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  • 100 Anos de José Afonso
March 2008
Home 2008
Steel Drumming
27/03/2008By AJA

“Steel Drumming – toca Zeca Afonso” em Aveiro

Os Steel Drumming apresentam quinta-feira, 24 de Abril, às 21:30, no Teatro Aveirense o fantástico concerto onde tocam os belíssimos arranjos de músicas de José Afonso de vários compositores contemporâneos.

http://www.teatroaveirense.pt/

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Homenagens e tributos (música)
26/03/2008By AJA

No teatro Virgínia em Torres Novas

A Revolução de Abril de 1974 vai ser assinalada com um espectáculo, dia 25, de homenagem a José Afonso e aos poetas que o músico cantou. Senhor Poeta, de Frei Fado D’El Rei, agendado para a tarde de 25 de Abril no Palácio dos Desportos, apresenta uma abordagem da obra artística de José Afonso, incluindo poemas compostos pelo músico e por poetas como Fernando Pessoa e Luís Vaz de Camões.

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AJA Norte
25/03/2008By AJA

Quintas do Zeca, em Braga

Na passada quinta feira, dia 20 de Marco, decorreu a primeira sessão das “Quintas do Zeca”, na Taberna Subura, em Braga. Foi uma noite de muita animação, apresentada pelo Paulo Esperança em nome da AJAnorte. Houve canções e leitura de textos e poesia pela Ana Afonso, Ana Ribeiro, Gabi e Luis Carvalho e contou com a participação da Catarina (cavaquinho e voz), do Sabre (guitarra, bandolim e voz) e da Angela (viola braguesa e voz), do núcleo residente do Bar Subura nestas quintas do Zeca. Após o espectáculo a tertúlia continuou noite fora, com muitas cantigas animadas pelo cantar do bandolim, cavaquinho e guitarras, que não se cansaram de tocar e encantar. O anfitriao foi o Manuel Sampaio, que tambem animou a malta com algumas canções. Foi uma noite em que o Subura esteve cheio de pessoas a cantar o Zeca – para continuar na terceira quinta-feira de cada mês, em Braga.

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AJA Norte
18/03/2008By AJA

As quintas do Zeca

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Jacinta
18/03/2008By AJA

Jacinta em digressão com «Convexo» em Portugal

A cantora de jazz Jacinta iniciou no passado dia 29 de Fevereiro, no Casino da Póvoa de Varzim, uma digressão nacional intitulada “Convexo” que contará com 20 concertos com o último a realizar-se a 1 de Junho no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Jacinta deu os seus primeiros passos artísticos através do estudo da música clássica, em piano.

No entanto, foi no mundo do jazz que a sua energia musical encontrou plena expressão. Em 1997 Jacinta mudou-se para Nova Iorque, para frequentar a Manhattan School of Music, onde foi premiada com bolsa de estudos para realização de Mestrado em Jazz Vocal. Foi, também, nesta metrópole norte-americana que começou a actuar como profissional.
Em 2007, dedica-se a novos projectos dos quais se destaca o espectáculo de homenagem a José Afonso. A excelente reacção do público abriu caminho para a criação de “Convexo”.Trata-se de um espectáculo em formato de trio, com Rui Caetano ao piano, Bruno Pedroso na bateria e a voz de Jacinta.

Datas da digressão:

28 Março – Bragança
18 Abril – Barreiro
19 Abril – Loulé
24 Abril – Redondo
25 Abril – Sta. Maria da Feira (Europarque)
26 Abril – Estarreja
30 Abril – Sintra (Olga Cadaval)
2 Maio – Tomar
3 Maio – Castelo Branco
12 Maio – Aveiro (Teatro Aveirense)
15 Maio – Coimbra (Teatro Gil Vicente)
17 Maio – Almodôvar
20 Maio – Braga (Theatro Circo)
23 Maio – Espinho
30 Maio – Vila Nova de Sto. André
31 Maio – Lisboa (Teatro da Trindade)
1 Junho – Lisboa (Teatro da Trindade)

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AJA Norte
18/03/2008By AJA

“Vieram de noite e cantaram…” no ABC Piano Bar

Promovido pelo Núcleo do Norte da AJA realizou-se mais uma iniciativa da série Vieram de Noite e Cantaram, num Bar em S. Mamede de Infesta.

