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  • 100 Anos de José Afonso
December 2008
Home 2008
Benedicto Garcia Villar
21/12/2008By AJA

Imagens e recortes do lançamento de “Sonata de amigos”

El correo galego

El país
Imagens retiradas daqui.

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Benedicto Garcia Villar
06/12/2008By AJA

Lançamento do livro “Sonata de amigos” de Benedicto Garcia Villar

A FUNDACIÓN 10 DE MARZO e EDICIÓNS XERAIS DE GALICIA comprácense en convidalo/a á presentación do libro: ”SONATA DE AMIGOS” de Benedicto García Villar.O acto, que contará coa participación de Emilio Pérez Touriño (Presidente da Xunta de Galicia), Víctor Santidrián (Director da Fundación 10 de marzo), Manuel Bragado (Director de Xerais), Benedicto García Villar (autor) e a intervención musical de Marcos Teira, terá lugar o venres, 12 de decembro, ás 19,30 h. no Salón de Actos da Fundación Caixa Galicia, Rúa do Vilar, 19 de Santiago.

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Maria de Medeiros
06/12/2008By AJA

Maria de Medeiros canta Zeca e Sérgio Godinho em novo disco

Maria de Medeiros, auto-intitulada “actriz que canta”, anunciou quinta-feira que em 2009 vai lançar o seu segundo trabalho discográfico, que incluirá temas de autores portugueses, com especial destaque para Zeca Afonso.

“Vai incluir temas de alguns autores portugueses, sobretudo Zeca Afonso, mas também Sérgio Godinho”, disse à Lusa Maria de Medeiros.

A actriz acrescentou que o disco pretende abranger “os dois lados do Atlântico e será cantado nas três línguas das Américas”.

Maria de Medeiros, que assegurou o concerto de abertura do 9º Festival de Blues de Viana do Castelo, confessou que ficou “surpreendida” com o convite da câmara para participar no festival, sobretudo por ainda ser “uma principante” na música, já que leva apenas dois anos “nesta aventura”.

“Além disso, nós fazemos uma música que se aproxima do blues mas que não é blues puro e duro, o que levou a que tivéssemos que preparar um reportório especialmente para este festival”, acrescentou.

O momento alto da noite foi quando Maria de Medeiros cantou “Should I stay or should I go”, dos Clash, mas o espectáculo percorreu várias outras sonoridades, com temas como “Velha Chica”, de Martinho da Vila, “Satisfaction”, dos Rolling Stones, “Paz, poeta e pombas”, de Zeca Afonso e “Muxima”, uma canção tradicional angolana.

“Estou a aprender umas coisas, mas ainda me considero uma actriz que canta. Aliás, penso que serei sempre uma actriz a cantar, porque eu gosto essencialmente do lado teatral na canção”, afirmou.

Conhecida sobretudo como actriz, Maria de Medeiros diz que, nos últimos tempos, a sua vida tem estado dividida praticamente em partes iguais entre a música e o cinema.

“Em 2008, fiz dois filmes, um no Brasil e outro em Itália, que me ocuparam praticamente meio ano. O resto do ano foi a cantar. Só em Novembro tive espectáculos no Brasil, na Córsega, em Espanha, na França e em Angola, de onde acabámos de chegar. Tem sido uma loucura”, referiu.

Actualmente com 43 anos, Maria de Medeiros começou há dois a sua “aventura” no mundo da música “um pouco por acaso”.

“Pensei fazer um pequeno espectáculo, que fosse meio teatro meio música, sobre a música do Brasil, especialmente a conotada com a resistência brasileira à ditadura militar, que marcou muito a minha adolescência. A partir daí, a coisa foi crescendo e… cá estou”, concluiu.

VCP.

Viana do Castelo, 05 Dez (Lusa) – Lusa/fim

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AJA Norte
03/12/2008By AJA

“Noites de inquietação” na AJA norte

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AJA Norte
30/11/2008By AJA

Foi assim no Regueirão dos Anjos

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AJA Norte
22/11/2008By AJA

Hoje, no Regueirão dos Anjos.

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Arranjos instrumentaisHomenagens e tributos (música)Homenagens e tributos (vídeo)
14/11/2008By AJA

“Tributo a Zeca” do compositor Vitor de Faria

“Tributo a Zeca” – Vitor de Faria

www.quartetovintage.com

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Prémio José Afonso
14/11/2008By AJA

Frei Fado d´El Rei vence o Prémio José Afonso 2008

O grupo Frei Fado d´El Rei venceu o Prémio José Afonso 2008 com o álbum “Senhor Poeta – Um tributo a José Afonso”, anunciou hoje a câmara municipal da Amadora, que atribui o galardão.

O júri, que decidiu por unanimidade atribuir o prémio aos Frei Fado d´El Rei, foi composto por António Moreira, Olga Prats, Carlos Pinto Coelho e Natália de Matos.

Os Frei Fado d´El Rei, que receberão o prémio no dia 29 nos Recreios da Amadora, surgiram no Porto em 1990 como um projecto inspirado na música de raiz popular e tradicional.

O álbum de estreia, “Danças no tempo” foi lançado em 1995, um ano depois de os Frei Fado d´El Rei terem integrado a colectânea “Filhos da Madrugada”, de homenagem a Zeca Afonso.

Desde então editaram ainda “Encanto da Lua” (1998), o álbum ao vivo “Em concerto” (2003) e “Senhor Poeta”, registo com 14 temas de José Afonso reinventados pelo grupo a propósito dos vinte anos da morte do músico aveirense.

Integram o álbum temas como “Verdes são os campos”, de Luís de Camões, “No comboio descendente”, de Fernando Pessoa, ou “Senhor poeta”, de Manuel Alegre, que dá o título ao álbum.

Em declarações à agência Lusa, quando saiu o álbum, o guitarrista Ricardo Costa disse que “José Afonso continua a ter uma sonoridade contemporânea e é incontornável para as novas gerações”.

“José Afonso trouxe uma roupagem inovadora à música portuguesa, explorando o âmago da música tradicional e popular”, explicou na altura o músico.

O Prémio José Afonso, no valor monetário de cinco mil euros, foi criado há vinte anos, em 1988, com o objectivo de homenagear o compositor português e incentivar a criação musical de raiz portuguesa.

Em 2007 o galardão foi atribuído à Brigada Victor Jara, que se junta a uma galeria de artistas como Sérgio Godinho, Fausto, Filipa Pais, Dulce Pontes e Vitorino.

Lisboa, 14 Nov (Lusa)

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ImprensaJúlio PereiraLuís Pastor
14/11/2008By AJA

Zeca Afonso recordado em debate sobre a música e a transição democrática em Madrid

Os 20 anos da morte de Zeca Afonso serviram segunda-feira à noite de pano de fundo para um debate em Madrid sobre o papel da música nas transições para a democracia em Portugal e Espanha.
O debate foi protagonizado, entre outros, pelos músicos Luis Pastor e Júlio Pereira.
Pastor, o musico espanhol que mais cantou Zeca Afonso – e que também se tornou famoso pela sua obra política e de intervenção – recordou que a maioria dos músicos e do publico espanhóis desconheceu, durante muitos anos, a obra do artista português.
“Havia muitos músicos e muitos artistas espanhóis que não conheciam Zeca Afonso e a sua obra. Na altura França, ou a América Latina eram maiores influências. Mas quem ouvia pela primeira vez, a lírica, a música, enamorava-se”, recordou.
“Acabou por ter um impacto tremendo tanto entre os músicos espanhóis como entre o público. E acabou por ser a porta de entrada para se conhecer outras vozes portuguesas da altura”, disse.
Hoje, explicou o musicólogo Pedro Calvo, ainda é impossível encontrar discos de Zeca Afonso nas lojas de música de Madrid, mas a música e a obra do músico português já são mais conhecidos.
“Foi um avançado do seu tempo. Que se fosse hoje seria reconhecido pelo seu papel na fusão de músicas do mundo, mais além do que o gigantesco papel que hoje já lhe é reconhecido”, frisou.
Para Pastor, numa “época em que a música começou a ser vista como uma arma” Zeca Afonso surge como referencial obrigatório “a nível, moral e de compromisso” tanto no espaço ibérico, como fora dele.
“Era um homem contra a corrente, mas que recuperava a canção popular, um professor, um pedagogo”, sublinhou.
“Tudo é redutor quando se fala de Zeca Afonso”, acrescentou o músico português Júlio Pereira, destacando a vontade de José Afonso de exportar o que era a cultura portuguesa para outros espaços.
Tanto Pastor como Pereira recordaram os últimos anos, difíceis, da vida de Zeca Afonso, tendo o músico espanhol recordado que alguns músicos se juntavam, semanalmente, num bar de Madrid, a tocar e a cantar obras do músico português para angariar dinheiro para lhe levar.
“Passou anos terríveis. No dia em que ele morreu, de 22 para 23, estávamos no bar Elige-me, como todas as segundas-feiras, a cantar músicas dele. Tínhamos ido a Portugal levar-lhe dinheiro 15 dias antes”, recordou Pastor.
Júlio Pereira – que produziu os últimos três álbuns de Zeca Afonso – disse que o mais estranho foi ver o músico “intelectualmente bem para trabalhar, mas sem voz e com o corpo a desaparecer”.
“Foi uma doença muito estranha. De um homem que foi muito mais do que músico, que conhecia e queria saber do mundo, que era genuinamente humano. Que gostava mais das pessoas que da música”, disse.
Para Luis Martin, comissário da Mostra Portuguesa e moderador do debate, Zeca Afonso acaba por ter uma transcendência “além de Portugal” tendo sido “um percursor da dita música do mundo” muito antes de nomes mais sonantes como Peter Gabriel, a terem internacionalizado.
João de Melo, conselheiro cultura da embaixada de Portugal em Madrid e ‘pai’ da Mostra Portuguesa, rematou o debate recordando a importância que Zeca Afonso teve na formação da consciência de todos os portugueses, tanto dentro como fora do mundo da música.
“Cada um de nós tem uma história pessoal com Zeca Afonso e hoje não me imagino a olhar para Portugal, para o que aconteceu nas últimas décadas, sem incluir Zeca Afonso”, disse.
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, que ficou conhecido como José Afonso ou Zeca Afonso, foi um dos mais importantes cultores do fado de Coimbra e tornou-se depois o maior símbolo da canção de intervenção contra o regime político que se vivia em Portugal.
Natural de Aveiro, onde nasceu em 1929, José Afonso morreu em Setúbal em 23 de Fevereiro de 1987, vítima de esclerose lateral amiotrófica.
Madrid, 11 Nov (Lusa)

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AJA Norte
13/11/2008By AJA

Mais uma sessão de “Canto de intervenção”

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FotobiografiaImprensaIrene Pimentel
28/10/2008By AJA

Irene Pimentel vai lançar fotobiografia de Zeca Afonso

A historiadora Irene Pimentel, autora de várias obras sobre o século XX português, vai lançar até ao final do ano uma fotobiografia do cantor e compositor José Afonso, o que considerou “uma ousadia”.
“Eu comecei por estudar pessoas que não tinham nada a ver comigo”, afirmou em declarações à Lusa a investigadora, que acaba de publicar um livro sobre o inspector da PIDE Fernando Gouveia e também é autora de uma fotobiografia do cardeal Cerejeira.
Agora, a historiadora foi desafiada a fazer um trabalho sobre uma figura da cultura e a escolha recaiu em Zeca Afonso.
“Mas aí foi uma ousadia, porque eu conheci o Zeca Afonso, tenho os discos todos, ouvi a música dele, fui marcada por ela”, revelou.
Irene Pimentel considerou que Zeca Afonso “é uma figura altamente contraditória”.
“Isso fascinou-me”, confessou, sublinhando que era uma pessoa “muito individualista” e “muito marcada pelo surrealismo”.
A investigadora, que venceu o Prémio Pessoa em 2007, está também a trabalhar numa série documental sobre a PIDE, para a RTP, com Jacinto Godinho.
“Estamos na fase de entrevistas, sem preocupações com o tempo para que também fique em arquivo”, disse Irene Pimentel, que está também “à procura de pides”, convicta de que os mais importantes já desapareceram, mas alguns “agentes de segunda” ainda cá estão.

