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  • 100 Anos de José Afonso
August 2009
Home 2009
CoimbraHomenagens e tributos
02/08/2009By admin-aja

Zeca Afonso homenageado em Coimbra

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80 anos de Zeca
02/08/2009By AJA

José Afonso: Associações comemoram 80 anos do nascimento do poeta e músico

O projecto “80 anos de Zeca” pretende comemorar o aniversário “do poeta, cantor andarilho e cidadão” José Afonso com centenas de iniciativas, ao longo de um ano, entre o Norte de Portugal e a Galiza. A Associação José Afonso lançou o desafio a cerca de 80 entidades para se juntarem às comemorações com actividades diversificadas para dar a conhecer a vida e obra de Zeca Afonso. Ouça mais pormenores no trabalho da jornalista Arlinda Brandão.

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ImprensaZélia Afonso
02/08/2009By AJA

“Zeca Afonso foi sempre mal-amado”…

VOZ DIGITAL Quando ouve os discos de José Afonso, já não o faz no velho gira-discos como no tempo em que originalmente foram editados: “O aparelho estragou-se há uns anos largos, já tentei encontrar agulhas, mas é difícil”. AZEITÃO Durante muitos anos, o casal viveu em Setúbal, mas como era numa localização muito barulhenta, e o cantor tinha dificuldade em dormir, procuraram outra residência: “Andámos vários anos em busca de casa e acabámos por encontrá-la em Azeitão, que era o único sítio sossegado”. MUDAR Viver em Azeitão só provoca uma preocupação a Zélia, pensar que nunca viveu tanto tempo num sítio só, principalmente porque, diz, não quer “morrer aqui”. Deve ser por ter corrido tanto mundo, como se vê nestas fotos no Algarve dos anos 70, em Moçambique, no ano de 1982 e, esta semana, num café da localidade.

Ler entrevista completa.

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80 anos de Zeca
02/08/2009By AJA

80 anos de Zeca: Manifesto


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80 anos de Zeca
02/08/2009By AJA

Conferência de imprensa, ontem

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80 anos de Zeca
01/08/2009By AJA

80 anos de Zeca: Conferência de imprensa

80 ANOS DE ZECA
1 de Agosto, Sábado, 11h00
Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto
Rua Rodrigues Sampaio, 140, Porto

José Afonso, o Zeca, nasceu a 2 de Agosto de 1929. Se andasse por cá faria 80 anos no próximo domingo.

As entidades signatárias, oriundas das mais diversas expressões do movimento popular e associativo, querem, entre 2 de Agosto de 2009 e 1 de Agosto de 2010, celebrar a vida dos “80 Anos de Zeca”.

Neste projecto cabe o triângulo mágico das suas vivências – África, Portugal, Galiza – mas também a sua obra e a sua manifestação de cidadania.

A conferência de imprensa que hoje convocamos e para a qual apelamos à vosso comparência, servirá para apresentar o MANIFESTO desta iniciativa, a lista de primeiros subscritores que envolve dezenas de entidades do Norte de Portugal que queremos dinâmica e crescente ao longo do ano, e um primeiro arrolamento de iniciativas que, promovidas pelas diversas entidades em variadas parcerias, decorrerão durante os “80 anos de Zeca”.

Certos da Vossa melhor atenção,
Porto, 30 de Julho de 2009

Gabriela Marques e Paulo Esperança – AJA núcleo do norte

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CoimbraImprensa
31/07/2009By AJA

Família de José Afonso indignada com vereador da Cultura

Na apresentação de uma homenagem ao cantor, por ocasião do 80º aniversário do seu nascimento, Mário Nunes, vereador da Cultura, disse que José Afonso “devia ter morrido num lar” e que “até medicamentos lhe faltaram” no fim da vida. A família de José Afonso diz que é uma afirmação infeliz.

“Um homem que devia ter morrido num lar ou numa cama em condições e a quem até os medicamentos lhe faltaram no final da vida”. É esta afirmação, feita pelo vereador da Cultura de Coimbra, Mário Nunes, que indignou a família de José Afonso.

“Lamento profundamente a infelicidade da afirmação que fez. Quero crer que não foi proferida com má-fé, mas apenas por falta de sentido de perspectiva e de conhecimento do assunto”, refere a filha do cantor, Helena Afonso, numa nota enviada ao JN, sublinhando que se trata de “um autarca com responsabilidades na área da Cultura”.

O vereador falava no passado dia 22 de Julho, na apresentação do “Memorial” em homenagem ao cantor e compositor, que inclui música, dança e poesia, a realizar na cidade dos estudantes dia 2 de Agosto, por ocasião do 80º aniversário do nascimento de José Afonso (Zeca Afonso).

Helena Afonso explica que o internamento do pai num lar “seria um acto indigno do próprio e dos parentes e amigos que o acompanharam e lhe prestaram a assistência possível, além de ser inapropriado para a sua patologia progressiva”.

Refere ainda que o célebre cantor que deu voz a “Grândola, vila morena”, falecido a 23 de Fevereiro de 1987, esteve “sempre rodeado pela família e amigos”.

Helena Afonso garante que “é redondamente falsa” a afirmação de que “até os medicamentos lhe faltaram no final da vida”, feita por Mário Nunes.

“Uma vasta rede solidária, em Portugal e no estrangeiro (onde gozava de enorme reputação e respeito), constituída por gente de muitos quadrantes, permitiu a José Afonso o acesso à medicamentação mais actualizada na época”, assegura ao JN.

Sandra Alves » Jornal de Notícias

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Como se fora seu filhoCristina BrancoHomenagens e tributos (2009)
31/07/2009By AJA

Em Grândola, dia 2 de Agosto

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Homenagens e tributos (2009)
29/07/2009By AJA

José Afonso lembrado em Aveiro

Organização conjunta do Grupo Poético de Aveiro (GPA) e do Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA) com o apoio da Livraria Buchholz Aveiro.

Local: Auditório do CETA ( junto ao canal de S.Roque, em Aveiro). A entrada é livre.

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CoimbraHomenagens e tributos (2009)
25/07/2009By AJA

Coimbra homenageia Zeca Afonso

Coimbra vai homenagear, de 2 de agosto a 5 de outubro, um dos homens que mais marcou e que continua a marcar a cidade. Zeca Afonso vai ser assim recordado com um programa intenso que marca os 80 anos do nascimento do cantor. A Câmara espera que a cidade se una nesta homenagem singela mas sentida que “faz justiça” à grandiosidade do homem que foi Zeca Afonso, “uma pessoa normal, que era um pequeno génio”. “O Memorial a José Afonso é uma forma da cidade fazer justiça a um homem que tanto fez por Coimbra”. Mário Nunes, vereador da Cultura, lamenta que a cidade não tenha sabido reconhecer o seu valor e não lhe tenha dado o que merecia no final da sua vida. Entende, no entanto, que nunca é tarde para voltar a enaltecer o valor do homem e do artista que, não tendo nascido na cidade, tão longe levou o seu nome e a sua música.Este Memorial procura abordar as diferentes panorâmicas da música de Zeca Afonso, através de um programa diversificado que procura.O programa começa a 2 de agosto, às 18h00 com a colocação de uma placa na casa onde viveu José Afonso, na Avenida Dias da Silva. Prossegue na Pastelaria Zizânia (situada no prédio onde viveu o músico), com o lançamento da obra “José Afonso: da boémia coimbrã à solidariedade utópica (1940-1969)”, de autoria de Jorge Cravo; sendo também interpretadas algumas baladas de José Afonso, por António Dinis (voz) e João Martins (viola), elementos do Grupo “Verdes Anos”.O lançamento deste livro assume-se como um dos pontos altos deste programa, já que procura dar a conhecer melhor o músico e o homem. Segundo Jorge Cravo, da Biblioteca e Arquivo da autarquia, procura “desmistificar um pouco o Zeca Afonso, mostrando o homem de ‘carne e osso’, com as suas ideias, manias e sonhos, levando os mais novos a interessar-se pela canção de Coimbra e a ver o Zeca como um colega e como um testemunho de que qualquer um deles pode pegar na canção de Coimbra e dar-lhe a volta que entender”.Nesta obra, que será oferecida a todos os presentes e que será posteriormente colocada à venda a um preço simbólico, o público poderá descobrir alguns dos “hábitos e manias” desde homem que, como realça Jorge Cravo, “sendo uma pessoa normal era um pequeno génio”. Assim, poderá descobrir, por exemplo, que “era normal Zeca Afonso andar sempre com uma saca de comprimidos para dormir e outra para acordar, que era normal calçar um sapato castanho e um preto e que era normal em vez da batina vestir a saia da mulher”. Depois da apresentação desta obra, o programa prossegue, às 21h30, no Teatro da Cerca de S. Bernardo, com um espetáculo musical, intitulado “Tributo a Zeca Afonso”, pela Companhia Bengala. Os ingressos têm um custo de 5 euros, sendo que os estudantes e as pessoas com mais de 65 anos pagam apenas 3 euros e os funcionários da Câmara Municipal de Coimbra, Serviços Municipalizados e Empresas Municipais 2,50 euros.O Memorial continua a 2 de setembro, às 18h00, na Casa Municipal da Cultura, com as “Baladas do Zeca”, pelo Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica Centro; e com a inauguração da exposição Biodiscográfica “José Afonso: o solidário utópico”.No dia 5 de setembro, às 15h30, também na Casa da Cultura, decorrem as “Conversas a meio da tarde”, sobre o tema “A Música de José Afonso”, que terá como intervenientes Manuel Rocha, Rui Pato, José Mário Branco. A segunda sessão destas conversas, agendada para dia 12 de setembro, à mesma hora e no mesmo local, terá como temática “A poesia de José Afonso”, e terá como intervenientes José Manuel Mendes, Rui Namorado (a confirmar), António Vilhena. Segue-se um recital de poesia de José Afonso, pela companhia Bonifrates.Também no dia 12 decorre no Teatro Académico de Gil Vicente, às 21h30, o espetáculo de dança “Dançar Zeca Afonso” (de António Rodrigues), pela CeDeCe – Companhia de Dança Contemporânea. O acesso é gratuito.O programa prossegue a 19 de setembro, com nova sessão das “Conversas a meio da tarde”, sob o tema “A vivência coimbrã de José Afonso”, por Carlos Couceiro (a confirmar), Durval Moreirinhas, Luiz Goes.No dia 26 o TAGV acolhe, às 21h30, o espetáculo “Meditherranios”, com Luísa Amaro (guitarra portuguesa), António Eustáquio (guitolão), Gonçalo Lopes (clarinete soprano e baixo), Baltazar Molina (percussão oriental) e que conta com a participação especial de Mário Laginha (piano). A entrada é gratuita. O Memorial termina a 3 de outubro, às 21h30, no Pavilhão Centro de Portugal, com o espetáculo “Tributo a José Afonso”, pelo Grupo Canção de Coimbra.
Zilda Monteiro | O Despertar

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Homenagens e tributos (2009)Homenagens e tributos (artes plásticas)
24/07/2009By AJA

Exposição de pintura evocativa de José Afonso

É inaugurada amanhã, sábado, 25 de Julho, pelas 19,30, no RESTAURANTE NACIONAL (sito na baixa coimbrã), uma exposição colectiva de Pintura e Desenho evocativa de José Afonso – 108ª edição de A Arte Serve-se à Mesa.
A Mostra inclui obras de Bráulio Figo, Carvalheira, Conceição Ruivo, Eduardo Abrantes, Fernando Cosme, Fernando Vidal, Henrique Faria, Joaquim Baptista, Jorge Santos, Maria de Barros Abreu, Maria Thomas, Mário Silva, Patrícia Roque, Paulo Diogo, Rui Matos, Victor Costa e Zíngara.
A mostra ficará patente ao público até ao próximo dia 29 de Agosto.