Foi um agradável convívio iniciado com uma intervenção do nosso companheiro Gustavo a que se sucederam inúmeras cantigas pelos amigos Carlos Andrade, José Silva, AnaRibeiro, Inês Leite, Gabriela Marques e ainda, a estrear-se nestas lides de tocar em público o nosso companheiro Paulo Veloso que tocou alguns temas em guitarra clássica. Do público participou também a Cristina com a sua guitarra e voz.

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Couple CoffeeImprensa
18/03/2008By AJA

Couple Coffee & Band em Faro

O grupo Couple Coffee & Band vai apresentar-se em Faro, nas instalações do CAPa (Centro de Artes Perfomativas do Algarve), nos próximos dias 28 e 29 de Março, a partir das 21h00.

Nascida por iniciativa de dois brasileiros residentes em Portugal, a cantora Luanda Cozetti e o baixista Norton Daiello, a banda recria o repertório de Zeca Afonso, conferindo-lhe um toque tropical, com arranjos surpreendentes.
Ao lado de temas pouco conhecidos surgem outros profusamente divulgados e verdadeiros hinos da música portuguesa, agora revestidos por uma roupagem musical inovadora, com arranjos contemporâneos que fazem alguns temas parecer inéditos, dadas as poucas semelhanças – à excepção da letra – com o original.
‘Co’as tamanquinhas do Zeca!’, gravado em 2007, é o mais recente trabalho do grupo, com Luanda e Norton a terem a colaboração de dois músicos conceituados, Sérgio Zurawski (guitarra) e Ruca Rebordão (percussão).

‘Maio, Maduro Maio’, ‘Vampiros’, ‘Canção de Embalar’, ‘Que Amor Não Me Engana’, ‘Canção do Mar’, ‘Sete Fadas Me Fadaram’ e ‘Com as Minhas Tamanquinhas’ são alguns dos temas incluídos no álbum, o segundo dos Couple Coffee.

A banda, criada em 2005, gravou um primeiro trabalho nesse ano, intitulado ‘Puro’, que inclui 16 temas clássicos da música brasileira. As gravações começaram no Rio de Janeiro e terminaram em Lisboa.

Neste trabalho, Luanda e Norton contaram com a colaboração de Vitorino, Jorge Palma, Gabriel Gomes (acordeonistas do Madredeus), Sérgio Costa (flautista) e J.P. Simões (Quinteto Tati).

‘Conversa de Botequim’, ‘Chovendo na Roseira’, ‘O Orvalho Vem Caindo’, ‘Gago Apaixonado’ e ‘Uva de Caminhão’ são alguns dos temas desse primeiro trabalho.
Armando Alves | Correio da Manhã

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ImprensaJacinta
17/03/2008By AJA

Jacinta canta José Afonso em Famalicão

Jacinta, já o sabemos, tem voz para toda a obra. O jazz é a casa do seu timbre quente, poderoso e aveludado, mas é uma casa sempre com janelas abertas para o que se passa lá fora. Em 2007, passaram 20 anos sobre a morte de Zeca Afonso e Jacinta prestou-lhe homenagem em “Convexo”. A digressão passa por Famalicão a 28.
Gravar temas de Zeca Afonso era um desejo antigo da cantora, que há muito vinha incluindo um ou outro tema nos alinhamentos. Depois de “Daydream”, chegara a altura certa. No meio de tantos tributos ao poeta-cantor da revolução, o projecto de Jacinta é uma refrescante e bem-vinda abordagem jazzística a canções como “Formiga no carreiro”, “A morte saiu à rua” ou “Cantigas de Maio”.
Nada menos seria de esperar daquela que é uma das melhores vozes femininas que o jazz nacional viu nascer. Recordemos que Jacinta foi a primeira portuguesa a integrar o valiosíssimo catálogo do selo Blue Note, com o disco “Tributo a Bessie Smith”.
PUBLICO.PT

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Concertos de José AfonsoFotografia
15/03/2008By AJA

José Afonso em Frankfurt

Um concerto de 1980 em Frankfurt, Alemanha.