EO. | Lusa

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José Mário Branco
26/10/2008By AJA

José Mário Branco na Culturgest dias 30 e 31 de Outubro

Convidado pela Culturgest para criar um espectáculo único e específico para o Grande Auditório, José Mário Branco fará aquilo que sempre fez nos seus álbuns e espectáculos: uma referência – como alguém escreveu, sempre autobiográfica – ao estado em que, no seu sentir, se encontra a sociedade de que faz parte.
Será nos dias 30 e 31 de Outubro de 2008, às 21h30, no Grande Auditório·

Tomando como base o mais recente repertório, José Mário Branco decidiu optar por um formato “em tripé” para os músicos que o acompanharão em palco. Primeiro, um conjunto de músicos, todos eles excelentes intérpretes-compositores que o têm acompanhado nos últimos anos nos momentos cruciais: José Peixoto, Carlos Bica, Rui Júnior, Filipe Raposo ou Guto Lucena, instrumentistas de excepção.

Segundo, como no seu álbum mais recente Resistir É Vencer (2004), a presença de um quarteto de cordas (liderado pelo jovem Luís Morais, concertino e professor em Viena) irá reforçar o pendor introspectivo que sempre existe quando José Mário Branco nos fala do mundo e da vida.

E, terceiro, os convidados muito especiais deste espectáculo: os Gaiteiros de Lisboa (grupo de que José Mário Branco fez parte na sua primeira fase) irão garantir duas componentes sempre presentes na sua música, as partes corais e as percussões. Este conjunto de músicos permitirá apresentar em Lisboa (pela primeira vez, e talvez única) a canção-rap-fleuve Mudar de Vida, escrita para o concerto de Abril de 2007 na Casa da Música, no Porto. Por isso este concerto se chama Mudar de Vida - 2.

José Mário Branco é um artista do seu tempo e da sua comunidade. E este tempo é de introspecção e de eterna busca, mas também de denúncia (”Isto não é sociedade que se apresente”) e de acção (”Vamos mudar de vida!”).

Voz, guitarra José Mário Branco
Guitarra José Peixoto
Contrabaixo Carlos Bica
Percussão Rui Júnior
Piano, teclados Filipe Raposo
Sopros Guto Lucena
1º Violino Luís Morais
2º Violino Jorge Vinhas
Viola Joana Moser
Violoncelo João Pires
Concepção e direcção musical José Mário Branco
Guião José Mário Branco e Manuela de Freitas
Foto Isabel Pinto

Classificação: M/12Informações e reservas21 790 51 55Duração 1h30 – 20 Euros (Jovens até aos 30 anos: 5 Euros. Preço único)

culturgest.bilheteira@cgd.pt

Bilhetes à venda: Culturgest-Fnac-Bliss-Livrarias Bulhosa (Oeiras Parque)-lojas Abreu-Wortenwww.ticketline.sapo.ptReservas -707 234 234

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Homenagens e tributos (2008)
25/10/2008By AJA

Texto de apresentação do colóquio sobre José Afonso em Madrid


Todo o programa da VI Mostra Portuguesa

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Bibliografia
23/10/2008By AJA

Apresentação do livro “Canto de Intervenção 1960-1974”

Obra apresentada pelo Jornalista Nuno Pacheco. Recital de música, sobre a obra em destaque, com o cantor Francisco Naia, acompanhado à guitarra clássica por José Carita e Ricardo Fonseca em que serão interpretados temas de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Luís Cília, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Manuel Freire, Francisco Fanhais e José Jorge Letria.
Canto de Intervenção 1960-1974 é uma viagem pela memória colectiva recente, que nos fala de Utopia, de Liberdade, de Poesia.
Poesia que é a essência do Canto de Intervenção. Dos poetas – Florbela Espanca, Sophia de Mello Breyner, Luís de Camões, Fernando Pessoa, Manuel Alegre, José Afonso – se chegou à intervenção; porque intervenção sem Poesia é apenas um panfleto, com o seu tempo próprio e histórico, mas que cai no esquecimento. Ao contrário de “Trova do Vento que Passa”, “Canção com Lágrimas”, “Menina dos Olhos Tristes”, “Menino do Bairro Negro”, “Vampiros”, “Redondo Vocábulo”, “Pedra Filosofal”, “Que Força é Essa”, “Vemos Ouvimos e Lemos”, ou “Cantigas do Maio”.

Canto de Intervenção 1960-1974, constitui-se assim “numa singular contribuição para uma história ainda por fazer: a da evolução da música popular portuguesa no século XX”.
(Nuno Pacheco, director-adjunto do Público)

Data : 14-11-2008
Local : Livraria Trama, Lisboa pelas 21:30
Livraria Trama – Rua S. Filipe Nery, nº25 B, ao Rato

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AJA Norte
21/10/2008By AJA

“O Canto de Intervenção” em Santo Ildefonso

Rua de Gonçalo Cristóvão, no Porto, junto ao Edificio do Jornal de Notícias

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Colóquios
17/10/2008By AJA

Colóquio sobre José Afonso em Madrid

Madrid, 17 Out (Lusa) – Uma retrospectiva de Manoel de Oliveira, um debate sobre o papel da música nas transições políticas em Portugal e Espanha e um festival de gastronomia são algumas das ofertas da 6ª edição da Mostra Portuguesa em Madrid.

O extenso calendário da edição deste ano – a mais ambiciosa de sempre e que se alargará entre finais de Outubro e Dezembro – inclui ainda vários concertos musicais, exposições, debates literários e encontros filosóficos.

Detalhes de todo o calendário serão divulgados apenas na próxima semana, num encontro com jornalistas no Circulo de Bellas Artes em Madrid.

Dados preliminares avançados hoje pela Embaixada de Portugal em Madrid – uma das entidades que promove a Mostra – referem que estão previstos concertos de Mísia, Júlio Pereira, David Fonseca, António Rosado e o duo de Maria João e Mário Laginha.

No campo cinematográfico, e além do ciclo homenagem a Manoel de Oliveira, está prevista uma mostra de curtos de recente produção, incluindo o “Call Girl” que o próprio realizador, António-Pedro Vasconcelos, apresentará aos públicos madrilenos.

O calendário inclui exposições de fotografia e artes plásticas, com artistas como Helena Almeida, Edgar Martins, Carlos Bunga Albuquerque Mendes e Richard Câmara.

No capítulo de exposições há ainda a referir a mostra arquitectónica “21 Projectos do Século 21” e a apresentação do último do desenho português na 1ª Bienal Iberoamericana de Desenho.

Um dos momentos mais antecipados da mostra é um debate-colóquio sobre a incidência da música e da canção popular nas transições políticas de Espanha e de Portugal, em que serão recordados os 20 anos da morte de Zeca Afonso.

As artes culinárias marcam presença através do chefe da Tivoli Hotels & Resorts, Luis Baena, conhecido como uma das vozes da renovação da gastronomia portuguesa.

Além da semana da cozinha portuguesa, no Hotel Intercontinental em Madrid, Baena participará também nas jornadas gastronómicas de portas abertas onde o público pode saborear a sua cozinha.

Na sua sexta edição a Mostra Portuguesa é organizada pela Embaixada de Portugal, pelo Instituto Camões, Governo de Espanha – através dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Cultura – e pela autarquia de Madrid.

ASP.

Lusa/Fim

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Associação José Afonso
13/10/2008By AJA

Fotos da presença da AJA na manifestação em Lisboa. Solidariedade com os trabalhadores imigrantes.

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Fotobiografia
09/10/2008By AJA

Fotobiografia de José Afonso

São oito figuras incontornáveis da Cultura do século XX reunidas numa obra fotobiográfica em que “o texto é também muito importante”, diz Joaquim Vieira, responsável pela selecção.
A obra em oito volumes, editada pelo Círculo de Leitores, foi ontem apresentada em Lisboa e reúne grandes figuras já desaparecidas – a fadista Amália Rodrigues, o poeta Fernando Pessoa, os actores Vasco Santana e Amélia Rey-Colaço, o fotógrafo Joshua Benoliel, o arquitecto Pardal Monteiro, o músico José Afonso e o pintor Amadeo de Souza-Cardoso.

Comum a todas as fotobiografias é a publicação de imagens inéditas.

A historiadora Irene Pimentel é autora do texto sobre José Afonso.

