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  • 100 Anos de José Afonso
December 2011
Home 2011
AJA Norte
21/12/2011By AJA

Na homenagem a Dias Coelho

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Sem categoria
19/12/2011By AJA

19.12.1961 – A morte saiu à rua num dia assim!

Dias Coelho nasceu em Pinhel, próximo da Guarda. Ainda muito jovem aderiu à Frente Académica Antifascista, e mais tarde, já aluno da Escola de Belas Artes de Lisboa, ao MUD Juvenil, em 1946. Participante em várias lutas estudantis em 1947, aderiu de seguida ao Partido Comunista Português e, em 1949, foi detido pela PIDE depois de participar na campanha presidencial de Norton de Matos. Em 1952, expulso da Escola Superior de Belas Artes e impedido de ingressar em qualquer faculdade do país, é também demitido do lugar de professor do Ensino Técnico.
Foi assassinado a tiro, pela PIDE, em 19 de Dezembro de 1961, na Rua da Creche, que hoje tem o seu nome, junto ao Largo do Calvário, em Lisboa.
José Afonso, no álbum “EU VOU SER COMO A TOUPEIRA”, gravado nos estúdios Celada em Madrid, 1972, coloca na faixa 1 “ A morte saiu à rua” !
Faz hoje 50 anos…mas como cantava Adriano Correia de Oliveira…não há ventos que não prestem nem marés que não convenham!
Porque…a memória NUNCA se apaga… nunca!
Aquele abraço…”pintor”!
AJA

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AJA NorteAmigos maiores que o pensamentoNúcleos AJA
08/12/2011By AJA

Encontro “Amigos maiores que o pensamento”

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AJA NorteNúcleos AJA
07/12/2011By AJA

Imagens do debate sobre “A filha rebelde”

Foi na noite de uma 6ª feira fria e escura, ali para os lados de Campanhã, no Porto, que nos juntámos.

O pretexto era simples e inquietante: a projecção do vídeo da peça ” A FILHA REBELDE” que deu origem a um processo judicial movido pela família desse tenebroso ser humano que deu pelo nome de Silva Pais – director da PIDE à altura do 25 de Abril de 1974.

Carlos Fragateiro – programador da peça, Margarida Belchior – impulsionadora do movimento de contestação a esse processo judicial, Francisco Fernandes, do núcleo do norte da Associação José Afonso e Pedro Estorninho, do TEatroensaio, motivaram a conversa em torno do teatro, da arte, da censura e da actualidade da contestação às ideias do fascismo.

Valeu a pena porque o passado negro não pode ficar impune!

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Associação José Afonso
02/12/2011By AJA

Feira de discos de música do mundo na AJA

DURANTE O MÊS DE DEZEMBRO – dias 1, 4, 8 e 11
PREÇO DE SALDO – CADA CD A 3€

Rua de Damão nº 26 Setúbal
Horário especial entre as 17 horas e as 21 horas

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AJA AveiroNúcleos AJA
01/12/2011By AJA

Outono 71: Canções que deram Voz a um Povo

Objectivo conseguido…
Mensagem passada…
O auditório do Mercado Negro completamente lotado de muita gente jovem e outra menos jovem, desde o início até ao final do evento, sendo que muitos foram aqueles que não conseguiram entrar. Foi possível “agitar” a cidade de Aveiro mais uma vez.
Um obrigado muito especial ao Mário Correia, Sérgio Godinho, Viriato Teles, Rui Oliveira e Adelino Sobral com “Outros Tons”.
Obrigado a todos os presentes.
Abraço.

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Homenagens e tributos (música)
25/11/2011By AJA

De ouvido e coração: Convite

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AJA NorteNúcleos AJA
25/11/2011By AJA

Sessão evocativa do pintor Dias Coelho na AJA norte

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AJA NorteNúcleos AJA
25/11/2011By AJA

“A filha rebelde” no Porto

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Associação José Afonso
21/11/2011By AJA

Imagens do jantar de aniversário da AJA

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Sem categoria
16/11/2011By AJA

“José Afonso: Uma vontade de música ” na UNICEPE

Concerto-Colóquio na UNICEPE | 19 de novembro de 2011 | sábado | 21h30 | ENTRADA LIVRE

 

«José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!»

Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa, no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX.
Uma Vontade de Música é uma tentativa despretensiosa de demonstrar esta verdade e de a partilhar de uma forma interactiva. Porque cantar a música de José Afonso é a melhor forma de a compreender.

Carla Pontes: voz e percussão.
Guilhermino Monteiro: voz, flauta e percussão.
João Mesquita: voz
Octávio Fonseca: guitarra e voz.
Pedro Ramajal: guitarra e voz.

UNICEPE
Praça Carlos Alberto, 128-A
4050-159 PORTO
Telefone 222 056 660

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Testemunhos
14/11/2011By AJA

Festival do Rio, 1972 (1/2)

Corriam os cinzentos dias de Setembro de 1972, ao que diziam, tempos de primavera marcelista, quando o país soube que, num concurso envolvendo os leitores do “Diário de Lisboa”, José Afonso tinha sido escolhido para representar Portugal no VII Festival Internacional do Rio de Janeiro.
O Festival do Rio de Janeiro perdera as suas raízes e características populares, os tempos pós-Woodstock levaram a que fosse permitida a entrada a conjuntos musicais com aparelhagem electrónica.
Para trás ficaram os tempos da música popular brasileira, tempos que permitiram, como por exemplo, em 1968, em plena ditadura brasileira, que Geraldo Vandré cantasse “Para Não Dizer Que Não Falei de Flores” em que, caminhando e cantando e seguindo a canção aprendendo e ensinando uma nova lição, vem, vamos embora que esperar não é saber quem sabe faz a hora não espera acontecer, era chegado o tempo de lutar pela Democracia e a Liberdade.
Por outro lado, o Festival fora tomado pelas editoras discográficas que impuseram a sua lei, e o transformaram numa enorme salgalhada.
José Afonso, que sempre se recusou a ser vedeta, não tinha nada a ver com a escolha dos leitores do jornal, mas caiu mal, entre as virgens ofendidas de alguma esquerda, que aquele, de quem Natália Correia dissera que é pela tua garganta que soltamos, as eriçadas aves proibidas, que no muro do medo desenhamos, não tivesse dito não à sua a sua participação no festival.
José Afonso, já no Rio de Janeiro, confrontado com o paleio das virgens, e com aquela deliciosa ingenuidade, aquela natural sinceridade que sempre o acompanhou, disse que, sim senhor, aquilo era uma aldrabice mas que se estava a borrifar para o festival e apenas aproveitou a boleia para ir conhecer mundos e gentes que há muito queria conhecer e foi isso o que andou por lá a fazer: feijoadas, caipirinhas, tardes em casa de Jackson do Pandeiro, conversas com Clementina de Jesus, Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Gilberto Gil, ida ao teatro para ver “O Interrogatório”, peça de Peter Weiss, ida ao cinema para “A Última Sessão”, filme de Peter Bogdanovich.
Não fui ao FIC pelos prémios ou para consciencializar pessoas mas para sair, um pouco, deste círculo vicioso, para respirar outros ares.
Não acredito em festivais e muito menos neste. O festival não é realmente popular, se o fosse os bilhetes não seriam tão caros. A minha presença aqui deve-se a uma votação popular que muito me honra e à qual eu tinha de dar uma satisfação. De resto, tudo o que menos me interessou foi festival tudo o que ele é e o que pretende.
Às tais virgens ofendidas deixou recado: nunca surgem nas horas decisivas. É triste!
As ditas, se agoniadas estavam, pior ficaram e lembra bem o que lhe chamaram. Um dia talvez se disponha a colocar as loas, os elogios, tutti quanti, que as tais virgens, depois do 25 de Abril, disseram e escreveram sobre José Afonso.
Por ele, que não é formado nem deformado, limitou-se a compreender, a andar para frente, indo ao encontro de uma receita que o avô, republicano histórico, costumava dizer: os amigos quando não têm virtudes há que inventá-las.
O “Diário de Lisboa” era um jornal feito e lido por gente de esquerda, ou melhor por gente anti-regime. Não espanta a escolha que, obviamente, não podia cair em António Calvário, ou Artur Garcia, ou Simone, ou Paula Ribas.
Calhou-lhe em sorte abrir o Festival e apanhou um público selvagem (quinze mil ou muito mais) a entrar fora de horas, cerveja na mão, a mandar papos e allôs, para o lado e, para lém disso, há que juntar a péssima acústica do Maracanhâzinho.
Inquieto e nervoso, José Afonso cantou a lindíssima “A Morte Saiu à Rua”, evocação do assassínio, pela PIDE, do pintor José Dias Coelho, na Rua da Creche, e que hoje tem o seu nome, no dia a 19 de Dezembro de 1961, canção que há-de fazer parte do álbum “Eu Vou Ser Como a Toupeira” que sairá em Novembro de 1972.
Com toda a naturalidade foi eliminado.
Para completar, mais ou menos, o informe, diga-se que o Festival, por escolha do júri da organização, e angariado pelas editoras, foi ganho por David Clayton-Thomas, ex-vocalista dos Blood, Sweat ant Tears, que interpretou “Nobody Calls Me Prophet”, que o júri popular escolheu a canção “Aeternum”, do grupo italiano Formula Tre, que Demis Roussos pôs a plateia em delírio, que Baden Powell e Jorge Ben, brasileiros e de qualidade, passaram ao lado do júri e da gentalha, que canções de Paul Mauriat e Georges Moustaki, foram eliminadas e que Astor Piazzola, que foi ao festival por imposição da sua editora, apresentou a canção “Ciudades”, cantada pela sua mulher Amelita Baltar, que se fez acompanhar pelo seu Bandoneon e um conjunto que incluía um violino, foi, durante a actuação, simplesmente vaiado.