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AJA Norte
15/03/2008By AJA

Hoje, no ABC em S. Mamede de infesta. “Vieram de noite… e cantaram”

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AJA Norte
10/03/2008By AJA

Inauguração da sede do Núcleo do Norte | 8.3.08

Sonhamos, discutimos…e fizemos! Foi bonita a nossa festa hoje, pá! Começou um novo tempo para a AJANORTE. Tempo que será aquilo que pudermos e quisermos. No meio desta caminhada, como em tudo na vida, soprarão tempos adversos. Saberemos, no entanto, encaminhar este barco que nasce todos os dias a porto seguro.

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AJA Norte
08/03/2008By AJA

AJA Norte com secção na página da AJA

Depois de inaugurar as suas instalações no Porto, o núcleo norte da AJA tem agora o seu cantinho na página da AJA. Uma óptima forma de se manterem informados das suas actividades passadas e futuras.
Parabéns à AJA Norte.

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AJA Norte
02/03/2008By AJA

Mais uma sessão de “Vieram de noite… e cantaram!”

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BiografiaJosé Niza
28/02/2008By AJA

Biografia de José Afonso por José Niza

Biografia retirada do livro de José Niza, “Fado de Coimbra II”, da colecção “Um Século de Fado” da Ediclube, saída em 1999.
Retirada do blog http://guitarrasdecoimbra.blogspot.com/

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AJA Norte
27/02/2008By AJA

Inauguração da Sede do núcleo do norte da AJA

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AJA Norte
25/02/2008By AJA

No Clube Literário do Porto

Com a sala a transbordar, o núcleo do Norte da Associação José Afonso realizou a 23-02-2008 em parceria com o Clube Literário do Porto uma sessão sob o tema “CANTO DE INTERVENÇÃO” em que participaram Paulo Esperança e Jorge Ribeiro que fizeram uma resenha histórica do canto de intervenção no mundo e em Portugal, acompanhados com música e poesia por Ana Afonso, Ana Ribeiro, Gabriela Marques e José Luís Guimarães. A sessão, foi concluida com a participação de TINO FLORES que, em conversa com o numeroso público, iniciou a sua actuação com um fado vadio do tempo da república e prosseguiu com algumas das suas criações.

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AJA Norte
20/02/2008By AJA

Vieram de noite e cantaram…

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Homenagens e tributos (2008)
19/02/2008By AJA

Café-concerto evoca José Afonso

NO PRÓXIMO DIA 23, A PARTIR DAS 22 HORAS, OS CANTADORES DA RUSGA EVOCAM A FIGURA DO POETA, CANTOR E CIDADÃO JOSÉ AFONSO, NUM CAFÉ CONCERTO ORGANIZADO PELA SOCIEDADE RECREATIVA OPERÁRIA DO VALE DE SANTARÉM, PRECIAMENTE NO DIA EM QUE SE COMPLETAM 21 ANOS DO SEU DESAPARECIMENTO FISICO. MAS O SEU ESPIRITO, A SUA MÚSICA E O SEU EXEMPLO SÃO INTEMPORARIS E COMO TAL ESTÃO PRESENTES.

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Arranjos instrumentaisImprensa
16/02/2008By AJA

Mário Laginha e Bernardo Sassetti apresentam “Grândolas”

Os músicos Mário Laginha e Bernardo Sassetti apresentam no próximo dia 23 de Fevereiro, no Cine-Teatro Louletano, o espectáculo ‘Grândolas’, no qual os dois pianistas juntam temas próprios originais a outros da autoria de José Afonso e recriados dentro de um estilo musical muito próprio.

A linguagem pessoal de Mário Laginha e Bernardo Sassetti é enriquecida com incursões improvisadas pelo amplo universo musical de José Afonso, numa viagem sonora de grande qualidade, que mistura subtileza, intimismo, energia e emoção a um rico quadro imaginativo, daí resultando um concerto de inegável interesse.

Mário Laginha e Bernardo Sassetti actuaram juntos pela primeira vez em Agosto de 1999, no Festival Jazz em Agosto, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian. A recepção entusiástica do público levou a que os dois músicos passassem a encontrar-se em palco com alguma regularidade e em 2003 surgiu o primeiro registo discográfico, com o nome de ambos.