Ligação para a página do Círculo de Leitores

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Homenagens e tributos (música)
06/10/2008By AJA

Espectáculo “Que viva o Zeca”

O espectáculo QUE VIVA O ZECA é apresentado no sábado, dia 11 de Outubro, a partir das 22 horas, na Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira. As salas de espectáculos das colectividades de cultura e recreio, foram espaços privilegiados, onde José Afonso tocava e cantava para o povo simples e trabalhador.É por essa razão que o Grupo Erva de Cheiro redobra o prazer de manter viva nestes espaços a figura do “amigo e companheiro Zeca”.

www.ervadecheiro.com

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Maio Maduro MaioVídeo
04/10/2008By AJA

Maio Maduro Maio interpreta “O homem voltou”

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Arranjos corais
04/10/2008By AJA

Cantigas do Maio com arranjo de Eurico Carrapatoso


Cantigas do Maio de Zeca Afonso num arranjo para coro de Eurico Carrapatoso
Coro com K

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AljustrelBiografiaFrancisco NaiaTestemunhos
03/10/2008By AJA

De como eu me cruzei com o José Afonso em Aljustrel

É curioso verificar quantos herdeiros tem o José Afonso. De facto, só à sua sombra contam-se largas centenas de sobreviventes, fora aqueles que se arvoraram em ser a sua alma cantante, imitando os seus discos até à exaustão, sem esquecer os movimentos respiratórios e as inflexões vocálicas do mestre. Há mesmo tipos, que, qual culto Menphis (Elvis Presley), com as caras mais exóticas e com um ar de seminaristas inocentes, que nada tinha a ver com o José, mas que, apesar de tudo, cantam as suas canções com respeito e interesse pela obra do mestre.
Mas por acaso sabem quem foi o José Afonso? O Homem simples e sensível? O professor que sabia falar das histórias da história? O rebelde inflexível na denúncia das injustiças? O político que não voltava costas à luta? O Homem que cantava para os operários, para os camponeses, para os humilhados e oprimidos? O preso político? O homem que nunca pediu nada e que nada lhe deram no seu sofrimento?
Alguém por acaso sentiu o momento maravilhoso da sua criatividade? E a felicidade que ele sentia quando via o fluir dos seus sonhos? E a dor na sua morte?
Vamos lá, meus amigos, sejamos sinceros, vamos erguer bem alto a figura do Zeca, sem oportunismos e sem desvirtuar a personalidade dessa grande figura dos nossos tempos, nem a sua obra, que foi feita para o povo e só para o povo simples e oprimido. Até dá vontade de perguntar: Se ele estivesse cá de que lado estaria, contra quem estaria? A resposta é bem evidente! Mas aposto que estaria desprezado pela maioria dos que agora o homenageiam imitam e cuja obra sabujam. Já para não falar nas editoras que nunca o respeitaram, e até o recusaram gravar, apesar de, em cada Abril, se encherem de dinheiro com as suas reedições ou gravação de discos oportunistas, sem que os seus direitos sejam devidamente resguardados. É de mais…
Conheci o Professor José Afonso em Aljustrel. Fui seu aluno no Externato Filipa de Vilhena. Foi o meu professor da disciplina de História. Eu tinha 14 anos e frequentava o 4º. Ano do ensino liceal. Ele teria 22 ou 23 anos. Recém-licenciado, convidado a ir leccionar para aquele colégio por um professor, seu amigo e ex. colega, que também lá ensinava: o Dr. Delgado.
O professor José Afonso era muito simpático, muito aéreo e sorridente. Por vezes andava triste e distante, outras vezes cantarolava nas aulas e nos intervalos até cantava e, ainda, por vezes, escrevinhava aquilo que trauteava. Como deve calcular-se aquilo despertava a nossa curiosidade, nomeadamente e minha dada a minha educação musical no seio da minha família.
O meu pai era O Chefe da Estação Dos caminhos-de-ferro de Aljustrel e, simultaneamente, maestro. Dava aulas de música, participava em muitas actividades culturais e, até tinha uma pequena orquestra formada pelos meus irmãos e outros amigos (a orquestra Tonicher). Eu gostava de cantar, mas, como era o mais novo, não tinha a formação dos meus irmãos, tinha-me escapado àquela disciplina dos concertos.
O professor José Afonso, naturalmente aproximou-se da minha família musical e de um grande poeta aljustrelense, homem de esquerda, o Sr. Edmundo Silva – pai do Edmundo Silva baixista dos “Sheiks”, que com ele também contactou.
Entretanto, através do Dr. Delgado, que acima citei, soubemos na turma que aquele professor era um dos grandes cantores de fados e baladas de Coimbra. Ficámos banzados de admiração. Então era Cantor aquele professor que nos despertava tanta curiosidade e nos ensinava a ver a História com outros olhos?
De facto falava-nos da liberdade, da democracia, da igualdade e da fraternidade. Ensinou-nos muito sobre a divisão das classes sociais, do significado de exploração e de opressão. Também nos falava dos trabalhadores, dos camponeses, dos mineiros, dos sindicatos e do que era reivindicar por uma sociedade mais justa. Falou-nos das prisões e dos prisioneiros, do que era a polícia política e do seu papel em certos países.
A História do manual era uma, mas a verdade histórica era outra. Eu e, muitos outros alunos sentimos que algo de diferente se passava à nossa volta, como se nos estivessem a mentir, apesar de sermos putos e de acharmos tudo bem. E às vezes até falávamos disso e íamos tirar dúvidas com o Professor. José Afonso.
Chegou por fim o dia de tirarmos nabos da púcara durante uma aula e ele, muito humildemente, confirmou-nos ser verdade aquilo que o Dr. Delgado nos havia dito. E pronto, entramos no ciclo das canções e dos fados de Coimbra. Algo de maravilhoso!
Eu tinha uma guitarra acústica, velhota, com dois ou três buracos, que eu tapara com fita adesiva e algodão, a imitar o tratamento de ferimentos, mas que tinha um som e uma afinação excelente… E lá levei a guitarra para o colégio. E Ele cantou, libertou-se, sorriu sem parar – Cantou e ensinou-nos. Eu aprendi logo fados novos, baladas que ele alguns anos depois gravou em disco.
Aljustrel rejubilava. O Zeca Afonso, já assim chamado, cantou nas colectividades, em associações em pequenas festas e encontros informais ao ar livre. Eu e alguns amigos lá estávamos sempre a acompanhá-lo e a cantar com ele. Dizia que gostava de me ouvir cantar, mal sabendo que eu e ele, anos depois, nos encontraríamos do mesmo lado da barricada. (Curiosamente, um dia, num recital em Setúbal chamou-me o “trovão da Planície”)
O tempo correu e, como diria o Fernando namora no seu livro a Noite e a Madrugada: De trás dos tempos vêm tempos e outros tempos vêm… O povo de Aljustrel rejubilou! Muitos dos estudantes desse tempo vieram a seguir após o 25 de Abril, rumos no campo da política, como autarcas, deputados, dirigentes partidários professores etc. O professor José Afonso apesar do pouco tempo que lá esteve a dar aulas, ensinou-nos bem a Lição da Liberdade e da Justiça Social. E no dia da sua partida, de comboio, esteve uma imensa multidão de estudantes, seus familiares e muitos mineiros. Houve cantos e choros e muitos lenços a dizer-lhe adeus e chapéus a acenar. Ele nunca se esqueceu deste momento. Aljustrel ficou-lhe grato!
Orgulho-me muito de tê-lo conhecido e compreendido, de tê-lo cantado na tropa – na guerra em Angola, onde estive como Alferes Miliciano – e, após o meu regresso da guerra e ter reingressado na universidade, com ele convivido durante todos estes anos, desde 68 até ele ter partido. Estivemos em tudo o que era sítio, apanhámos muitos sustos, mas tivemos e demos muitas alegrias a muita gente oprimida.

Por Francisco Naia
“In Revista Memória Alentejana, Out.2007”

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ImprensaRádio
31/08/2008By AJA

“Zeca em foco!” na História Devida da Antena 1

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Homenagens e tributos (música)
28/08/2008By AJA

“QUE VIVA O ZECA” em Paço D’arcos

O grupo Musical Erva de Cheiro apresenta na próxima 6ª feira, dia 29 de Agosto, a partir das 22 horas, nas festas do Senhor Jesus dos Navegantes, em Paço D’arcos – Oeiras, o espectáculo “QUE VIVA O ZECA” – uma homenagem ao cantor, poeta e cidadão José Afonso.

O espectáculo tem a duração de pouco mais de 90 minutos, sendo cantados 20 temas do cantautor, com arranjos deste grupo, ao mesmo tempo que são projectadas imagens que relembram alguns momentos da vida deste marcante músico.

Toda a informação em www.ervadecheiro.com

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GalizaHomenagens e tributos (2008)Xico de Cariño
19/08/2008By AJA

Zeca Afonso revive en Cangas

El primer Encontro na Lusofonía en Cangas, revivirá la figura de Zeca Afonso (1929-1987). El máximo representante de la canción protesta portuguesa que escribió la música sobre la dictadura de Salazar llega a la Casa da Cultura. Afonso es uno de los más conocidos y mejores músicos de Portugal, años después de su muerte sigue siendo protagonista. En este caso, la localidad acoge una exposición sobre el cantautor con motivo del encuentro lusófono a partir del jueves.Tras la inauguración de la muestra se celebrará una mesa redonda que contará con la presencia de Alipio de Freitas. El portugués es presidente de la Asociación José Afonso, profesor en la Universidad Lusófona de Lisboa y fundador de la Asociación “Lisboa, ponto de cultura”. El presidente es además, jurado del Tribunal Mundial sobre Iraq y activista del Movimento dos Sem Terra, de Brasil. Junto a Freitas se sentarán José Pumar, musicólogo y autor de la tesis sobre José Afonso, y Henrique Harguindey, escritor y coordinador de la actuación del cantautor protesta en Cangas en el año 1979. También estará presente en el coloquio el músico Xico de Carinho, coordinador del encuentro.Tras la celebración de la mesa redonda a las 19.00 horas en la Casa da Cultura, la Praza das Pontes acogerá la actuación de dos grupos a las 22.horas. Couple Coffee será el primero en subirse al escenario. El grupo hará homenaje a Zeca Afonso con las canciones de su último trabajo, “Com as tamaquinhas do Zeca”. La banda está formada por dos músicos brasileiros que crearon una original forma de abordar los grandes temas de la música tradicional de Brasil y Portugal. La formación cuenta con la experiencia técnica y creatividad de Norton Daiello en el bajo eléctrico. Acompañándolo está Luanda Cozzetti con su inconfundible y carismática voz. Después de los brasileños la Praza das Pontes regresará a la Galicia más pura con el grupo Follas Novas. Esta orquesta de baile sorprenderá con un repertorio lleno de foliadas, muiñeiras, polcas o mazurcas. Las actuaciones no acabarán con estos grupos.Este Encontro Lusófono trae también dos actuaciones más el viernes. Pé na Terra, de Portugal y el trío Euclydes Mattos, de Brasil con ritmos de jazz, samba y música tradicional.

Retirado daqui

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DiscografiaImprensa
19/08/2008By AJA

Recortes

Um recorte do jornal “República” de 1973(?), sobre um recital que não aconteceu. Proibido pelo Governo Civil com a parceria activa da polícia de choque…

Também do jornal “República” de 1973, uma reclamação de Zeca Afonso sobre a qualidade da prensagem do vinil (LP), “Venham Mais Cinco”, hoje já editado em CD.
Retirado daqui

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Couple Coffee
15/08/2008By AJA

Couple Coffee levam música de José Afonso a festival irlandês

Os Couple Coffee são Luanda Cozetti (voz), Norton Daiello (baixo eléctrico), Ruca Rebordão (percussão) e Sérgio Zurawski (guitarra), que actuam no St. Mary’s Hall naquela localidade junto à fronteira com a Irlanda do Norte.

“Co’as Tamanquinhas do Zeca!” é o título do álbum gravado por este grupo em 2007 e centrado na obra de José Afonso, um dos mais emblemáticos cantautores da música contemporânea portuguesa.

Esta quarta edição do Carrick Water Festival começou no passado dia 08 de Agosto,com uma variada programação de ópera, música erudita e jazz.

Do cartaz deste ano, além dos Couple Coffee, constam nomes como os The Veronica Dunne Singers, Black Magic Big Band e Caroline Moreau, entre outros.

NL.

Lusa/Fim

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José Mário Branco
15/08/2008By AJA

Luis Represas interpreta “Carta a José Afonso”

Tema interpretado ao vivo no programa “A musica dos outros”. Musica da autoria de José Mário Branco.

