h 30m | Sede da AJA Norte

Vamos lembrar Adriano num convívio musical de amigos. Carlos Mendes, seu companheiro de jornada, falará um pouco desses tempos e do amigo. Traz um instrumento, a tua voz, ou vem apenas, e junta-te aos amigos nesta homenagem. Junta alguma coisa de comida ou de bebida à mesa do lanche partilhado com que encerraremos o convívio. A entrada é livre, mas participa na contribuição solidária para ajuda nas despesas.

Vamos recordar o Adriano Correia de Oliveira, neste ano em que ele completaria 75 anos e que coincide com os 35 anos do seu desaparecimento.
Estão tod@s convidad@s a estarem presentes.
A entrada é livre.

O Núcleo AJA Região de Aveiro e a Associação Cultural Mercado Negro convidam para:
Encontro de Amigos, no próximo sábado, 8 de Julho, pelas 20h30m, na Sala Lareira do Mercado Negro
Um encontro que pretende ser um momento de convívio e de partilha, musical e poética, em torno da memória e do exemplo fraterno de José Afonso, com a participação do Grupo de música popular da CERCIAV – La Cosa Nostra, e de todos/as aqueles/as que desejarem colaborar com a sua presença, com a sua palavra, ou com a sua música.
Lanche AJAntarado partilhado.
“Seja bem-vindo, quem vier por bem” . Traz lanche e, “traz outro amigo também”! “E se a velhice for tua / senta-a no meio da rua”
Bebidas pagas ao balcão.
Núcleo AJA Região de Aveiro e Associação Cultural Mercado Negro

No próximo dia 12 de Julho, a sede da AJA Lisboa acolhe o concerto “Fernanda Paulo e Rodrigo Serrão tocam José Afonso”, mais um encontro de jovens músicos com a música de Zeca. Rodrigo Serrão, músico que deu a conhecer o Chapman Stick em Portugal, e Fernanda Paulo, senhora de uma belíssima voz, juntaram-se para interpretar canções de José Afonso e de mais alguns músicos cujo legado os tem marcado. Chapman Stick é um instrumento de cordas criado em 1969, nos E.U.A., por Emmett Chapman. Rodrigo Serrão tomou contacto com o instrumento de forma inusitada e tornou-se pioneiro da sua divulgação em Portugal, tendo já gravado um disco (“Stick To The Music”). Para muitos dos que acorrerão à AJA Lisboa no dia 12 de julho, às 19h00, esta será porventura a primeira ocasião para ver e ouvir tocar Chapman Stick ao vivo. Será, certamente, uma experiência inolvidável.
No dia 16 de Junho, irá acontecer mais um jantar “À mesa com a Cultura” na sede do Núcleo da AJA Lisboa. Desta vez temos o prazer de receber “Os Filhos da Madrugada & 3 Marias “, banda berlinense que se insere no género folk e integra músicos portugueses e alemães.
A dimensão de Zeca Afonso como poeta, compositor e intérprete bem como a sua dimensão humana são tão extraordinárias que provocam um encantamento crescente entre músicos de diversas tendências musicais, aqui e noutros países.
EMENTA:
– Prato principal: carne de porco assada com oregãos, massa espiral em molho de cebola e vinho do Porto e salada de folhas verdes com vinagrete.
O jantar inclui pão e azeitonas como entrada, bebidas (água, vinho branco e tinto), sobremesa (leite creme c/ ou sem morangos) e café.

A Associação José Afonso-Núcleo Região de Aveiro promove a apresentação de “Outras palavras de Zeca Afonso”, no dia 2 de Junho, às 21h45m, no Auditório do Mercado Negro, prosseguindo as actividades evocativas dos trinta anos da partida do Zeca e da constituição da Associação José Afonso.
O espectáculo, que apresenta uma componente intimista com forte incidência na poesia, imaginado e construído por Fernando Pena e Manuel Sampaio, duas vozes e uma guitarra, integra declamação de poemas menos conhecidos e doze músicas inéditas sobre outros tantos poemas não musicados por José Afonso. Resultou de um trabalho realizado no âmbito do projecto “Amigos Maiores Que o Pensamento”, estando previsto para Outubro ou Novembro o lançamento de um CD do mesmo.
Convidamos toda a gente a juntar-se a nós, em torno da obra de Zeca Afonso, e a “trazer outro amigo também”.
Entrada Solidária: 3 AJAS
“Insisto não ser tristeza
Soluçar sobre uma mesa
E mais não ser deste mundo
Meter navios ao fundo
Sempre se plantam gravetos
E se a velhice for tua
Senta-a no meio da rua”
José Afonso
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro


O Núcleo AJA Região de Aveiro integra a comissão organizadora das Comemorações Populares do 25 de Abril de 2017 e nesse âmbito convida todos e todas a juntarem-se a nós na celebração dos princípios de Abril, no dia 24, em Albergaria-a-Velha, e no dia 25, na Praça Melo Freitas, às 15 horas, e no Mercado Negro às 18 horas.
Teremos o prazer, mais uma vez, de receber Camilo Mortágua, figura incontornável da luta antifascista, que a partir da apresentação do livro “Tem coisas, ti Manel, Tem coisas, Tem coisas dum outro Mundo… Criaram uma Geringonça e ela ainda não foi ao fundo!” irá partilhar connosco as suas reflexões.
O livro será apresentado, no dia 24, em Albergaria-a-Velha, em parceria com a associação AlbergAR-TE, no seu espaço Lagar com Tempo, às 21 horas e 30 minutos, com a participação do grupo de música Q´FADO e, no dia 25, no auditório do Mercado Negro, às 18 horas, após a visualização do documentário “O Império e os Românticos Armados”.
Vem Celebrar Abril connosco e traz um/uma amigo/a também!
O Núcleo da AJA Região de Aveiro

75 ANOS DE ADRIANO – na AJA Lisboa, dia 9 de abril, às 16h00
Adriano Correia de Oliveira nasceu em 1942. Completaria 75 anos no próximo dia 9 de Abril. Infelizmente partiu cedo demais, aos 40 anos. Porém, perdura na nossa memória e nos nossos corações o imenso repertório de fados de Coimbra, trovas e canções a que a sua voz cristalina deu corpo.
Juntamente com José Afonso, foi um dos protagonistas da renovação da canção de Coimbra, que ficaria conhecida por “balada”, e uma das principais vozes da Resistência ao fascismo. Deu voz a vários poetas, como Manuel Alegre, António Gedeão, Manuel da Fonseca, Fernando Assis Pacheco ou Urbano Tavares Rodrigues. A canção “Trova do vento que passa”, poema de Manuel Alegre, prevalecerá como um dos símbolos da canção de intervenção e da luta pela Liberdade.
O grupo musical FOLHA SOLTA, criado recentemente no seio do núcleo AJA Lisboa, fará a sua estreia neste evento com repertório em torno da obra de Adriano Correia de Oliveira.
Esta homenagem a Adriano conta ainda com a participação especial de RUBEN DE CARVALHO, conhecido programador musical, jornalista, historiador, profundamente conhecedor da música popular portuguesa, em particular do período áureo da música de intervenção.

Amigas/os e Companheiros/as,
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro assinala em Abril de 2017 o seu 6º aniversário.
Recordando que o nosso compromisso é a divulgação do exemplo de cidadania de José Afonso que como músico e poeta esteve presente na luta de todas as causas solidárias e também apoiar novos projectos musicais, convidamos todos/as a participarem na comemoração do nosso aniversário.
1 de Abril (sábado) 21h45mn Auditório do Mercado Negro
Concerto com:
Entrada: 6 Ajas
Será um prazer contarmos com a vossa presença e tragam outro/a amigo/a também.
Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro
Aceitam-se reservas, até ao dia 30 de Março, para aja.regiao.aveiro@gmail.com.

A associação Orquestra Clássica do Centro e a associação José Afonso convidam para o ENCONTRO que terá lugar no próximo dia 11 de Março pelas 15h15 no Pavilhão Centro de Portugal em Coimbra.
No ano em que se comemora o 30º aniversário da morte de Zeca Afonso, não podemos deixar de nos associar às iniciativas que por todo o País se estão a realizar, sob o mote “ Insisto não ser Tristeza”.
Neste dia, além da assinatura do protocolo com o propósito de promover a cooperação entre ambas as instituições, poderemos ouvir Francisco Fanhais, Rui Pato e Deolinda Correia (Coordenadora do Núcleo de Coimbra da AJA).
A apresentação/moderação será do jornalista Jorge Castilho.
Honre-nos com a sua presença!