Os dois pianistas têm percursos diferenciados mas com múltiplos pontos de contacto, a começar pela circunstância de, tendo ambos formação clássica, desde bem cedo mostrarem uma grande atracção pelo mundo do jazz.

Mário Laginha mantém desde há vários anos uma forte ligação musical a Pedro Burmester e os dois gravaram o disco ‘Duetos’. É ainda sobejamente conhecida a cumplicidade de mais de uma década entre Laginha e Maria João, traduzida em oito trabalhos discográficos e concertos por todo o Mundo.

Com um último trabalho, ‘Indigo’, lançado em 2004, Bernardo Sassetti tem dedicado particular atenção, como compositor, à produção de trabalhos para filmes, como ‘The Talented Mr. Ripley’, de Anthony Minguella, ou ‘Facas e Anjos’, de Eduardo Guedes.

Armando Alves Correio da Manhã

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Tertúlias
08/02/2008By AJA

4ª Tertúlia Associativa de Homenagem a José Afonso

O Município de Setúbal tem a honra de convidar V.Ex.ª para estar presente no próximo dia 16 de Fevereiro de 2008 (Sábado), entre as 21h 30 e as 23h 30, na sede do Centro Cultural e Desportivo de Brejos de Azeitão, para as quartas Tertúlias Associativas de Homenagem a José Afonso, com a participação do Grupo Cénico do Centro Cultural e Desportivo de Brejos de Azeitão (Pano Cru), o músico João Queirós, os declamadores Isilda Paulo e o Miguel Estanislau, o Carlos Rodrigues da Associação José Afonso e “outros amigos também”.

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AJA Norte
08/02/2008By AJA

O canto de Intervenção no Mundo e em Portugal

“O CANTO DE INTERVENÇÃO”: espectáculo que realizará dia 23 de Fevereiro, pelas 21h 30m, nas instalações do Clube Literário do Porto.

http://www.clubeliterariodoporto.co.pt

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AJA Norte
31/01/2008By AJA

Participação do núcleo do norte da AJA no Dia de Acção Global em Penafiel

Imagens da participação do núcleo do norte da AJA no Dia de Acção Global em Penafiel no passado dia 26 de Janeiro

A Ajanorte participou na organização do fórum, em tertúlias de poesia e música e esteve presente com uma banca.

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Associação José Afonso
28/01/2008By AJA

A AJA no dia de Mobilização e acção global



A AJa esteve presente com uma mini-exposição e uma banca na concentração na Praça do Bocage, em Setúbal, no DIA DE MOBILIZAÇÃO E ACÇÃO GLOBAL.

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Homenagens e tributos (2008)Tertúlias
24/01/2008By AJA

Fotos da tertúlia no Clube Recreativo Palhavâ | 19.1.08

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Homenagens e tributos (2008)
23/01/2008By AJA

Concerto Tributo a Zeca Afonso em Ourém

Vai ter lugar em Ourém, no Arte Caffé, dia 25 de Fevereiro um Concerto Tributo a Zeca Afonso

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Cristina BrancoImprensa
23/01/2008By AJA

Entrevista a Cristina Branco no Blitz

A cantora Cristina Branco explica a razão de não se poder viver sem a música de Zeca Afonso.

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Associação José AfonsoImprensaTertúlias
21/01/2008By AJA

Tertúlias Associativas: Palhavã

“Maio Maduro”, “Maria Faia” e “Traz Outro Amigo Também” foram alguns dos temas de José Afonso interpretados pelo Grupo Cénico Palhavã, no sábado à noite, em mais um encontro das “Tertúlias Associativas”.

Cerca de 120 pessoas compareceram nesta iniciativa de homenagem a José Afonso, organizada pela Câmara Municipal, com a colaboração de colectividades, que decorreu, desta vez, no Clube Recreativo Palhavã.

O acordeonista Dimas, presente na sessão, recordou vivências com o músico, compositor e poeta, referindo-se a Zeca Afonso como “um grande amigo da cidade”.

As “Tertúlias Associativas” prosseguem no dia 16 de Fevereiro, às 21h30, no Centro Cultural e Desportivo Brejos de Azeitão.