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Discografia
11/08/2008By AJA

O disco “Baladas e canções” não será reeditado?

A editora EMI – retirou de catálogo este título de José Afonso.
Não dizem quando voltarão a editá-lo.
Não é considerado suficientemente atractivo em termos financeiros!

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Toponímia
08/08/2008By AJA

Ruas, praças, pracetas, avenidas, parques, auditórios… José Afonso

http://guedelhudos.blogspot.com/2008/07/rua-jos-afonso.html
A propósito deste “post” acima referido, fomos contactados pelo Luis Pinheiro de Almeida que nos incentivou para um projecto que estava em espera aqui na AJA: um levantamento de todas ruas, praças, pracetas, avenidas e parques José Afonso.
Parecia que ia ser mais difícil mas em http://www.portugalio.com/ basta colocar o nome “Zeca Afonso” ou “José Afonso” e obtemos os resultados por distrito. Fácil.
RUAS JOSÉ AFONSO

RUAS ZECA AFONSO

AVENIDAS JOSÉ AFONSO

AVENIDAS ZECA AFONSO

LARGOS ZECA AFONSO

LARGOS JOSÉ AFONSO

PRACETAS JOSÉ AFONSO

PRACETAS ZECA AFONSO

PARQUES

Parque José Afonso, Setúbal
Parque José Afonso, Baixa da Banheira
Parque José Afonso, Santiago de Compostela

AUDITÓRIOS

Auditório José Afonso, sito na Avª Benjamim Araújo, 113, 3700 S. João da Madeira

COMPLEXOS DESPORTIVOS

Complexo Desportivo Municipal José Afonso, Grândola

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Discografia
07/08/2008By AJA

Música: Ovação inicia recuperação de espólio em vinil para CD

O álbum “Gira-discos”, editado pela Ovação, inicia uma série que recupera do vinil para o suporte digital o espólio desta editora e da extinta Estúdio, nomeadamente um tema de Coimbra com José Afonso, disse o editor Fernando Matias.
“Estamos, através desta série e de uma outra, intitulada ‘clássicos da rádio’, a recuperar o espólio que temos, fundamentalmente da discográfica Estúdio”, explicou Fernando Matias.
A opção “é pela transversalidade do repertório musical, procurando abranger os diferentes géneros musicais desde o fado de Lisboa à canção coimbrã, passando pela pop, a popular e a ligeira”, precisou.
O primeiro CD, agora saído, reúne vozes como as de José Afonso, enquanto solista do Orfeão Académico de Coimbra, Maria da Fé, Luís Goes, Quadrilha e Tony de Matos.
“Muitos destes nomes grandes que hoje ainda estão na memória colectiva correm o risco de serem esquecidos, o que seria injusto para o seu talento, como para a memória da música portuguesa”, afirmou Fernando Matias.
Segundo este, a gravação de 1962 da “Balada Aleixo”, a mais antiga do CD, assinala “o momento em que José Afonso abandona o acompanhamento por guitarra e é solista do Orfeão”.
Nesta gravação, José Niza acompanha à viola José Afonso.

Notícia Lusa

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Testemunhos
04/08/2008By AJA

José Afonso por Daniel Abrunheiro

1
A comoção é o mais evidente sinal de que também o coração pode ser inteligente.
Se hoje (se ainda hoje) nos comovemos perante a voz, a figura e o exemplo de um tal José Afonso Cerqueira dos Santos – provavelmente, é porque nos sucede sermos portadores de um coração inteligente, de uma alma com memória e, ainda, de algo a que se pode (e deve) chamar gratidão.

2
O tal senhor chamado José Afonso Cerqueira dos Santos tornou-se no Zeca. O Zeca de todos nós. O Zeca como só ele. Nasceu em Aveiro no dia 2 de Agosto de 1929 e começou a resistir praticamente desde então. Dizem que morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987. A pessoa física, sim: morreu. O artista, o músico, o cantor, o poeta e o compositor, esses todos que ele era em um só corpo, esses não morreram. Nós somos, hoje e aqui, amanhã e acolá, a mais fundamentada prova de vida de Zeca Afonso.

3
Poucos homens e poucas mulheres podem ser recordados como tão altos. Poucas mulheres e poucos homens fizeram tão bem rimar existência com resistência. O Zeca Afonso foi sempre, é na mesma e sempre será um pássaro que nos falava de gaiolas. Um poeta do “raio de sol queimado”. Popular sem populismo, libertário sem libertinagem, consciente da dupla condição da vida: breve no corpo, perpétua na voz. Temos de aprender a ouvi-lo de novo: ele continua a dizer o dia de hoje.

4
Para o fim da vida, na última das suas casas, tinha pelas paredes o rasto gráfico do momento mais alto da sua e da nossa vida: o 25 de Abril de 1974. Foi dele que veio a madrugada cantora, a aurora marchante, os compassos morenos da primeira cidadania que, ao fim de tantos anos escuros, nos foi permitida. Zeca Afonso não era, não foi e não pode ser ouvido como a “cassete” do 25 de Abril. José Afonso é o 25 de Abril – mais alguns homens e mais algumas mulheres.

5
Das canções mais imediatas às de maior densidade semântica, o Zeca Afonso devolveu à língua cantada e à música popular aquilo que, depois dele, lhes vem sendo indecorosamente roubado: a dignidade expressiva de um coração inteligente e de um pensamento solidário. Ou seja: uma poesia e uma música que são, de facto e deveras, para todos.

6
Da renovação da balada coimbrã (a partir de novas ousadias harmónicas, melódicas e líricas) à inconfundível obra pessoal dos discos posteriores, o Zeca Afonso é sempre alguém que nos trouxe algo para puro efeito de partilha. Não há solidão na música e na poesia de José Afonso. Só há solidariedade. Até porque nenhuma multidão começa sem se estar sozinho.

7
Esquerda, extrema-esquerda, reviralho e revisionismo, direita e extrema-direita: todas as franjas do espectro político-social do nosso País, nos últimos 33 anos, continuam a ser tocadas pela graça magistral deste homem que queria tirar, do homem, o lobo do homem. A aparente facilidade da sua obra é, provavelmente, o único engano que ele nos legou: a obra dele é tudo menos fácil. Mas é de todos. Ele não ficou com ela só para ele. É nossa.

8
A glória do Zeca Afonso não é de panteão nacional. Não é uma gloríola de 10 de Junho, de verso e reverso de medalha. Não aceitou nunca ser general. Era um homem de pão, paz e pombas: era um português, como há já tão poucos. Pelos menos, com memória de sê-lo: português não aduaneiro, não missionário, não superior a ninguém. É uma estrela – certamente: mas uma estrela humilde. E pessoal. E transmissível.

9
Depois do 25 de Abril fundador da nossa Liberdade, José Afonso Cerqueira dos Santos não chegou a existir fisicamente sequer 13 anos. Resta-nos, dele, a pedra aérea, a pedra leve, a pedra definitiva dos seus versos humanistas e humanizadores. Isso e a estranha pureza da sua música nova, das suas canções em que é tão fácil reconhecer a grandeza. O legado do Zeca é o canto livre, moço, resistente e lúcido. Não é para trautear. É para cantar mesmo.

10
Não há rótulos a colar ao corpo deste operário que hoje recordamos. O Zeca está para além de qualquer autocolante. Não há gaveta onde o possamos arquivar sem risco de uma amnésia mortífera. Por isso o celebramos em vida. Dizem que morreu há duas décadas. Talvez o portador de bilhete de identidade tenha cedido à doença. O que não é possível, de modo algum, é renegar a evidência da sua presença em cada madrugada. A noite só vem se nos esquecermos. Dele e de nós.

Retirado daqui

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Homenagens e tributos (2008)Homenagens e tributos (dança)Vídeo
02/08/2008By AJA

A Companhia de Dança de Lisboa ao som de José Afonso

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Rádio
01/08/2008By AJA

ESPECIAL ANTENA 1 – Músicas e afectos de José Afonso

Sábado às 15h e Domingo às 21h, Músicas e afectos de José Afonso cantadas e contadas pelo seu sobrinho João, João Afonso.

Armando Carvalhêda e António Macedo convidaram amigos de sempre para recordar a vida e a obra do Zeca, no dia em que passam 79 anos sobre a sua data de nascimento.
Manuel Faria (músico/produtor), Viriato Teles (jornalista/crítico), Jorge Cruz (músico/compositor) e João Lucas e João Afonso, que hão-de editar um disco onde o piano e a voz trazem de volta a obra de José Afonso, em duas horas de conversas, histórias e músicas tocadas ao vivo.

Sábado às 15h e Domingo às 21h

Obrigado ao António Rebelo pela notícia.

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Adriano Correia de OliveiraConcertos de José AfonsoFotografiaRui Mingas
29/07/2008By AJA

Fotos de Carlos Froufe

Adriano Correia de Oliveira, Fausto, José Afonso e Rui Mingas, Luanda, Abril de 1975

 
Encontradas AQUI

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Cartazes de concertos
29/07/2008By AJA

Cartazes de concertos José Afonso no SinBAD

O SinBAD é um sistema integrado que permite o acesso à Biblioteca Digital da Universidade de Aveiro. O visitante encontrará aqui documentos de natureza diversa, como as teses de doutoramento e mestrado apresentadas à Universidade de Aveiro, uma vasta colecção de cartazes, os registos vídeo do programa 3810-UA, bem como documentos áudio. Baseado nas tecnologias Web, este sistema está integrado com todos os sistemas já existentes na UA, nomeadamente o sistema bibliográfico, constituindo, desta forma, o portal de entrada da Biblioteca Digital da UA.

Ver todos os cartazes e respectivas informações

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CartasManuscritos
28/07/2008By AJA

e a propósito de cartas, mais uma

Selecione a imagem para ampliar

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Bob DylanJoan BaezManuscritosRui Pato
28/07/2008By AJA

Zeca falha encontro com Bob Dylan

Por solidariedade para com a crise académica de 69, em Coimbra, José Afonso rejeitou um convite de Joaquin Diaz para participar num Festival em que estariam igualmente presentes Joan Baez e Bob Dylan, entre outros.

A prova acaba de me ser enviada por Rui Pato na forma de um postal que José Afonso lhe enviou.

A data é de 2 de Março de 1969 e, dado que a crise académica me “retirou da circulação” em Junho… Não compareci e o Zeca também não. Até hoje, estou convencido que foi por solidariedade para com a nossa causa.

Tanto quanto julgo saber esta é a primeira vez que este facto vem a público.

Colaboração de Rui Pato

Retirado daqui

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BiografiaFaroFotografia
13/07/2008By AJA

José Afonso em Faro, Verão de 1963

No café Santa Maria em FAro. Na fotografia, da dirtª para a esqª Zeca Afonso, Badu, Horácio Santos e Maria Paula, Engº Acácio Monteiro e esposa e Luis Valentim.