Luís Pinheiro de Almeida

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Testemunhos
14/11/2011By AJA

Festival do Rio, 1972 (2/2)

Esta é a capa da revista “Rádio & Televisão”, de 28 de Outubro de 1972.
“José Afonso: um Homem em carne viva” é uma reportagem/entrevista de Lurdes Féria, logo após a chegada de José Afonso do Rio de Janeiro.
O trabalho transcreve a carta que José Afonso, em 26 de Setembro de 1972, dirigiu ao Director da “Tribuna da Imprensa”:
Desde a minha chegada ao Rio, para eventualmente representar Portugal no VII F.I.C., tenho sido obsequiado pela Imprensa com a consideração e respeito que o meu trabalho em música e como ser humano julgo merecer.
Em todas as minhas declarações aos jornalistas brasileiros tenho afirmado que nem ao menos considero o F.I.C. um festival popular. Considero-o mesmo como negação da arte popular, no sentido que Brecht dava ao termo.
No entanto, por lamentável equívoco, têm-me sido atribuídas palavras segundo as quais “eu não teria atirado com o violão ao público do Maracanhânzinho por respeito ao F.I.C.”. Sempre achei e continuarei a achar, até prova em contrário que o público sempre tem razão, mesmo quando a não tem. Quero com isso dizer que se o público reage mal a uma canção válida, algo o motivou para isso.
Não escondi ser nulo o meu respeito pelo Festival, que para mim foi apenas pretexto para que eu pudesse, no Brasil, falar verdades sobre o meu povo e o que com ele se passa musicalmente.
Não consegui apresentar a minha canção “A Morte Saiu à Rua”. Por um motivo ou por outro, senti-me numa arena. Mas bem pude notar que não vaiavam o que eu cantava. Simplesmente, não me chegaram a ouvir – o que lamento muito.
Agradeço a publicação desta carta e aproveito para agradecer todas as vivências que a actual estada no Brasil me tem dado.
À imprensa e ao povo brasileiro, no que eles têm de mais legítimo, todo o meu respeito:

JOSÉ AFONSO, VIII F.I.C. – Representante de Portugal.

Luís Pinheiro de Almeida

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AJA NorteNúcleos AJA
14/11/2011By AJA

Imagens do debate “Palestina: que futuro?”

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AJA AveiroNúcleos AJA
07/11/2011By AJA

Canções que deram voz a um povo

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Amigos maiores que o pensamento
07/11/2011By AJA

Manifesto “Amigos maiores que o pensamento”

DESCARREGAR MANIFESTO

Caro (a) s Amigo (a)s:

Um conjunto de entidades de diversos pontos do país e da Galiza, iniciou em 9 de Julho deste ano um processo de discussão com o objectivo de lançar o projecto “ZECA, ADRIANO – AMIGOS MAIORES QUE O PENSAMENTO”.
Em 2012, passam, respectivamente, 25 e 30 anos que José Afonso e Adriano Correia de Oliveira “pegaram na trouxa e zarparam”.
Com este projecto pretendem os subscritores celebrar – por diversas formas de expressão artística e cultural – durante todo o próximo ano, a vida, obra e exemplo cívico destes dois companheiros de andanças, “gente d´aqui e d´agora”.
O MANIFESTO que agora vos enviamos é o resultado desse processo de reflexão, debate e decisão.
Por isso as entidades subscritoras o colocam agora à adesão pública que constará de um blogue a preparar para esta iniciativa.
Se estiver de acordo pode fazê-lo remetendo correio para amigosmaiores@gmail.com com a indicação do nome e região de domicílio.

Aguardando a sua subscrição,
Saudações Amigas,

Pelo projecto “AMIGOS MAIORES QUE O PENSAMENTO”,

Carmo Marques (AJA – Região de Aveiro)
Paulo Esperança (AJA Norte)

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AJA NorteNúcleos AJA
07/11/2011By AJA

Debate na AJA norte

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AJA NorteNúcleos AJA
06/11/2011By AJA

Imagens do “Sermão do bom ladrão” na AJA norte

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Amílcar Vasques DiasSem categoria
04/11/2011By AJA

“De ouvido e coração” concerto comentado sobre a obra de José Afonso

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Associação José Afonso
02/11/2011By AJA

Inscrições abertas para o jantar de aniversário da AJA

 

Seremos Muitos, Seremos Alguém…

Estimados e estimadas Associadas e Associados, Amigas e Amigos,
No próximo dia 18 de Novembro assinala-se mais um aniversário da Associação José Afonso, são 24 anos a divulgar a obra de José Afonso e o seu exemplo cívico.
Para assinalar a data, a AJA realiza um jantar/convívio em Setúbal no dia do aniversário, 18/11 (6ª feira).
Ainda não está “fechado”, mas o custo por pessoa será entre os quinze e os vinte euros.

Convidamos-te a estar presente, aguardando a tua confirmação para:
associacaojoseafonso@gmail.com ou através do telefone 265 185 580

O local estará condicionado ao número de inscrições, sendo comunicado em data oportuna.

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AJA NorteNúcleos AJAProjecto "O canto de intervenção"
31/10/2011By AJA

Na Escola da Fontinha

Foi no último sábado, dia 29 de Outubro, no Espaço Colectivo Auto-Gestionado do Alto da Fontinha
-“Escola da Fontinha” – Porto.
Esta Escola – fechada e abandonado durante anos – foi ocupada por um grupo de cidadãos e cidadãs no âmbito do projecto lançado este ano pela AJA norte – “OCUPAR ABRIL, TOMAR DE ASSALTO O MÊS DE MAIO” que a devolveram ao movimento associativo e à comunidade.
O “Canto de Intervenção” partilhou durante hora e meia a liberdade que nasce em cada pedaço daquele chão!
Contem connosco, para o que der e vier!
AJA norte

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AJA GrândolaNúcleos AJA
31/10/2011By AJA

Imagens do debate sobre a guerra colonial

No passado dia 29 de Outubro, a sala da Biblioteca Municipal de Grândola encheu para assistir ao debate organizado pelo Núcleo de Grândola da Associação José Afonso – Litoral. O tema em debate era: “50 anos do início da guerra colonial – uma guerra injusta”.
As intervenções estiveram a cargo de Graça Nunes (vereadora da CMG), João Sobral (Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vítimas do Stress de Guerra), Andrade e Silva (ex-militar), Carlos Beato (Presidente da CMG), Santa Clara Gomes (ex-membro da direção da Associação das Forças Armadas), José Manuel Fernandes (ex-militar), Mário Tomé (capitão de Abril) e José Ramos da Associação José Afonso. Foram, ainda, lidos, por Graça Dias, poemas subordinados à temática da guerra.
A finalizar seguiu-se um debate com forte participação do público.

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AJA GrândolaNúcleos AJA
25/10/2011By AJA

Nos 50 anos do início da guerra colonial

O Núcleo de Grândola da AJA Litoral, vai levar a efeito, Sábado, dia 29 de Outubro, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal de Grândola, uma sessão sobre os “50 ANOS DO INICIO DA GUERRA COLONIAL”, uma guerra injusta.

Vão participar nesta sessão:
Andrade da Silva, Capitão de Abril.
Carlos Beato, Presidente da Câmara Municipal de Grândola e ex-militar que incorporou a coluna de Salgueiro Maia.
Durão Clemente, Capitão de Abril.
João Sobral, ex-militar de Abril
José Manuel Fernandes, ex-militar de Abril
Mário Tome, Capitão de Abril
Santa Clara Gomes, da ex-direcção da ADFA (Associação dos Deficientes das Forças Armadas)

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AJA NorteNúcleos AJAProjecto "O canto de intervenção"
25/10/2011By AJA

Concerto na Es.Col.A da Fontinha

O CANTO DE INTERVENÇÃO
Música, poesia, imagens, história(s)
AJANorte – Núcleo do Norte da Associação José Afonso

Vem ouvir temas de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho, José Mário Branco e muito mais!

O Canto de Intervenção, intensificado em Portugal sobretudo nos anos 60 e 70 do século XX, não é um fenómeno recente ou já extinto, nem tão pouco limitado ao espaço geográfico de um país.
Esta sessão promovida pela Associação José Afonso faz o cruzamento da música com referências históricas, com momentos de poesia e projecção de imagens. Percorre-se a história do Canto de Intervenção fundamentalmente em Portugal, mas também noutras partes do mundo onde a música deu voz à luta.
Da seara portuguesa ao capim angolano, passando pelo estádio nacional no Chile, O Canto de Intervenção propõe-nos uma viagem pelos principais cantautores portugueses e internacionais, contextualizando o seu papel na música e na sociedade e interpretando as suas músicas e poesias.

Interpretação: Paulo Esperança (apresentação e narração) – Ana Afonso (leitura de poemas) – Ana Ribeiro (guitarra e voz) – Fernando Lacerda (voz) – Paulo Veloso (guitarra) – Miguel Marinho (violino, bandolim).

Sábado, 29 de Outubro, às 21h
Es.Col.A da Fontinha – Rua da Fábrica Social, 17 – Porto

Entrada livre
Aparece e divulga!

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Associação José Afonso
25/10/2011By AJA

Imagens do lançamento do catálogo e assinatura de protocolo em Grândola

Algumas imagens do lançamento do catálogo da exposição “Desta canção que apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985” e a assinatura de protocolo entre a Câmara Municipal de Grândola e a Associação José Afonso.
Na mesa estiveram Graça Nunes e Anibal Cordeiro, vereadores da CMG, Francisco Fanhais, Adelino Gomes e Miguel Gouveia da AJA. A sessão terminou com um belíssimo concerto do Coro da Achada do Centro Mário Dionísio.