Além da música e poesia, este ciclo dedicado a José Afonso conta com a exibição de dois documentários sobre o 25 de Abril.

O último encontro está marcado para 15 de Março, na Sociedade Musical Capricho Setubalense.

in Rostos

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Homenagens e tributos (música)ImprensaSteel Drumming
18/01/2008By AJA

Artigo do JN de ontem sobre o concerto de hoje dos Drumming em Espinho

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Cristina BrancoImprensa estrangeira
18/01/2008By AJA

Artigo de Véronique Mortaigne no “Le Monde” de ontem

Réconciliation portugaise
LE MONDE 16.01.08

© Le Monde.fr

Cristina Branco est née en 1972, “après la “révolution des oeillets”” de 1974. Une époque singulière, explique la chanteuse portugaise qui vit à Lisbonne à deux pas du Chiado, quartier dévasté par un incendie, en 1988, et reconstruit par l’architecte Alvaro Siza. Cristina Branco a d’abord été reconnue par le milieu du fado. Au Théâtre des Champs-Elysées, en mars, elle présentera une première partie de récital consacrée aux chansons d’Amalia Rodrigues, grande figure du fado, “celle que le régime salazariste a utilisée comme maquillage, qui a été le visage d’un pays qui n’existait pas”.

La seconde partie, en accord avec l’album Abril, paru début janvier, sera consacrée à José Afonso, “Zeca”, mort il y a vingt ans, après avoir été le symbole de la chanson de liberté au Portugal. “Ses chansons ont été la bande-son de mon enfance, dit la jeune femme, qui découvrit le fado lors du renouveau des années 1990. Amalia et José Afonso sont deux personnages portugais très populaires, qui aimaient la transparence et la vérité des mots.”

Longtemps, ces deux-là furent, dans la perception de leur histoire, irréconciliables. Amalia Rodrigues (1920-1999) d’un côté, tant honnie des capitaines et de la gauche, assimilé à la trilogie “fado, Fatima, fatum” ; de l’autre, José Afonso (1929-1987), voix de la révolution. “Cette logique de la réconciliation, c’est l’essence de ma génération, qui n’a pas été opprimée, et dont la jeunesse s’est située hors de toute considération politique”, précise Cristina Branco, à l’instar de Mariza, sa consoeur néo-fadiste et “transatlantique” dans le choix de son répertoire (Amériques, Afrique, Flandres…).

José Afonso, c’est une affaire d’Etat. Dans la nuit du 24 au 25 avril 1974, des officiers portugais, en rupture de ban, greffent un émetteur clandestin sur l’antenne de la station catholique portugaise, Radio Renascença. A minuit vingt, ils diffusent “Grandola, vila morena”, de José Afonso : le Mouvement des forces armées (MFA) l’a choisie pour donner le signal de la rébellion.

Aux premières notes se déclenchent les opérations militaires qui vont renverser le régime dictatorial de Marcelo Caetano, successeur du sombre docteur Salazar, mort en 1970. Les chars de la “révolution des oeillets” se mettent en marche sur une chanson que le régime a classée dans le rayon communiste. José Afonso l’a écrite en référence à son passage, en 1963, au sein de la société musicale Fraternité ouvrière de Grandola, bourgade de l’Alentejo “où le peuple commande”. Elle sera publiée, en 1971, sur l’album Cantigas de maio.

LE ROUGE DES OEILLETS

L’histoire, une fois sortie du rouge des oeillets, montrera que la réalité était moins simpliste. En 1985, Amalia Rodrigues, accusée d’avoir filé en Espagne le soir du 25 avril 1974, est réhabilitée. On remet au jour des épisodes de sa vie jusque-là occultés : ses amis de gauche, ses efforts pour sortir l’un de ses compositeurs les plus proches, le Français et gauchiste Alain Oulman, des griffes de la PIDE, la police politique… José Afonso, lui, redevient ce qu’il a toujours été : un chanteur populaire, ancré dans le folklore portugais, certes habile à jouer des mots feutrés et des doubles sens destinés à dérouter la censure, mais jamais un chanteur encarté.