Via

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CoimbraHomenagens e tributos (2009)
22/07/2009By AJA

Memorial José Afonso

Zeca Afonso vai ser eternizado no prédio onde viveu em Coimbra, na Avenida Dias da Silva, através de uma placa na parede em jeito de homenagem.
A iniciativa integra-se nas comemorações do octogésimo aniversário do cantor ( caso estivesse ainda entre nós) levadas a cabo pela Câmara Municipal de Coimbra. A autarquia não quis deixar de assinalar a data e homenagear o cantor que consagrou a cidade e a leva ainda a todo lado referiu o vereador da cultura, Mário Nunes, hoje na apresentação do programa na Casa Municipal da Cultura.
No mesmo dia é lançado o livro “José Afonso: da boémia coimbrã à solidariedade utópica (1940 – 1969) ” na pastelaria Zizânia. Uma obra que consagra a herança do artista em formato de monografia e vai ser distribuída gratuitamente às pessoas presentes.
O grupo Verdes Anos termina com a interpretação de algumas baladas do cantor.
Uma exposição biodiscográfica, espectáculos de poesia, dança e música são outras das iniciativas agendadas… nomes como Luísa Amaro ou Mário Laginha vão também prestar tributo a Zeca Afonso.
As comemorações dos oitenta anos do artista prosseguem até Outubro.
in Rádio Clube Coimbra

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CoimbraHomenagens e tributos (2009)Imprensa
22/07/2009By AJA

Coimbra organiza “Memorial José Afonso”

A Câmara de Coimbra vai lançar um livro que pretende alterar a imagem mítica em torno de Zeca Afonso, durante um “Memorial” em homenagem ao cantor e compositor, que inclui música, dança e poesia.
Da autoria de Jorge Cravo, a obra “José Afonso: da boémia coimbrã à solidariedade utópica (1940-1969)” aborda do vida do cantor enquanto viveu em Coimbra.
A apresentação será feita a 02 de Agosto, dia em que o cantor faria 80 anos se fosse vivo, marcando o arranque do “Memorial José Afonso (1929-2009)”, a decorrer até 05 de Outubro.
“O que pretendi (com o livro) foi desmistificar o Zeca Afonso. Ele não era aquele mito que muitas pessoas fazem crer, era uma pessoa normal, mas um pequeno génio que só aparece de cem em cem anos”, disse hoje, em conferência de imprensa, Jorge Cravo.
O cultor da Canção de Coimbra retrata Zeca Afonso como uma “uma pessoa de carne e osso igual a milhares de estudantes que passam por Coimbra, com as suas ideias, manias e sonhos”.
“Andar sempre atrás de si com um saco de comprimidos para dormir e outro de comprimidos para acordar, sair de casa sem uma meia calçada, com um sapato castanho e outro preto ou levar a saia preta da mulher pensando que era a capa (de estudante)” são algumas das “manias” de Zeca Afonso referidas por Jorge Cravo.
Zeca Afonso “era excêntrico, com uma grande veia poética e aos poetas tudo se desculpa”, disse.
“Em Coimbra, ele era considerado um pouco doido, mas não acho. Com este livro pretendo demonstrar a esta gente mais nova que pode fazer o que o Zeca fez à Canção de Coimbra, dar-lhe a volta que entender, com viola ou sem viola, com guitarra ou sem guitarra”, afirmou Jorge Cravo.
Com o “Memorial”, a autarquia de Coimbra pretende demonstrar “a gratidão da cidade” a Zeca Afonso e “enaltecer aquele que tem sido muitas vezes esquecido”, segundo o vereador da Cultura, Mário Nunes.
“Um homem que devia ter morrido num lar ou numa cama em condições e a quem até os medicamentos lhe faltaram no final da vida”, lamenta o autarca.
Enquanto esteve em Coimbra, Zeca Afonso viveu em várias casas, entre as quais uma na Av. Dias da Silva, onde será descerrada uma placa identificativa, a 02 de Agosto.
O programa hoje anunciado inclui uma exposição biodiscográfica de Zeca Afonso e espectáculos com a participação da Companhia Bengala, Grupo Canção de Coimbra, Companhia de Dança Contemporânea, Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro, Luísa Amaro (guitarra portuguesa) e Mário Laginha (piano), entre outros.
Em “conversas a meio da tarde” serão abordados a vivência coimbrã, a música e a poesia de Zeca Afonso.

in Jornal de Notícias

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Fotobiografia
22/07/2009By AJA

Lançamento da fotobiografia na SIC Notícias

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Associação José AfonsoSócios
19/07/2009By AJA

Vamos lá abrir essas gavetas.

Perante este apelo, só nos resta dizer: Vamos a isso. Eduardo, é uma óptima ideia. Em breve iremos integrar no sítio da AJA uma secção para traçarmos a rota dos concertos do José Afonso. Deste lado já começámos a trabalhar nisso. Foi já adicionado ao fórum uma secção de partilha de informação de concertos e já fizemos o levantamento de alguns concertos menos conhecidos baseados em alguns cartazes que já aqui colocámos há algum tempo, embora alguns não tenham referência ao ano. Sigamos então o exemplo do amigo Manuel Minas que foi à gaveta tirar estes cartazes. Sabemos que há por aí bilhetes, cartazes, registos sonoros à espera de serem partilhados. Vamos a isto. Se têm informação sobre algum concerto de José Afonso: data, local, músicos, etc, partilhem no fórum da AJA. Obrigado.

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FotobiografiaImprensaIrene Pimentel
18/07/2009By AJA

João Lisboa sobre a fotobiografia de José Afonso, hoje, no Expresso

Mesmo no final do capítulo introdutório desta fotobiografia de José Afonso, salta uma interrogação: “Mas será que hoje a sua obra é conhecida?” E, pela voz de Júlio Pereira, vem a resposta/lamento: ele ainda será apenas encarado “como uma figura muito polémica e ligada a actividades políticas”, o que terá tido como consequência que, “por isso, muita gente ainda não ouviu o seu trabalho”. Permitamo-nos duvidar: se é verdade que, para o bem e para o mal, José Afonso ficará sempre como o autor de ‘Grândola’, que, ainda durante muitos anos, continuaremos, anualmente, a escutar em todas as comemorações do 25 de Abril, isso não é destino muito diferente dos de – em planos e circunstâncias diferentes – Jacques Brel como ‘o autor de ‘Ne Me Quitte Pas”, de Serge Gainsbourg como ‘o tipo que cantava ‘Je T’Aime Moi Non Plus’ com Jane Birkin’ ou de Woody Guthrie na condição de criador de ‘This Land Is Your Land’. Por outras palavras, haverá, inevitavelmente, quem nunca passará desse alpendre, mas isso não impede que muitos outros possam ir mais longe e mais fundo. O texto de Irene Pimentel vem contribuir de forma importante para que virtualmente tudo o que foi dito e escrito acerca de Afonso (e por ele próprio) fique, agora, reunido e disponível; o que, se constitui uma imensa riqueza biográfica, também perturba por vezes a fluência da leitura, de tal modo obriga a uma esgotante prova de obstáculos por entre sucessivas citações. Mas que acaba por se ultrapassar com o prazer que decorre de depararmos com nacos de prosa afonsina, como aquele em que o músico, preparando-se para regressar do Algarve a Coimbra, anseia por que alguém lhe pague “de vez em quando um almoço” e espuma contra a sina dos “monstros sagrados tristemente burocratizados em profissões indignas e ignorados por todos os brutamontes deste ignóbil e pírrico music-hall português”. Ele a quem, como recorda o irmão João, tanto seduzia “o hábito do jogo e dos disparates (…), improvisações de discursos macarrónicos, frases feitas, coisas sem nexo e surrealizantes”.

João Lisboa

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Partituras e tablaturas
16/07/2009By AJA

Partituras e tablaturas de José Afonso para guitarra clássica. Reserve já o seu!

A AJA tem o prazer de vos apresentar o 1º volume de uma colecção dedicada a partituras e tablaturas para guitarra acústica de temas de música portuguesa.
Dedicado na íntegra a José Afonso, este 1º volume reúne 10 arranjos da autoria do guitarrista Fernando Couceiro e é acompanhado por um CD didáctico onde o próprio guitarrista executa as 10 obras.

Com lançamento programado para Setembro, poderá, desde já, reservar já o seu.

Saiba mais no sítio da AJA

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Fotobiografia
16/07/2009By AJA

Em breve, à venda na AJA

A AJA terá à venda a fotobiografia de José Afonso. Façam já a vossa reserva desta obra essencial enviando um email para associacaojoseafonso@gmail.com

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FotobiografiaIrene Pimentel
16/07/2009By AJA

Casa cheia para assistir ao lançamento da fotobiografia de José Afonso

Música de José Afonso continua viva nas muitas versões dos seus temas

Lisboa, 15 Jul (Lusa) – A música de José Afonso continua viva nas muitas versões de temas do cantor que continuam a ser feitas “por diversos intérpretes, portugueses e estrangeiros, e nos mais variados registos musicais”, afirmou hoje a historiadora Irene Flunser Pimentel.
A autora da fotobiografia de José Afonso falava na Casa da Imprensa, onde teve lugar a apresentação da obra, publicada pelo Círculo de Leitores e pela Temas e Debates.
Segundo Irene Pimentel, “dos anos 60 até ao presente existe mais de uma centena de versões de temas cantados originalmente por José Afonso, inclusive uma versão do ‘Grândola, Vila Morena’ em sueco” e, segundo Joaquim Vieira, “uma outra em jazz, um estilo de que o Zeca até nem gostava”.
Na sessão, a historiadora explicou ter tido algumas dúvidas em aceitar escrever a biografia: “Temia não ter o distanciamento necessário face ao ‘objecto de estudo’ – porque esta é uma figura que eu amei!”, contou.
“Ainda hoje, basta ouvir uma palavra de uma música do Zeca e lá me vem logo a canção toda”, afirmou a vencedora do Prémio Pessoa 2007, que dedicou grande parte da sua intervenção à leitura de textos das jornalistas Regina Louro – que escreveu sobre um concerto de Março de 1974 em que participou Zeca Afonso – e Clara Ferreira Alves, que fez a crónica da última actuação do cantor, no Coliseu dos Recreios, em 1983.
Segundo Irene Pimentel, a elaboração do volume não implicou um grande recurso a fontes orais mas muita leitura da imprensa – “essa grande historiadora dos séculos XIX e XX” – e de livros como ‘José Afonso – O Rosto da Utopia’, de José A. Salvador, e “José Afonso – Um Olhar Fraterno”, de João Afonso dos Santos, irmão do músico.
As fotos foram recolhidas em arquivos, alguns particulares, tendo a autora contado com o auxílio de vários familiares, nomeadamente os irmãos de Zeca, João Afonso e Mariazinha, e a filha Maria Helena.
A obra hoje apresentada insere-se na colecção Fotobiografias Século XX, dirigida por Joaquim Vieira e composta por oito volumes dedicados a oito figuras da cultura portuguesa. Acompanham José Afonso, a fadista Amália Rodrigues, o poeta Fernando Pessoa, os actores Vasco Santana e Amélia Rey Colaço, o pintor Amadeo de Souza-Cardoso, o fotógrafo Joshua Benoliel e o arquitecto Pardal Monteiro.
“Algumas pessoas estranharão ver José Afonso ao lado de Fernando Pessoa ou de Amadeo de Souza-Cardoso pois, embora ele tenha partido antes de outras figuras que também integram a colecção, como Amália Rodrigues, a sua obra consolidou-se mais tarde, o que nos dá uma sensação de falta de distanciamento”, explicou Joaquim Vieira.
“Mas tinha de incluí-lo porque é um ícone, uma figura fundamental pelo seu trabalho na música e pelo alento que deu aos que acreditavam que a Ditadura não ia durar para sempre”, acrescentou o jornalista e documentarista, para quem este segundo motivo “justifica o nome do capítulo que abre o livro: ‘O porta-voz da esperança'”.
Na sessão de apresentação, o director da colecção declarou que “José Afonso ultrapassa a ala política em que se inseria” e destacou alguns aspectos da biografia de Zeca Afonso que considera interessantes, “como o facto de ele não saber uma nota de música”.
“Ele criava as melodias na cabeça mas não sabia passá-las para uma pauta”, afirmou, insistindo também em que “não sejam esquecidas a poesia e a forma como José Afonso trabalhava as palavras”.
“Aliás, muitos títulos e frases das suas canções foram ficando e continuam a ser utilizados, como ‘venham mais cinco’, ‘traz outro amigo também’ ou ‘eles comem tudo'”, exemplificou Joaquim Vieira.
A propósito das canções, Joaquim Vieira – que foi preso político – recordou que “não era permitida a entrada de discos de José Afonso na prisão de Caxias, onde só se conseguiu aceder a um porque foi escondido dentro da capa de um disco música clássica”.
O responsável revelou ainda, a fechar a sessão, que a data da apresentação da fotobiografia foi escolhida pela proximidade com o dia 2 de Agosto, em que Zeca Afonso faria 80 anos se fosse vivo, enquanto a opção pela Casa da Imprensa visou evocar a conferência de imprensa que o cantor deu, em 1982, para informar sobre o seu estado de saúde e que decorreu precisamente na sala onde hoje teve lugar o lançamento.
A fotobiografia de José Afonso acompanha o percurso do cantor e autor, do nascimento (Aveiro, 1929) à morte (Setúbal, 1987), incluindo as suas passagens por Angola e Moçambique, os tempos de estudante em Coimbra, a expulsão do ensino e o sucesso na música, detendo-se em datas emblemáticas como o ano de 1953, em que nasceram os seus dois primeiros filhos e saíram os dois primeiros discos.
O livro é ilustrado por fotos do cantor em família e com amigos ou em actuações ao vivo mas também por reproduções das capas dos discos e de cartazes a anunciar espectáculos e por ‘facsimiles’ de poemas.
Irene Flunser Pimentel é licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em História Contemporânea (século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Investigadora do Instituto de História Contemporânea, é autora de “História das Organizações Femininas do Estado Novo” (2000, Prémio Carolina Michaelis), “Fotobiografia de Manuel Gonçalves Cerejeira” (2002), “Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto” (2006, Prémio Adérito Sedas Nunes, ex-aequo), “A História da PIDE” (2007) e “Mocidade Portuguesa Feminina” (2007), entre outros.
Joaquim Vieira foi repórter e director-adjunto do Expresso, redactor principal da Visão, director da revista Grande Reportagem e director-adjunto para os programas da RTP, além de professor convidado do curso de Ciências da Comunicação da Universidade Independente.
Presidente do Observatório da Imprensa – Centro de Estudos Avançados de Jornalismo, tem produzido e realizado documentários como “Álvaro Cunhal” (2005), “A Voz da Saudade” (2007) e “Por Amor ao Piano” (2008).
Autor de obras como “Jornalismo Contemporâneo – Os Media entre a Era Gutenberg e o Paradigma Digital” e “Os Meus 35 anos com Salazar” (ambos de 2007), tem dirigido diversas colecções e já foi distinguido com o Prémio de Reportagem do Clube Português de Imprensa (1988), o Prémio Fernando Pessoa de Jornalismo (1994) e o Troféu Afonso Lopes Vieira de Jornalismo (2007), entre outros galardões.
HSF.
Lusa/fim

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FotobiografiaImprensaIrene Pimentel
13/07/2009By AJA