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AJA NorteNúcleos AJA
25/10/2011By AJA

Na AJA norte

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AJA NorteNúcleos AJA
16/10/2011By AJA

Uma vontade de música

Foi no sábado, à noite, dia 15!
Muitos de nós que ali estávamos tínhamos percorrido, à tarde, as ruas do Porto, sem preconceitos, “gritando o ódio ao vazio”.
É verdade que não éramos apenas um “exército de amor e capacetes” mas todo(a)s sabíamos ao que íamos.
“UMA VONTADE DE MÚSICA” com as letras, as pautas, os contextos, as músicas do Zeca!
A Fundação Escultor José Rodrigues acolheu-nos…e o Alfredo Vieira foi o nosso “hospedeiro”!
Continuaremos a ser muitos…continuaremos a ser alguém!

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Associação José AfonsoDiscografiaExposições
15/10/2011By AJA

Catálogo da exposição discográfica já disponível.

O catálogo da exposição discográfica “Desta canção que apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985”  já se encontra à venda na AJA.

Enviem um email para a AJA com o vosso pedido.

Preço: 15€ + portes

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Associação José AfonsoFernando CouceiroPartituras e tablaturas
14/10/2011By AJA

Novo livro de partituras. Encomende já o seu!

A AJA tem o prazer de anunciar nova parceria com a editora Metriround no lançamento de mais um livro de partituras para guitarra clássica. Depois de um 1º volume inteiramente dedicado a José Afonso, o 2º volume, novamente graças ao trabalho de Fernando Couceiro, traz-nos 10 arranjos para guitarra clássica de temas intemporais da música portuguesa (Ver capa).

À semelhança do 1º volume, o livro vem acompanhado de um CD didáctico com todas as músicas interpretadas por Fernando Couceiro.

 

Ouça aqui o 1º tema: “Queda do Império” de Vitorino [audio:https://aja.pt/audio/queda.mp3]

 

PREÇO: 15€ + portes

Encomende já o seu enviando um email para a AJA.

 


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Associação José Afonso
11/10/2011By AJA

Comunicado da Associação José Afonso

A situação que se vive hoje em Portugal e, um pouco por todo o mundo, é um retrocesso civilizacional. A nossa vida quotidiana está a ser destruída com o argumento de crise financeira. A especulação e a ganância estão a levar-nos a uma situação insustentável para os trabalhadores e para o povo em geral. A cultura é considerada um acessório, sem valor, a precariedade é o futuro para os jovens, os impostos sobre os magros salários sobem em catadupa, as privatizações dos bens públicos – como por exemplo a água – transferem o que é de todos, para a posse de alguns. Assim, obrigam-nos mais uma vez a vir para a rua gritar! Já José Afonso nos dizia:

O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!

Os órgãos sociais da AJA, reunidos a dia 10 de Outubro, decidem, por isso, apoiar e apelar aos associados e amigos para participarem nas manifestações contra a degradação das condições de vida no país, e no mundo.

A 15 de Outubro 2011 – A Democracia sai à rua!

Setúbal, 10 Outubro 2011
Francisco Fanhais

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Associação José AfonsoDiscografia
10/10/2011By AJA

Convite

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Vídeo
02/10/2011By AJA

Canção do desterro por Helena Sarmento

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AJA NorteNúcleos AJA
01/10/2011By AJA

Amigos maiores que o pensamento

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AJA NorteNúcleos AJA
26/09/2011By AJA

Fotos da “Madrugada”

Numa parceria – que se espera duradoura – celebrada entre o “Teatro Ensaio” e a AJA norte realizou-se no sábado, 24 de Setembro a leitura encenada da peça de Pedro Estorninho, “MADRUGADA”.
Os actores Inês Leite e Cristóvão Carvalheiro deram corpo e voz a um texto que ficciona o último interrogatório da polícia política antes do 25 de Abril de 1974.
Depois, como de costume, seguiram-se os “comes e bebes” e muita cantoria!

AJA norte

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AJA GrândolaNúcleos AJA
26/09/2011By AJA

“O dia inicial” em Grândola

O núcleo de Grândola da AJA Litoral, levou a efeito uma sessão de divulgação do livro “O DIA INICIAL, no Cineteatro Grandolense, no passado dia 24 de Setembro, com a presença do autor, Otelo Saraiva de Carvalho.
A apresentação esteve a cargo do Historiador João Madeira.
Ainda presentes a vereadora da cultura Graça Nunes, José Ramos do núcleo de Grândola da AJA Litoral e da Presidente da Junta de Freguesia de Grândola, Maria de Fátima Luzia. No final da sessão ainda contou a intervenção do Presidente da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beato, ex-militar, que integrou a coluna militar de Salgueiro Maia no 25 de Abril.

Núcleo de Grândola da AJA Litoral
José Ramos

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AJA NorteColóquiosNúcleos AJA
25/09/2011By AJA

José Afonso: Uma vontade de música

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José Niza
23/09/2011By AJA

José Afonso e José Niza: 2 histórias


José Afonso canta acompanhado por Levy Baptista, David Leandro, José Niza e Sousa Rafael (Cine-Teatro Restauração, Luanda, 1958)

 

DE COMO OS SAPATOS DO ZECA AFONSO DOBRARAM O CABO BOJADOR

Já o sol era nascido acima do horizonte atlântico que se avistava do paquete “Pátria”, de regresso a Lisboa com a Tuna Académica. O pelotão da noite regressava às «casernas» da 2ª classe para retemperar energias para o dia seguinte.
Éramos uns três ou quatro, incluindo o Zeca e eu, de viola, caminhando no deck, da ré para a proa.
A noite tinha sido mágica. Cabelos ao vento, qual deusa grega, Natália Correia recitou poemas que a brisa levou e o Zeca cantou umas coisas que já não eram fado, e que ainda não eram balada.
Na rotina dos cuidados de higiene e limpeza do navio, um marinheiro mangueirava o deck com fortes jactos de água marinha.
Caminhávamos. De repente, o Zeca parou e disse: «Tenho os pés molhados». E flectiu a perna para inspeccionar o que se passava com a sola dos seus sapatos. Assistimos então a uma revelação: as solas de ambos continham crateras do tamanho de medalhas comemorativas de não sei o quê; e onde devia haver sola, cabedal ou couro, só havia buracos, e mais, onde devia haver meia, também não havia.
À luz nascente daquele novo dia, a única e primeira coisa que se vislumbrava, enquadrada pela moldura do buraco, era a pele da planta do pé do cantor, que ele, agredido na sua sensibilidade cutânea, dizia «molhada».
E então, o Zeca, lentamente, descalçou o primeiro sapato. Depois, o segundo. E, num gesto e movimento que me lembrou aquela devolução que os «matadores» fazem para o público, das ofertas que lhes atiram para a arena na volta triunfal das lides, o Zeca lançou os sapatos ao mar.
Ainda se mantiveram à tona por segundos. Depois, foram rapidamente engolidos pela espuma e deglutidos pela sucção do mar.
«E agora, José?» – teria pensado eu.
«Ó Zeca, como aqui no barco não há sapatarias, como é que vai ser amanhã?»
O Zeca, descalço e de peúgas rotas e molhadas, caiu finalmente em si:
«É pá, pois é, não há sapatarias… »
No dia seguinte, quando o avistei, a primeira coisa que fiz, com curiosidade, foi olhar para baixo, para o chão, para ver como era o pedestal da estátua. Um espanto: sapatos reluzentes, engraxados, talvez de marca.
«Ó Zeca, onde é que, como é que…», perguntei eu.
Já não me lembro da resposta dele, nem penso que interesse para o caso porque, às vezes, as respostas já vêm contidas nas perguntas.

«CORO DOS TRIBUNAIS», CHOURIÇO E VINHO TINTO

Em 1974, já depois do 25 de Abril, o Zeca Afonso foi a Londres gravar mais um dos seus discos, o «Coro dos Tribunais». Competiu-me a mim a produção e ao Fausto a concepção dos arranjos e a direcção musical.
O Zeca, sobretudo quando gravava no estrangeiro, gostava sempre de convidar outros músicos e outros cantores. Sentia-se melhor assim, mais acompanhado, e gostava também de ouvir as suas opiniões e as suas sugestões.
Dessa vez, além do «núcleo duro» do disco (Fausto, Carlos Alberto Moniz, Michel Delaporte, Yório) estavam também o Adriano e o Vitorino, mas nenhum teve envolvimento permanente na gravação.
E, assim, enquanto nós estáva­mos em full-time na gravação, e o Vitorino e o Adriano andavam turisticamente por Londres, à descoberta de coisas.
Um belo dia, a meio da tarde, entram os dois, esfuziantes de contentamento, estúdio adentro.
Interrompida a gravação e perante a estupefacção dos engenheiros de som ingleses, o Vitorino anuncia a grande notícia: ali mesmo, a dois passos do estúdio, tinham descoberto um «lugar» onde se vendia chouriço, presunto, vinho tinto e pão caseiro!
Mais não bastou para que instrumentos musicais e outros apetrechos sonoros e acústicos
fossem postos em repouso, perante o ar incrédulo dos ingleses.
E o Zeca disse: «Bem, vamos lá então ao chouriço e a molhar a goela»! E se assim o mandou, melhor o fez.

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José Niza
23/09/2011By AJA

José Niza (1938-2011)

José Niza, que enquanto responsável pela produção da editora Arnaldo Trindade (Discos Orfeu) a partir de 1971, trabalhou com José Afonso, morreu na noite de 23 de Setembro.
Desaparece mais um homem de Abril, mais um ser humano que ajudou a abrir as portas do futuro.
À respectiva família a AJA endereça as suas mais sentidas condolências.
A Direcção da AJA

Sete Vidas: Autobiografia de José Niza

Sete vidas são as que vivi até agora. E 70 os anos que espero completar em Setembro próximo. Antes de percorrer convosco os sete caminhos desta saga de andarilho, deixem-me proclamar que estou agradecido à vida. A verdade é que a vida me correu bem, tive sorte, encontrei a mulher certa, tenho três filhos que só sabem dar alegria aos pais, tive até a felicidade de viver o 25 de Abril de 1974. Quase tudo o que me aconteceu não foram coisas que perseguisse, ou que correspondessem a projectos de vida.

