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Traduções
Home Archive by Category "Traduções"

Category: Traduções

Traduções
10/07/2009By AJA

O prazer é todo nosso

Muito obrigado pela honra que me fazem em publicar a minha transcrição da versão sueca de Grândola e a tradução portuguesa. Mas é uma honra que pertence exclusivamente ao José Afonso, à sua música, às suas canções e è sua luta pela liberdade do povo. Ponho à disposição da Associação José Afonso o meu conhecimento de muitos idiomas se houver outras versões (não só de Grândola) que ainda ficam por traduzir. Aproveito desta ocasião para assinalar que o site “Canzoni contro la guerra” (http://www.antiwarsongs.org) contém muitas páginas sobre José Afonso, com traduções. Outro idioma que conheço e falo bem é o grego, e estou a traduzir umas canções do Zeca também para este idioma. Eis a qui a Grândola em grego (cantável):

Γκρᾶντολα ἀραποπόλη
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
εἶν’ ὁ λαός ὁ ἀφέντης
μέσ’ ἀπὸ ‘σένα, ὦ πόλη.
Μέσ’ ἀπὸ ‘σένα, ὦ πόλη
εἶν’ ὁ λαός ὁ ἀφέντης,
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
Γρᾶντολα ἀραποπόλη.

Σὲ κάθε γωνιὰ ἕνας φίλος,
ὁμόνοια σὲ κάθε πρόσωπο
Γκρᾶντολα ἀραποπόλη
χώρα τῆς ἀδελφοσύνης.
Χώρα τῆς ἀδελφοσύνης
Γκρᾶντολα ἀραποπόλη,
ὁμόνοια σὲ κάθε πρόσωπο
σὲ κάθε γωνιὰ ἕνας φίλος.

Στὴ σκιὰ μιᾶς βελανιδιάς
ποὺ δὲ ξέρεις τ’ἡλικίαν της
ὁ ὅρκος μου· νἆναι γιὰ μένα
σύντροφος τὸ θέλημά σου.
Σύντροφος τὸ θέλημά σου
ὁ ὅρκος μου, νἆναι γιὰ μένα,
στὴ σκιὰ μιᾶς βελανιδιάς
ποὺ δὲ ξέρεις τ’ἡλικίαν της.

Riccardo Venturi, Florença, Itália

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Traduções
10/07/2009By AJA

Uma transcrição e tradução da versão sueca de Grândola por Riccardo Venturi

Grândola är mina drömmars stad,
i broderskapets sköna trakter,
och där vänder vår historia blad
därav folket tagit makten.
Och där folket tagit makten
och där vänder vår historia blad
som i broderskapets trakter
i Grândola, i mina drömmars stad.

I varje stadsbo har jag en kamrat,
den sanna jämlikhetens vakter,
Grândola är mina drömmars stad
där i broderskapets trakter.
I broderskapets sköna trakter,
i Grândola, i mina drömmars stad
där vi är jämlikhetens vakter
och där vänder vår historia blad.

Sätter mig drut vid en havreträd
där jag får skugga ut av grönskan
jag svar Grândola min trohetsed:
uppfylla din frihets önskan.
Uppfylld ska din frihets önskan
svar Grândola din trohetsed
slå dig ned ut vid en havreträd
och får skugga ut av grönskan.

*

Grândola é a cidade dos meus sonhos
no belo país da irmandade,
e lá a nossa história vira a página
porque o povo tomou o poder.
Lá o povo tomou o poder
e lá a nossa história vira a página
como nos paises da irmandade
em Grândola, na cidade dos meus sonhos.

Em cada cidadão tenho um camarada,
guardiãos de verdadeira igualdade,
Grândola é a cidade dos meus sonhos
no belo país da irmandade.
No belo país da irmandade,
em Grândola, na cidade dos meus sonhos
onde a gente é guardião da igualdade
e onde a nossa história vira a página.

Sento-me debaixo de uma azinheira
onde as folhas me dão sombra
e juro a Grândola a minha fidelidade:
satisfazer o teu desejo de liberdade.
O teu desejo de liberdade será satisfeito,
jure a Grândola a sua fidelidade,
sente-se debaixo de uma azinheira
e tome a sombra que a azinheira lhe dá.

Riccardo Venturi, Florença, Itália

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Traduções
02/06/2008By AJA

Trovate 23 canzoni di José “Zeca” Afonso

23 músicas de José Afonso traduzidas AQUI.

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Traduções
03/06/2007By AJA

Poemas portugueses em Sho

Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Camões, António Nobre e José Afonso são alguns dos autores dos poemas expostos na Biblioteca Florbela Espanca, em Matosinhos. Trata-se da transcrição dos textos para Sho, arte da caligrafia japonesa.

A artista plástica japonesa Iku Yamamoto inaugurou, na passada sexta-feira, uma exposição de Sho, arte da caligrafia daquele país do extremo-oriente. A mostra está patente na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, e pode ser visitada até ao dia 16 do corrente mês.
Este é um trabalho que tem a particularidade de transpor para aquela forma de arte poemas de alguns dos mais conhecidos autores portugueses, como o caso de Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Camões, António Nobre e José Afonso, entre outros.
Quanto a motivações para a realização deste trabalho, Iku Yamamoto confessou a O PRIMEIRO DE JANEIRO ter um particular fascínio pelo nosso país, tendo em conta o facto de terem sido os navegadores portugueses que levaram, ao “país do Sol Nascente” a cultura europeia.
Tendo em conta este facto, a artista nipónica pediu a alguns portugueses a residir na sua cidade (Quioto) que lhe indicassem alguns dos poetas portugueses, tendo-lhe sido sugeridos os que estão presentes na mostra agora inaugurada em Matosinhos.