Ontem, no jornal Público


A primeira imagem, no rosto do livro, é de uma caricatura: José Afonso por Vasco de Castro, viola a tiracolo e uma pomba no ombro direito com uma nota musical no bico. Lá estão o cabelo revolto, figurado em fortes salpicos de tinta, e os óculos de massa escura que lhe haveriam de moldar o rosto. O rosto de alguém que “ousou anunciar a possibilidade de um mundo diferente, mais justo, fraterno e equilibrado”, como escreve Irene Flunser Pimentel na Fotobiografia de José Afonso, o título mais recente da série de álbuns do Círculo de Leitores dedicada a personalidades marcantes do século XX português. Voz única, límpida, misteriosa, expressão de um trovador moderno sem par na nossa história recente, o cantor faria 80 anos a 2 de Agosto de 2009 se uma doença degenerativa incurável não lhe tivesse tolhido o caminho a 23 de Fevereiro de 1987.O livro mostra-nos, a par de imagens já tornadas iconográficas, muitas outras, inéditas ou reproduzidas pela primeira vez com a qualidade desejável: bebé de caracóis, com um ano, na Aveiro onde nasceu; de calções e tambor nas mãos, aos 3 anos; com os irmãos João e Mariazinha em Luanda nos anos 30; com a farda da mais tarde odiada Mocidade Portuguesa; com o primeiro filho ao colo, em 53; ainda jovem, entre Coimbra e África. E depois os fados de estudante, o despontar da balada, os tempos de professor em Faro (onde conheceu Zélia e se casou pela segunda vez), o nascer de Grândola em 1964.
E tudo o mais que havia de vir: o cantar quase às escondidas, discos riscados com um prego pela censura para não tocarem na rádio, Moçambique como trampolim para novos voos. Ironicamente, foi a ditadura que o empurrou em definitivo para as canções, ao negar-lhe, a partir de 1968, o regresso ao ensino. Gravar disco seria o seu ganha-pão. Mas só uma editora não lhe fechou as portas: a Orfeu de Arnaldo Trindade, no Porto.
O livro percorre em fotografias, cartazes, capas de discos, livros e revistas tudo o que se seguiu até ao 25 de Abril e para lá dele. Para a história de José Afonso, depois do que já fora publicado por José António Salvador, Viriato Teles, João Afonso dos Santos, Elfriede Engelmayer e muitos outros, este será como que um livro dos livros, compondo pela primeira vez um retrato cronológico transversal às muitas resenhas biográficas já escritas. Tal como nos anteriores volumes da série, também este inclui uma árvore genealógica, cronologia, bibliografia e abundantes notas. N.P.

José Afonso
Fotobiografias Século XX

Direcção de Joaquim Vieira
Texto de Irene Flunser Pimentel
Edição Círculo de Leitores / Temas e Debates

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Fotobiografia
13/07/2009By AJA

Convite para o lançamento da fotobiografia


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Traduções
10/07/2009By AJA

O prazer é todo nosso

Muito obrigado pela honra que me fazem em publicar a minha transcrição da versão sueca de Grândola e a tradução portuguesa. Mas é uma honra que pertence exclusivamente ao José Afonso, à sua música, às suas canções e è sua luta pela liberdade do povo. Ponho à disposição da Associação José Afonso o meu conhecimento de muitos idiomas se houver outras versões (não só de Grândola) que ainda ficam por traduzir. Aproveito desta ocasião para assinalar que o site “Canzoni contro la guerra” (http://www.antiwarsongs.org) contém muitas páginas sobre José Afonso, com traduções. Outro idioma que conheço e falo bem é o grego, e estou a traduzir umas canções do Zeca também para este idioma. Eis a qui a Grândola em grego (cantável):

Γκρᾶντολα ἀραποπόλη
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
εἶν’ ὁ λαός ὁ ἀφέντης
μέσ’ ἀπὸ ‘σένα, ὦ πόλη.
Μέσ’ ἀπὸ ‘σένα, ὦ πόλη
εἶν’ ὁ λαός ὁ ἀφέντης,
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
Γρᾶντολα ἀραποπόλη.

Σὲ κάθε γωνιὰ ἕνας φίλος,
ὁμόνοια σὲ κάθε πρόσωπο
Γκρᾶντολα ἀραποπόλη
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης.
Χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
Γκρᾶντολα ἀραποπόλη,
ὁμόνοια σὲ κάθε πρόσωπο
σὲ κάθε γωνιὰ ἕνας φίλος.

Στὴ σκιὰ μιᾶς βελανιδιάς
ποὺ δὲ ξέρεις τ’ἡλικίαν της
ὁ ὅρκος μου· νἆναι γιὰ μένα
σύντροφος τὸ θέλημά σου.
Σύντροφος τὸ θέλημά σου
ὁ ὅρκος μου, νἆναι γιὰ μένα,
στὴ σκιὰ μιᾶς βελανιδιάς
ποὺ δὲ ξέρεις τ’ἡλικίαν της.

Riccardo Venturi, Florença, Itália

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Traduções
10/07/2009By AJA

Uma transcrição e tradução da versão sueca de Grândola por Riccardo Venturi

Grândola är mina drömmars stad,
i broderskapets sköna trakter,
och där vänder vår historia blad
därav folket tagit makten.
Och där folket tagit makten
och där vänder vår historia blad
som i broderskapets trakter
i Grândola, i mina drömmars stad.

I varje stadsbo har jag en kamrat,
den sanna jämlikhetens vakter,
Grândola är mina drömmars stad
där i broderskapets trakter.
I broderskapets sköna trakter,
i Grândola, i mina drömmars stad
där vi är jämlikhetens vakter
och där vänder vår historia blad.

Sätter mig drut vid en havreträd
där jag får skugga ut av grönskan
jag svar Grândola min trohetsed:
uppfylla din frihets önskan.
Uppfylld ska din frihets önskan
svar Grândola din trohetsed
slå dig ned ut vid en havreträd
och får skugga ut av grönskan.

*

Grândola é a cidade dos meus sonhos
no belo país da irmandade,
e lá a nossa história vira a página
porque o povo tomou o poder.
Lá o povo tomou o poder
e lá a nossa história vira a página
como nos paises da irmandade
em Grândola, na cidade dos meus sonhos.

Em cada cidadão tenho um camarada,
guardiãos de verdadeira igualdade,
Grândola é a cidade dos meus sonhos
no belo país da irmandade.
No belo país da irmandade,
em Grândola, na cidade dos meus sonhos
onde a gente é guardião da igualdade
e onde a nossa história vira a página.

Sento-me debaixo de uma azinheira
onde as folhas me dão sombra
e juro a Grândola a minha fidelidade:
satisfazer o teu desejo de liberdade.
O teu desejo de liberdade será satisfeito,
jure a Grândola a sua fidelidade,
sente-se debaixo de uma azinheira
e tome a sombra que a azinheira lhe dá.

Riccardo Venturi, Florença, Itália

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AJA Norte
10/07/2009By AJA

AJA norte no pavilhão da Agorarte. Pocurem-no.

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AJA Norte
08/07/2009By AJA

Noite de maledicência na AJA norte

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ImprensaLiberpressPrémios e distinções
05/07/2009By AJA

Cerimónia de atribuição do Prémio Liberpress no cemitério de Setúbal

Vinte e dois anos após a sua morte, o notável compositor foi homenageado, a título póstumo, com o prémio espanhol Memorial LiberPress, atribuído simbolicamente numa cerimónia que decorreu anteontem, junto à sua campa, no Cemitério da Nossa Senhora da Piedade, em Setúbal.
O prémio é atribuído desde o ano passado pela Asociacion LiberPress, com sede em Girona, Espanha, distinguindo a título póstumo uma personalidade que tenha lutado pela dignidade e os direitos humanos, e cujo percurso de vida possa servir de exemplo à sociedade.
Este ano, o homenageado foi José Afonso, conhecido pelas suas palavras de protesto e música de intervenção, numa cerimónia simbólica que teve lugar na sua singela campa, no Cemitério da Nossa Senhora da Piedade, em Setúbal.
A filha do cantor, Helena Afonso, agradeceu a presença de todos e o prémio atribuído, que revelou ser “um grande prazer”. “Sinto que é uma honra atribuída ao Zeca e é uma honra natural”, manifestou. Caracterizando-o como “um homem solidário”, Helena Afonso expôs que o seu pai via “o mundo como a nossa casa” e que, “cultivou amizades na Catalunha”, região onde está inserida a LiberPress. A filha mais velha do poeta mostrou-se confiante de que “ele ficaria muitíssimo contente, por saber que a sua obra, o seu legado significa qualquer coisa de universal e profundo”.
Na cerimónia, o presidente da LiberPress, Carles McCragh, justificou a atribuição daquela honra, alegando que “com as suas canções e poemas, [Zeca Afonso] fez com que o povo português tivesse um futuro melhor” e que “lutou por um mundo melhor”.
Dirigindo-se à memória do próprio cantor, explicou que aquele acto “pequeno e espontâneo” pretendia “lembrar aquilo que fizeste com a tua voz e vida, para que o mundo em que vivemos seja melhor. Agora só nos podes dar o teu belo silêncio, surgido para que a tua voz e a tua luta não sejam esquecidas”.
O prémio é representado por uma placa, onde se pode ler: “Que a tua voz a tua luta não sejam esquecidas!”. Esta placa vai ser colocada na Universidade de Aveiro, num espaço ajardinado, anexo a um edifício onde existe uma livraria e uma sala de espectáculos e exposições.
O local escolhido foi justificado por Manuel Assunção, vice-reitor da Universidade de Aveiro – cidade onde José Afonso nasceu. “Pareceu-nos fazer sentido pelo que a universidade representa, e vai ao encontro de alguma coisa que pode projectar no futuro”, revelou. O responsável adiantou ainda que a universidade tem duas tunas que “tocam músicas dele e revêem-se no que Zeca cantou, apesar de, muitos ainda nem serem nascidos quando ele morreu”.
Também presente na cerimónia, Adelino Gomes, jornalista e presidente da Assembleia Geral da Associação José Afonso, defendeu que “o silêncio magnifico de Zeca Afonso é diferente” dos restantes que jazem naquele cemitério, pois o seu, “continua a ser interpelador de todos nós e vale por mil discursos”. “Desta cidade, a força do seu silêncio, chegou à Catalunha e fez-nos receber a lição de que precisamos continuar a mesma luta, no sentido de manter o mesmo lugar”, concluiu.
Para a presidente da autarquia sadina, Maria das Dores Meira, “é significativo que este ano tenham distinguido este poeta popular, pelo seu testemunho impar”. A edil mostrou ainda que “é com orgulho que Setúbal e os setubalenses lembram este combatente da liberdade”, cujos “valores que soube transmitir por palavras, simples, mas fortes, fizeram dele um poeta, músico e cantor inolvidável”.
O acto simbólico contou ainda com a presença do presidente da Deputation de Girona, Enric Vilert; o presidente da Associação José Afonso, Francisco Fanhais; Leonel Coelho, da Academia Musical e Recreativa 8 de Janeiro, que leu uma reflexão de sua autoria, intitulada “Em Memória de Zeca Afonso”; e com vários amigos do cantor.
No final, todos cantaram a mais célebre canção do autor “Grândola Vila Morena”, que serviu como senha para os militares na Revolução de 25 de Abril de 1974.
O cantor e compositor José Afonso, nascido em Aveiro em 1929 e falecido em Setúbal, em 1987, ficou para sempre associado à música popular portuguesa e de intervenção contra a ditadura do Estado Novo.
Com carácter não-governamental, humanitário e sem fins lucrativos, a associação LiberPress foi criada em Girona, em 1999, para promover a cultura de solidariedade, e procura envolver os meios de comunicação social nesse movimento realizando conferências, debates, exposições e jornadas.
Criado em 2008, o prémio Memorial LiberPress foi então atribuído à jornalista e fotógrafa de guerra Gerda Taro, uma alemã de origem judia que morreu num acidente em 1937, perto de Madrid, durante a retirada das tropas republicanas, quando fazia a cobertura da Guerra Civil de Espanha.
Vera Gomes O Setubalense

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AJA Norte
05/07/2009By AJA

Aja norte na feira do livro de Valongo

De 3 a 12 de Julho, a AJA norte voltará a marcar presença na XVI edição da feira do Livro de Valongo, através da venda de materiais relativos à vida e obra de José Afonso no pavilhão da Ágorarte.
Local: Parque Urbano Dr. Fernando Melo, Ermesinde
Horário: 17h – 24h de sexta a domingo

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FotobiografiaImprensa
05/07/2009By AJA

Hoje, no Diário de Notícias

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ImprensaLiberpress
03/07/2009By AJA

Prémio Memorial LiberPress atribuído amanhã a José Afonso

O prémio espanhol Memorial LiberPress foi atribuído este ano a José Afonso e será entregue amanhã numa cerimónia simbólica, na campa do cantor e compositor no Cemitério da Nossa Senhora da Piedade, em Setúbal.

O prémio é atribuído desde o ano passado pela Asociacion LiberPress, com sede em Girona, Espanha, distinguindo a título póstumo uma personalidade que tenha lutado pela dignidade e os direitos humanos, e cujo percurso de vida possa servir de exemplo à sociedade.