Fotografia encontrada aqui

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Vídeo
13/07/2008By AJA

Começar a trabalhar…

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Vídeo
11/07/2008By AJA

“Qualquer dia” – F. Miguel Bernardes/ José Afonso


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AJA Norte
08/07/2008By AJA

Noites de inquietação

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AJA Norte
07/07/2008By AJA

Vieram de noite… e cantaram!

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AJA Norte
07/07/2008By AJA

A AJA norte na feira do livro de Valongo

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AJA Norte
04/07/2008By AJA

Presença da AJA norte na Feira do Livro em Ermesinde

A convite da “ÁGORArte – Associação Cultural e Artística” de Ermesinde, o núcleo do norte da Associação José Afonso participa, pelo segundo ano consecutivo, na Feira do Livro de Ermesinde que abre ao público do dia 5 de Julho.
A AJANORTE terá em exposição e venda diversos materiais relativos à obra de José Afonso no pavilhão daquela associação cultural.

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Colóquios
22/06/2008By AJA

O primeiro de muitos colóquios

O Colóquio “As Lutas Operárias e o COPCON”, que se realizou na Sede da Associação José Afonso, a 21 de Junho, teve a participação musical de Cesino Alves e António Busca.
Seguiram-se as intervenções de Albérico Afonso, João Madeira e Otelo Saraiva de Carvalho. As instalações da AJA encheram-se de um público caloroso e participativo. Com este Colóquio a AJA iniciou um ciclo que irá abordar diversas temáticas.

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AJA Norte
20/06/2008By AJA

“Noites de inquietação” na AJA norte

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AJA Norte
12/06/2008By AJA

As quintas do Zeca

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Traduções
02/06/2008By AJA

Trovate 23 canzoni di José “Zeca” Afonso

23 músicas de José Afonso traduzidas AQUI.

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Associação José Afonso
31/05/2008By AJA

Concerto organizado pela AJA, em Setúbal.

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Alexandre FiúzaCensuraColóquios
31/05/2008By AJA

Colóquio de Alexandre Fiúza a não perder.

Entre um samba e um fado: a censura e a repressão aos músicos no Brasil e em Portugal nas décadas de 1960 e 1970

Alexandre Felipe Fiuza
Universidade Estadual do Oeste do Paraná

3 Julho 2008
18:00 – 20:00
INET Sala T2. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.
Universidade Nova de Lisboa

O conferencista

Alexandre Felipe Fiuza

Alexandre Felipe Fiuza é Professor Adjunto do Colegiado de Pedagogia e do Mestrado em Educação da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE/ Brasil. Actualmente prossegue o seu pós-doutoramento na Universidad Autónoma de Madrid, investigando a censura discográfica espanhola das décadas de 1960 e 1970, com uma bolsa de estudos da CAPES/ Brasil. Publicou vários artigos e apresentou inúmeras comunicações em Congressos sobre a censura e a repressão dos músicos no Brasil, em Portugal e Espanha. No campo da História publicou três livros. Nos últimos anos vem compondo letras musicais para peças de teatro da região em que vive no Paraná, em parceria com o músico Ricardo Denchuski, pedagogo e maestro da Orquestra Paranaense de Viola Caipira, da qual Alexandre Fiuza chegou a participar.

O colóquio

Entre um samba e um fado: a censura e a repressão aos músicos no Brasil e em Portugal nas décadas de 1960 e 1970

Este Colóquio aborda a censura e a repressão aos músicos no Brasil e em Portugal durante as décadas de 1960 e 1970, período em que ambos se encontravam em ditadura. Tal pesquisa foi realizada a partir da consulta e análise do material obtido junto à antiga documentação das polícias políticas, no caso brasileiro, os arquivos do DOPS – Departamento de Ordem Política e Social dos Estados, e no caso português, do Arquivo da PIDE/DGS – Polícia Internacional de Defesa do Estado/ Direcção-Geral de Segurança, sediado na Torre do Tombo, em Lisboa. No campo da Censura, foram consultados documentos no Arquivo Nacional em Brasília e no Rio de Janeiro, particularmente, do Fundo DCDP – Divisão de Censura de Diversões Públicas. Além da análise do controle exercido sobre os músicos, também foi realizada a comparação entre as canções produzidas neste mesmo período, bem como examinada, ainda que brevemente, a recepção pelo público deste mesmo cancioneiro. Mediante a apreciação da bibliografia e da realização de entrevistas com músicos portugueses e brasileiros foi estabelecida uma comparação em relação à documentação oficial encontrada nos arquivos e à versão dos músicos. Além disso, a partir desta documentação dos órgãos de repressão, foram observadas as relações entre as polícias políticas dos dois países e suas atividades de vigilância de seus respectivos exilados.

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Jacinta
30/05/2008By AJA

Jacinta encerra tournée

Quase a completar 20 espectáculos, Jacinta termina a Tour Convexo 2008, depois de ter atravessado o País de Norte a Sul.

Na bagagem levava o mais recente trabalho, homónimo da digressão, que divulga, com uma sonoridade muito própria, a música de Zeca Afonso.

A cantora adopta um estilo jazzístico cool, na interpretação das melodias do compositor, dando uma nova frescura e modernidade a esta música de forte cariz popular português.

Considerada uma das melhores jovens artistas de jazz do continente europeu em 2007 – no âmbito da iniciativa O Melhor da Europa -, Jacinta transborda de emoção e garra, através do timbre quente e do swing sólido.

A primeira artista portuguesa a ser editada na prestigiada Blue Note Records faz-se acompanhar na estrada e no palco, por Rui Caetano ao piano e Bruno Pedroso na bateria. Jacinta traz-nos um novo ambiente musical, no qual a sua qualidade vocal se evidencia.

TOME NOTA

Local Teatro da Trindade, em Lisboa
Horário 31 de Maio, às 21h30 e 1 de Junho, às 17h
www.jacintaportugal.com
www.jacintajazz.blogspot.com
www.myspace.com/jacintajazz

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AJA NorteHélder Costa
29/05/2008By AJA

5ª Tertúlia com Hélder Costa

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Associação José AfonsoColóquios
22/05/2008By AJA

“As lutas operárias e o COPCON” Colóquio na AJA em Setúbal

Colóquio “As lutas operárias e o COPCON”

21 De Junho de 2008 – 21:30 Horas
SÁBADO – Rua de Damão, 26 / 28

Com a participação de:

Otelo Saraiva de Carvalho
João Madeira(Historiador)
Albérico Afonso (Professor da ESE de Setúbal)

A partir das 13 Horas na sede da Associação José Afonso, estará patente, uma exposição sobre “O 25 DE ABRIL” e o documentário “SETÚBAL ROUGE”.

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AJA NorteTertúlias
20/05/2008By AJA

Mais um debate na AJA norte

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Tertúlias
15/05/2008By AJA

José Afonso na Biblioteca Municipal de Gondomar


Convite

“FILIGRANAS DE LEITURA”
NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE GONDOMAR

O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Gondomar organiza, de 13 a 17 de Maio de 2008, a iniciativa FILIGRANAS DE LEITURA, na Biblioteca Municipal de Gondomar, com o objectivo de promover a leitura e criar uma maior consciência sobre o valor social e cultural do livro e de todas as formas de leitura, bem como aproximar e envolver a comunidade educativa do Concelho nas dinâmicas culturais da Biblioteca Municipal.

“Zeca Afonso – Poeta e Cantor” é o tema de debate e concerto, que terá lugar na sexta-feira, dia 16 de Maio, pelas 21h30.

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AJA NorteJosé Mário BrancoTertúlias
13/05/2008By AJA

“Maio de 68 – Os dias felizes” com José Mário Branco

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Discografia (Parcerias)
10/05/2008By AJA

EP Coimbra fados


ALVORADA MEP 60050
José Afonso partilha este disco com Luís Góis
José Afonso canta “Fado das Águias” e “O Sol anda lá no Céu”
Luís Góis canta “Ave Maria” e “Soneto”
Fábrica Portuguesa de Discos da Rádio Triunfo, Ldª – Porto – Portugal

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AJA NorteTertúlias
06/05/2008By AJA

Na AJA norte

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Pi de la SerraPoesia
04/05/2008By AJA

A tota a vela

Letra que o Zeca ofereceu a Pi de la Serra. O Pi de la Serra teve, nos anos 80, um programa na TV3 em que convidava cantores, estrangeiros sobretudo, para conversas sobre música. O Zeca foi um dos convidados.

É a tal canção. Primeiro em Catalão, que é como ele a canta. Depois em Castelhano, porque no disco (Quico, Rendeix-te!, 1988), também aparece. Indicamos ambas as traduções (o Pi de la Serra deve ter também traduzido do Português ele próprio) para, caso este texto não esteja no livro, estejamos mais próximo do original, do Zeca.

A Tota Vela

Reviure un entreacte,
respirar ben fondo,
vèncer la mort
com qui patina,
curar-ho tot
com es fa a Roma,
amb estricnina.

Fer compliments
al veí sense descans
i no oblidar
el compte de la fleca,
ser d’aquest món
d’aquest carrer, d’aquest merder,
sense renegar l’olor.

Enviar el Kipling
a fer punyetes,
anar a tota vela,
cuidar les mareselvas al serè,
morir a Tokio
víctima d’un infart,
creuar amb una nena el “Paço d’Arcos”.

Sorgir un dia
mort de fatiga
entre diaris
embolicat i margarina,
imaginar
que és divendres dia sant
per casar-se de nou i tenir nens.

Enviar al Pirandelo
mil abraçades,
pel cable submarí
foradar o fugir,
i dir-se faquir
al segle vint,
posar-se fang a les sabates,
ser daltònic,
tornar-se supersònic.

Agora em Castelhano

A Toda Vela

Revivir un entreacto,
respirar hondo,
vencer a la muerte
como quien patina,
curarlo todo
como se hace en Roma,
con estricnina.

Hacer cumplidos
al vecino sin descanso
y no olvidar
la cuenta del panadero,
ser de este mundo,
de esta calle, de este lance,
sin renegar el olor.

Enviar a Kipling
a hacer puñetas,
ir a toda vela,
cuidar las madreselvas al sereno,
morir en Tokio
víctima de un infarto,
cruzar con una niña el “Paço d’Arcos”.

Surgir un dia
muerto de fatiga
entre periódicos
envuelto en margarina,
imaginar
que es viernes día santo
para casarse y tener niños.

Enviar a Pirandelo
mil abrazos,
por cable submarino
agujerear o huir,
y llamarse faquir
en el siglo veinte,
ponerse barro en los zapatos,
ser daltónico,
volverse supersónico.

Mais uma descoberta do nosso amigo Carlos Eduardo.