Pour Abril, Cristina Branco n’a pas retenu “Grandola, vila morena”, trop connue et musicalement pas la plus belle. “J’ai préféré explorer les chansons de José Afonso qui traduisaient le regard d’un enfant sur un pays écrasé. Il avait un mot d’ordre : “Livra-te do medo” (Délivre-toi de la peur).” Depuis, Lisbonne l’Africaine, Lisbonne la Blanche ont cédé le pas à Lisbonne l’Européenne. José Afonso, fils de juge, a vécu dans les colonies – Angola, Mozambique -, et chanté dans les facs… Cristina Branco, fille du Ribatejo, a commencé sa carrière discographique aux Pays-Bas, terre d’asile de nombreux intellectuels en exil sous Salazar. Elle vient d’y donner un magnifique récital de “chansons portugaises”, folklore compris, avec le Royal Concertgebouw Orchestra, après avoir consacré, en 2000, un album au poète néerlandais Jan Jacob Slauerhoff (1898-1936). Sept ans plus tard, José Afonso s’inscrit dans le cabinet des curiosités de la jeune femme.

DOULOUREUX ÉPISODES

José Afonso appartient à une génération de compositeurs “nouvelle vague” apparue à la fin des années 1960, à laquelle la France a échappé, marquée qu’elle était par ses poids lourds – Brel, Brassens… Mais en Italie, Luigi Tenco (l’amant suicidé de Dalida), Domenico Modugno (l’auteur de Volare) jouent les enfants terribles de la poésie sur fond de musique romantique et de rythmique de bal, tout comme, au Brésil, Geraldo Vandré (un persécuté de la censure militaire) ou, à Cuba, Pablo Milanes s’adaptent à l’air du temps, à la frontière du yé-yé. Cristina Branco en choisit une relecture par le jazz.

De douloureux épisodes politiques sont rappelés par des chansons d’apparence légère que l’ancien étudiant de l’Université de Coimbra, épris de fado et de parole libre, a martelées – “A Morte saia a rua”, dédiée au peintre José Dias Coelho, dirigeant communiste assassiné par la PIDE en 1961, “Venham mais Cinco”, née dans les Asturies et écrite pendant un séjour forcé du chanteur dans la prison de Caxias. Mais José Afonso jonglait aussi avec l’imaginaire, le surréalisme, les rondes et les comptines.

Fernando Pessoa, incarnation du sentiment poétique portugais contemporain, ne lui avait pas échappé, dont il avait mis en musique No comboio descendente (“dans le train descendant, tous les gens riaient de voir rire les autres”), avec son incommensurable anticonformisme. Statufié au Chiado, en haut de la rue Garett, Fernando Pessoa assure à qui passe que si la vie était un long fleuve tranquille, le Tage, José Afonso et Cristina Branco auraient déménagé depuis belle lurette.

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Cristina BrancoImprensa estrangeira
18/01/2008By AJA

Artigo de Sylvain Siclier no “Le Monde” sobre o disco “Abril” de Cristina Branco | 16.01.08

“Abril” ensoleillé par une voix lumineuse
LE MONDE | 16.01.08

© Le Monde.fr
Une voix, de toute beauté, de toute émotion. Celle de Cristina Branco dans Abril, son nouvel album, vous happe en deux temps trois mouvements sur Menino d’Oiro, la chanson d’ouverture et premier des seize textes de José Afonso que la chanteuse célèbre ici. Cristina Branco a ce pouvoir rare de convaincre par ses seules modulations, par l’expressivité qu’elle donne aux mots, qu’on les comprenne, si l’on est lusophone, ou pas.

Comme il importe peu que l’on soit anglophone pour frémir lorsque Billie Holiday entonne Strange Fruit, cette chanson de mort, de terreur, qui vous attrape sur un air de ballade, une presque romance. Les timbres de voix de Cristina Branco et de Billie Holiday ont peu à voir. Celle de la belle Lisboète est un effleurement, une caresse, une lumière vive, celle de Billie était sombre, dans une intensité perdue. Les deux sont uniques.