Fonte próxima da associação disse hoje à Lusa que a iniciativa da cerimónia tem a colaboração da Associação José Afonso e da presidência da Câmara de Setúbal, e terá lugar às 11h00.
O acto simbólico de homenagem a José Afonso contará com as presenças de uma delegação da LiberPress, chefiada pelo seu presidente, Carles McCragh, de o presidente da Deputation de Girona – que engloba 220 municípios – Enric Vilert, e da presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira. Também estarão presentes o vice-reitor da Universidade de Aveiro, Manuel Assunção, o presidente da Associação José Afonso, Francisco Fanhais, o jornalista Adelino Gomes, a filha de José Afonso, Helena Afonso, e amigos do cantor.
O prémio Memorial LiberPress é representado por uma placa que será mais tarde colocada na Universidade de Aveiro, num pequeno jardim anexo a um edifício onde existe uma livraria e uma sala de espectáculos e exposições.
O cantor e compositor José Afonso, nascido em Aveiro em 1929 e falecido em Setúbal, em 1987, ficou para sempre associado à música popular portuguesa e de intervenção contra a ditadura do Estado Novo.
Com carácter não-governamental, humanitário e sem fins lucrativos, a associação LiberPress foi criada em Girona, em 1999, para promover a cultura de solidariedade, e procura envolver os meios de comunicação social nesse movimento realizando conferências, debates, exposições e jornadas.
Criado em 2008, o prémio Memorial LiberPress foi então atribuído à jornalista e fotógrafa de guerra Gerda Taro, uma alemã de origem judia que morreu num acidente em 1937, perto de Madrid, durante a retirada das tropas republicanas, quando fazia a cobertura da Guerra Civil de Espanha.
Jornal Público

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DocumentáriosÍndios da Meia PraiaVídeo
02/07/2009By AJA

Os índios da meia praia

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Fotobiografia
01/07/2009By AJA

Fotobiografia de José Afonso

Integrado na colecção Fotobiografias do séc. XX, edição do Círculo de Leitores, com direcção de Joaquim Vieira e, neste caso, texto da historiadora Irene Pimentel, eis a a fotobiografia de José Afonso.
O lançamento está marcado para 15 de Julho na Casa da imprensa, pelas 18.30.

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EntrevistasFrancisco Fanhais
20/06/2009By AJA

Entrevista a Francisco Fanhais

in “A nosa terra”, 18.6.09 (semanário galego, nº 1364)

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Homenagens e tributos (2009)Homenagens e tributos (música)
14/06/2009By AJA

“20 canções para Zeca Afonso” na Malaposta

Vinte anos após o desaparecimento de Zeca Afonso surge 20 Canções para Zeca Afonso, um projecto musical que propõe uma reflexão sobre a obra poética e musical desta figura ímpar da cultura portuguesa.
Num espectáculo com uma duração aproximada de 90 minutos, a raiz popular presente na música de Zeca Afonso é recriada num contexto inovador que concilia as melodias das canções (vozes), os timbres jazzísticos do trio de Jazz (guitarra, baixo e bateria) que acompanha os instrumentos solistas (saxofone e piano), numa fusão única de universos musicais que se complementam e enriquecem. O repertório seleccionado inclui canções originalmente editadas entre 1962 e 1987, representando estética e cronologicamente uma parte significativa da obra de Zeca Afonso. Assim, a par de temas muito popularizados, serão interpretados outros menos divulgados entre um público mais generalista, o que confere a este projecto uma componente muito forte de divulgação musical.
20 Canções para Zeca Afonso é uma alternativa original e requintada de homenagem a Zeca Afonso, que procura o equilíbrio entre uma mensagem emocional clara, pelas palavras e temas musicais, e a leveza fraterna e optimista própria da sua música.



20 Canções Para Zeca Afonso
Em Versão de Câmara
Voz: Alexandra Ávila e João David Almeida
Piano: João Paulo Esteves da Silva
Saxofone: Jorge Reis
Guitarra: Rafael Fraga
Baixo: Augusto Macedo
Bateria: Bruno Pedroso
M/12
Valor: 10€ [Preço Sujeito a Descontos]
Data: 20 de Junho
Hora: 21h30
Local: Centro Cultural Malaposta – Auditório

Informações: Centro Cultural Malaposta – Tel.: 219 383 100

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AJA Norte
12/06/2009By AJA

S. João na AJA norte

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Homenagens e tributos (2009)
12/06/2009By AJA

Café-concerto de tributo a José Afonso

Rogério Charraz interpreta José Afonso.
Café Concerto no Teatro Municipal Almada, dia 13-06-2009, pelas 23:30.

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DiscografiaGeorge Harrison
11/06/2009By AJA

Disco russo com músicas de José Afonso e George Harrison!!!


Se bem se lembram, esta é uma revista-disco de origem soviética que inclui canções de José Afonso e de George Harrison.
O meu amigo João Carlos Barradas já me traduziu o texto, o que, obviamente, todos agradecemos.
Começámos por ir até à vila de Alcácer do Sal. Deambulámos pelas ruas estreitas, fomos a duas casas de conhecidos. “Sim, estiveram cá – disseram-nos -, mas levantaram-se às cinco da manhã e foram-se embora. Para onde? Talvez para Grândola”. Em Grândola a mesma história. “Foram-se embora por volta das três”.

O nosso guia e motorista Michel Giacometti, além de ser um conhecedor ímpar do folclore português, também é dado a generalizações filosóficas: “Nalgum lado – aventa Michel – tem de estar”.

É difícil contestar semelhante consideração e prosseguimos a nossa busca de um indivíduo cujo nome é popular por todo o Portugal. Chama-se José Afonso. Ou simplesmente Zeca. Cantor, compositor, poeta. Autor das canções presentemente mais difundidas em Portugal. Sobre o povo, àcerca da luta por um futuro melhor.

Demos com o Zeca na aldeia de São Francisco da Serra. Sobre umas quantas horas passadas com o Zeca já escrevi na imprensa e, portanto, para não me repetir, vou falar das canções do José.

“Gândola Vila Morena” é notável. Com certeza que já a escutaram. Mas pode ser que não tenham ouvido “Baleizão”. Em Baleizão, há cerca de 20 anos, os fascistas mataram a camponesa comunista Catarina Eufémia e José Afonso compôs uma canção sobre o pesado quinhão dos camponeses de Baleizão e a sua coragem.

José Afonso pertence àquela corte de artistas plenamente empenhados em “cantar o espírito da liberdade” ao serviço do grande ideal da luta contra a tirania e a injustiça, pela liberdade e a democracia. Ele ergue barricadas ao lado daqueles que celebra e com quem comunga na luta nas fileiras da frente.

A musa da sua arte vive nos míseros casebres camponeses, labuta nas minas de Aljustrel, pesca sardinhas nos frágeis veleiros dos pescadores da Nazaré. As canções de José Afonso ajudaram as gentes a viver e lutar durantes os anos do domínio fascista.

“Sou muito feliz agora – disse-me Zeca – antes era feliz por participar na luta contra o fascismo e conceber canções para o povo. Mas, agora, sou muito feliz porque derrubámos o fascismo e as pessoas dizem-me que continuam a precisar das minhas canções. Que planos tenho? Trabalhar como sempre trabalhei. Talvez tenha de trabalhar mais um pouco do que ontem e amanhã mais ainda do que hoje. Quando se respira melhor também melhor se canta”.

Oleg Ignatief (correspondente da “Pravda” em Lisboa de 1979 a 1984)
Lisboa-Moscovo
Tradução de João Carlos Barradas
Encontrado AQUI

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Homenagens e tributos (música)José Mário BrancoVídeo
11/06/2009By AJA

Maria Guinot – Saudação a José Afonso

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Homenagens e tributos (2009)LiberpressPrémios e distinções
09/06/2009By AJA

Prémio “Liber Press 2009” para José Afonso


LiberPress nació en Girona en el ano 1.999. En su día, se creó con la idea de dar a conocer y promocionar lo que podríamos denominar como cultura de la solidaridad. Se consideró que para iniciar este movimiento solidario y humanitario debía implicarse a los medios de comunicación y organizar unas jornadas dedicadas a debatir el papel de estos medios, de su independencia, de su solidaridad y de su influencia en la concienciación de dicha cultura, debido a la importancia mediática e incidencia que estos medios tienen en la opinión publica, buscando asimismo premiar a los personajes de ámbito mundial (especialmente periodistas), que se hayan destacado por su labor independiente, democrática y solidaria. Y al mismo tiempo utilizar estas jornadas para dar a conocer a otras asociaciones humanitarias y conseguir soporte económico y mediático para las mismas.
Continuar a ler e conhecer mais sobre a Liber Press

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ColóquiosPoesia
28/05/2009By AJA

Colóquio “A poesia de José Afonso”

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CoimbraVídeo
23/05/2009By AJA

Coimbra Musical

Programa de 1978 dedicado ao Fado de Coimbra enquanto património da cidade, desde as suas origens até ao final dos anos 70.
Ao longo dos anos 60, com raízes no fado de Coimbra, foi-se desenvolvendo um novo tipo de canção de protesto. É neste contexto sócio-cultural que ocorreram os movimentos de contestação estudantil, que culminaram na crise académica de 1969.
Neste programa poderemos ver e ouvir os testemunhos de: Manuel Alegre, Rui Pato, José Afonso, António Portugal e Fernando Machado Soares.
José Afonso interpreta os temas: Balada de Outono, Vampiros e Menino do bairro negro. Adriano Correia de Oliveira interpreta a “Trova do vento que passa” e António Bernardino canta “Flores para Coimbra” e “Trovador”.
Os temas da banda sonora pertencem a António Brojo, António Portugal, Jorge Tuna e Álvaro Aroso
Texto e locução: Sansão Coelho
Realização: Rui Ramos

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GalizaHomenagens e tributos (2009)
19/05/2009By AJA

Actividades complementares à Exposição José Afonso


Atividades complementares à Exposição José Afonso no Verbum de Vigo , eis o programa que terá lugar no Verbum, dia 21 , 5ª feira, às 20 h.Entrada livre.

TRIBUTO A JOSÉ AFONSO
Recital poético musical
Quinta feira (xoves), 21 de Maio ás 20 h
VERBUM, Casa das Palabras
Avda de Samil,17 VIGO

PARTICIPANTES E REPERTÓRIO :
NA VIRADA
1. A garrafa vazia de Manuel Maria- Balada do sino (J.Afonso)
2. Vira de Coimbra (J.Afonso/Popular)
3. Achégate a mim Maruxa (Cancioneiro da Limia Baixa,Galiza/ J.Afonso)
4. A formiga no carreiro ((J. Afonso) Arr. J.Mário Branco

JOSÉ PUMAR, canto
1. Traz outro amigo também (( J. Afonso)
2. Menino d’oiro (J. Afonso)
3. Os vampiros (J. Afonso)
4. A morte saíu à rua (J. Afonso)

ADELAIDA GRAÇA, (Portugal),poesía
“ E outras flores virão…”

ANA RIBEIRO (Portugal), canto
1. Menino do Bairro Negro (J. Afonso)
2. Menina dos Olhos Tristes (J.Afonso)
3. Alípio de Freitas ( J. Afonso)
4. Fui à Beira do Mar (J. Afonso)

XOSÉ MARÍA ALVAREZ CÁCCAMO, poesía
“Nun lugar definitivo da conciencia”.

MARIA XOSÉ QUEIZÁN, poesía

TINO BAZ, canto
1. Canto moço (J. Afonso)
2. O cantador (Zeca Medeiros)
3. O minha amora madura ( Popular ) Arr.José Afonso
4. O mar ensoñado (Tino Baz)

MANUEL FORCADELA, poesía
“Vídeo poema”

COLECTIVO ZECA AFONSO: (Todos os anteriores):
-O que faz falta (J.Afonso) Arr. Fausto
– Grândola,vila morena (J. Afonso) Arr. J. Mário Branco

(PRÓXIMA ATUAÇÃO: COUPLE COFFEE
“Com as tamanquinhas do Zeca”
(Repertório tirado do seu CD do mesmo título)
Quinta feira, 28 de Maio às 20 h. Entrada livre

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AJA NorteGaliza
16/05/2009By AJA

Aja Norte no “Gentalha de Pichel”, em Santiago de Compostela, animando a malta com música de José Afonso

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Homenagens e tributos (2009)
16/05/2009By AJA

“Viva o Zeca” Tributo na Marinha Grande

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AJA NortePatxi Andión
16/05/2009By AJA

AJA num encontro com Patxi Andión





Realizou-se hoje, sábado, na “Casa da Música”, Porto, um encontro formal entre o músico madrileno de ascendência basca PATXI ANDION e a ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO representada por três elementos do seu núcleo do norte.
Na ocasião foram-lhe oferecidos diversos materiais relativos à Associação e à obra de José Afonso assim como um dossiê com uma fotografia – datada de 1969 – em que surge ao lado do “poeta, andarilho e cantor”, entre outros.
PATXI ANDION recordou as duas vezes que, antes do “25 de Abril de 1974”, veio a Portugal para cantar e foi “convidado” pela polícia política a abandonar o país.
Falando da universalidade da obra de José Afonso, anunciou que, mais tarde ou mais cedo, integrará uma das suas músicas, em trabalho gravado.

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GalizaHomenagens e tributos (2009)Toponímia
11/05/2009By AJA

As fotos da inauguração do parque José Afonso

Mais fotos
Mais informação
Muito obrigado, Xoán.

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GalizaHomenagens e tributos (2009)
10/05/2009By AJA

Programa de “Seremos muitos, seremos alguém. José Afonso, a voz da liberdade”


MESA REDONDA
Quinta-feira 14 de Maio às 20 horas.
Participantes:
Alipio de Freitas, ex-presidente da Associação José Afonso de Setúbal.
Henrique Marques, directivo e co-fundador da Associação José Afonso de Setúbal.
Francisco Fanhais, cantor e companheiro de José Afonso em múltiplas actividades.
Arturo Reguera, colaborador, juntamente com Benedicto, nas 1ªas actuações de José Afonso na Galiza (anos 70).
Apresenta: Xico de Carinho, músico, sócio da Associação José Afonso desde a sua fundação e coordenador das actividades.

TRIBUTO A JOSÉ AFONSO
Recital poético – musical
Quinta-feira 21 de Maio às 20 horas.
Participantes:

Poesia: Xosé María Álvarez Cáccamo, Mª Xosé Queizán, Manuel Forcadela, Adelaide Graça Grupo “Colectivo José Afonso” com Na Virada, Ana Ribeiro (Portugal), Tino Baz e José Pumar, interpretando cantigas do Zeca.