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Associação José AfonsoTestemunhos
04/05/2008By AJA

Como a toupeira

Há qualquer coisa de obsceno nos ecos mediáticos — e, sobretudo, televisivos — suscitados pela passagem dos 20 anos sobre a morte de José Afonso (2 Agosto 1929 – 23 Fevereiro 1987). Não se trata de recusar o seu lugar na história da música popular portuguesa do século XX (de uma importância, a meu ver, apenas igualada por figuras como Amália Rodrigues). Muito menos se pretende pôr em causa a sinceridade emocional e a riqueza histórica de muitas evocações que, nos últimos dias, têm surgido nos mais diversos órgãos de informação. Permito-me, aliás, sublinhar o trabalho de inventariação e divulgação da(s) memória(s) desenvolvido pela Associação José Afonso, com prolongamentos muito interessantes no respectivo blog.
O que está em causa é de outra natureza. E decorre do próprio labor de apagamento e normalização que os valores dominantes no espaço mediático têm imposto ao país. Assim, José Afonso (como muitas outras referências da nossa história cultural) está longe de ser um nome com uma presença regular no nosso quotidiano. Bem pelo contrário: a cultura dominante vive de uma banalização de todas as formas de consumo que, seja qual for a visibilidade que ciclicamente confere a determinadas obras, tende a favorecer atitudes de alheamento, indiferença e até desprezo em relação a tudo que envolva algum valor patrimonial. Daí a obscenidade destes dias: as televisões que programam horas infinitas de telenovelas (não exactamente com bandas sonoras de José Afonso…) e celebram a demagogia imediatista dos reality shows, são essas mesmas televisões que põem os seus pivots, com rostos muito graves e palavras muito oficiais, a exaltar as virtudes de José Afonso e da sua música… Algo soa a falso.
A situação agrava-se através da própria “politização” que, declaradamente ou não, tende a envolver a herança de José Afonso. Entendamo-nos: não há cantor mais político que José Afonso. Mas é um erro fulcral — isto é, cultural — pretender transformá-lo em peça incauta dos jogos florais da classe política, por exemplo com a esquerda a querer fazer dele uma bandeira sua, ou a direita a tentar reduzi-lo a coisa abstracta e liofilizada.
O drama de tudo isto não é, repare-se, que José Afonso possa suscitar visões controversas ou até grandes clivagens ideológicas ou culturais. O drama enraiza-se num ambiente — cultural, mediático, televisivo — que congela as nossas memórias mais genuínas para, de vez em quando, apenas por obra e graça do calendário, as tirar da cartola para promover grandes festas e pequeníssimas ideias. Não é fácil ser como a toupeira… que esburaca.

Texto retirado do blogue de Nuno Galopim e João Lopes

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 2

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 1

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 4

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 3

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 5

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Documentários
02/05/2008By AJA

“Não me obriguem a vir para a rua” 6

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Exposições
02/05/2008By AJA

Exposição “José Afonso, andarilho, poeta e cantor” em Gondomar

No dia 23, Na Biblioteca Municipal de Gondomar, foi inaugurada a Exposição “José Afonso, andarilho, poeta e cantor”. Esta iniciativa, promovida pela Biblioteca e coordenada pela Drª Isabel Pereira, com o apoio da AJA e da Ajanorte, estará aberta ao público até 23 de Maio, no pequeno Auditório, onde, através de audiovisual vai passando a Exposição Grande, documentada e musicada. Entretanto, no átrio da Biblioteca, junto à entrada da Auditório, vai passando, em audiovisual, o último Concerto do Zeca, realizado no Pavilhão dos Desportos, em l983.

Em apoio à Exposição, há uma estante com variados materiais alusivos a José Afonso e ao 25 de Abril

No acto de abertura, o vereador da cultura, em jeito de introdução, lembrou ao público presente, a importância da intervenção social e artística que José Afonso teve, antes e depois do 25 de Abril, em defesa de liberdade e da democracia

O representante da Ajanorte, fez um resumo da actividade da AJA, ao longo dos seus 20 anos e da actividade da Ajanorte, durante os a anos de existência

Está previsto um ciclo de debates/conversas sobre a obra de José Afonso, que se realizará, em princípio, entre 13 e 19 de Maio, e que terá o apoio da Ajanorte

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Couple Coffee
02/05/2008By AJA

Couple Coffee, na revista FOCUS, sobre José Afonso

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Documentários
02/05/2008By AJA

«Um Bairro Moderno»

«Um Bairro Moderno» a Zeca Afonso
Um vídeo de Laurent Simões
Ano de Produção:1998
Concepção, Realização, Filmagem e Montagem: Laurent Simões
Música Original:«Galinhas do Mato» de José Afonso
Actor: Miguel Borges
Produção Executiva: Margarida Robalo
Ass. Imagem: Nuno Olim, Rui Ribeiro e Marista
Agradecimentos: Jorge Gouveia
Produção: AVANTI PT – Associação Vídeo, Artes e Novas
Tecnologias Interactivas Portugal

Formato: Betacam SP
Duração: 7`
Um trabalho integrado no Programa “Novas Tendências” para o Departamento de Animação da EXPO`98, um vídeo dedicado a José Afonso.

Um Bairro Moderno é uma ideia original de Laurent Simões e apresenta, através de uma descrição fotográfica, a memória realista das impressões de um bairro moderno. Imagens cristalizadas que descrevem dois ambientes percorridos por Zeca Afonso: A Cidade e o Campo.

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Imprensa estrangeira
29/04/2008By AJA

Artigo sobre José Afonso na revista britânica “Songlines” | Dezembro 2007

Artigo de Neil Evans

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AJA NorteTertúliasTino Flores
28/04/2008By AJA

Tertúlia sobre o Maio de 68

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Maria de Medeiros
28/04/2008By AJA

Levar o Zeca ao mundo

«Tenho dois brasileiros e um francês a tocar comigo. Eles, por exemplo, estão encantados com Zeca Afonso, que não faziam a mínima ideia de quem era. Isso é uma coisa que me comove muito porque eles são muito receptivos à música do Zeca Afonso. Para mim, é isso a lusofonia: estarmos a fazer música do Zeca Afonso, com músicos brasileiros em Moçambique, onde viveu durante muitos anos o Zeca Afonso», ilustrou.

Extracto de uma entrevista a Maria de Medeiros que podem ler na íntegra aqui:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=91070

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Homenagens e tributos (música)
26/04/2008By AJA

“20 canções para Zeca Afonso”. Já passou mas aqui fica…

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Testemunhos
26/04/2008By AJA

Balada de Outono | Texto de Maria Eduarda Barbosa

Foi custoso chegar até aqui. Todos os dias, desde que partiste, não deixaste de estar comigo. Vezes sem conta te digo coisas lindas quando acabo de ler as tuas mensagens via CD.
Ontem, 5ª feira,eu dizia ao Daniel que,no Verão passado,gostaria de ter« pegado em ti» e levar-te ao «Diário do Minho», mas que tinha medo,medo de me perder, medo de me encontrar…Daniel de Sá, uma alma sensível que eu conheci nos caminhos da blogosfera, dos mares dos Açores, disse-me que, além de nunca mais te ter ouvido desde que partiste, relatara-me um episódio, deveras pungente, aquando do fatídico dia e que passo a citar:«Quando ele morreu, eu ouvi a notícia na rádio, cheguei à escola (minha mulher já estava na sala), e disse-lhe só isto:«Já morreu.» Entretanto, tinha engolido umas lágrimas pelo caminho, poucos metros. Pelo que viram em mim e na reacção de Maria Alice, os seus alunos perguntaram: «Era da família da Srª professora?» Ela, como não conseguia explicar melhor, respondeu que sim…(raios, escrevi isto com um nó na garganta e os olhos a humedecerem. Não volto a falar do Zeca. Pelo menos com gente que goste dele tanto como tu, Dica, e não precise de que se o lembre.)».
Andei o resto da tarde com este texto na cabeça, no percurso que fiz ao Campus de Gualtar (U.Minho) para ver uma exposição sobre Miguel Torga e fazer a inscrição num percurso torguiano ao Gerês em que fiz questão de me inscrever. O mesmo aconteceu no percurso que fiz até ao supermercado e no regresso a casa. O texto do Daniel não me saía da cabeça e fazia-me recuar. Não quero, dizia. É penoso tocar no Zeca, dizia para comigo. Como se pode tocar em algo que, mexendo, faz doer?
Tem de ser, alguém me contariava, aqui, no «terraço».
Pois bem, assim seja!
Na impossibilidade de não ter a grandeza suficiente para te elevar como mereces, há um período do ano em que eu te recordo demais…o Outono!
O Outono leva-me a pôr tudo em causa; há como que um ciclone que põe tudo fora do sítio. Depois passa, como todos os ciclones, como tudo aquilo que respira e se apaga, também. Aqui entras tu, Zeca.
Em Agosto passado, estavas no Espaço Ferrer Correia, em Coimbra, e eu fui visitar-te. Como sabes, sou uma chata, ando sempre atrás de ti. Conheço de cor as tuas mensagens musicais, as tuas poses na fotografia, as tuas charadas nos espectáculos ao vivo que fazia questão de não perder, o teu jeito de pegar no adufe em palco, a tua forma de falar para a «malta». Tudo isso está comigo. Não esqueço nunca. Assim como as tuas memórias que não caberiam aqui. Quero ficar por Coimbra, lembrar essa tarde em que te «vi». Estavas lindo, mais uma vez. E se há coisa que sempre me provocaste, foi arrepio-sempre! Desta vez foi enorme…olha só o que me esperava…! (…E não consigo continuar…!Bolas!).Dica, vá lá!
…«Aquela» que eu adoro, sabes? Estava em grande plano, bem guardada na vitrine e tu sabes como eu gosto de a cantar-«Balada do Outono»!
Não sei o que me deu. Fitei-te bem nos olhos e, sem mais nem porquê, comecei a cantá-la:«Águas das fontes calai/ó ribeiras chorai/que eu não volto a cantar/rios que vão dar ao mar/deixem meus olhos secar.».Não parei. Quando chego ao fim da letra, volto-me e reparo no Zé, de mãos nos bolsos, com um sorriso(aquele!)como poucas vezes lhe vejo!-De satisfação, de prazer, de lembrança, de orgulho…parecia uma criança quando está a ser levada para o mundo da fantasia…chorei e dei-me conta, mais uma vez de que, este homem, José Afonso, sem querer, põe a brandura da gente a renascer, os sentidos a ferver.
É que na poesia de José Afonso, encontramos «noites de lágrimas», «dias claros» que hão-de vir, amores pueris, dor, gemido, alento, desalento, sol, lua, mar, rios, meninos, charlatães, falsos profetas, «vampiros», povo, sempre povo, fraternidade, igualdade, «gente igual por dentro, gente igual por fora…»
Como prefaciou Urbano Tavares Rodrigues no LP-«Cantares do Andarilho»-(…)José Afonso, trovador, é o mais puro veio de água que torna o presente em futuro porque à tradição, arranca a chama do amanhã.
No tumulto da contestação, na marcha de mãos dadas, com flores entre os lábios, é ele a figura de proa, o arauto, o aedo, o humilde, o múltiplo, o doce, o soberbo cantador da revolta e da bonança. Singelo, José Afonso do Algarve doirado, dos barcos de vela parada, do Alentejo infinito sem redenção, dos pinhais da melancolia, dos amores sem medida, do sabor de ser irmão…José Afonso é a primeira voz da massa que avança em lume de vaga, é a mais alta crista e a mais terna faúlha de luar na praia cólera da poesia, da balada nova.»
Que a tua voz, Zeca, não se canse nunca de dizer, de cantar:«Cidade, sem muros nem ameias/gente igual por dentro/gente igual por fora»-valores pelos quais tu sempre lutaste e cantaste com a tua voz única, cristalina, pungente, sagrada.
Serás eterno para os que sentem arrepio na palavra e na voz, quando ouvidas por trovadores, por profetas,como tu!

