Concerto/Tributo a Rui Pato



Seixal celebra 90 anos do nascimento de José Afonso
Local:: Praça da Republica (frente ao Restaurante)
Programa
Sexta feira, dia 9 de Agosto, a partir das
21,30 h
– Grupo Coral Alentejano da Associação dos Serviços Sociais dos Trabalhadores das Autarquias do Seixal
– Francisco Fanhais, acompanhado à viola por Rui Pato
– Silvestre Fonseca- José Afonso tocado em viola clássica
– Manuel Freire
– António Matos (poesia)
– Tertúlia Coimbrã da Mira Tejo,
Sábado, dia 10 de Agosto, a partir das 21,30 h
– Grupo Coral Mutua – dos trabalhadores da Mutua dos Pescadores e Ponto Seguro
– Mário Barradas
– Fernando Fitas ( poesia)
– Samuel
– Franciso Naia e Vitor Sarmento, com José Carita, Mário Gramaço e Luís Pires

“Por Terras de Zeca”, com exposição, apresentação de livro e de dois CD inéditos, espetáculo musical, workshop e animações de leitura, assinala em Setúbal, entre os dias 12 e 20 de abril, o 90.º aniversário do nascimento de José Afonso.
O programa, inserido nas Comemorações dos 45 anos do 25 de Abril, tem início no dia 12, às 18h00, na Galeria de Exposições da Casa da Cultura, com a inauguração da mostra “Por Terras de Zeca”, com trabalhos do ilustrador Pedro Sousa Pereira.
A exposição pode ser visitada até 28 de abril, à quinta, sexta e sábado das 10h00 à 01h00, e ao domingo, terça e quarta das 10h00 às 22h00.
Segue-se, meia hora depois, a apresentação de “José Afonso ao vivo”, um conjunto composto por um livro de Adelino Gomes, um vinil e dois CD com concertos inéditos de Zeca Afonso, realizados a 4 de maio de 1968, no Teatro Avenida, em Coimbra, e a 23 de fevereiro de 1980, no Salão da Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço, Viana do Castelo.
À noite, estreia-se às 21h30, no Fórum Municipal Luísa Todi, um espetáculo musical que percorre, ao longo do ano, todo o país, com o objetivo de homenagear a obra do cantautor e poeta que completaria este ano 90 anos.
As composições mais conhecidas de Zeca Afonso, como “Verdes são os campos”, “Que amor não me engana”, “Índios da Meia Praia” e “Venham mais cinco”, surgem revestidas de novos arranjos, aliadas a temas originais e a composições menos conhecidas do público, como “Papuça”, “Lá no Xepangara” e “Ali está o rio”, com arranjos e direção musical de Davide Zaccaria.
Em dueto, em quarteto ou a solo, durante aproximadamente uma hora e vinte minutos, os temas são interpretados por Zeca Medeiros, Filipa Pais, Maria Anadon e João Afonso, acompanhados por Davide Zaccaria, na guitarra acústica e no violoncelo, Armindo Neves, na guitarra elétrica, Pedro Batalha, no baixo, e André Sousa Machado, na bateria.
Os bilhetes para o concerto de tributo a Zeca Afonso, com o custo de 11 euros para a plateia e 9 para o balcão, estão à venda no Fórum Municipal Luísa Todi e em www.bol.pt.
O programa comemorativo do 90.º aniversário de José Afonso prossegue no dia 13, às 15h00, na Casa da Cultura, com um workshop de ilustração conduzido por Pedro Sousa Pereira, no âmbito da exposição “Por Terras de Zeca”.
A iniciativa dá a conhecer a vida de José Afonso através da obra de Pedro Sousa Pereira e de uma nova forma de olhar para as letras de Zeca Afonso e dos valores que marcaram a história da Liberdade em Portugal.
Inserida, igualmente, no programa da exposição há uma animação de leitura para famílias com crianças entre os 3 e os 10 anos, do ciclo de animações “Às Páginas Tantas…Quantas?”, no dia 20, às 15h30, na Casa da Cultura.
As duas iniciativas são de participação gratuita, mediante inscrição através dos contactos 265 236 168 e casacultura@mun-setubal.pt.
aqui: https://www.mun-setubal.pt/programa-festeja-90-anos-de-jose-afonso/