O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro promove um debate/tertúlia no dia 11 de Março de 2017, às 16 horas, em Aveiro, no Auditório da Junta de Freguesia da Vera Cruz (junto aos Bombeiros Novos) com o titulo “Livra-te do Medo” assinalando o Dia Internacional das Mulheres. Pretende-se colocar na mesa as lutas actuais, muitas delas “já velhas” da agenda Feminista: o direito ao espaço público/assédio; os crimes cometidos no espaço privado, como a violência doméstica; o direito a uma cidadania sexual, seja qual for a orientação sexual e de género; o direito à dignidade seja lá qual for a nacionalidade, religião ou raça.; o direito a migrar e a ser acolhida, em segurança e com dignidade.
Com o propósito de tornar este debate/tertúlia composto por vários olhares sobre as lutas das mulheres no século XXI, num momento em que os direitos das mulheres estão a ser colocados em causa por vozes como Donald Trump, Le Pen, Temer, Putin… temos o prazer de ter connosco mulheres comprometidas com estas lutas,
– Andrea Peniche, Activista/Contrabando-Espaço Associativo, fez parte da organização da Marcha das Mulheres no Porto
– Joana Lima, Movimento Democrático das Mulheres (MDM)/Coordenadora do Projecto UNLOVE/UNPOP
– Paula Allen: Associação Plano i/ Coordenadora do Centro Gis – Centro de Respostas às populações LGBT
O titulo da iniciativa é “roubado” a José A. Salvador, jornalista, que nos deixou há um ano atrás e que escreveu a biografia “Zeca Afonso. Livra-te do Medo”, edição da Porto Editora: uma biografia largamente ilustrada com fotografias, fac-símiles de manuscritos e vários documentos inéditos dos arquivos da PIDE e da censura.
Prefaciado por Adelino Gomes, este livro apresenta uma longa entrevista ao cantautor, bem como depoimentos de familiares e amigos. Permite ainda conhecer a sua relação com a literatura, a sua biblioteca (com 829 livros numerados e assinados), o início da carreira, os tempos de perseguição e prisão, e a doença que lhe foi fatal.
Entrada Livre
Convidamos a todos/as a estarem presentes e enriquecerem um momento de discussão e partilha, em torno de um tema que diz respeito a todas/os!
O Núcleo da AJA Região de Aveiro

Car@s Amig@s,
É com grande Alegria que vemos chegar o 5º aniversário do Núcleo da AJA em Santarém, dia 31 de Março de 2017, no ano em que se assinalam os 30 Anos – “Insisto Não Ser Tristeza”.
Em virtude desta efeméride, vimos por este meio convidar todos os Amigos da AJA a marcar a vossa presença nesta celebração.
Há, como usualmente, a possibilidade de integrar artistas que queiram vir ajudar a animar a festa.
O programa será como se descreve:
16h30 – 19:00 – Ensaios de som;
19:15 – Jantar no Restaurante Solar – €9,00 refeição completa (por marcação prévia por questões de espaço no restaurante);
21h30 – Início da Festa no Fórum Actor Mário Viegas, do CCRS, sede do Núcleo.
Ficando a aguardar as vossas inscrições, contamos com a vossa presença para fazermos mais uma Grande Festa!
AJA-Santarém

O dia 23 de Fevereiro de 1987 foi o dia da partida de José Afonso mas, na verdade, ele continua presente na nossa memória colectiva. Está entre nós nas iniciativas com que o recordamos e homenageamos, como cantor, como músico, como poeta da palavra forte e justa, ou como lutador das causas sociais e das liberdades.
Trinta anos depois, em 23 de Fevereiro de 2017, pelas 19h00, no Auditório da Associação Cultural Mercado Negro, o Núcleo da Associação José Afonso da Região de Aveiro, vai apresentar o documentário cinematográfico de João Pedro Moreira Não me Obriguem a vir para a Rua Gritar.
Gostaríamos de contar com a presença de todos/as os/as admiradores/as e amigos/as do Zeca para evocar o exemplo do artista e cidadão que, lá no cimo de uma montanha / acendeu uma fogueira / para não se apagar a chama / que dá vida na noite inteira.
No final haverá um momento aberto à participação de todos/as que o queiram fazer.
A Entrada é Livre.
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro
O Poeta José Afonso tem sido muitas vezes esquecido, ou raramente lembrado, em prol do cantautor de intervenção, pois é difícil, sendo esta última faceta tão brilhante como se sabe, e tendo desempenhado um tão importante papel na luta contra a repressão fascista, ter tão presente a sua dimensão de Escritor de Poesia, não menos digna de atenção e de estudo, se bem que inseparável da primeira.
Com este recital queremos participar no movimento que pretende reparar esse lapso. Júlia Lello, poetisa e actriz, conduzir-nos-á numa viagem pela poesia de José Afonso.
Marta Ramos interpretará algumas das canções de Zeca, acompanhada por João Parreira na guitarra.