Braga, 12 de Outubro 2007

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Documentários
25/04/2008By AJA

Documentário “Não me obriguem a vir para rua gritar” | RTP2 | hoje | 00.35

Zeca Afonso. O Homem e a Obra marcaram toda uma geração de portugueses. E deixaram uma herança social e cultural às gerações seguintes. Todos temos um pouco de Zeca Afonso, um homem cujo génio ultrapassa qualquer época ou catalogação. Um homem cuja mensagem é veiculada por letras que se revelam sempre actuais.

“Eu sou aquilo que fiz.” Zeca Afonso deu-nos tanto que agora é a nossa vez de lhe darmos algo. Este programa de homenagem ao Zeca Afonso é uma retribuição por tudo aquilo que ele nos deu.

A SubFilmes convidou por isso vários artistas de áreas criativas contemporâneas para criarem uma obra de arte especialmente para Zeca Afonso – um filme, uma música, um desenho, uma animação de motion graphics. Será essa a interpretação, a homenagem, o tributo de cada um desses artistas.
Assim, podemos ter uma colagem de um artista de street art, uma reinterpretação de um tema do Zeca ou uma produção de teatro. Rádio Macau, Nancy Vieira, Couple Coffee, Vicious 5, Raquel Tavares – na música; a companhia de teatro Primeiros Sintomas; a dupla de videojamming Daltonic Brothers; Target e Mosaik no street art; Quebra-Diskos no turntablism; etc.

Além disso, foram gravadas várias tertúlias, cuja conversa gira à volta da importância do Zeca enquanto músico e activista, mas principalmente à volta da figura humana que foi o Zeca.

A aposta forte deste programa reside numa abordagem de conteúdos que pretende captar por um lado a actualidade da mensagem do Zeca e por outro a faceta mais humana da sua vida.

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Arranjos instrumentais
25/04/2008By AJA

Zeca do Cravo

E que tal desvendar um pouquinho do universo das canções que marcaram Abril? E por que não através de um instrumento que leva no nome o símbolo maior da Revolução de 74?
Assim foi hoje, na Casa da Música, as músicas de José Afonso tocadas num cravo para crianças dos 3 meses aos 5 anos.

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Escolas
25/04/2008By AJA

http://www.projecto-zecaafonso.pt.vu

Algum do trabalho desenvolvido no âmbito de Actividades de Enriquecimento Curricular na cidade (Barcelos), em várias escolas do concelho.

O resultado está num site que fizeram durante as aulas, destinado à partilha com as restantes turmas e famílias.

Um trabalho orientado por Filipe Miranda.

http://www.projecto-zecaafonso.pt.vu/

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Amílcar Vasques DiasArranjos instrumentais
25/04/2008By AJA

Amanhã, em Lamego, no renovado Teatro Ribeiro Conceição, “Traz outro amigo também”

TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM

Homenagem a José Afonso

“De ouvido e de coração”, a criação musical de José Afonso impõe-se como património rico de invenção e desafio. Revisitar as suas canções numa perspectiva clássica é o desafio que me acompanha desde 1976, ano da estreia de “Grândola, vila morena”, para orquestra de metais, piano e contrabaixo, em Amesterdão.

Amílcar Vasques Dias

PROGRAMA

1. Traz outro amigo também
2. Coro da Primavera
3. Venham mais cinco Prelúdio para violino e piano
4. Ó que janela tão alta Canção tradicional de Trás-os-Montes
(versão de José Afonso)
5. Vejam bem poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
6. Reviver um entreacto poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
7. Cantigas do Maio Prelúdio para piano com violino ad libitum
8. A Mulher da erva
9. Eu fui ver a minha amada poema de José Afonso/Amílcar Vasques Dias
10. Cantar alentejano Prelúdio para violino e piano
11. Balada do sino
12. Cantiga do monte
13. Canção de embalar
14. Verdes são os campos

Carlos Guilherme
Canto

Luís Pacheco Cunha
Violino

Amílcar Vasques Dias
Composição/arranjos e piano

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Arranjos instrumentaisSteel Drumming
25/04/2008By AJA

Hoje em Guimarães “Steel Drumming toca José Afonso”

“Steel Drumming toca José Afonso” é o projecto de um homem de liberdade. Aparentemente, um reencontro com a história das canções de um País que se queria livre e se libertou. Surpreendentemente, o que se ouve e vê é bem mais do que um desafio: é uma objectiva intenção de ir à descoberta, de arrojo e de rigor, de ousar cruzar culturas como José Afonso cruzou gerações.

22h00 Grande Auditório do Centro Cultural de Vila Flor Entrada Livre (mediante a lotação da sala)

Mais informação

A NÃO PERDER!

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Arranjos instrumentaisHomenagens e tributos (2008)Homenagens e tributos (música)
24/04/2008By AJA

Conversas com Carlos Paredes e Zeca Afonso

No Centro Cultural do Cartaxo vai decorrer um espectáculo onde se apresenta um reportório apenas com temas de Zeca Afonso e Carlos Paredes, de forma a homenagear a obra destes grandes autores. Uma nova abordagem da música portuguesa que é fundida com todas as culturas que actualmente nos rodeiam.

Um espectáculo onde é feita a ponte entre a música tradicional portuguesa e a necessidade de expressão humana através da improvisação. O projecto “Raízes” apresenta assim uma homenagem a Carlos Paredes e Zeca Afonso, mostrando como a música destes autores atravessa as barreiras do tempo.

Horário: 22h30. Entrada Livre.

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Couple Coffee
23/04/2008By AJA

Couple Coffee no teatro ACERT

6ª Feira, 25 Abr’08 às 22.00h – CAFÉ-CONCERTO

Um casal de músicos brasileiros mergulhou no cancioneiro de Zeca Afonso. O resultado é uma mão-cheia de pérolas… com uma mãozinha do TRIGO LIMPO!

Da canção política a temas do mais puro lirismo, a novidade deste trabalho está nos arranjos contemporâneos genialmente reinventados. Os Couple Coffee, formação minimalista que aborda grandes temas da Música Popular brasileira e portuguesa, rejuvenesce assim a obra do grande Zeca Afonso, transpondo fronteiras com uma sonoridade actual e elevada sensibilidade criativa. À experiência e técnica de Norton Daiello, no baixo eléctrico, junta-se a carismática voz de Luanda Cozzetti, num cruzamento que origina um espectáculo genuíno e original, com base no segundo álbum da banda: “Co’As Tamaquinhas do Zeca”. Um trabalho que tem encontrado uma significativa receptividade por parte do público, após o sucesso conquistado com o disco de estreia, “Puro” (2005), cuja primeira edição esgotou em menos de um ano.

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AJA Norte
22/04/2008By AJA

No Porto

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Exposições
22/04/2008By AJA

Em Gondomar

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Homenagens e tributos (2008)Homenagens e tributos (dança)
22/04/2008By AJA

“Dançar Zeca Afonso” em Alcobaça

A CeDeCe – Companhia de Dança Contemporânea, sobe ao palco do Cine-Teatro de Alcobaça nos próximos dias 24 e 25 de Abril para apresentar “Dançar Zeca Afonso”.

Num espectáculo concebido por António Rodrigues, a memória das canções de José Afonso, a voz da revolução de Abril, serve de mote para relembrar actos que são verdadeiros atentados contra a dignidade humana. A mensagem é clara – uma “memória colectiva a não esquecer para que se aprenda a não repetir”, garante o coreógrafo.

“Dançar Zeca Afonso” é uma expressão de Jorge Salavisa e nasce de um convite feito à CeDeCe para uma criação sobre o tema, apresentada pela primeira vez em 24 e 25 de Abril de 1994. Mais de uma década depois, um novo elenco da companhia de dança agora sedeada em Alcobaça volta a comemorar a Liberdade com o espectáculo que não perdeu temporalidade nem razão de ser, uma “memória colectiva a não esquecer para que se aprenda a não repetir”, garante António Rodrigues.

Os bilhetes para “Dançar Zeca Afonso” custam 10 euros para a plateia e 7,5 euros para o balcão. Estudantes e profissionais das artes do espectáculo têm um desconto de 50 por cento, havendo ainda uma redução de 30 por cento para maiores de 65 e menores de 25 anos, bem como para grupos de dez ou mais pessoas.

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AJA Norte
21/04/2008By AJA

Núcleo do Norte da AJA em Santo Tirso


No próximo dia 24 de Abril, o núcleo do Norte da AJA participa, assim como a Associação 25 de Abril, no debate “CONVERSAS DE ABRIL” que a Câmara Municipal de Santo Tirso organiza no âmbito das comemorações do 25 de Abril.

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Homenagens e tributos (música)Terra do Zeca
21/04/2008By AJA

“Terra do Zeca” | Concertos

Novas vozes convidadas e um alinhamento reforçado com cinco temas são as principais novidades dos Terra d’Água ao vivo para 2008, na transposição a palco do seu álbum de tributo a José Afonso.

Integrados nas comemorações do 25 de Abril, dois concertos com convidadas especiais:

A 24 de Abril, em Águeda (Cine-Teatro São Pedro, 21h30), os Terra d’Água sobem a palco com Joana Amendoeira, Maria Anadon e Nancy Vieira.

A 25 de Abril, em Palmela (Cine-Teatro São João, 21h30), Joana Amendoeira e Maria Anadon “amadrinham” Diana Castro, a nova cantora residente dos Terra d’Água.

Ambos os espectáculos contarão com a presença especial de Joana de Oliveira, actriz, letrista e declamadora que escreveu, propositadamente para estes dois concertos, um poema dedicado a Zeca Afonso.

O registo gravado de “Terra do Zeca”, álbum de tributo a José Afonso pelos Terra d’Água, de Davide Zaccaria, contou com um elenco único de cantoras – Dulce Pontes, Uxía, Lúcia Moniz, Maria Anadon e Filipa Pais. E também, na verdade, potencialmente irrepetível: desde início, a transposição integral do disco a palco provou ser quase impossível, tendo em conta a dificuldade de encontrar convergência nas agendas de cinco cantoras bastante disputadas a solo.

Por isso, os espectáculos ao vivo de “Terra do Zeca” foram “reformatados” para combinações diferentes de duas, três, ou mais vozes. Assim, Maria Anadon e Filipa Pais serão as cantoras formalmente residentes, sem prejuízo de outras vozes, como sucedeu, ao vivo, no ano passado, com Mafalda Arnauth e João Afonso. Em 2008, o “projecto aberto” que é esta “Terra do Zeca” volta a apresentar novas colaborações pontuais: Joana Amendoeira e Nancy Vieira.