CONCERTO HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO

Quinta-feira 28 de Maio às 20 horas.

Actuação de “COUPLE COFFEE” com Luanda Cozzeti (canto e percussão) e Norton Daniello (baixo eléctrico)

VERBUM 
Avda de Samil Nº 17 | 36212 Vigo| 
verbum@vigo.org
Teléfono +34 986 240 130 | Fax +34 986 240 63
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ImprensaToponímia
10/05/2009By AJA

Homenagem a Zeca Afonso marca pela emoção e por críticas a Portugal

Uma centena de pessoas participou hoje no “baptizado” de um parque em Santiago de Compostela com o nome de Zeca Afonso, numa homenagem marcada pela emoção e pelas críticas à “pouca atenção” que Portugal dedica ao cantor. 
O momento de maior emoção aconteceu quando todos os presentes, onde se incluía a viúva do cantor, Zélia Afonso, cantaram, em galego e em português, “Grândola, Vila Morena”.
No final, e com os olhos a brilhar de emoção, Zélia Afonso confessou-se sem palavras para descrever o que sentia naquele momento. “Não sei dizer, não sei dizer”, referiu apenas, depois de alguns momentos de silêncio. 
A homenagem de hoje foi promovida por um grupo de admiradores de Zeca Afonso, no dia em que se assinalam 37 anos de um concerto que o cantor português deu em Santiago de Compostela e em que marcou a estreia de “Grândola, Vila Morena”. O Parque José (Zeca) Afonso situa-se a poucos metros do local onde decorreu esse histórico concerto. 
Admirador de Zeca Afonso, José Israel deslocou-se propositadamente de Aveiro, com mais três amigos, para assistir a esta homenagem. Empunhava um cartaz com a imagem do cantor de um lado e, no outro, os dizeres “Zeca Afonso, orgulho de Portugal e do mundo”. 
“Basta ouvi-lo para me sentir bem. É fabuloso”, referiu José Israel, para imediatamente criticar a “falta deste tipo de coisas” em Portugal. “Em Portugal, não se dá a devida atenção ao Zeca, devia-se fazer mais pelo Zeca em Portugal”, atirava. 
Uma crítica partilhada pelo director da Companhia de Dança de Lisboa, José Manuel Oliveira, que apontou o dedo à televisão portuguesa. “Zeca Afonso foi um dos maiores trovadores do mundo, mas é muito maltratado em Portugal. A televisão portuguesa, por exemplo, cinicamente, passa no 25 de Abril, às duas da manhã, uns documentários sobre Zeca Afonso, que já foram vistos várias vezes, só para não se dizer que não fez nada”, referiu. 
A homenagem contou também com a presença do mágico Luís de Matos, que realçou a “magia” que emana da obra de Zeca Afonso. Manuel Lopes, natural da Galiza e também “fã incondicional” do autor de “Grândola, Vila Morena”, referiu-se a Zeca Afonso como “um cantor galego, assumido por uma boa parte da população da Galiza”. 
Também da Galiza e um dos mentores desta homenagem, Arturo Reguera sublinhou que Zeca Afonso “é muito conhecido na Galiza”, pelo que, quando em 2006 se avançou com a proposta de atribuição do nome do cantor a um espaço público de Santiago de Compostela, “todo o mundo concordou”. 
Quem concordou “imediatamente” foi o alcaide de Santiago de Compostela, Xosé Sanchez Bugallo, ou não tivesse sido ele próprio um dos organizadores do concerto de Zeca Afonso, em 1972, naquela cidade. Hoje, Sanchez Bugallo cantou “Grândola, Vila Morena”, de braço dado com a viúva de Zeca Afonso e, no final, não escondeu a emoção que sentiu. 
“De repente, senti-me regressar há quase 40 anos atrás, quando, numa altura em que em Espanha se viviam tempos difíceis, de ditadura, Zeca Afonso aqui cantou aquela canção que apenas dois anos mais tarde se haveria de tornar símbolo da revolução dos cravos em Portugal”, referiu.

Diário de Notícias

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GalizaToponímia
10/05/2009By AJA

Parque com o nome de Zeca Afonso em Santiago de Compostela

Em pleno coração de Santiago de Compostela existe a partir de agora um parque com o nome de Zeca Afonso, onde em 1972, onde esta figura portuguesa cantou pela primeira vez, em público a «Grandola Vila Morena».
Há 37 anos, Zeca Afonso cantou pela primeira vez em público a «Grandola Vila Morena». Foi na Galiza, em Santiago de Compostela, que este domingo inaugura um Parque com o nome do cantor português.
Uma cerimónia a que assistiu a viúva de Zeca, mas que também emocionou o autarca local. José Sánchez Bugallo referiu o significado da intervenção do cantor na luta anti-fascista em Portugal, mas também em Espanha.
Zélia Afonso, a viúva deste cantor de intervenção, diz em declarações à TSF que esta é uma homenagem justa.

TSF

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AljustrelBiografiaTestemunhos
08/05/2009By AJA

José Afonso por Aljustrel

Caros amigos de José Afonso,

Procurando no google informações sobre o Externato D. Filipa de Vilhena de Aljustrel, descobri o vosso blogue. A passagem de José Afonso como docente por aquele colégio particular foi tão efémera que leva a alguns autores e biógrafos a situá-la incorrectamente do ponto de vista cronológico. Tenho constatado essa falha nalgumas publicações e textos. Eu fui um dos alunos priviligiados desse histórico colégio, fundado no início da década de 50 do século passado, pela Drª Amélia Palma Brito, licenciada em germânicas, e o Engº Tec. de Química Francisco Serrano Gordo. A sua fundação, que na época constituíu um empreendimento arrojado, devido às dificuldades económicas dos promotores e aos exigentes requisitos impostos pelo Ministério para a sua legalização, visto que se tratavam de cidadãos não gratos ao Regime, representou uma grande oportunidade para os filhos de uma classe média local ter acesso ao ensino secundário. Nasci no início de 1944, entrei para o Colégio com 10 anos, no ano lectivo de 1954/55. Foi num belo dia de Outubro, no início do ano lectivo de 1957/58, portanto no meu 4.º ano, que nos aparece um jóvem professor de cabelos encaracolados, de óculos de miope, com um sorriso afável, descontraído, que se sentava em cima das nossas carteiras, com uma linguagem e um poder de comunicação inusitados, que encantavam as nossas aulas de Geografia e História. O contraste era demais evidente com a pedagogia tradicional dos outros professores a que estávamos habituados. E naquele colégio não havia a austeridade que existia noutros estabelecimentos de ensino congéneres! Não nos esqueçamos que vivíamos em Aljustrel, vila mineira alentejana de fortes tradições de luta e de irreverência!
Mas esse encanto foi infelizmente sol de pouca dura, pois passado cerca de um mês, fomos brutalmente surpreendidos com o anúncio da sua partida intempestiva, facto que causou naturalmente uma enorme decepção para todos nós. Com efeito o Dr. José Afonso, como na altura o tratávamos, embora ele não tivesse ainda concluido a licenciatura, com a sua singularidade rapidamente grangeou a nossa simpatia. Nessa época, para vos dar uma noção de escala, o concelho de Aljustrel tinha uma população de 17.535 h, dos quais residiam na freguesia de Aljustrel 9.560 h, nas Minas, então exploradas por uma companhia belga, trabalhavam cerca de 1.000 operários e quadros administrativos, o Colégio era frequentado, do 1.º ao 5.º ano, por cerca de 100 alunos! Podiam-se contar pelos dedos de uma mão os alunos que eram filhos de operários…
A partida do jovem professor, constituíu uma manifestação expontânea de simpatia por parte dos alunos, que o acompanharam em massa, numa manhã de triste memória, à estação de C.F. de Aljustrel, então chefiada pelo Sr. Tonicha, pai do cantor/compositor/trovador Francisco Naia (também seu efémero aluno, mas que ele exageradamente fabula na sua auto-biografia…)! A nossa decepção foi tanto maior quando descobrimos depois que ele era um dos melhores intérpretes do fado coimbrão. Ele foi de Aljustrel directamente para a Escola Industrial/Comercial de Lagos, certamente com melhores vantagens. No entanto nunca chegámos a conhecer as causas verdadeiras da sua abalada. Ele estava a atravessar um período difícil da sua vida (separação da sua companheira?). Quanto à exactidão do ano lectivo (1957/58), não tenho qualquer dúvida, pois lembro-me perfeitamente da sala de aula do 4º ano (o colégio tinha apenas 5, cada uma correspondendo, durante anos à fio, a cada um dos respectivos anos escolares). Recordo-me que estávamos no ano lectivo que foi terminar com um período de muita agitação política, as campanhas eleitorais de Arlindo Vicente e Humberto Delgado, que abalaram profundamente o Regime, e as ruas de Aljustrel constituíram um palco desse alvoroço, com manifestações massivas da população aquando da passagem de ambos os candidatos e as prisões que se registaram nas vésperas do “acto eleitoral” (queria dizer farça). Então os alunos mais velhos do colégio do 5.º ano já discutiam “política” com os professores situacionistas (alguns filhos de oposicionistas, várias vezes presos, dos quais alunos me recordo do meteorologista Olavo Rasquinho e do Edmundo Silva, ex-Sheik).
O reencontro do Zeca com as gentes de Aljustrel dá-se anos mais tarde na Bélgica, com alguns exilados políticos, fundadores da APEB (Associação de Emigrados na Bélgica), tais como Francisco Rasquinho, António Palma Brito e José Soares. Depois do 25 de Abril, curiosamente, ele só tem oportunidade de actuar uma vez em Aljustrel, num espectáculo onde cantaram e tocaram os grupos corais dos mineiros e da Câmara, a Filarmónica, o Zeca e o Fausto (o Vitorino encontrava-se então numa tournée na Jugoslávia com o grupo coral do Redondo). Este espectáculo, organizado pela Sociedade Musical Aljustrelense, da qual eu era presidente, realizou-se no jardim público, numa tarde de forte canícula do dia 23 de Julho de 1978. Surpreendente e tristemente a adesão do público não correspondeu às espectativas, e a canícula não pode explicar tudo… Que contraste com a manifestação de carinho que os seus alunos lhe testemunharam à sua despedida de Aljustrel, 20 anos antes! Mas nem tudo foi negativo, depois de um jantar com vários casais amigos, subimos à colina do santuário de Nossa Senhora do Castelo, que fica no alto da vila, único local onde nessa noite se podia respirar, partilhámos numa fraterna tertúlia uns momentos inolvidáveis de poesia, com poetas locais, Manuel Edmundo da Silva, João dos Santos, António Cardoso Ferreira. Recordo-me que também esteve presente o cineasta Rui Simões que, pouco tempo antes, tinha rodado em Aljustrel, algumas cenas do “Bom Povo Português”. Nesse dia o Zeca e a Zélia pernoitaram em minha casa.

Só mais tarde, em Setembro de 1984, voltei a encontrar o Zeca em Tavira, na companhia do Pedro, mas já muito debilitado pela doença que o minava.

Aqui deixo o meu testemunho da breve passagem e relação do grande Zeca com Aljustrel.

Cordiamente

Francisco Colaço

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Galiza
08/05/2009By AJA

Ao som de “Grândola, Vila Morena”

Um bar de Santiago de Compostela fecha sempre as portas ao som de “Grândola, Vila Morena”, numa prova da popularidade do cantautor português Zeca Afonso na região da Galiza.

“Grândola é sempre a última canção desse bar”, garante à Lusa Manuel Rodriguez, um jovem estudante universitário em Santiago de Compostela.

Envergando uma t’shirt com a imagem de Che Guevara, Manuel, 21 anos de idade, confessa que aprecia o “tipo de música” de Zeca Afonso e consegue mesmo trautear o arranque de “Grândola”.

Santiago de Compostela, Espanha, 08 Mai (Lusa)

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GalizaGrândola
08/05/2009By AJA

O concerto na Galiza em que Zeca Afonso cantou pela primeira vez em público “Grândola, Vila Morena” está gravado em cassete

O concerto em Santiago de Compostela, na Galiza, em que Zeca Afonso cantou pela primeira vez em público “Grândola, Vila Morena” está gravado em cassete e poderá ser editado, para perpetuar esse movimento histórico.
“Escuta-se perfeitamente todo o recital, as suas palavras, a canção [Grândola, Vila Morena]”, disse, à Lusa, o galego Xoan Guitian, um dos principais responsáveis pela homenagem que domingo vai ser feita a Zeca Afonso em Santiago de Compostela.

Segundo Guitian, a cassete daquele concerto, o qual ocorreu a 10 de Maio de 1972 no Burgo das Nações, está “religiosamente guardada”, para que um dia “possa ser feita uma edição”, de forma a que “não se perca” aquele registo único.

Santiago de Compostela, Espanha, 08 Mai (Lusa)

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Círculo Cultural de SetúbalDimas PereiraSetúbal
06/05/2009By AJA

No adeus a Dimas Pereira

Cerca de duas centenas de pessoas acompanharam, ontem, Dimas Pereira até à sua última morada. O fundador do Círculo Cultural de Setúbal, e viúvo há três semanas, teve morte súbita. Mestre, amigo e companheiro. Foram considerações muito ouvidas na derradeira despedida. Uma prolongada salva de palmas acompanhou a descida da urna à sepultura.

Familiares, muitos amigos e admiradores, prestaram a última homenagem a Dimas Soares Lopes Pereira, de 87 anos de idade, e viúvo há três semanas. Este vulto cultural teve morte súbita, ao início da tarde de domingo, em casa da filha mais velha. “Tinha almoçado, até estava bem disposto, mas foi encontrado já sem vida, sentado no sofá”, revelou a «O Setubalense» fonte próxima da família.