Abril, huitième album de Cristina Branco, depuis 1998 (Murmurios, avec lequel on l’avait découverte) n’est pas strictement un disque de fado, genre auquel la chanteuse est généralement identifiée. Le fado y est présent, par touches, par culture, avec de grandes rasades de jazz – l’amateur du guitariste Pat Metheny devrait s’y retrouver – et d’airs des musiques portugaises imprégnées de sources africaines.

C’est un disque de fantaisies musicales radieuses, traversées de percussions discrètes (on est soufflé par la diversité des approches du musicien Quiné), de cordes entremêlées (Mario Delgado, homme de premier plan tant à l’acoustique qu’à l’électrique).

La densité du propos, la profondeur des textes, la poésie d’Afonso trouve toute sa force dans ce contraste. Le pianiste Ricardo Dias est à la tête du quartette accompagnateur de Branco. Il a aussi produit et arrangé ce recueil de grandes chansons. Et Cristina Branco leur a donné vie et âme. Comme rarement.

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Cristina BrancoVídeo
15/01/2008By AJA

Cristina Branco interpreta “Avenida de Angola”

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Imprensa estrangeira
15/01/2008By AJA

Artigo LE 7 STANZE UN VIAGGIO PER LE CANZONI de Ana Ribeiro para o “Faronotizie”

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Steel Drumming
10/01/2008By AJA

“Drumming toca Zeca Afonso” em Espinho

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Associação José AfonsoTertúlias
10/01/2008By AJA

Tertúlias Associativas na Palhavã

As “Tertúlias Associativas”, ciclo de encontros dedicado a José Afonso, que incluem momentos de poesia, música e debate, prosseguem no dia 19, às 21h30, nas instalações do Clube Recreativo Palhavã.
A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, em colaboração com colectividades, inclui, ainda, a exibição de dois documentários sobre o 25 de Abril e conta com a participação de elementos da Associação José Afonso.

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Imprensa
09/01/2008By AJA

‘Songbook’ de José Afonso à espera de autorização

O primeiro songbook com a transcrição das canções de José Afonso (a integral da obra gravada pelo músico) está finalizado, mas aguarda autorização da família para ser publicado há mais de três anos.

O livro, da autoria de José Mário Branco, João Loio, Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca, foi recusado por Zélia Afonso, viúva e detentora de 51% dos direitos sobre a obra de José Afonso, em Outubro de 2003, mas permanece nos planos da Campo das Letras, editora livreira associada ao projecto. José Mário Branco revelou ao DN que “o livro, planeado em conjunto com Jorge Araújo, da Campo das Letras, esteve para ser publicado a 25 de Abril de 2004”, edição nunca concretizada depois de Zélia Afonso ter comunicado a sua recusa ao colectivo responsável pela transcrição dos temas e à Sociedade Portuguesa de Autores. Quanto aos motivos para a recusa da publicação, José Mário Branco deixa as explicações para Zélia Afonso, que o DN tentou contactar sem sucesso até ao fecho desta edição.

O songbook de José Afonso é o primeiro de uma iniciativa que procura “recuperar a memória de música popular portuguesa”, diz-nos José Mário Branco. As obras de Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Fausto e Sérgio Godinho fazem parte do mesmo projecto editorial. No entanto, José Mário Branco (que prepara também o seu próprio songbook) adianta que “nenhuma edição faz sentido sem o livro com as canções do Zeca. Ele tem que ser a nossa prioridade. Por isso, a preparação de todos esses títulos está, neste momento, em stand by”.

O músico e co-autor do songbook justifica a publicação do livro com a “necessidade de esclarecer uma nova geração sobre o legado de um nome fundamental”. Ao mesmo tempo, recorda discos de tributo e homenagem que vão surgindo no mercado – nomeadamente os que em 2007 assinalaram os 20 anos da morte de José Afonso – lembrando que são frequentes os erros: “Uma coisa é reinterpretar um tema. Outra é tentar recriá-lo e não o fazer de acordo com o método do seu autor. São falhas que acontecem naturalmente quando não há nenhum meio para que a informação seja transmitida da forma mais correcta.”

José Mário Branco questiona também a actual legislação sobre “o direito de autor póstumo”, recordando “o direito de uma comunidade sobre uma obra essencial ao seu crescimento cultural”

Tiago Pereira | Diário de Notícias | 9.1.08

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01/01/2008By AJA

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