No ano em que l José Afonso completaria o seu nonagésimo aniversário, a Academia prepara-se para homenagear um dos seus mais insignes estudantes, envolvendo alguns grupos constituídos por atuais estudantes (Coro Misto da Universidade de Coimbra, Tuna Académica de Coimbra e Orfeon Académico de Coimbra). Este momento, além de um evento musical e gastronómico, pretende ser uma clara demonstração de solidariedade intergeracional, da força da música de intervenção, de exaltação do espírito de cidadania e dos valores da sociedade democrática a que os jovens intérpretes sempre terão pertencido, não tendo sido essa a realidade do homenageado e dos seus condiscípulos enquanto estudantes.
Iniciativa dos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra

O Núcleo de Santarém, da AJA, vai organizar um grande concerto, no dia 5 de Abril, com a Brigada Victor Jara.
Convento de São Francisco, 21.30, em Santarém.
Iniciativa integrada nas Comemorações do 25 de Abril, em Santarém.
Com co-organização da Câmara Municipal de Santarém.

No próximo dia 30 de março pela 21h30, a AJA Núcleo de Quarteira recebe no centro Autárquico de Quarteira, o grupo Grafonola Voadora & Napoleão Mira, para celebrarmos os 90 anos do nascimento do José Afonso

“Utopia”,concerto-recital de Marco Oliveira (voz e guitarra clássica) e Ana Sofia Paiva (voz) em homenagem a José Afonso, na Galeria Lar (Lagos), sábado, dia 16 de março, às 19 horas.
Um circuito que se move por lugares históricos e referências do antigo “COMPROMISSO MARÍTIMO”.
Propõe-se um reencontro com os universos ligados à vida marítima, numa viagem guiada através da etnografia, história, gastronomia e manifestações culturais de Lagos.
Integra um concerto-recital de Marco Oliveira (voz e guitarra clássica) e Ana Sofia Paiva (voz) em homenagem a José Afonso. Construído a partir dos poemas, melodias e anotações, o repertório escolhido é fruto da imersão na densidade poética de José Afonso a que ambos se propuseram, e que em Lagos se inscreve numa forte aliança com as suas gentes.
“Em tempos de inquietação, voltar ao mestre. Ouvir a obra, de cabo a rabo, estudar-lhe os textos e a poesia. Alimentar a utopia.”
MARCO OLIVEIRA é um cantor e compositor que se move entre o fado e outros universos da música popular e urbana. Enraizado na cultura e na vivência da música tradicional da sua cidade, estudou guitarra clássica no Conservatório Nacional e frequentou Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É deste cadinho de ensinamentos que desponta a sua pluralidade artística enquanto autor, cantor e músico. Tem dois álbuns editados em nome próprio: “Retrato” (2008) e “Amor é água que corre” (2016) e um novo disco a ser lançado este ano.
ANA SOFIA PAIVA é atriz, aprendiz e outras coisas. Formada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, graduou-se em Teatro e mais tarde especializou-se em Promoção e Mediação da Leitura na Universidade do Algarve. É membro do Instituto de Estudos de Literatura e Tradições da Universidade Nova de Lisboa e da cooperativa Memória Imaterial. Dedica-se à poesia, à narração de contos populares e à investigação de literatura e património imaterial