O corpo esteve ontem em câmara ardente na Capela do Socorro, de onde saiu em cortejo fúnebre, a meio da manhã, rumo ao cemitério de Algeruz. Uma sonora salva de palmas acompanhou a descida da urna à sepultura, com a bandeira de Portugal e uma t’shirt da banda do Andarilho, e muitos, muitos cravos vermelhos.

Em pleno cemitério, o professor Alberto Pereira teceu breves considerações sobre este vulto cultural desaparecido entre os vivos: “Homem de grande construção cívica, sem nunca olhar ao bem material. E fez tudo no Círculo Cultural; foi professor, dirigente, e teve a grande virtude de lidar com os jovens como uma mestria que nunca vi em ninguém.”

De entre as muitas presenças no acto fúnebre, constaram as de Zélia Afonso, Odete Santos, Victor Serra, Francisco Lobo, Valdemar Santos, Luís Filipe Fernandes, José Maria Dias, Graziela Dias, Maria das Dores Meira, Acácio Lopes e Carlos Rodrigues, entre muitos outros.

O acordeão de Dimas Pereira – militante do PCP e resistente anti-fascista, acompanhou José Afonso no single “Viva o poder popular” (1975), à margem do circuito comercial, pela Liga da Unidade e Acção Revolucionário (LUAR) e no LP “Enquanto há força” (1978).

Idaleciano Paulo marcou presença no cortejo fúnebre e é, curiosamente, o elemento vivo do quarteto da segunda versão de “Os Galés”. Ao nosso jornal recordou os desaparecimentos de Rogério Ângelo, Mário Regalado e, agora, de Dimas Pereira.

“Só estou eu, até que Deus queira, de entre os amigos que fundaram a segunda geração do conjunto ‘Os Galés’. Foi em 1975, já em Setúbal, e durou até 1983, depois de extinto o conjunto original em Sesimbra”, explicou Idaleciano Paulo.

Outro testemunho, outra geração. Albano Almeida recorda os tempos em que, muito novo, participava nas actividades culturais do Círculo Cultural, uma grande referência cultural de Setúbal, e que teve Dimas Pereira como fundador, a par de Zeca Afonso e de uma vasta lista de outros nomes.

“Era uma espécie de pai, amigo e mestre. O Dimas Pereira era tudo para mim, e para muitos outros jovens como eu que por ali andavamos naquela que foi, mais do que uma instituição cultural, uma escola de vida,” desabafou a «O Setubalense», o viola Albano Almeida que recorda, já saudosamente, as participações musicais em palco, ao lado do acordeão do mestre, nos grupos “Cantares”, “Detráz da Guarda” e da “Banda do Andarilho”.

Teodoro João

red.teodoro@osetubalense.pt

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Dimas Pereira
04/05/2009By AJA

Morreu Dimas Pereira

Dimas Pereira, que ao lado de José Afonso fundou o Círculo Cultural de Setúbal (CCS) em 1969, morreu hoje nesta cidade aos 87 anos vítima de doença súbita, disse à agência Lusa fonte próxima da família.

O acordeão de Dimas Pereira – militante do PCP e resistente anti-fascista – acompanhou José Afonso no single “Viva o poder popular”, editado em 1975 à margem do circuito comercial, pela Liga de Unidade e Acção Revolucionária (LUAR) e no LP “Enquanto há força” (1978).

Tito Lívio, jornalista e que posteriormente se afirmou como crítico de teatro, e Carlos Tavares da Silva, director do Centro de Estudos Arqueológicos do Museu de Arqueologia e Etnografia do distrito de Setúbal, foram outros dois fundadores do CCS, um local de resistência cultural inicialmente localizado na Av. 05 de Outubro, em Setúbal, frequentemente vigiado pelo PIDE.

Lusa

Blogue de tributo a Dimas Pereira

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Arranjos corais
03/05/2009By AJA

Arranjo coral de “Benditos”

Autor do arranjo: Alfredo Teixeira?

Intérpretes… Alguém poderá ajudar?
Retirado do canal Segundo Renascimento

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GalizaHomenagens e tributos
30/04/2009By admin-aja

José Afonso é nome de Parque em Santiago de Compostela

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GalizaHomenagens e tributos (2009)ImprensaToponímia
30/04/2009By AJA

José Afonso é nome de Parque em Santiago de Compostela

Um “Parque José Afonso” vai ser inaugurado a 10 de Maio junto ao “Auditorio de Galicia”, em Santiago de Compostela, em homenagem ao autor de “Grândola, Vila Morena”, informou hoje o Núcleo do Norte da Associação José Afonso (AJA).

Situado numa lateral do Auditorio de Galicia, o parque é uma homenagem ao cantautor português promovida por um grupo de amigos, apoiada por cerca de três mil pessoas de todo o mundo e aprovada pela câmara de Santiago de Compostela, precisou à agência Lusa Paulo Esperança, daquele núcleo

O “Parque José Afonso” situa-se junto do complexo Burgo das Nácions (Burgo das Nações), onde actualmente se concentram várias residências universitárias e onde em 1972 Zeca Afonso cantou pela primeira vez em público “Grândola, Vila Morena” na sua primeira digressão pela Galiza, que integrou também espectáculos em Ourense e Lugo.

Notícia Lusa

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Homenagens e tributos (música)
29/04/2009By AJA

«Tributo a Zeca Afonso» – Companhia Bengala – Fórum Cultural de Alcochete

José Afonso é leitura obrigatória para todos os artistas. José Afonso é incontornável para todos os portugueses. Tem que ser lido com humildade e interpretado com orgulho. A sua obra tem que ser revisitada com originalidade.Fazem parte deste projecto Genoveva Faísca (voz), João Bengala (guitarra clássica, guitarra portuguesa e voz), João Vaz (saxofone soprano), Joaquim Correia (baixo acústico) e Diogo Leónidas (bateria).

Fórum Cultural de Alcochete
30-04-2009
21h00
Entrada: EUR 6,00
Reservas: 212349640

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GalizaToponímia
29/04/2009By AJA

Inauguração de espaço dedicado a José Afonso em Santiago de Compostela

O próximo día 10 de maio ás 12 h. vaise proceder á inauguración dun espazo público na cidade de Santiago dedicado á José Afonso. O pequeno “Parque José Afonso” está situado nun lateral do Auditorio de Galicia, moi preto do pequeno lago.Ese día conmemoramos o 37 aniversario do 10 de maio de 1972, día no que o Zeca cantou por vez primeira en público “Grândola, vila morena” nun extraordinario recital que tivo lugar no desaparecido Burgo das Nacións, xusto onde hoxe está o Auditorio. Esta homenaxe da cidade a Jose Afonso foi promovida por un grupo de amigos do cantor, apoiada por tres mil persoas de todo o mundo e aprobada polo Pleno do Concello de Santiago.

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AJA NorteGaliza
29/04/2009By AJA

A AJA norte vai até à Galiza

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Homenagens e tributos (música)
28/04/2009By AJA

“20 Canções para Zeca Afonso” juntou 250 pessoas na Mealhada

Zeca Afonso foi o grande homenageado da noite da última sexta-feira, 24 de Abril, no cineteatro Municipal Messias. Mais de duzentas e cinquenta pessoas assistiram ao espectáculo “20 Canções para Zeca Afonso”, que reflectiu o olhar da geração mais jovem sobre a música e as palavras deste cantor de Abril. Uma forma original de assinalar os trinta e cinco anos da Revolução dos Cravos, que mereceu os maiores aplausos de quem assistiu.
Onze jovens em palco, vinte canções para um nome indissociável da Revolução dos Cravos. O jazz foi o género que imperou, com as populares músicas do cantor a surgirem ao som do piano, guitarra, saxofone, viola, violinos e violoncelo. As letras, essas eram as mesmas das muitas canções de Zeca Afonso, que diferentes gerações já soletraram. “O que faz falta é animar, o que faz falta”, ouvia-se, num tom menos popular e mais sério, mas igualmente bonito.
“20 Canções para Zeca Afonso”, um projecto de Rafael Fraga, conseguiu desafiar todas pessoas presentes nesta noite a uma reflexão sobre a obra poética e musical desta figura ímpar da cultura portuguesa. Onze jovens e um legado, uma voz masculina, outra feminina, temas mais conhecidos, outros menos divulgados, mas um espectáculo que agradou o público, que foi cantando “A morte saiu à rua” ou “Venham mais cinco”, “Maria Faia” ou “Os índios da meia-praia”. No final, ouviram-se muitos aplausos depois da última música, “Venham mais cinco”, e o grupo voltou ao palco para um único, mas apreciado, encore.

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Exposições
28/04/2009By AJA

Obra e vida de José Afonso no Palácio do Gelo

Num momento marcante da vida democrática portuguesa em que se comemora mais um 25 de Abril, o Palácio do Gelo Shopping orgulha-se de apresentar uma exposição que retrata fielmente a obra e vida de José Afonso, porventura uma das personalidades da cultura portuguesa que melhor soube interpretar o espírito de Abril.

O material desta exposição foi gentilmente cedido pela Associação José Afonso e encontra-se exposto no piso 0 do Palácio do Gelo, até a 30 de Abril.

No sentido de prestar um enfoque acrescido à exposição principal, o Palácio do Gelo Shopping contará ainda com a presença de algumas escolas locais que, desta forma, têm oportunidade de apresentar diversos tipos de trabalhos, desenhos, textos e trabalhos manuais, sendo que a sua temática é centrada na vida e obra de José Afonso e da comemoração do 25 de Abril e encontram-se expostos nos pisos 0, 1 e 2 do Palácio do Gelo.

Eis as Escolas que participam na exposição:

– Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Infante D. Henrique;

– Escola Básica Integrada e Secundária Jean Piaget;

– Escola Secundária de Emídio Navarro;

– Escola Secundária Alves Martins.

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Imprensa
26/04/2009By AJA

José Afonso eleito 4º melhor cantor pela redacção da revista Blitz

A fadista Amália Rodrigues foi eleita a melhor cantora portuguesa de sempre pela redacção da revista Blitz, uma votação revelada na edição de Maio que inclui ainda as vozes de Carlos do Carmo, António Variações e José Afonso.
A edição de Maio, colocada hoje à venda, apresenta uma lista nacional e internacional dos melhores cantores de sempre, escolhidos pela redacção da publicação mensal e pela revista Rolling Stone, respectivamente.

A lista dos melhores portugueses é liderada por Amália Rodrigues e integra ainda mais dois nomes do fado: Carlos do Carmo, em segundo lugar, e Mariza, em quinto.

A redacção da Blitz elegeu apenas oito cantores portugueses, quatro mulheres e quatro homens.

Em terceiro lugar figura António Variações e em quarto José Afonso, ambos falecidos nos anos 1980.

Paulo de Carvalho surge em sexto, Maria João em sétimo e Teresa Salgueiro em oitavo.

Os cantores eleitos pela revista Blitz são descritos na edição de Maio por oito músicos portugueses e os textos são acompanhados por sugestões de temas e de artistas que terão influenciado.

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Homenagens e tributos (2009)Homenagens e tributos (artes plásticas)
26/04/2009By AJA

Painel de azulejos alusivo a José Afonso


Descerramento de um painel de azulejos alusivo a José Afonso, na Junta de Freguesia de São Sebastião, em  Setúbal, no dia 26 de Abril de 2009.
A Associação José Afonso esteve presente nesta iniciativa integrada nas Comemorações do 35º Aniversário do 25 de Abril.

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Discografia
25/04/2009By AJA

Duas Colectâneas do Festival des politischen Liedes onde figura “Grândola, vila morena”


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Círculo Cultural de SetúbalFestival "Cantar José Afonso"
25/04/2009By AJA

Festival “Cantar José Afonso”

O Festival “Cantar José Afonso” foi uma iniciativa realizada pelo Círculo Cultural de Setúbal entre 1988 e 1996 para evocar em Setúbal José Afonso.
Neste blogue (http://cantarjoseafonso.blogspot.com/) podem ter acesso a toda a programação dessa iniciativa que durante muitos anos foi a única dedicada ao Zeca em Setúbal.

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Imprensa
25/04/2009By AJA

Morte de José Afonso salvou cantautores da ostracização

José Mário Branco cantava porque não podia falar. “Cantar era uma forma de escape, de socializar. E socializar, juntar o povo, era considerado perigoso”. Ana Bacalhau canta “o que a vida não diz” porque nunca poderá saber o que era não poder falar. “Sou uma sortuda por não conseguir sequer imaginar o que é ter um lápis azul”. Ele, hoje com 67 anos, ícone maior da resistência à ditadura, não sabe, mas inspirou a rapariga que pôs o país a entoar fon-fon-fon-fon . “Sem ele, os Deolinda nunca poderiam existir – e isso é assustador”, afirma a vocalista da banda, 30 anos, prestando-lhe pública homenagem. Elogiar o autor de “A cantiga é uma arma” é agradecer o privilégio de hoje poder dizer: “Agora sim, cantamos com vontade!/ Agora sim, ouço a liberdade!”

Foi privilégio que Mário Branco nunca teve, nem para cantar outras letras que não aquele épico do FMI: “Esta merda dos partidos é que divide a malta pá, é só paleio pá, o pessoal quer é trabalhar!”, nem mesmo depois de cortada a fita do 25 de Abril, nem mesmo apesar de garantir que a sua liberdade “chegou muito antes da data”. Parece contradição, mas não é. “Decidi ser livre quando escolhi não ir para a guerra matar os meus irmãos; quando escolhi pagar o preço pelas minhas opções”. O preço foi ser preso aos 19 anos e depois fugir para França – ele e mais cem mil portugueses. Foi lá que começou a tocar viola, foi lá que permaneceu, refugiado, dez anos. E foi depois de vir de lá, já Portugal brindava à Liberdade, que surpreendentemente continuou “a ser marginalizado”. Em 1982, “o disco que juntava o ‘FMI’ com o ‘Ser Solidário’ foi recusado por oito editoras” porque ele “era visto como um cantautor amaldiçoado”. Era como se tivesse que continuar a ser punido, vá lá saber-se porquê.