“Novos” são também alguns dos temas de José Afonso interpretados pelos Terra d’Água, agora redistribuídos para poderem ser interpretados por qualquer uma das combinações de cantoras em palco. Para além dos presentes no álbum – entre os quais se contam “Eu dizia”, “Canção de Embalar”, “A Morte saiu à Rua” ou “Verdes são os Campos” – cinco novas interpretações completam o repertório ao vivo: “Lá no Xepangara”, “Os Índios da Meia-Praia”, “Menino do Bairro Negro”, “menino d’oiro”, e ainda o emblemático “Venham Mais Cinco”.

Lançado em 2007, o álbum “Terra do Zeca” pretende homenagear uma vertente “despolitizada” da música e poesia de José Afonso. Segundo Davide Zaccaria, mentor do projecto, “trata-se de um conjunto de canções que pertencem ao imaginário colectivo, e que são uma fonte de inspiração para muitos artistas”. Este é o segundo trabalho dos Terra d’Água, depois da edição, em 2004, de “Viagem de um Som”.

O próximo álbum dos Terra d’Água, já com a nova formação e a voz de Diana Castro, deverá sair no final deste ano e continuará a cruzar a matriz da música portuguesa de raiz tradicional com as novas tendências da pop e da world music.

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Escolas
21/04/2008By AJA

25 de Abril, 32 anos, 32 perguntas

Uma óptima ferramenta para as escolas, nestes dias que antecedem o 25 de Abril.
Veja e explore as animações em http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=animacoes

Uma das perguntas é sobre as canções de José Afonso. http://www1.ci.uc.pt/cd25a/media/Images/anim13.swf

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Michel Giacometti
20/04/2008By AJA

Giacometti e Lopes-Graça reeditados

Os célebres cinco LP de capa de serapilheira reunindo as gravações de música popular portuguesa recolhida por Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça surgem numa nova edição em CD, 30 anos depois da sua edição em vinil.

É caixa com seis CD que reúne todo o material das pesquisas de Giacometti e Lopes-Graça cuja publicação em finais da década de 1960 e princípios da de 1970 “constituiu um momento marcante na investigação, preservação e divulgação das tradições musicais”, disse à Lusa o musicólogo Mário Vieira de Carvalho.

A edição pela Numérica, com a chancela de Portugal Som, está arrumada da seguinte forma o primeiro CD reúne “Cantos e danças de Portugal”, enquanto cada um dos restantes diz respeito a um região – Minho, Trás-os-Montes, Beiras, Alentejo e Algarve.

Michel Giacometti interessou-se pela música popular portuguesa depois de uma visita ao Museu do Homem em Paris, veio para Portugal e foi pesquisando e gravando as músicas que o povo cantava nas diferentes situações do quotidiano. Lopes-Graça interessava-se desde a década de 1930 pela música tradicional portuguesa depois de ter lido os estudos de Rodney Gallop e Kurt Schindler. Na década de 1940 Lopes-Graça chegou a fazer algumas investigações na Beira Baixa.

Ao compositor “interessava sobretudo o que era mais característico e alternativo ao que era a dominante na época de música tradicional”, referiu Vieira de Carvalho.

Jornal de Notícias

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Escolas
19/04/2008By AJA

“O comboio descendente” por uma turma do pré-escolar

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Homenagens e tributos (música)
18/04/2008By AJA

Grupo Tela com concerto dedicado à obra José Afonso

O grupo “Tela” subirá ao palco do Auditório Municipal de Ponte da Barca, pelas 22h do dia 24 de Abril. Nessa noite serão tocados exclusivamente temas de José Afonso. Os arranjos das músicas foram escritos por Miguel Fernandes.

Os músicos que “pintam” a “Tela” são:

Voz e Guitarras – Miguel Fernandes
Voz – Inês Sousa
Acordeão – David Silva
Saxofones – Carlos Pinto
Piano – Danny Pacheco
Contrabaixo e Baixo acústico – Pedro Cravinho
Bateria e Percussão – Paulo Freitas
Intervenção poética – Nuno Pinto

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Homenagens e tributos (2008)
18/04/2008By AJA

Tributo a Zeca Afonso em Seia

No dia 23 de Abril, com início às 21h30, haverá um tributo a Zeca Afonso no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.

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Homenagens e tributos (poesia)
16/04/2008By AJA

Homenagem | Eduardo Aroso

HOMENAGEM
(A José Afonso)

Anjo insubmisso!
Voz orvalhada,
Cor de trigo,
Ondulada.
Grito do pão
Mal repartido.
Trovador
Luso,
Universal,
Redentor.
Quando voltas
Para a liberdade solta,
Límpida, generosa.
De esperança.
Quando voltas
Desejado?
D. Sebastião,
Quer tenhas este nome
Ou não.

Eduardo Aroso
Abril 2008

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AJA Norte
15/04/2008By AJA

Mais uma sessão…

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AJA Norte
13/04/2008By AJA

A AJA Norte participa no “Fazer a Festa – Festival Internacional de Teatro”

O Canto de Intervenção, intensificado em Portugal sobretudo nos anos 60 e 70 do século XX, não é um fenómeno recente ou já extinto, nem tão pouco limitado ao espaço geográfico de um país. O núcleo do Norte da Associação José Afonso apresenta, numa sessão de cerca de hora e meia, uma viagem pelos principais cantautores portugueses (e não só), contextualizando o seu papel na música e sociedade portuguesas e interpretando algumas das suas músicas e poesias mais marcantes. A segunda parte da sessão conta com a participação de Tino Flores, um dos protagonistas de um dos períodos mais férteis do Canto de Intervenção em português.

[interpretação ANA AFONSO, ANA RIBEIRO, GABRIELA MARQUES, PAULO ESPERANÇA, TINO FLORES, JOSÉ LUÍS GUIMARÃES ]

dia 25 Abril, sexta-feira – 23.30h
classificação etária M/12 duração 90 minutos
Tenda Café-Teatro no Palácio de Cristal

Mais informação aqui

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Homenagens e tributos (música)
10/04/2008By AJA

“QUE VIVA O ZECA” em Elvas

No próximo dia 25 de Abril, o espectáculo “QUE VIVA O ZECA”, será apresentado no Cine Teatro de Elvas, a partir das 22 horas. Este espectáculo foi criado em 2007 pelo Grupo Erva de Cheiro, assinalando os 20 anos da morte de José Afonso.
Para além dos 20 temas do Zeca, que são tocados e cantados, também se relembra o seu exemplo de vida, enquanto cidadão de causas e valores, através de um guião acompanhado por imagens. Um trabalho que deu origem à edição de um CD e pretende manter-se em palco sempre que solicitado.
Este espectáculo é promovido pela Camara Municipal de Elvas e comemora assim os 34 anos do 25 de Abril.

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Homenagens e tributos (2008)
09/04/2008By AJA

“Traz outro amigo também” em Torres Vedras

O Espectáculo tem como protagonista o próprio Zeca Afonso que faz um “Flash Back” da sua vida.
A sua música é a grande protagonista deste espectáculo, sendo apresentada com roupagens variadas.
Começa por nos falar da sua infância e leva-nos até África onde viveu com os pais e onde mais tarde voltou como professor.
Fala-nos da sua vida em Coimbra e de como isso o marcou para sempre.
Apresenta-nos alguns amigos de Coimbra: Adriano, Manuel Alegre, Rui Pato, António Portugal e Durval Moreirinhas.
Conta-nos como surgiu a “Trova do Vento que Passa” e fala da PIDE.
Fala das suas incursões pela província onde cantava com o grupo de Coimbra nas colectividades populares.
Outros amigos surgem neste meio das cantigas: O José Mário Branco, O Sérgio Godinho, o Fausto, o Vitorino, o Manuel Freire, o Janita, o Júlio Pereira, o Fanhais…
Dá-se o 25 de Abril e a sua música ganha uma dimensão mais interventiva, embora ele evite alinhamentos partidários que o comprometam.
Reconstituirá os principais momentos da madrugada e do dia 25 de Abril, incluindo episódios como o da florista que coloca cravos nos canos das G3 e da rendição de Marcelo Caetano.
A sua música amadurece e vem também a desilusão pelo rumo que a “Revolução” tomou.
Aqui assistiremos a uma sessão de Canto Livre.
Conta-nos alguns episódios que marcaram esta fase da sua vida.
Já a caminhar para o final do seu relato fala da sua vida de “Andarilho das Cantigas” até às homenagens póstumas, terminando a dizer que trocaria todas essas homenagens pela realização da sua “Utopia”.
Termina com toda a gente em palco apelando à unidade para realizar a “Utopia” cantando: “Traz outro amigo Também”.

Pinto Gonçalves

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Cartazes de concertos
06/04/2008By AJA

Cartaz anunciando concerto de José Afonso no Colegio Mayor Universitario San Juan Evangelista

Hablar del jazz en España en las últimas décadas merece una parada obligatoria en el Colegio Mayor Universitario San Juan Evangelista. En el pasado otoño de 2006 su Festival de Jazz llegaba a su vigésimo quinta edición, aunque sus actividades musicales, iniciadas por su Club de Música y Jazz, se remontan hasta el año 1970. A lo largo de su historia, este club ha estado abierto a múltiples estilos, que no sólo abarcan el jazz, sino el blues, el flamenco, las nuevas músicas o la música clásica. Los nombres que han pasado por él sirven para llegar a hacerse una idea acerca del amplio criterio que ha guiado su programación. En el campo del jazz hay clásicos como Art Blakey, Stéphane Grappelli, Chet Baker, Hank Jones, Ahmad Jamal, McCoy Tyner, Tony Williams, Kenny Barron, Cecil Taylor, Ornette Coleman, John Zorn, Paul Bley o Steve Lacy. Alejandro Reyes es uno de los socios fundadores de este club y su actual presidente. Pachi Tapiz charló con él sobre estos años de historia viva del jazz en España.
http://www.cmusanjuan.com/

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Homenagens e tributos (artes plásticas)
30/03/2008By AJA

Trabalho de RAIM

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AJA Norte
30/03/2008By AJA

Próximas iniciativas da AJA norte

17 Abril
Qui.
22.00
TABERNA SUBURA
TRAV. RUA FREI CAETANO BRANDÃO, Nº101-A. SÉ – BRAGA
“AS QUINTAS DO ZECA” Música, poesia, debate

25 Abril
Qui.
23.30
PALÁCIO DE CRISTAL. PORTO “O CANTO DE INTERVENÇÃO” integrado no “FAZER A FESTA”

2 Maio
Sex.
21.30
SEDE R. Bonjardim 635, 1º,tras. Porto Tertúlia sobre o Maio de 68

15 Maio
Qui.
22.00
TABERNA SUBURA
TRAV. RUA FREI CAETANO BRANDÃO, Nº101-A. SÉ – BRAGA
“AS QUINTAS DO ZECA” Música, poesia, debate

15 Maio
Sex.
21.30
SEDE R. Bonjardim 635, 1º,tras. Porto
Tertúlia sobre o Maio de 68

16 Maio
Sex.
21.30
SEDE R. Bonjardim 635, 1º,tras. Porto
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