À excepção da minha mulher e da opção pela Medicina, tudo o resto veio ter comigo, paulatinamente enriqueceu e comandando a minha vida. Nunca me passou pela cabeça ser deputado, ou director de programas da RTP, ou escrever cerca de 300 canções, ou estar dois anos numa guerra. Por tudo isto agradeço à vida o que me deu. Não tenho livro de reclamações a não ser para lutar pelos direitos dos pobres, dos humildes e para que haja mais justiça e solidariedade em Portugal.

Comecemos então pelo princípio. Em 16 de Setembro de 1938 fui nascer a Lisboa, na Maternidade Alfredo da Costa, mas rapidamente regressei a Portalegre onde o meu pai era engenheiro da Junta Autónoma das Estradas. Primeiro filho, primeiro neto e primeiro sobrinho de tias e tios solteiros, a minha chegada ao mundo fez de mim um pequeno príncipe. Cedo, muito cedo, me apaixonei pela vida no campo. A apanha da azeitona e dos figos. As vindimas, as ceifas e as debulhas em Campo Maior, na eira do meu avô, onde comia gaspacho fresquinho com os ganhões, nos dias tórridos de Agosto.

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Arnaldo TrindadeDiscografia
22/09/2011By AJA

A política da Orfeu era a utopia

Arnaldo Trindade mostra-nos uma dedicatória: “Adversariamente, mas com admiração, José Afonso”. Afonso, tal como Adriano Correia de Oliveira, tal como muitos dos autores editados por Arnaldo Trindade, defendia a esquerda revolucionária. Trindade, por sua vez, tinha em mente “uma ideia democrática americana” – hoje, confessa, não sabe como se há-de definir. Estavam, porém, do mesmo lado da barricada. Claramente: “Era preciso ir mais à frente para conseguir mudar o sistema, para conseguir a utopia que sempre defendi, tal como Zeca Afonso, de uma sociedade mais igualitária. A nossa política era a utopia”.

Era. Arnaldo Trindade que, enquanto editor, era responsável perante a PIDE pelas edições, assumia essa responsabilidade sem constrangimentos. Até porque, apesar de “em momentos mais complicados” ter de correr a esconder os discos debaixo da cama dos filhos, o seu “único disco proibido” foi, conta, “Je t’aime, moi non plus”, de Serge Gainsbourg e Jane Birkin – apareceu o oficial da PIDE e apreendeu-o, mas não sem antes reservar “três ou quatro para si”.

Excerto de entrevista de Mário Lopes a Arnaldo Trindade. Texto completo aqui.

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AJA AveiroNúcleos AJA
19/09/2011By AJA

A AJA na homenagem a Jaime Gralheiro

Decorreu em S.Pedro do Sul,que contou com presença de vários nomes da cena política e cultural nacional.

A Direcção da AJA nacional esteve representada, com presença também de amigos do núcleo da AJA Região de Aveiro. Numa cerimónia emocionante, várias personalidades falaram sobre a sua postura exemplar e enfatizaram a importância da sua obra política e cultural. Nas fotos pode-se ver o momento em que a representante da AJA entregou a Jaime Gralheiro um quadro com a fotografia deste aquando da sua intervenção empolgante no dia da fundação do núcleo da AJA da Região de Aveiro, a 2 de Abril de 2011. Recebeu ainda uma T-shirt com as quadras iniciais da canção “O que faz falta”, porque Jaime Gralheiro é, sem dúvida, dos que sempre “avisaram/animaram a malta”!
O abraço foi dado em nome do ZECA e de Francisco Fanhais, amigos íntimos, e dos amigos da AJA da região de Aveiro.

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Arnaldo TrindadeDiscografia
19/09/2011By AJA

Arnaldo Trindade em entrevista

Arnaldo Trindade, o principal editor discográfico de José Afonso, será o entrevistado de José Fialho Gouveia, no programa “Bairro Alto”.

RTP2 |2011-09-20 | 23:42h

Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso, Fausto, Sérgio Godinho. São apenas alguns dos nomes que fazem parte do catálogo da editora Orfeu, nascida nos anos 50 e que revolucionou o mercado discográfico português. O seu fundador, Arnaldo Trindade, nascido no Porto em 1934, é o convidado do Bairro Alto de hoje. Desativada nos anos 80, a Orfeu está de volta com o objectivo de voltar a disponibilizar algumas das obras marcantes que fazem parte do seu catálogo, não perdendo de vista o lançamento de novos valores. Mais informação


José Afonso e Adriano Correia de Oliveira com Arnaldo Trindade

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Associação José AfonsoEncontro anual
19/09/2011By AJA

O encontro anual da AJA na Galiza

Éramos muito(a)s de muitos lados!
Das várias regiões da Galiza, das Astúrias, do norte, centro e sul de Portugal…éramos gente de aqui e de agora!
Com a organização, hospitalidade e solidariedade do Afonso e do Xico de Carinho, no dia 17 de Setembro, no Rosal, Galiza, encontraram-se amigos antigos e novos da AJA para celebrar a obra e o exemplo cívico do Zeca.
Da comida às palavras, da música às conversas as mais de 60 pessoas presentes na “Casa Paco” e depois no “obradoiro de gaitas” do Afonso Castro passaram uma jornada de alegria e de combate em mais um Encontro Anual da AJA.
Para o ano num outro qualquer lugar…lá estaremos, de novo!

A Direcção da AJA

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Amílcar Vasques DiasHomenagens e tributos (música)
12/09/2011By AJA

Concerto de Amílcar Vasques Dias sobre obra de José Afonso

 

AMÍLCAR VASQUES-DIAS

Nasceu em Badim (Monção).
Efectuou estudos superiores de Piano e de Composição, nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura para o Curso Superior de Composição Instrumental e Electroacústica no Conservatório Real de Haia, na Holanda, país onde, durante 14 anos, desenvolveu actividade artística e pedagógica como pianista e como compositor.
A sua produção engloba música de câmara instrumental e vocal, ou electroacústica, orquestra sinfónica, orquestra de metais, coro a cappella e acompanhado, obras multimédia, e música para filme e teatro. Tem recebido encomendas de várias instituições públicas e privadas holandesas e portuguesas.
Paralelamente à sua actividade de compositor, mantém actualmente projectos de fusão do piano “erudito” com músicas tradicionais, como o cante alentejano, o baile e o cante flamencos.
Desde 1975, dedica-se ao estudo e recriação da música de José Afonso.
A sua música tem sido tocada em vários países da Europa e da América, nomeadamente em festivais de música contemporânea: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Lisboa Capital da Cultura ’94-Skite (CCB-Lisboa), Cantigas do Maio (Seixal), June in Buffalo (EUA), S. Paulo (Brasil), Astrakhan (Rússia), Manchester (UK), Capuchos ’97 (CCB-Lisboa) e Encontro do Alentejo de Música do Séc. XX.I (Évora).
Tem diversas obras registadas em vários CD’s editados na Holanda e em Portugal, e publicou recentemente o CD DESNUDO sobre “poesia feminina hispano-árabe” com Joana Machado, cantora de jazz.
Desde o seu regresso da Holanda, em 1988, foi docente nas Escolas Superiores de Música de Lisboa e do Porto, na Universidade de Aveiro e na Universidade de Évora.
É director artístico, desde 1998, do Encontro do Alentejo de Música do Séc. XX.I.

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AJA NorteNúcleos AJA
10/09/2011By AJA

Madrugada

AVISO : esta iniciativa será iniciada, RIGOROSAMENTE, às 19h. Durante a sua apresentação a sede estará fechada a entradas ou saídas, além do mais por incompatibilidade com o local onde decorrerá a representação. Sejam, por isso, pontuais!
AJA norte/ Teatro Ensaio

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AJA NorteNúcleos AJATeses
10/09/2011By AJA

Alexandre Martins na AJA norte

No dia 5 de Setembro, na sede do núcleo do norte da AJA, decorreu um encontro entre Alexandre Pereira Martins – autor de uma tese de doutoramento sobre toda a obra poética de José Afonso, defendida na Universidade de Colónia, Alemanha, em Julho passado – e membros do respectivo núcleo.
Nesse encontro, além da conversa informal sobre a realização do seu trabalho, o que ele implicou e o que dele se pode extrair ficou agendada para a Primavera de 2012 a sua apresentação formal, no Porto, a que se seguirá o natural debate público.
AJA norte

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AJA NorteAmigos maiores que o pensamentoNúcleos AJA
05/09/2011By AJA

“Amigos maiores que o pensamento” | Encontro

ZECA: Há sempre alguém que resiste!

Há 25 anos – Em Fevereiro de 1987 levantaste voo celebrando o brado da terra. Foste dizendo, cantando, avisando, até que saíste aparelhando um barco abandonado numa praia vazia ADRIANO: O andarilho do que faz falta!
Há 30 anos – Num Outubro de 1982, na ressaca das marés vivas, vividas, anunciavas o mês onde começava a mágoa, dizendo que nunca poderiam ser os rostos a bater à porta do poema.

Desde esses tempos, tão longe e tão perto, vocês amigos, continuam a caminhar exactamente aqui – connosco, que ainda aqui estamos e com outro (a) s que já partiram – com os amores e desamores, as vitórias e as derrotas; em todas as causas, passadas, presentes e futuras; com todos os sonhos, mesmo aqueles que já foram esquecidos; com as utopias que parecem loucas, as alegrias e as tristezas que roem este palmilhar de estrada.
Porque nos ensinaram a haver sempre alguém que diz não, por nos terem ajudado a procurar a saída do vale escuro, a vossa memória tem caminhado sempre dentro da vida de um povo. Porque há sempre alguém que resiste, porque faz falta ver bem os cantares destes andarilhos, aqui estamos nós, e todo (a)s os que vierem por bem, para vos celebrar… AMIGOS MAIORES QUE O PENSAMENTO!