No âmbito da celebração dos 30 anos da Associação José Afonso (AJA), o núcleo de Almada/Seixal assinala o aniversário com uma quinzena comemorativa, de 10 a 25 de Fevereiro, que vai decorrer na Galeria Municipal de Artes, em Almada.
Na Galeria estará patente a Exposição “Geografias de uma Vida”, com 18 painéis, dedicada à Vida e Obra de José Afonso. Recorde-se que José Afonso nasceu em 2 de Agosto de 1929, em Aveiro, e faleceu em Setúbal, em 23 de Fevereiro de 1987.
A sessão de inauguração da quinzena realiza-se dia 10, pelas 18h00, com intervenções de Vítor Sarmento, da Direcção da AJA, e da Vereadora Amélia Pardal, da CMA, um momento musical com Francisco Naia e Vítor Sarmento, seguido de um Moscatel de Honra.
Durante a quinzena serão realizados dois debates. O primeiro no dia 11, às 16h00, com o jornalista e escritor Viriato Teles, autor de As Voltas de um Andarilho (reportagem biográfica sobre José Afonso, 1999). O outro, no dia 18, às 16h00, com a historiadora Irene Pimentel, autora de “Fotobiografia de José Afonso” (2014).
No dia 23, às 21h30, realiza-se uma sessão evocativa do Zeca, com uma intervenção sobre José Afonso, e momentos de poesia e música, respectivamente, por Henrique Guerreiro, Alexandre Castanheira e Vitor Paulo.
Todos os dias úteis, das 15h30 às 16h30, será exibido o documentário “Não me obriguem a vir para a rua gritar” (61 minutos).
O Núcleo da AJA de Almada/Seixal

Para além da exposição discográfica de Zeca Afonso “Desta música que apeteço”, que pode ser vista na Galeria do INATEL até ao dia 4 de Março, vai decorrer em Évora até finais de Fevereiro um ciclo de tertúlias sobre a obra e o pensamento de José Afonso, agora que se assinalam os 30 anos da sua morte (a 23 de Fevereiro) e os 30 anos de constituição da Associação José Afonso. Assim, a AJA promove em Évora, com o apoio da CME e da SHE, as seguintes tertúlias:
### 9 de Fevereiro, às 21,30h, no Hall do Teatro Garcia de Resende, tertúlia “Segredos na Música de José Afonso”, com Amílcar Vasques Dias (piano) e Francisco Fanhais.
### 23 de Fevereiro, às 22,30h a Sociedade Harmonia Eborense organiza uma tertúlia de conversa e música sobre “Zeca Afonso e o canto de intervenção. Ontem e hoje”, com os cantores A P Braga e Benjamim. Estará patente uma exposição alusiva a José Afonso da responsabilidade do fotógrafo eborense José Manuel Rodrigues.
### 24 de Fevereiro, às 21,30h, no Hall do Teatro Garcia de Resende, tertúlia “O pensamento e os valores do Zeca Afonso: a utopia, a liberdade, a cidadania”, com a presença de Silvério Rocha-Cunha. Actuação do grupo AJA Música.
Contamos com a tua presença
o Núcleo de Évora da AJA

No núcleo AJA LISBOA vai decorrer um ciclo sobre JAZZ por JOSÉ DUARTE. Constituído por 3 SESSÕES FONOGRÁFICAS que decorrerão das 18h30 às 20h30, nos dias 2, 9 e 16 de Fevereiro 2017.
Mediante uma parceria com o Conservatório Nacional, 15 alunos da Escola de Música frequentarão as sessões. Serão aceites mais 30 inscrições.
Apoio da ANTENA 1
Companheiros/as e Amigos/as