Editou o disco graças à confiança do público. À entrada de uma série de concertos no Teatro Aberto, em Lisboa, entregou uma carta em que escreveu: “Queria fazer este disco. Se me confiar o seu dinheiro…” E as pessoas confiaram, os concertos esgotaram e o disco saiu. Mas só mais tarde, em 1987, com a morte de Zeca Afonso, as editoras deram tréguas. “Perceberam que tinham irremediavelmente perdido um grande mestre e que valia a pena terem mais respeito pelos que restavam”. Foi então convidado a editar a sua obra integral. Até começou a ser “tratado por Senhor”, e Mário Soares quis condecorá-lo. Rejeitou. “O condecorador tem que estar à altura do condecorado”. Para Branco, a liberdade que temos “é meramente formal”. Não lhe preenche o sonho. Bacalhau diz ter ” tanto medo de a perder”, que celebra sempre o 25 de Abril.
Jornal de Notícias

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GalizaHomenagens e tributos (2009)
24/04/2009By AJA

“Seremos muitos, seremos alguem” em Vigo

LOCAL: Verbum, “A Casa das palabras”
Avda Samil,Vigo
Inauguración-clausura: Do 5 ao 31 de Maio
Cartazes: 64, material: pvc.
Autoría exposición: André F. Places
Organización:S.Cultural Na Virada
Coordinación actividades: Xico de Carinho
Producción: Verbum/Concelleria de Cultura de Vigo

INAUGURACIÓN
5 de Maio ás 20 h.
Presenta André F.Places

MESA REDONDA
Xoves 14 Maio ás 20 h.
Participantes:
• Alipio de Freitas, Ex-Presidente da Ass. José Afonso de Setúbal.
• Henrique Marques, directivo e cofundador da Ass.J.Afonso de Setúbal.
• Francisco Fanhais,Presidente da Ass. J. Afonso,cantor e compañeiro de J. Afonso en múltiples actividades .
• Arturo Reguera, colaborador con Benedicto nas 1ªas actuacións de J. Afonso na Galiza.
Presenta: Xico de Carinho, músico, socio da Ass.J.Afonso dende a súa fundación e coordinador das actividades.

TRIBUTO A JOSÉ AFONSO”
Xoves, 21 de Maio ás 20 h.
Participantes:
POESIA:
-Xosé María Alvarez Cáccamo
-Maria Xosé Queizán
-Manuel Forcadela
– Adelaide Graça (Portugal)
MÚSICA:
-Grupo Na Virada
-José Pumar
-Tino Baz
-Ana Ribeiro (Portugal)

CONCERTO HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO
Xoves, 28 Maio ás 20 h.
Actuación de “COUPLE COFFEE” , con
Luanda Cozzeti, canto e percução
Norton Daniello, Baixo eléctrico.
Repertorio tirado do seu CD, “Com as tamanquinhas do Zeca” e outros.

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Homenagens e tributos (2009)
24/04/2009By AJA

Poesia e Música de José Afonso em Serpa

O Cineteatro Municipal de Serpa vai promover um espectáculo de Poesia e Música de José Afonso, na noite de 24 de Abril, pelas 21:30h, a que se seguirá o fogo-de-artifício na Praça da República e Altinho.

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Homenagens e tributos (música)
23/04/2009By AJA

A Formiga no Carreiro – Companhia DeMente em Sobral de Monte Agraço

Espectáculo musical construído sobre canções de José Afonso que foi criado para assinalar os 20 anos da morte deste importante marco da recente História de Portugal, contextualizando a sua obra e o seu envolvimento político e histórico.

Integrado nas Comemorações do 35.º Aniversário do 25 de Abril.

Para assistir a este espectáculo reserve o seu bilhete na Bilheteira do Cine – Teatro ou pelo telefone 261 948 321, 5.ª e 6.ª Feira, das 16h00 às 19h00.
Todo o Público
Gratuito

Local: Cine-Teatro de Sobral de Monte Agraço – 21h30

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Couple Coffee
23/04/2009By AJA

Concertos dos Couple Coffee com “As tamanquinhas do Zeca”

24 Abr 2009 – 22:30
Couple Coffee & Band – Co’as Tamanquinhas do Zeca – Praça do Bocage Setúbal – Portugal
25 Abr 2009 – 17:00
Co’as Tamanquinhas do Zeca! – Couple Coffee & Band – TEATRO VIRGÍNIA Torres Novas – Portugal
26 Abr 2009 – 21:00
Couple Coffee & Band – CINE TEATRO CAMACHO COSTA Odemira – Portugal
15 Mai 2009 – 20:00
Norton Daiello & Marco Lobo – ONDAJAZZ Lisboa – Portugal
23 Mai 2009 – 21:00
Norton Daiello & Marco Lobo – FESTIVAL TENSAMBA – Recinto Ferial de Arrecife Lanzarote – Islas Canarias – España
28 Mai 2009 – 20:00
Couple Coffee (duo) – Verbum (Casa das Palabras), Avenida deSamil,17 (Praia de Samil) de Vigo. / Galiza – España
31 Mai 2009 – 21:30
Couple Coffee & Band – CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL Sintra – Portugal

Mais informações em: http://www.myspace.com/couplecoffee

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Homenagens e tributos (2009)
22/04/2009By AJA

Concerto de Homenagem em Carcavelos

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Homenagens e tributos (2009)
22/04/2009By AJA

Sessão evocativa de José Afonso na Nazaré

Amanhã, dia 22, a Biblioteca Municipal da Nazaré acolhe uma sessão evocativa de José Afonso, que vai contar com a presença da filha do cantor, Helena.

Numa iniciativa pensada sobretudo para os alunos do Externato D. Fuas Roupinho, mas aberta a todos os interessados, serão cantados alguns dos temas mais emblemáticos do cantor de intervenção. A apresentação de alguns elementos biográficos de Zeca Afonso compõem esta evocação de um dos mais importantes compositores e intérpretes portugueses do século XX.

Esta sessão, que se realiza às 15h00, ocorre em vésperas das comemorações do 25 de Abril, para sempre marcado pela música “Grândola Vila Morena” do próprio José Afonso.

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Tertúlias
21/04/2009By AJA

Tertúlia “Recordar José Afonso” em Vila Real de Santo António

Dia 24 de Abril, às 21h30, no Centro Cultural António Aleixo, terá lugar a tertúlia “Recordar José Afonso”, com a participação de Camilo Mortágua, José Luz Santos, José Luís Louro e Teodomiro Neto, à qual se seguirá a actuação do grupo de Fados de Coimbra “Canto d’Alma”.

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AJA Norte
21/04/2009By AJA

“O Canto de Intervenção” na Longra, Felgueiras


Dia 25 de Abril, pelas 21,30 horas
CASA DO POVO DA LONGRA
Vila da Longra – Felgueiras
Evento integrado nas comemorações do 70.º aniversário
da Casa do Povo da Longra

“O Canto de Intervenção”,
com o grupo da AJA Norte, Tino Flores, Luís Almeida e Paulo Rodrigues.

INSCREVA-SE NO JANTAR “CONVIVER EM LIBERDADE”
antes do espectáculo, pelas 19,30 horas, dia 25.
Preço: 7,5 cravos

Dia 25 (sábado):

19,30 horas, Restaurante Juventude, “Jantar Conviver em Liberdade” (aberto a toda a gente; inscrição prévia para o mail: jn.felgueiras@sapo.pt, ou por contacto com José Carlos Pereira (91 609 00 33). Preço: 7,5 cravos.

21,30 horas – Sala de Espectáculos: concerto “O Canto de Intervenção”
Actuação da Associação José Afonso – Núcleo do Norte (Gabriela Marques, Ana Afonso, Paulo Esperança, Ana Ribeiro, Miguel Marinho, Fernando Lacerda, Paulo Veloso e Eduardo Pinheiro), bem como o conhecido cantor de intervenção Tino Flores, com Luís Almeida e Paulo Rodrigues.

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Homenagens e tributos (2009)
20/04/2009By AJA

Dizer e cantar Zeca Afonso, em Sintra

No próximo dia 25 de Abril às 22.00h vai acontecer DIZER E CANTAR ZECA AFONSO no Complexo U.D do Mucifal, Sintra.
Antes e no mesmo espaço irá decorrer a abertura da exposição colectiva de fotografia “Emoções, Sensações e Liberdade”, que estará patente ao público até ao dia 3 de Maio.
Local: Rua do Complexo Desportivo, Mucifal – 2705 Colares/Sintra.

Indicações de como chegar ao Complexo
(Basta seguir as indicações das placas de cor laranja a dizer Complexo Desportivo)

A exposição colectiva vai contar com a presença dos seguintes fotógrafos:
– António Vieira da Silva
– Helena Paixão
– José AS Figueira
– Nuno de Sousa
– Ricardo Calha

Além da exposição fotográfica anunciada haverá ainda nesta noite uma exposição de instrumentos musicais e Poesia e Musica em homenagem a Zeca Afonso com Paulo Lawson (Voz) e Luís Santos (Guitarra) e poemas ditos por alguns poetas do concelho de Sintra.

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GrândolaImprensa
20/04/2009By AJA

Onde está a Grândola de José Afonso?

Ainda é a terra da Sociedade fraternidade operária grandolense, mas O edifício está encerrado há dois anos

Havia duzentas pessoas na sala. Entre elas um agente da PSP. Fardado. Homem para não se abespinhar quando José Afonso cantou ‘Os Vampiros’, senhores à força e mandadores sem Lei. Escondidos sob o palco palpitavam os livros que a Censura proibira – ‘Subterrâneos da Liberdade’, de Jorge Amado, partilhando páginas com ‘O Caminho Fica Longe’, de Vergílio Ferreira.

Na noite de 17 de Maio 1964, no salão de festas da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, José Afonso cantou para trabalhadores da indústria corticeira, camponeses, militantes do PCP na clandestinidade e um polícia pouco convicto. O apreço, mútuo, foi tal que, no fim do espectáculo, escreveu, numa folha de papel almaço, ‘Grândola, vila morena, terra da fraternidade’ – operária grandolense.

Ninguém sabe onde pára a folha com o poema original da canção que seria senha do 25 de Abril de 1974. ‘Desapareceu’, lamenta Maria José Pucarinho, professora de Música na escola secundária e actual presidente da colectividade, também conhecida por ‘Música Velha’, que José Afonso descreveu como ‘um local obscuro, quase sem estruturas, com uma biblioteca de evidentes objectivos revolucionários e uma disciplina aceite entre todos os membros, revelando já uma grande consciência e maturidade políticas’.

Os livros que faziam parte da biblioteca estão encaixotados. O salão onde naquela noite, há quase 45 anos, Zeca esboçou ‘Grândola’ está vazio. Esquecidas no chão ficaram folhas de pauta onde saltitam semicolcheias de mãos dadas. Já parou de chover lá fora. Há esperança de que a água cesse de correr cá dentro. Maria José Pucarinho não disfarça o desalento. ‘É uma pena. Temos a escola de música, com 72 alunos, a funcionar aos sábados na Universidade da Terceira Idade e a banda filarmónica, com 47 músicos, ensaia num antigo restaurante chinês.’ É assim há quase dois anos, desde que o edifício, um antigo hospital, construído no século XVII, encerrou para obras.

Nada e criada em Grândola, Maria José não conheceu pessoalmente José Afonso. Tinha oito anos quando se deu o 25 de Abril. ‘O meu pai estava em Marrocos. Eu tinha ficado com a minha mãe em casa. Lembro-me da euforia e do pânico dela. Não sabíamos o que ia acontecer a partir daí.’ Quando, de manhã, mãe e filha acordaram, o País insone já tinha ouvido ‘Grândola, vila morena, terra da fraternidade’. Passou às 02h00 no programa ‘Limite’, da Rádio Renascença. Era o sinal de arranque para as tropas revoltosas mais distantes de Lisboa. O golpe corria bem.

Na altura, Celso Nunes trabalhava como pintor em Paris, para onde emigrara em busca de melhor vida em 1964. ‘Fui à banca comprar jornais e soube do que tinha acontecido, talvez mesmo antes de muitos portugueses que aqui estavam.’ Regressou em 1979, ainda a tempo de conhecer o homem que celebrizara Grândola. ‘Encontrei-o em Évora e depois em Setúbal. Ele já estava doente.’ Tanto tempo depois, ouvir ‘Grândola’ continua a arrepiá-lo. ‘É diferente para nós, que sabemos porquê e para quem ele escreveu aquele poema’, emociona-se Celso, que voltou para reparar calçado num estabelecimento aberto na rua das lojas.

Há-de ser diferente também para Pedro Martins da Costa, de 66 anos, ex-vice-presidente da Câmara, que trouxe José Afonso à vila. ‘Em 1964, eu estava em Lisboa, na tropa, e como eu havia mais gente da Fraternidade Operária que lá estava. Reuníamos em tertúlia no café Gelo e no Martinho, não o da Arcada, um estabelecimento com bilhar que havia nos Restauradores.’ Entre o Gelo e o Martinho surgiu a ideia de convidar Carlos Paredes e José Afonso para um concerto. Escreveram-lhe para Faro, onde José Afonso era professor. ‘Em 1965 voltou e muitas vezes depois – gostava do convívio e do ambiente igualitário da colectividade. Tão igualitário, dizia ele, que não se percebia quem era o vogal e quem era o presidente.’

Na praça para onde se inclina a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense existe actualmente um hotel de três estrelas, uma ludoteca e um centro de estética canina. Os tempos de fervor revolucionário parecem encontrar eco apenas no centro de trabalho do PCP, ameaçado de despejo, como reza uma faixa colocada a quase toda a largura.