Caro(a) s Amigo (a)s: no seguimento do convite formulado para participarem no primeiro encontro de 9 de Julho (ainda que tenhamos consciência clara que não terá chegado a todo (a) s) e depois do envio das conclusões dessa mesma reunião aqui estamos a cumprir e anunciar o que foi acordado:

PROJECTO – “AMIGOS MAIORES QUE O PENSAMENTO” – REUNIÃO DIA 21 DE SETEMBRO, 4ª FEIRA, 21H (mesmo 21h uma vez que há gente que vem de longe), sede da AJA norte (Rua do Bonjardim, 637, 1º Traseiras, Porto – quase em frente ao Edifício do Jornal de Notícias). Junto segue uma proposta de temas a abordar que, naturalmente, está sempre aberta a propostas de alteração

1-Informação sobre as adesões já chegadas ao Projecto

2-Formalização do Projecto:
2.1-Ideias para um Manifesto
2.2-Ideias para um Logotipo
2.3-Criação e gestão de um “blog” para a divulgação de iniciativas
2.4-Entidade/pessoa responsável pela gestão, recepção e circulação da informação
2.5-Princípios orientadores do projecto, relacionados com aspectos como: financiamento de iniciativas, adesões, etc.

3-Calendarização:
3.1-Apresentação pública/ Conferência de Imprensa/ Dezembro de 2011
3.2-Propostas de iniciativas autónomas ou em parceria

NOTA: se assim o entenderem dêem-nos conta, por favor: da vossa intenção de estarem presentes; da vossa disponibilidade para a adesão ao lançamento deste projecto independentemente de não poderem participar presencialmente; da vossa indisponibilidade para a ele aderirem, nomeadamente para não vos remetermos “mails” não desejados. Como sempre pedimos-vos, se estiverem de acordo, que divulguem esta iniciativa e este encontro às entidades e pessoas que entenderem por conveniente.

Com as maiores saudações,
Francisco Fernandes
Paulo Esperança
(AJA norte)

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Associação José AfonsoVitor Serra
28/08/2011By AJA

Vitor Serra, 1950 – 2011

É com enorme tristeza que a Associação José Afonso vos comunica o falecimento de um dos seus sócios-fundadores.
Natural de Setúbal, Vitor Serra era poeta e um incansável animador cultural: foi membro-fundador de vários grupos de teatro amador, colaborou em rádios locais, produziu e participou em inúmeros espectáculos musicais e recitais de poesia, tendo também ocupado cargos de direcção no Clube Recreativo Palhavã e Círculo Cultural Setúbal, onde dinamizou o festival “Cantar José Afonso”, que se realizou de 1988 a 1996.
O seu corpo encontra-se em câmara ardente na capela de S. Paulo, no Bairro do Liceu. O funeral sai da capela, na 2ª feira, às 15h15, para Palmela.

Para onde vai o riacho
Que corre pela nossa vida ?
E que podemos fazer para encantar
Este silêncio que parte todos os dias à nossa frente
Enquanto esperamos que o vento nos abrace.

Victor Serra | 20-10-2008

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ImprensaTeses
27/08/2011By AJA

Obra poética integral de José Afonso analisada pela primeira vez em tese de doutoramento

Recorte (Jornal de Leiria | 18.8.2011) retirado daqui.

 

Notícia LUSA

José Afonso “é uma das principais vozes poéticas do século XX” em Portugal, conclui uma investigação inédita sobre o poeta, músico e compositor que, pela primeira vez, analisou a sua obra integral, numa perspetiva literária.
Da autoria do investigador lusodescendente Alexandre Pereira Martins, a tese de doutoramento em Filologia Portuguesa foi defendida em julho na Universidade de Colónia, na Alemanha, abordando a totalidade da obra poética, musicada e a não musicada, do autor.
“O meu doutoramento procura abordar, por completo, a totalidade da poesia de José Afonso, incluindo os poemas que foram musicados, numa perspetiva filológica”, disse hoje o investigador à Agência Lusa.
Partindo da “convicção de que uma obra lírico-musical de três décadas e mais de 250 textos líricos (mais de metade não musicados), merece um enquadramento mais complexo, além dos rótulos óbvios “oposição ao Estado Novo”, “canção de intervenção”, “Revolução dos Cravos”, a investigação teve como objetivo demonstrar a estética poética que está por detrás da obra de José Afonso, assim como o percurso que o caracteriza como escritor lírico”, refere Alexandre Martins.
Segundo o docente e investigador do Instituto Luso-Brasileiro da Universidade de Colónia, caracterizar o autor de “Grândola Vila Morena” como “cantor de intervenção” “não é um rótulo errado, mas é redutor”.
Ao considerar Zeca Afonso como “uma das principais vozes poéticas” da poesia portuguesa do século passado, Alexandre Martins diz que a sua obra, “a par dos momentos mais interventivos de poesia comprometida, assim como de uma matriz popular”, apresenta “exemplos de poesia hermética, num contacto com correntes surrealizantes”.
A poética de José Afonso evidencia ainda “preocupações filosóficas e metafísicas”, conclui Alexandre Martins, que nasceu em 1974 em Colónia, onde reside.
Segundo o investigador, que tem analisado também a música popular moderna portuguesa, o seu estudo “Reconstrução da poética do cantor-autor e poeta português José Afonso (1929-1987)” é o primeiro a nível académico que analisa a obra integral de José Afonso – a discografia e a lírica não musicada – numa perspetiva filológica.
A tese vai ser publicada no início de 2012, na Alemanha, pela editora de divulgação científica Dr. Kovac, de Hamburgo, que compreende uma série dedicada aos estudos lusófonos. Está prevista também a sua tradução para edição em Portugal.
A primeira tese de doutoramento sobre as canções de José Afonso foi publicada em 1985, em Viena, pela austríaca Elfriede Engelmayer, que estudou a obra musicada entre 1968 e 1979 – recorda Alexandre Martins.
“Quando, a partir de 2005, defini o tema para o meu doutoramento, a minha convicção residia em investigar a obra lírica do José Afonso como chave para futuras investigações, visto que nela se encontram de forma produtiva e criativa as mais diversas correntes, sejam elas lírico-literárias ou de estilos musicais. Ou seja: continuando a investigação numa área, que ainda considero desprezada pelo meio académico, essa teria necessariamente de passar pela abordagem da criação poético-musical de José Afonso”, acrescenta.

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Sem categoria
11/08/2011By AJA

Prazo alargado para exposição discográfica

Uma boa notícia para aqueles que ainda não tiveram oportunidade de se deslocar à Bibioteca Municipal de Grândola: o prazo da exposição discográfica “Desta Canção que Apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985″ foi alargado até ao final de Setembro.
Ver fotos da inauguração

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AJA AveiroNúcleos AJA
07/08/2011By AJA

Núcleo de Aveiro no Festival Intercéltico de Sendim 2011

Temos que dizer, com toda a certeza, que foi um momento de grande alegria e festa. A adesão do público foi imensa e trocaram-se palavras com crianças e adultos sobre o grande exemplo de Homem que foi José Afonso.
A mensagem passou e foi recebida por todos e todas de uma forma bastante efusiva.
Temos que agradecer de uma forma muito especial ao Mário Correia, as palavras enormes, sentidas e queridas, perante todo o público do festival, sobre a nossa presença no evento.
Obrigado, Mário Correia, e um grande abraço pela forma como nos recebeste.

AJA – Núcleo Região de Aveiro

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Associação José AfonsoEncontro anual
02/08/2011By AJA

Encontro anual da AJA

Todo(a)s junto(a)s… o(a)s que aqui estão e o(a)s que partiram… temos ajudado a construir esta Associação. Em 18 de Novembro faremos 24 anos!
Tanto tempo e, no entanto, tanto falta para celebrar os ventos de mudança que a inquietação do Zeca nos legou. Não temos ilusões: sabemos bem que há muito caminho para “andarilhar”, muitos erros a corrigir.
Será essa “sabedoria” da permanente insatisfação que nos fará insistir naquilo em que acreditamos. A nossa Associação está a viver processos únicos porque – de tão bonitos – nos fazem sentir felizes.
Grândola-Litoral, região de Aveiro a par do núcleo do norte são exemplos do que pode fazer a gente para quem faz sempre falta fazer alguma coisa.
Por isso, na senda do que há anos vimos organizando, queremos ter os sócios, os amigos e toda a gente de bem em mais um ENCONTRO ANUAL da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO.
Desta vez… nessa Galiza tão pertinho, nessa terra de Castelao, de Rosalia de Castro, de Alexandre Bóveda…nessa terra de uma língua própria carregada de carinho e diminutivos.
Arrisquem…rasguem as fronteiras do previsto…e venham daí…havemos de ser muitos…havemos de ser alguém!
A Direcção

 

GALIZA, 2011

PROGRAMA
Sábado 17 de Setembro
Almoço: CASA PACO (concelho de Oiã, aldeia de Torroña), às 14h30. (13h30 Portugal)
Encontro prévio, para os que quiserem e puderem, na Casa-Obradoiro de Gaitas de Afonso Castro.
Rua Casal, nº 20 (O Rosal)
(O Rosal é o povo, mas também o concelho, do mesmo nome)
A casa de Afonso fica ao pé do único semáforo que há no povo. Aí há onde estacionar.
A saída do Rosal pode ser às 14h (a viagem do Rosal a “Casa Paco” leva uns 20 minutos.