No sábado 16 de março, pelas 18.30, Lia Gama, António Simão e João Meireles lêem poemas de José Afonso na Casa Sommer, em Cascais, numa iniciativa conjunta dos Artistas Unidos, Fundação D. Luís e Câmara Municipal de Cascais, integrada no ciclo de poesia “Em voz alta”.
José Afonso
por Lia Gama, António Simão e João Meireles
JOSÉ AFONSO nasceu em Aveiro em 1929, filho de um magistrado e de uma professora primária. A infância reparte-se entre Aveiro, Angola, Moçambique, Belmonte e Coimbra. Em 1953 grava os primeiros discos, com «Fado das Águias» e outras canções. Em 1960 grava a «Balada de Outono» e regressa a África em 1964 como mestre-escola, experiência que se revelará fundamental na sua formação política. Expulso do ensino por razões políticas, dedica-se mais assiduamente à música e inicia um período de gravações regulares com «Cantares do Andarilho» (1968). Participa activamente no III Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro, em Março de 1973 (onde estreia em público «O Que Faz Falta») e envolve-se na acção politica com grupos de vários sectores da Esquerda, desde o PCP à LUAR. Publica «Venham mais Cinco» (73). Em 29 de Março de 1974 participa no Encontro da Canção, no Coliseu dos Recreios, onde a censura não lhe permite cantar mais do que duas canções: «Milho Verde» e «Grândola Vila Morena». Em 1983 realiza os últimos espectáculos, nos coliseus de Lisboa e Porto. Publica o disco «Ao Vivo no Coliseu» e um belíssimo LP de originais, «Como Se Fora Seu Filho». Em 1985 publica o derradeiro disco, «Galinhas do Mato», onde já só dá voz a dois dos temas. Os restantes têm interpretações de Janita Salomé, Helena Vieira, Luís Represas, Né Ladeiras e José Mário Branco. Morreu em Setúbal em 1987.
https://www.fundacaodomluis.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=672&catid=72

UTOPIA – poemas e canções de José Afonso
Ana Sofia Paiva & Marco Oliveira
Em tempos de inquietação, voltar ao mestre. Ouvir a obra, de cabo a rabo, estudar-lhe os textos e a poesia. Alimentar a utopia. Abençoado inconformismo, que nos devolve sempre ao teu chamado: Insisto não ser tristeza.
O cantautor Marco Oliveira e a actriz Ana Sofia Paiva apresentam um recital de evocação a José Afonso, construído a partir dos seus poemas, melodias e anotações. O repertório escolhido é fruto da imersão na densidade poética de José Afonso a que ambos se propuseram, em busca daquele fio de esperança essencial que sustenta a utopia.
ANA SOFIA PAIVA (voz)
Actriz, aprendiz e outras coisas. Formada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, graduou-se em Teatro e mais tarde especializou-se em Promoção e Mediação da Leitura na UAlg. É membro do Instituto de Estudos de Literatura e Tradições da Universidade Nova de Lisboa e da cooperativa Memória Imaterial. Dedica-se à poesia, à narração de contos populares e à investigação de literatura e património imaterial.
MARCO OLIVEIRA (voz e guitarra clássica)
Cantor e compositor que se move entre o fado e outros universos da música popular e urbana. Enraizado na cultura e na vivência da música tradicional da sua cidade, estudou guitarra clássica no Conservatório Nacional e frequentou Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É deste cadinho de ensinamentos que desponta a sua pluralidade artística enquanto autor, cantor e músico. Tem dois álbuns editados em nome próprio: “Retrato” (2008) e “Amor é água que corre” (2016).
Lembrar José Afonso no próximo dia 23 de Fevereiro, sábado, às 16h, no Atrium Solum, no 32º aniversário da sua morte. Com intervenções de Manuel Louzã Henriques e Rui Pato e com um momento musical proporcionado por João Queirós.

Convívio de amigos e admiradores do Zeca Afonso.
Música com Alexandre Barros e Manuel Malaguerra.
Poesia com Clara Moura, José Vieira Lourenço e Paula Santos.

SÁB. 9 Fev. 22h
Grafonola Voadora & Napoleão Mira
com pintura ao vivo Dina Dias
Grafonola Voadora & Napoleão Mira, o projeto audiovisual experimental, que junta em palco o músico Luís Galrito, o artista visual João Espada, o guitarrista Ricardo Martins e o escritor, poeta e intérprete Napoleão Mira. Esta Grafonola deambula de uma forma poética, simbólica, musical e visual, os lugares, as gentes e as paisagens do património material e imaterial nacional, através de uma linguagem musical distinta que privilegia as sonoridades orgânicas em diálogo com a sonoplastia e o universo musical eletrónico.
Nesta noite, a Grafonola Voadora & Napoleão Mira, irá igualmente homenagear o cantautor José Afonso, revisitando algumas das suas composições musicais, numa abordagem muito particular.