Montado na sua bicicleta, com caixote de plástico atado atrás, Adriano António Damasceno está de visita à vila. ‘Moro numa fazenda lá em baixo, onde tenho um gadozinho e os meus canitos.’ O cantoneiro de limpeza reformado almoça todos os dias no refeitório da Câmara Municipal de Grândola. ‘Têm lá mulheres antigas a fazer o comer e eu gosto da comida antiga, com carne e couves’, explica, franzindo os olhos sob o boné de fazenda. Não lhe faltam as palavras, capazes de enfrentar o silêncio mantido pelo trio de idosos que, ao longo da tarde, se desloca lentamente atrás dos raios de Sol. ‘Há aqui muitos velhotes. Em algumas aldeias já só há antigos’, nota Adriano. Era nesses tempos – ‘antigos’ – que ‘a ‘Grândola’ se ouvia muito’. Hoje não. ‘Hoje só se ouvem os cantores modernos.’

Depois do 25 de Abril houve ocupação de herdades. Formaram-se cooperativas de produção – uma das quais corticeira, ligada à Reforma Agrária. Mas, mais do que camponeses, os grandolenses sempre foram comerciantes e operários corticeiros. É ainda evidente o peso do comércio, agora com um toque multicultural resultante da instalação de lojas de chineses. O futuro parece, contudo, escrito nas agências imobiliárias. ‘Agora é a indústria da construção civil que mais emprego dá’, observa Pedro Martins da Costa, que até há bem pouco tempo manteve aberta uma loja de relojoaria. Grândola está à espera dos grande empreendimentos imobiliários e turísticos que prometem fazer render a beleza da Costa Azul. Tróia (Grupo Sonae) é ali ao pé. O Carvalhal (Grupo Espírito Santo) não fica longe. Melides (grupo suíço Volkart) é a dois passos.

Fim de tarde em Grândola.Tocou para a saída. Pelo Jardim 1º de Maio, que já foi 28 de Maio, caminham jovens em grupos. Balançam os livros com despreocupação. Sara, aluna do 11º ano, já soube a história de ‘Grândola, Vila Morena’. ‘Era tipo código, uma coisa esquisita.’ Nem de propósito, passa perto o professor de História. Ela encolhe-se e brinca: ‘Ai se ele soubesse que eu já não me lembro…’ Mesmo sem saber exactamente o significado da canção, sente um certo orgulho pois é por causa dela que ‘o pessoal de Setúbal conhece Grândola’ e para lá ruma a fim de celebrar o 25 de Abril. De qualquer forma, do que Sara, franja morena e unhas vermelhas, mais gostava era que houvesse uma discoteca na vila que deu nome à canção. ‘Temos de ir a Alcácer ou a Santiago… só lá é que há discotecas.’ Em 1964, quando pela primeira vez lá esteve, José Afonso viu em cada esquina de Grândola um amigo e em cada rosto igualdade. Em Abril de 2009, Sara assume que só está desejando sair dali.

Isabel Ramos – Correio da Manhã

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AJA Norte
19/04/2009By AJA

“O canto de intervenção” em Guifões – Matosinhos

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AJA Norte
19/04/2009By AJA

Com a presença da AJA norte

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Homenagens e tributos (2009)
19/04/2009By AJA

Tributo a Zeca Afonso na Anadia

No dia 25 de Abril, pelas 21h30, no Cineteatro Anadia, realizar-se-á um tributo a Zeca Afonso. A interpretação de parte do reportório deste cantor e compositor será efectuada pelos Grupos do Município de Anadia, “Musicanto”, “Sons de Avelãs”, “Popularis” e “Cantigas da Fonte”. 

Este espectáculo, organizado pela Câmara Municipal de Anadia, insere-se nas comemorações do 35º aniversário da revolução de Abril de 1974. 
Este espectáculo é gratuito e os bilhetes devem ser levantados no dia do espectáculo, entre as 14h00 e as 22h00.

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Exposições
18/04/2009By AJA

Exposição em Gondomar

No dia 24 de Abril, será inaugurada a exposição “José Afonso – Andarilho, Poeta e Cantor”, que estará patente ao público, até dia 3 de Maio, no Auditório Municipal.

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Homenagens e tributos (música)
18/04/2009By AJA

“20 Canções para Zeca Afonso” na Mealhada

O cineteatro Municipal Messias vai ser palco, na noite de sexta-feira, 24 de Abril, pelas 21h 30m, de um espectáculo de homenagem ao célebre músico Zeca Afonso, como forma de assinalar os trinta e cinco anos da Revolução dos Cravos. “20 Canções para Zeca Afonso” é o nome do projecto musical que reflecte o olhar da geração mais jovem sobre a música e as palavras deste cantor de Abril.
Este é um projecto musical que desafia os demais a uma reflexão sobre a obra poética e musical desta figura impar da cultura portuguesa. “20 Canções para Zeca Afonso” surge em 2007, duas décadas depois do desaparecimento do músico, e é um espectáculo que pretende recriar a raiz popular da música de Zeca Afonso num contexto inovador, que concilia as melodias das canções (vozes), os timbres jazzísticos do trio de Jazz (guitarra, baixo e bateria) que acompanham os instrumentos solistas (saxofone e piano) e a ambiência subtil do quarteto de cordas, numa fusão única de universos musicais.
O repertório seleccionado inclui temas muito popularizados e outros menos divulgados entre um público mais generalista. Um espectáculo de noventa minutos, que se revela uma alternativa original e requintada de prestar homenagem a Zeca Afonso, “procurando o equilíbrio entre uma mensagem emocional clara, pelas palavras e temas musicais, e a leveza fraterna e optimista própria da sua música”, divulga a produtora, numa nota sobre o projecto.
Nessa noite, quem marcar presença no cineteatro Municipal Messias poderá ouvir temas tão conhecidos como “Traz outro amigo também”, “A morte saiu à rua” ou “Venham mais cinco”, ou outros como “Tenho barcos”, “Menino do bairro negro”, “Canção de embalar”, “Maria Faia”, “Cantigas de Maio”, “Senhor Arcanjo”, “Coro da Primavera”, “Fui à beira mar”, “Adeus, ó Serra da Lapa”, “Redondo Vocábulo”, “O homem voltou”, “Os índios da meia-praia”, “Não é meu bem”, “Senhora que o velho”, “Verdade é Mentira”, “Eu dizia”, “Benditos” e “À proa”.
As reservas para o espectáculo podem ser efectuadas através dos números de telefone 231 209 870 ou 231 200 980. Os bilhetes, que já se encontram à venda, podem ser ainda adquiridos, e levantados, na bilheteira do cineteatro Municipal Messias, das 20h às 22h, de quinta-feira a segunda-feira, ou das 15h às 18 horas, de domingo.

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Sem categoria
18/04/2009By AJA

Hoje, em Palmela, Voct Ensemble

Concerto no Auditório Municipal de Pinhal Novo

18 de Abril de 2009 22h00 Entrada livre

Obras e arranjos a cappella de: Zeca Afonso, Eurico Carrapatoso, Bob Chilcott, Anders Enderoth, Paul Hart, Gonçalo Gouveia, Anders Jalkéus, Lennon/McCartney, Gonçalo Lourenço, Mário Ribeiro, Deke Sharon, Alfredo Teixeira, Mark Williams.

Ensemble VOCT
Formado em Janeiro de 2003, o Ensemble VOCT é um grupo vocal composto por cinco cantores e que se dedica à interpretação de música a cappella de várias épocas e de diversos estilos, com particular interesse por música erudita renascentista e contemporânea, bem como por arranjos vocais de standards de jazz e de música ligeira portuguesa e estrangeira.

www.myspace.com/ensemblevoct – www.ensemblevoct.com

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Exposições
16/04/2009By AJA

Exposição sobre José Afonso patente em Palmela

“José Afonso – a voz da liberdade”, é o tema da exposição patente na Biblioteca da Escola Básica 2.3 Hermenegildo Capelo de Palmela, em Abril e Maio. A exposição é organizada pela Biblioteca Escolar e integra-se nas actividades comemorativas do 25 de Abril.

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Homenagens e tributos (2009)
15/04/2009By AJA

Tributo a Zeca Afonso em Sintra

Todas as informações em Voando em Cynthia

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DiscografiaVídeo
13/04/2009By AJA

Clip promocional do álbum “Galinhas do Mato”

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AJA Norte
10/04/2009By AJA

“O canto de intervenção” no Canidelo

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Testemunhos
10/04/2009By AJA

Zeca Afonso e a Flor do Alva – Nuno Espinal

O Dr. José Afonso foi, no meu trajecto de vida, um privilégio. Tudo começou por uma entrevista, quando, com mero estatuto de amador, fui entrevistador.
Mas, vamos à história:
A Revista “Espaço Aberto”, na qual participei durante anos, tinha intuitos meramente culturais. Enquanto seu colaborador, dediquei-me, em especial, à área das entrevistas.
Daí a oportunidade que tive de entrevistar inúmeras personalidades do meio cultural. De entre todas, destaco Amália Rodrigues e Zeca Afonso.
Contudo, a entrevista a Zeca Afonso, já lá vão uns 23 anos, viria, para mim, a valer mais do que o próprio momento e tempo em que perdurou. Porque foi a partir dela que entrei no círculo de convivência de José Afonso. Continua AQUI

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Exposições
10/04/2009By AJA

Exposição na Moita

Na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, poderá ser vista, até 2 de Maio, uma mostra foto-biográfica de José Afonso.

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Adriano Correia de Oliveira
09/04/2009By AJA

Mais uma homenagem a Adriano Correia de Oliveira

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Adriano Correia de Oliveira
09/04/2009By AJA

Hoje em Gaia

Auditório Municipal de Gaia ( px. Metro João de Deus ) Centro de Gaia.

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Cartazes de concertos
08/04/2009By AJA

Mais alguns cartazes de concertos e homenagens

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Cartazes de concertosJúlio PereiraTestemunhos
08/04/2009By AJA

Cangas do Morraço

Era uma vez na Galiza, anos oitenta. Um concerto de José Afonso em Cangas de Morrazo (perto de Vigo) num velho teatro municipal. Acompanhava-o eu, Henri Tabot e Guilherme Inês. Chegados à hora do espectáculo, deparámo-nos com um público, a meio da plateia, de seis pessoas! A minha reacção (suponho que a dos meus colegas) foi a de não tocar. E o Zeca disse não! Tocados os 17 ou 18 temas ensaiados pelo grupo, José Afonso pegou na viola e sozinho, tocou cantando mais oito temas entre os quais “Catarina” – a primeira vez que o ouvi cantar assim. Estranho. As seis pessoas de pé aplaudiram incansavelmente José Afonso e durante muito tempo. Como se a sala estivesse cheia.Só mais tarde percebi que o Zeca, nesse dia, tinha deixado seis amigos na Galiza.

Júlio Pereira

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Associação José AfonsoRevistas AJA
08/04/2009By AJA

As 7 revistas da AJA online


 

 

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Associação José Afonso
06/04/2009By AJA

O canal AJA no Youtube

Visitem o canal da AJA . Esperamos pelas vossas sugestões.

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BiografiaMoçambiqueVídeo
06/04/2009By AJA

José Afonso em Moçambique (1964 -1967), por José Cardoso e Álvaro Simões

José Cardoso e Álvaro Simões falam-nos do seu contacto com José Afonso e da sua colaboração no Teatro de Amadores e no Cine-Clube da Beira entre 1964 e 1967. Mais informação AQUI e também AQUI.

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Exposições
05/04/2009By AJA

José Afonso em exposição

A sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal vai acolher, entre 3 de Abril e 3 de Maio, uma exposição fotográfica sobre aspectos diversos da vida e obra do músico. A mostra é veiculada pela AJA.

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Homenagens e tributos (2009)
05/04/2009By AJA

Recordar Zeca Afonso

“Recordar Zeca Afonso”
Espectáculo musical com Vítor Almeida e Silva, pelas 15h, no dia 26 de Abril, em Alenquer.
Local: Auditório Damião de Góis

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Manuscritos
05/04/2009By AJA

Um guardanapo

Apontamentos de José Afonso sobre os arranjos musicais de “Venham mais cinco”. O papel utilizado é um guardanapo de papel de uma tasca de Lisboa onde almoçou com José Niza que viria a produzir o disco

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EntrevistasVídeo
05/04/2009By AJA

Novo vídeo no canal do Youtube

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Homenagens e tributos (2009)José Mário Branco
05/04/2009By AJA

José Afonso e José Mário Branco homenageados no Festival de Música Aveirense

Com o objectivo de promover a nova música residente em Aveiro, surge o primeiro festival de musica aveirense, montra de um leque de estilos musicais que vão do clássico ao experimentalismo, passando pelo jazz, funk, rock e cancão de intervenção e que é inteiramente preenchido por músicos ligados à cidade, como: Rui Pedro, que apresenta o seu espectáculo Andarilho; Óscar Graça (LiftOff, Joploop, Riff) e João Guimarães, que tocarão no Nuno Costa quinteto; Jorge Deus da Loura (Zen, Fadomorse, Música.com), na estreia da sua nova band, os Suoq; João Fino (Zen), com os Lazy Lizard; Jorge Cruz (Superego, Pequeno Aquiles e Diabo na Cruz), a solo; João Figueiredo (Conservatório de Aveiro, Fadomorse), com os QuadQuartet; Zé Tó Rodrigues (Oficina da Música), com os Icon Vadis; e Hugo Correia (Mdparte e Filarmonia das Beiras), com os Fadomorse e os Bic Ensemble, prestando homenagem a Zeca Afonso e a José Mario Branco nas comemorações do 25 de Abril. [Direcção de Hugo Correia]
Teatro Aveirense

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