INSCRIÇÕES ATÉ 5 DE SETEMBRO PARA:
ajanorte@gmail.com
associacaojoseafonso@gmail.com
xicopenha@gmail.com

PLANEANDO O ENCONTRO:
O primeiro encontro será no obradoiro de Afonso Castro
(coordenadas do GPS: +41° 56′ 2.04″, -8° 50′ 12.08″ e sinalização em Google Maps: 41.933901, -8.836688)

para logo ir todos a almoçar ( em galego, xantar) à CASA PACO
(coordenadas do GPS: +42° 1′ 43.60″, -8° 50′ 9.72″ mais a sinalización en Google Maps: 42.028777,-8.836034).
» VER MAPA

De tarde pode-se dar un banho no rio e depois fazer a rota dos muíños do Picón e Folón; esta é uma rota muito interessante tanto paisaxística como cultural. Depois faz-se uma visita a Quinta de Couselo e acaba-se o dia tomando uns pinchos no local de encontro – o obradoiro.

ALOJAMENTO:
Para dormir de sábado para o domingo é necessário que, quem quiser, se inscreva. Poderá haver sítio para acampar.

CUSTO INDICATIVO DO ALMOÇO
Preço entre os 18 e os 20 € dependendo do que se beba.

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Associação José Afonso
28/07/2011By AJA

A AJA está na Feira de Santiago, em Setúbal. Apareçam!

Mais informações no sítio da Feira

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ColóquiosHomenagens e tributos (2011)
26/07/2011By AJA

Colóquio e concerto, amanhã, em Penafiel

JOSÉ AFONSO : UMA VONTADE DE MÚSICA
Concerto ― Colóquio

Rio Mau ― Sala de Ensaios da Banda Musical de Rio Mau
Quarta-feira | 27 de Julho | 21h30

Com a presença de:

Carla Pontes
Celeste Ramos
Guilhermino Monteiro
João Mesquita
Octávio Fonseca
Pedro Ramajal

Mais informações através do 914 581 070

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AJA AveiroNúcleos AJA
17/07/2011By AJA

Imagens das “Conversas à volta do Zeca”

Na tarde de sábado, dia 16 de Julho 2011, pelas 16.30h a AJA Núcleo da Região de Aveiro deu início a mais uma actividade em prol do exemplo de cidadania de Zeca Afonso, no Guesthouse Bar, em Aveiro. “Conversas à volta do Zeca” teve 5 convidados que constituíram a mesa, com o moderador Rui Vasqueiro. Os convidados foram Paulo Esperança, Alípio de Freitas, Mário Correia, Viriato Teles e Tino Flores. Foi um momento de partilha com palavras quase mágicas de memórias e vivências em torno de um Homem de LIBERDADE. Após a intervenção de todos os convidados, com a casa cheia, alguns dos presentes partilharam impressões e opiniões em torno da figura do Zeca e de algumas das questões que se colocam nos dias que correm. A iniciativa continuou pela noite dentro com o “assalto às ruas e às tascas” com início no restaurante “Buraco”, seguindo-se para o “Guesthouse Bar”, passando pelo “Morpheus wine bar” e acabando no “Mercado Negro”. Ao longo deste “ataque” ouviram-se prestações notáveis de Tino Flores, Ana Ribeiro e Sérgio Pericão, sendo este último um aveirense, que interpretaram vários cantautores do movimento da canção de intervenção.

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AJA NorteAmigos maiores que o pensamentoNúcleos AJA
14/07/2011By AJA

Projecto “Amigos maiores que o pensamento”: Notas da reunião

Aqui ficam as notas da reunião sobre o projecto “Amigos maiores que o pensamento” que decorreu na sede da AJA norte a 9/07/2011.

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Carlos ParedesHomenagens e tributos (2011)
13/07/2011By AJA

José Afonso e Carlos Paredes pelo grupo Cantos & Variações

    No próximo dia 15 de Julho, a partir das 20h, o grupo Cantos & Variações estará no Marco de Canaveses para fazer uma homenagem a José Afonso e Carlos Paredes, na Estação Arqueológica do Freixo.

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      Homenagens e tributos (2011)Imprensa estrangeira
      05/07/2011By AJA

      Homenagem a José Afonso em França


      Artigo no jornal La Montagne dando conta da homenagem feita a José Afonso em Clermont-Ferrand.

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      AJA AveiroNúcleos AJA
      05/07/2011By AJA

      Conversas à volta do Zeca


      Uma iniciativa da AJA região de Aveiro para o próximo dia 16 de Julho. Por favor, divulguem por todos os vossos contactos e juntem-se a nós com um instrumento e a vossa voz…

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      AJA NorteNúcleos AJA
      02/07/2011By AJA

      Ontem no café Pedra Nova

      Já caía a noite, mas ao som deste sol de Verão, no “Café Pedra Nova”, no Porto… ergueram-se cantores do Zeca, do Adriano, do Sérgio e de outra gente que, felizmente, ainda nos vai desinquietando.
      Com o Alexandre Aguiar ( em “estreia mundial” nas iniciativas da AJA), a Ana Afonso, a Ana Ribeiro, a Inês Leite, o José Ferreira e sua Irmã (igualmente em “estreia mundial” nas iniciativas da AJA), o Pedro Estorninho, a Thèrése ( da AJA norte mas, desta vez, com “cantorias” à mistura) e o Zé Luís Guimarães a música e as palavras andaram até às tantas, abraçadas à alegria e à emoção.
      Neste espaço solidário, de forma espontânea, elevaram-se da partilha da noite várias vozes, que não tarda, esperamos, se juntarão às futuras iniciativas da AJA NORTE.
      Para ajudar na festa, gente da núcleo da AJA da região de Aveiro falava-nos da sessão que vão organizar no dia 16 – “Conversas à Volta do Zeca”.
      Sim, foi linda a festa pá… e cá estamos… teimosos e resistentes… para o que der e vier!
      Contem com isso de nós que aqui estamos… para tudo… e para o resto que faz falta fazer!

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      Testemunhos
      22/06/2011By AJA

      Memórias de uma aula de Zeca Afonso em Setúbal

      Barreiro, 4 de Outubro de 1967
      (Quarta-feira)

      Segundo dia de aulas. Continua o desassossego, com o pessoal a trocar beijos, abraços e confidências, depois desta longa separação que foram 3 meses e meio de férias. Estávamos todos fartos do verão, com saudades uns dos outros. A sala é a mesma do ano passado, no 1º andar e cheirava a nova, tudo encerado e polido, apesar do material já ser mais do que velho. Somos o 7.º A e como não chumbou nem veio ninguém de novo, a pauta é exactamente igual à do ano passado. Eu sou o n.º 34, e fico sentada na segunda fila, do lado da janela, cá atrás, que é o lugar dos mais altos.

      Hoje tivemos, pela primeira vez, Organização Política e apareceu-nos um professor novo, acho que é a primeira vez que dá aulas em Setúbal, dizem que veio corrido de um liceu de Coimbra, por causa da política. Já ontem se falava à boca cheia dele, havia malta muito excitada e contente porque dizem que ele é um fadista afamado. Tenho realmente uma vaga ideia de ouvir o meu tio Diamantino falar dele, mas já não sei se foi por causa da cantoria se por causa da política. A Inês contou que ouviu o pai comentar, em casa, que o homem é todo revolucionário, arranja sarilhos por todo o lado onde passa. Ela diz que ele já esteve preso por causa da política, é capaz de ser comunista. Diferente dos outros professores, é de certeza. Quando entrou na sala, já tinha dado o segundo toque, estava quase no limite da falta. Entrou por ali a dentro, todo despenteado, com uma gabardine na mão e enquanto a atirava para cima da secretária, perguntou-nos:

      – Vocês são o 7.º A, não são? Desculpem o atraso mas enganei-me e fui parar a outra sala. Não faz mal. Se vocês chegarem atrasados também não vos vou chatear
      Tinha um ar simpático, ligeiro, um visual que não se enquadrava nada com a imagem de todos os outros professores. Deu para perceber que as primeiras palavras, aliadas à postura solta e descontraída, começavam a cativar toda a gente. A Carolina virou-se para trás e disse-me que já o tinha visto na televisão, a cantar Fado de Coimbra. Realmente o rosto não me era estranho. É alto, feições correctas, embora os dentes não sejam um modelo de perfeição e é bem parecido, digamos que um homem interessante para se olhar. O Artur soprou-me que ele deve ter uns 36 anos e acho que sim, nota-se que já é velho. Depois das primeiras palavras, sentou-se na secretária, abriu o livro de ponto, rabiscou o que tinha a escrever e ficou uns cinco minutos, em silêncio, a olhar o pátio vazio, através das janelas da sala, impecavelmente limpas. Continuar a ler

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      AJA NorteNúcleos AJA
      20/06/2011By AJA

      Tertúlia no Café Pedra Nova

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      AJA NorteAmigos maiores que o pensamentoNúcleos AJA
      19/06/2011By AJA

      Amigos maiores que o pensamento

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      Lançamentos
      13/06/2011By AJA

      Apresentação do livro “O dia inicial”

      Dia 17 de Junho, 6ª feira, pelas 18h30, será apresentado na sede da Associação José Afonso, em Setúbal, o mais recente livro de Otelo Saraiva de Carvalho: “O dia inicial”.
      A apresentação contará com a presença do autor.

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      AJA AveiroNúcleos AJA
      10/06/2011By AJA

      Imagens da sessão promovida pela AJA Aveiro


      … foi no dia 7 de Junho, “Legados de José Afonso”, documentário, 2 dias depois de um dia negro. Nesta noite pairaram bons ares. Um homem, Galiza, Portugal, Aveiro.

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      AJA AveiroNúcleos AJA
      10/06/2011By AJA

      O trio “Outros Tons” numa homenagem a José Afonso


      Imagens de um concerto realizado na Feira do Livro de Aveiro, a 29 de Maio, pelo trio “Outros tons”.