Conceito
Conforme é referido na nota de imprensa distribuída pela Câmara Municipal de Matosinhos, a caligrafia japonesa Sho é uma forma de arte minimal milenar que utiliza na sua execução apenas duas cores, o branco e o preto, para condensar em si todos os elementos próprios de uma obra de arte.
Segundo Iku Yamamoto, a ideia base desta arte é a tomada de consciência da relação entre o céu (cima) e a terra (baixo), “ou seja o Universo e exprimir a sua beleza. Esta é a razão pela qual o sho é escrito verticalmente de cima para baixo”.
A artista plástica japonesa confessa mesmo ter sido esta a primeira vez que tentou escrever letras no alfabeto sho. “Confesso ter sido uma tarefa difícil e levou-me mais tempo que esperava”.
Apesar desta dificuldade, Iku Yamamoto considerou esta primeira experiência de 20 quadros como positiva e afirmou ter vontade de continuar o seu trabalho.

Eduardo Coelho – Primeiro de Janeiro

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GrândolaTraduções
23/03/2006By AJA

Grândola traduzida

Retirado do site (http://www.prato.linux.it/~lmasetti/antiwarsongs/)

(Aqui podemos também encontrar 10 músicas de José Afonso traduzidas para italiano.)
GRÂNDOLA VILA MORENA
José “Zeca” Afonso(1950)
Se mai esiste una canzone “storica” nel senso più completo del termine, questa è “Grândola vila morena”. Fu infatti la trasmissione per tre volte consecutive di questa canzone di José Afonso (fino ad allora assolutamente proibita) dalle onde di Radio Renascença, che diede il segnale d’inizio, alla mezzanotte del 25 aprile 1974, ala “Revolução dos cravos”, la “Rivoluzione dei garofani” che mise fine alla dittatura fascista portoghese. Una canzone che parla di fraternità, di pace e di uguaglianza presa a simbolo da delle forze armate che, una volta tanto, fecero veramente il bene del loro popolo (interrompendo, tra le altre cose, le sanguinose guerre coloniali che stavano letteralmente dissanguando il Portogallo).
Grândola è una città del sud del Portogallo che, alla fine degli anni ’40, vide un tentativo di cooperativa agricola popolare del tutto inviso al regime salazarista. Da qui la proibizione della canzone.
GRÂNDOLA BRUNA CITTA’
Versione italiana di Riccardo Venturi
Grândola, bruna città
terra di fratellanza
è il popolo che più comanda
dentro di te, o città.
Dentro di te, o città
è il popolo che più comanda
terra di fratellanza,
Grândola bruna città.
A ogni angolo un amico,
su ogni volto l’uguaglianza
Grândola bruna città
terra di fratellanza
terra di fratellanza,
Grândola bruna città
su ogni volto l’uguaglianza,
è il popolo che più comanda.
Ed all’ombra d’una quercia
di cui non so più l’età
giurai d’aver per compagna,
Grândola, la tua volontà.
Grândola, la tua volontà
giurai d’aver per compagna
all’ombra d’una quercia
di cui non so più l’età.
GRÂNDOLA VILA MORENA
(Stadt der Sonne, Stadt der Brüder)
Versione tedesca di Franz-Josef Degenhardt
Grândola, vila morena
Stadt der Sonne, Stadt der Brüder,
Grândola, vila morena,
Grândola, du Stadt der Lieder.
Grândola, du Stadt der Lieder,
auf den Plätzen, in den Straßen
gehen Freunde, stehen Brüder,
Grândola gehört den Massen.
Grândola, vila morena,
viele Hände, die dich fassen,
Solidarität und Freiheit
geht der Ruf durch deine Straßen.
Geht das Lied durch deine Straßen,
gleich und gleich sind uns’re Schritte,
Grândola, vila morena
gleich und gleich durch deine Mitte.
Deine Kraft und euer Wille
sind so alt wie uns’re Träume,
Grândola, vila morena
alt wie deine Schattenbäume.
Alt wie deine Schattenbäume
Grândola, die Stadt der Brüder,
Grândola, und deine Lieder
sind jetzt nicht mehr nur noch Träume.
GRÂNDOLA LA VILLE BRUNE
Versione francese di Riccardo Venturi
Grândola, la ville brune
terre de fraternité
c’est le peuple qui s’impose
dans toi, ô vieille cité.
Dabs toi, ô vieille cité
c’est le peuple qui s’impose
terre de fraternité,
Grândola, la ville brune.
A chaque coin y a un ami,
dans les yeux l’égalité,
Grândola, la ville brune
terre de fraternité.
Terre de fraternité
Grândola, la ville brune,
dans les yeux l’égalité,
C’est le peuple qui s’impose.
C’est à l’ombre d’une yeuse
dont j’ignore encore l’âge
que j’ai pris ta volonté
comme compagne de voyage.
Comme compagne de voyage
oui, j’ai pris ta volonté

Grândola, sous une yeuse
dont j’ignore encore l’âge.

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