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      José Santa-Bárbara
      09/06/2011By AJA

      Uma exposição de Santa-Bárbara

        José Santa-Bárbara tem uma exposição patente no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Raínha onde podem ser apreciados os mais diversos trabalhos, desde quadros da série “Vontades”, inspirada no “Memorial do Convento” de José Saramago, peças de cerâmica que o autor desenvolveu no estúdio Secla e na Escola Comercial e Industrial onde trabalhou e leccionou, respectivamente, durante os anos 60.
        Podem igualmente ser apreciados alguns objectos de design, capas de álbuns de Zeca Afonso, cartazes de peças de teatro ou o eficaz símbolo da CP, empresa onde Santa-Bárbara trabalhou durante várias décadas e onde fundou o Gabinete de Design.

        Ler notícia completa na Gazeta das Caldas

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        Alípio de Freitas
        05/06/2011By AJA

        Alípio de Freitas à conversa em “Bairro Alto”


        Alípio de Freitas estará à conversa com José Fialho Gouveia no programa “Bairro Alto”.

        RTP2 | 2011-06-07 | 23:35h

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        AJA AveiroNúcleos AJA
        31/05/2011By AJA

        “Legados de José Afonso” em Aveiro

        Numa iniciativa do núcleo de Aveiro, será projectado, terça-feira, 7 de Junho, entre 21:30 e as 23:00, o documentário “Legados de José Afonso”.
        Estão todos convidados a aparecer no Guesthouse bar (Traseiras do Mercado do Peixe, Aveiro).

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        Partituras e tablaturas
        30/05/2011By AJA

        “Cantares de José Afonso” já disponível

          10 partituras para Canto e Guitarra Clássica (3ª Edição)
          António Carrilho R. Marques

          11€ | À venda na AJA

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          Prémio José Afonso
          27/05/2011By AJA

          Prémio José Afonso: uma tragicomédia grega

          Com mais de dois anos de atraso, a Câmara Municipal da Amadora anunciou finalmente qual o disco distinguido com o Premio José Afonso referente à colheita discográfica de 2008. E o escolhido foi… “Chão”, da Mafalda Veiga. Confrontada com a notícia, a cantora mostrou-se surpreendida (vide artigo do Hardmúsica). O escrevente destas linhas comunga inteiramente de tal surpresa. Mais que surpresa: estupefacção e perplexidade. E porquê? Porque “Chão” está muito longe de ser um disco «cujos temas tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de “Grândola, Vila Morena”» (nos termos do regulamento instituidor). Na verdade, o mais recente registo de Mafalda Veiga navega em águas muito diferentes – quase antagónicas – do legado estético de José Afonso e, se quisermos, da música popular portuguesa de raiz/inspiração tradicional, de que o autor de “Cantares do Andarilho” foi o grande percursor e impulsionador em Portugal. Mas mesmo que nos abstraíssemos deste requisito (coisa que não me parece razoável por deturpar o espírito e os objectivos de quem instituiu o Prémio), e quiséssemos considerar todos os discos de música portuguesa (fora da área erudita) lançados em 2008, ainda assim o CD “Chão” ficaria a perder para muitos outros álbuns. Continuar a ler

          Álvaro José Ferreira

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          Associação José Afonso
          26/05/2011By AJA

          Prémio Natércia Campos

          A Academia de Produtores Culturais acaba de instituir o “Prémio Natércia Campos” (Natércia Campos foi fundadora e vice-presidente da AJA ). Esta distinção, que será atribuída bienalmente ao melhor produtor cultural em Portugal nas áreas do teatro e da dança, terá já início este ano. A apresentação e o regulamento do prémio pode ser consultado aqui.

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          ImprensaPrémio José Afonso
          25/05/2011By AJA

          Prémio José Afonso atribuído a Mafalda Veiga

          Mafalda Veiga, distinguida com o Prémio José Afonso, no valor de cinco mil euros, pelo álbum “Chão” editado o ano passado, afirmou-se hoje “surpreendida e honrada” pelo galardão. “É um prémio muito importante, um motivo de orgulho e uma alegria, sinto-me feliz”, disse a cantora e compositora.
          Mafalda Veiga referiu-se ao autor de “Os Índios da Meia Praia” como “um dos nossos maiores compositores que é uma referência importantíssima para qualquer pessoa que escreve e compõe em português”. Continuar a ler

          Notícia Lusa

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          Imprensa
          23/05/2011By AJA

          Zeca Afonso revivido no Coliseu

          Após o lançamento do álbum de tributo a Zeca Afonso “O que faz falta” no final de 2010, Olavo Bilac (Santos e Pecadores), Nuno Guerreiro (Ala dos Namorados), Tozé Santos (Per7ume) e pelo produtor Vítor Silva, iniciaram no Coliseu do Porto a digressão que pretende homenagear e dar a conhecer à nova geração e relembrar aos mais velhos o mítico Zeca Afonso.
          Foi com “Menino do bairro negro” que Nuno Guerreiro iniciou este concerto que viria a ficar para a história dos concertos do Coliseu dos Recreios.
          Com um palco muito intimista, com projecções de imagens de Zeca, assim como com a voz do cantautor em pequenos extractos de entrevistas, que embora antigas, estão muito actuais.
          A anteceder o tema “A morte saiu à rua”, Olavo Bilac afirmou “para nós está a ser uma noite muito especial, pois estamos a relembrar Zeca onde deu o seu último concerto” em 1983, tendo sido condecorado com a Ordem da Liberdade, que recusou.
          Para Bilac as palavras de Zeca “são intemporais”. “José Afonso está conosco em alma neste palco”, acentuou.
          Os três músicos interpretaram de seguida outro dos grandes temas do cantautor, “O que faz falta”, tema esse que o público presente no coliseu acompanhou cantando na íntegra. No final surgiu o primeiro estrondoso aplauso, com muitas pessoas de pé.

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          António Manuel Teixeira | Jornal Hardmusica

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          AJA GrândolaNúcleos AJA
          21/05/2011By AJA

          A sessão de Grândola

          Fotos da iniciativa do núcleo AJA de Grândola onde participaram Tino Flores, Paulo Ribeiro e o Grupo Coral e Etnográfico “Coop” de Grândola.

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          Entrevistas
          21/05/2011By AJA

          Entrevista a José Afonso em 1984

            José Afonso entrevistado por Daniel Ribeiro e Belino Costa em 1984.
            Uma entrevista apresentada a 22 de Maio de 1990 no programa “Via África” .

            [audio:https://aja.pt/programasradio/ViaAfrica.mp3]

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            Imprensa
            21/05/2011By AJA

            Malta que faz falta

            Quem são os ícones da música portuguesa das últimas décadas? Quem é que fez mesmo a diferença e marcou uma época, um estilo, uma estética? As escolhas são sempre discutíveis. Discutam-se, então.

            Se Camille Paglia fosse portuguesa, que nomes escolheria para os seus ensaios sobre Sexo, Arte e a Cultura Política? Amália Rodrigues, certamente – nada se pode escrever sobre a iconografia cultural portuguesa contemporânea sem passar por Amália, a quem todas as imagens e sons da chamada “portugalidade” pedem, consciente ou inconscientemente, meças, e que David Ferreira, ex-editor da Valentim de Carvalho e da EMI, filho de um dos poetas (David Mourão-Ferreira) que ela cantou, coloca no lugar mais alto, juntamente com José Afonso: “Se tivéssemos de escolher duas montanhas da música portuguesa, são eles.”

            Amália e Zeca, então: estampam-se sem dificuldade T-shirts com estas caras. Mas podemos apostar que António Variações, apesar da sua curtíssima carreira, seria outra escolha óbvia de uma Paglia.

            Texto de Fernanda Câncio no Diário de Notícias | Continuar a ler

             

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            AJA AveiroHomenagens e tributos (2011)LiberpressNúcleos AJAPrémios e distinções
            21/05/2011By AJA

            Placa Liberpress descerrada

            Foi ontem descerrada, na Universidade de Aveiro, a placa do prémio atribuído em 2009 pela Liberpress a José Afonso. Com a presença de Helena Afonso, João Afonso, Tuna Universitária de Aveiro, Francisco Fanhais e membros do núcleo da AJA de Aveiro.

            Fotos de José Israel Bandeira

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            Capas de revistasFotografia
            20/05/2011By AJA

            Capa da “Cais” de Maio

            Com textos de Viriato Teles

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            DocumentáriosVídeo
            20/05/2011By AJA

            José Afonso numa palavra

            Alguns dos entrevistados para o documentário “Maior que o Pensamento”, de Joaquim Vieira, uma produção Nanook, de 2011, para a RTP, são solicitados a definir o artista numa só palavra.

            “Maior que o Pensamento” é o título de um documentário em três partes acerca da vida e da obra do poeta, compositor e intérprete José Afonso, o mais conhecido autor da chamada canção de intervenção portuguesa, movimento do qual se pode aliás dizer que foi fundador e líder (embora de maneira informal). As criações de José Afonso corporizaram para os portugueses, na fase final da ditadura do Estado Novo, a ideia de resistência à opressão e de esperança numa vida melhor, ajudando a mobilizar os cidadãos para um combate pela liberdade que essas mesmas canções viriam a simbolizar após a queda do regime e ao longo de todo o atual período democrático. Não por acaso, uma canção de José Afonso, “Grândola, vila morena”, foi escolhida como senha radiofónica para os militares revoltosos desencadearem, na madrugada de 25 de abril de 1974, as operações que puseram termo a quase meio século de despotismo. O documentário recolhe muitas dezenas de testemunhos de pessoas que conheceram José Afonso e com ele colaboraram, desde familiares e amigos a músicos de várias nacionalidades. Imagens de atuações de José Afonso (algumas inéditas em Portugal, como na Alemanha em 1963) completam este exaustivo trabalho sobre um criador que suplantou em muito a estrita esfera do seu posicionamento ideológico, tornando-se num dos mais originais e destacados criadores do seu país no século XX. Ao longo do documentário, podem ser ouvidas algumas das mais significativas canções da autoria de José Afonso, interpretadas pelo próprio. Entre os intervenientes, contam-se os músicos António Vitorino de Almeida, Benedicto García, Caetano Veloso, Carlos Alberto Moniz, Carlos Correia (“Bóris”), Fausto, Francisco Fanhais, Francisco Naia, Gilberto Gil, Janita Salomé, João Afonso, José Jorge Letria, Júlio Pereira, Luís Cília, Luís Góis, José Mário Branco, José Niza, Luis Pastor, Paco Ibañez, Pi de la Serra, Rui Pato, Sérgio Godinho e Vitorino Salomé e ainda o editor discográfico Arnaldo Trindade e amigos de José Afonso, como o pintor Malangatana, o poeta Eugénio Lisboa, o realizador Luís Filipe Rocha, o dirigente revolucionário Camilo Mortágua, o militar de abril Otelo Saraiva de Carvalho, o jornalista Adelino Gomes e o jornalista e ensaísta alemão Günter Wallraff.

            “Maior que o Pensamento”, uma produção Nanook, é um documentário de Joaquim Vieira, com edição de Aníbal Carocinho, direção de produção de Lila Lacerda, consultoria histórica de Irene Flunser Pimentel e consultoria de Maria Helena Afonso dos Santos.

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            AJA GrândolaNúcleos AJA
            19/05/2011By AJA

            Amanhã, em Grândola.

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            Vídeo
            19/05/2011By AJA

            Imagens de concerto e atribuição de disco de ouro

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            Vídeo
            19/05/2011By AJA

            Menino do bairro negro

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            Partituras e tablaturasVídeo
            19/05/2011By AJA

            10 temas de José Afonso reunidos em livro de partituras e tablaturas para guitarra clássica

            A editora Metriround, em parceria com a Associação José Afonso lançou o 1º volume de uma colecção dedicada a partituras e tablaturas para guitarra acústica de temas de música portuguesa.
            Dedicado na íntegra a José Afonso, o 1º volume reúne 10 arranjos da autoria do guitarrista Fernando Couceiro e é acompanhado por um CD didáctico onde o próprio guitarrista executa as 10 obras.
            À venda na AJA.

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            Homenagens e tributos (2011)
            19/05/2011By AJA

            Em Montemor-o-Velho

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              BibliografiaPartituras e tablaturas
              18/05/2011By AJA

              2ª edição já disponível

               

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              Entrevistas
              18/05/2011By AJA

              Entrevista a José Afonso de 31.12.1984

                Do arquivo do Diário de Lisboa, disponível na Fundação Mário Soares. Ler entrevista completa.
                Obrigado pela dica, LD.

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                  Conferências
                  15/05/2011By AJA

                  Imagens da conferência sobre a música tradicional na obra de José Afonso

                  Decorreu no passado sábado, na Biblioteca Municipal de Setúbal, e teve como oradores Xico de Carinho e José Pumar, músicos galegos, e o etnomusicólogo Mário Correia, fundador do Centro de Música Tradicional “Sons da Terra”.

                   

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                  AJA GrândolaNúcleos AJA
                  05/05/2011By AJA

                  Nasceu o 3º núcleo da AJA

                  Contacto: ajagrandolalitoral@sapo.pt


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                  Associação José Afonso
                  26/04/2011By AJA

                  Destaque para o blogue da AJA no programa “Janela indiscreta” de Pedro Rolo Duarte

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                  AJA NorteNúcleos AJA
                  22/04/2011By AJA

                  “Em Cada Rosto Igualdade”

                  Imagens do lançamento do projecto “Em Cada Rosto Igualdade” no Clube Literário do Porto.

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                  Amílcar Vasques DiasHomenagens e tributos (música)
                  20/04/2011By AJA

                  José Afonso: “de ouvido e coração”, um concerto a não perder


                  “De ouvido e coração”, a criação musical de José Afonso impõe-se como património rico de invenção e desafio.
                  Um concerto nas fronteiras da música erudita, do jazz, do flamenco e das músicas tradicionais.

                  Palácio Foz, 21 Abril 2011, 19h

                  Coro da Primavera
                  violino e piano

                  Vejam bem
                  piano solo

                  Venham mais cinco
                  violino e piano

                  Cantigas do Maio
                  violino e piano – improviso

                  A Mulher da erva
                  violino e piano

                  Nana del caballo grande
                  (Federico Garcia Lorca)
                  voz e piano

                  Canção de embalar

                  Cantar alentejano
                  (“Catarina Eufémia”)
                  voz, violino e piano

                  Amílcar Vasques-Dias | piano/composição

                  Músicos convidados:

                  Esther Merino | 
                  “cantaora”

                  Luís Pacheco Cunha | violino

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                  AJA NorteNúcleos AJA
                  20/04/2011By AJA

                  Desfile da Liberdade

                  Juntem-se à AJA norte para o Desfile da Liberdade

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                  Exposições
                  19/04/2011By AJA

                  Exposição em Oliveira do Hospital

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                  José da Conceição
                  17/04/2011By AJA

                  José da Conceição (31/1/1937-16/4/2011)

                  Ontem, recebemos a triste notícia do falecimento de José da Conceição, um dos organizadores do histórico concerto de José Afonso a 17 de Maio de 1964, em Grândola.

                  Aqui vos deixamos um texto de Irene Pimentel.

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                  DiscografiaExposições
                  17/04/2011By AJA

                  Imagens da inauguração da exposição discográfica

                  Realizou-se ontem, na Biblioteca Municipal de Grândola, a inauguração da exposição discográfica “Desta Canção que Apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985”.
                  Aqui vos deixamos algumas imagens que mostram os bons momentos passados pelos muitos amigos que marcaram presença ontem à noite, a qual terminou com um emotivo concerto de Rui Pato e António Ataíde que interpretaram alguns dos temas mais marcantes de José Afonso da década de 60.
                  Para todos aqueles que não puderam estar presentes, boas notícias: a exposição estará patente ao público até dia 2 de Agosto.

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                  Documentários
                  12/04/2011By AJA

                  Documentário ‘Foi na cidade do Sado’ estreia a 20 de Abril

                  No próximo dia 20 de Abril, pelas 14h00, no Anfiteatro da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), decorre a estreia do documentário “Foi na cidade do Sado”, relativo a Zeca Afonso e à sua vivência em Setúbal, com depoimentos de amigos e ex-alunos.
                  Em seguida, realiza-se um debate com a presença dos representantes da Associação José Afonso, Francisco Fanhais e Adelino Gomes, o autor do documentário, João Pires, e os participantes no documentário, Alice Brito, Henrique Guerreiro e Luísa Ramos.
                  Esta iniciativa, da responsabilidade do Conselho Pedagógico da ESE/IPS, tem como objectivo «comemorar e recordar o 25 de Abril de 1974, em período actual tão difícil para a sociedade portuguesa, e permitir um debate salutar sobre política e civismo, intervenção e cidadania.»
                  Segundo a organização é «fundamental recordar o cantor que simbolizou a revolução, nas comemorações do 25 de Abril. Falar e recordar Zeca Afonso é avivar memórias, lutas e acções que marcaram mais do que uma geração, marcaram um povo e a sua identidade.»

                  Jornal do Barreiro

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                  AJA Norte
                  11/04/2011By AJA

                  Imagens do concerto “Canto de Intervenção” no Café Abril na SOIR Joaquim António D’Aguiar

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                  DiscografiaExposições
                  10/04/2011By AJA

                  Nota sobre a exposição discográfica

                  A exposição “Desta canção que apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985”, que se inaugurará na próxima semana em Grândola, é o resultado da pesquisa levada a cabo pela Associação José Afonso sobre toda a obra discográfica de José Afonso, desde a edição, em 1953, do seu primeiro registo fonográfico, nos estúdios da Emissora Regional de Coimbra, até 1985, data do seu último disco: Galinhas do Mato.
                  O que se apresentará, resulta então do trabalho possível perante um objecto de estudo revestido de alguma complexidade. Complexidade essa que advém do facto de estarmos perante uma obra que atravessa períodos onde o rigor informativo que as editoras colocavam nos seus discos, em particular nos EP, deixa bastante a desejar. Assim, tentar recuperar esse rigor a tantos anos de distância não foi, de facto, tarefa fácil, exigindo um aturado esforço de investigação e, sobretudo, de comparação de fontes, embora muitas delas atraiçoadas pela memória e pela perpetuação de erros na atribuição de datas e autorias de letras e músicas.
                  Consideramos, no entanto, que a panorâmica que se apresentará não deixa de se constituir como uma base sólida para o estudo e discussão de uma das obras mais marcantes da música popular mundial.
                  Entre outros motivos de interesse, dos quais destacamos, desde logo, o concerto de inaugural com Rui Pato e António Ataíde,  a exposição contará com alguns testemunhos inéditos de alguns companheiros que gravaram com José Afonso: Levy Baptista, Rui Pato, Paulo Alão, José Mário Branco, Michel Delaporte, José Luís Iglésias, Octávio Sérgio, Carlos Zíngaro, Júlio Pereira, etc.
                  Por isso, não faltem. Contamos convosco no dia 16, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Grândola. Até lá.

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                  Associação José AfonsoDiscografiaExposições
                  06/04/2011By AJA

                  Exposição da obra discográfica de José Afonso

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                  AJA NorteNúcleos AJA
                  06/04/2011By AJA

                  Agenda do projecto “Ocupar Abril, tomar de assalto o mês de Maio”

                  Para consultar a agenda deste projecto, cliquem na imagem.

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