Category: Associação José Afonso
A nova casa da AJA
A Casa da Cultura, o novo espaço de convergência e partilha de várias formas de arte, instalado no centro de Setúbal, é inaugurada no dia 5 de Outubro com um programa de animação de manhã à noite.
O programa de abertura do imóvel onde funcionou o Círculo Cultural de Setúbal, alvo de profundas obras de recuperação e requalificação promovidas pela Câmara Municipal, começa às 10h30, ainda no exterior edifício, localizada na Rua Detrás da Guarda.
Encontro Anual da AJA
Mais fotos na página do Facebook
Seremos muitos
Condecoração para a AJA
“Cravos vermelhos, o entoar de “Grândola, Vila Morena” e a presença de Manuel Freire, autor da música “Pedra Filosofal”, tornaram a condecoração da Associação José Afonso (AJA) um dos momentos mais assinaláveis da cerimónia.
Manuel Freire, naquele que foi o seu primeiro ato público em representação da AJA, disse esperar que se continue a fazer “um esforço para manter viva a chama que Zeca acendeu”.
Mais informação
Medalha de honra para AJA
Foi na cidade do Sado, canção que Zeca Afonso dedicou a Setúbal, cidade e concelho onde viveu vários anos.
É a cidade do Sado, que a Associação José Afonso (AJA) elegeu para sua sede nacional, e é, a mesma cidade do Sado, a cidade de Setúbal, que agora reconhece o valor desta instituição cultural, atribuindo-lhe a Medalha de Honra da Cidade na área do associativismo.
Fundada em 1987, a AJA, entre outras valências, dedica-se à divulgação dos ideais preconizados pelo cantor José Afonso, que se descrevia, a si próprio, como cantor, poeta e andarilho.
A atribuição de medalhas tem por objetivo assinalar o trabalho desenvolvido em prol do desenvolvimento e/ou da notoriedade da cidade de Setúbal. A AJA, sendo uma estrutura de âmbito nacional, com parcerias internacionais e com núcleos organizados de norte a sul do país, dinamiza a sua ação centrada em Setúbal e vê assim reconhecida a atividade que tem desenvolvido, e o seu papel na história local.
Esta distinção será feita à AJA e a outras instituições e figuras sadinas no feriado municipal, dia 15 de setembro, numa cerimónia solene, a realizar no salão nobre da Câmara Municipal de Setúbal.
Como se fora seu filho: o concerto
Imagens do concerto “Como se fora seu filho”, realizado em Grãndola a 4 de Agosto. Participaram Janita Salomé, Rui Aziago, Manuel Ascenção e a Filarmónica Idanhense.
Exposição discográfica
Inauguração da exposição “Desta canção que apeteço”, nas Festas do Monte da Caparica, dia 20 de Julho. Com a presença da Presidente da Junta de Freguesia de Caparica, Teresa Paula Sousa Coelho e do Vereador da Câmara Municipal de Setúbal. A apresentação da exposição esteve a cargo da Helena do Carmo da Associação José Afonso.
Já à venda
A brochura comemorativa dos 25 anos da AJA encontra-se já disponível pelo preço de 5€.
Encomendem a vossa enviando um email para associacaojoseafonso@gmail.com.
Rápido, antes que esgote.
Lançamento em Setúbal
O lançamento da brochura “às vezes não tenho jeito para falar de amigos”, comemorativa dos 25 anos da Associação José Afonso, realizou-se 9 de junho, na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal. No lançamento intervieram Francisco Fanhais, José Teófilo Duarte, Alípio de Freitas e o vereador da Câmara Municipal de Setúbal, Carlos Rabaçal. A finalizar houve um momento musical por Francisco Fanhais.
José Afonso volta ao Théâtre de la Ville

31 anos depois de José Afonso ter feito uma série de concertos no Théâtre de la Ville, a sua música voltará a ouvir-se em Paris, numa homenagem organizada por este teatro em colaboração com a AJA. A direcção musical estará a cargo de Júlio Pereira.
Mural AJA em Setúbal
Contributo da AJA num projeto de participação cidadã na requalificação de espaços e equipamentos urbanos em Setúbal.
Mais informação
Exposição discográfica em Viana do Castelo
Inauguração da Exposição “Desta Canção que Apeteço”, obra discográfica de José Afonso 1953/1985, em Viana do Castelo, com o apoio da Câmara Municipal.
A sessão contou com uma visita guiada pela Helena Carmo, em nome da AJA, falou o sócio fundador da AJA, Otelo Saraiva de Carvalho e pela Câmara Municipal, a Dra. Maria José Guerreiro, vereadora da cultura, do Município de Viana do Castelo.
Ser solidário

Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar
Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar
Vemos, ouvimos e lemos
Relatórios da fome
O caminho da injustiça
A linguagem do terror
Como Sophia de Mello Breyner… a Associação José Afonso quer dizer – vos, companheiro(a)os da ES.COL.A – Espaço Colectivo Auto-Gestionado do Alto da Fontinha (Porto), que não ignoramos os caminhos da injustiça nem a linguagem do terror.
Um espaço público de conhecimento não pode estar abandonado e fechado à população. Por isso, quem quer fazer dele um lugar de amizade, saber e solidariedade tem o nosso inteiro apoio!
Seguramente, como o Zeca o faria se andasse por aqui, queremos dizer-vos que estamos aí convosco, porque continua a fazer falta “avisar, agitar…dar poder à malta”!
Forte Abraço Solidário,
Pela ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO,
Francisco Fanhais (Presidente da Direcção)
Paulo Esperança (Vice-presidente)
Ana Afonso (AJA norte)
Em Queluz
Na Biblioteca da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Queluz.
Ver localização

A AJA elegeu novos órgãos sociais
De acordo com as normas estatutárias realizou-se no dia 24 de Março, na sede nacional da Associação José Afonso, o acto eleitoral dos novos órgãos sociais para o triénio 2012-2015.
A única lista apresentada foi eleita por voto secreto, com uma abstenção, passando os órgãos sociais da AJA a ser constituídos da seguinte forma:
DIRECÇÃO
Presidente – Francisco Fanhais (Alvito)
Vice – Presidente- Paulo Esperança (Porto)
Secretário – Teodósio Alcobia (Sintra)
Tesoureiro – António Pimenta (Azeitão)
VOGAIS:
António Sequeira (Setúbal)
Carmo Marques (Aveiro)
Francisco Pena Villar (Galiza)
João Madeira (Grândola)
João Madeira Lopes (Santarém)
José Israel Bandeira (Aveiro)
José Rodrigues (Lisboa)
Vítor Sarmento (Lisboa)
Zélia Afonso (Azeitão)
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente – Manuel Freire (Caldas da Rainha)
Vice – Presidente – Célia Neves (Setúbal)
Secretária – Ana Ribeiro (Porto)
CONSELHO FISCAL
Presidente – Rui Mota (Lisboa)
1º-Secretário – Henrique Marques (Azeitão)
2º-Secretário – Miguel Gouveia (Figueira da Foz)
Convocatória
Caros(as) Associados(as),
colocamos à vossa disposição as propostas de alterações aos estatutos que vamos avaliar em Assembleia Geral Extraordinária, convocada para o efeito.
Podem também descarregar a respectiva convocatória e, desde já, a outra convocatória para a Assembleia Geral Ordinária, que devemos fazer todos os anos.
Saudações Associativas,
A Direcção
Feira de discos de música do mundo na AJA
DURANTE O MÊS DE DEZEMBRO – dias 1, 4, 8 e 11
PREÇO DE SALDO – CADA CD A 3€
Rua de Damão nº 26 Setúbal
Horário especial entre as 17 horas e as 21 horas
Inscrições abertas para o jantar de aniversário da AJA
Seremos Muitos, Seremos Alguém…
Estimados e estimadas Associadas e Associados, Amigas e Amigos,
No próximo dia 18 de Novembro assinala-se mais um aniversário da Associação José Afonso, são 24 anos a divulgar a obra de José Afonso e o seu exemplo cívico.
Para assinalar a data, a AJA realiza um jantar/convívio em Setúbal no dia do aniversário, 18/11 (6ª feira).
Ainda não está “fechado”, mas o custo por pessoa será entre os quinze e os vinte euros.
Convidamos-te a estar presente, aguardando a tua confirmação para:
associacaojoseafonso@gmail.com ou através do telefone 265 185 580
O local estará condicionado ao número de inscrições, sendo comunicado em data oportuna.
Imagens do lançamento do catálogo e assinatura de protocolo em Grândola
Algumas imagens do lançamento do catálogo da exposição “Desta canção que apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985” e a assinatura de protocolo entre a Câmara Municipal de Grândola e a Associação José Afonso.
Na mesa estiveram Graça Nunes e Anibal Cordeiro, vereadores da CMG, Francisco Fanhais, Adelino Gomes e Miguel Gouveia da AJA. A sessão terminou com um belíssimo concerto do Coro da Achada do Centro Mário Dionísio.
Catálogo da exposição discográfica já disponível.
O catálogo da exposição discográfica “Desta canção que apeteço – Obra discográfica de José Afonso 1953//1985” já se encontra à venda na AJA.
Enviem um email para a AJA com o vosso pedido.
Preço: 15€ + portes
Novo livro de partituras. Encomende já o seu!
A AJA tem o prazer de anunciar nova parceria com a editora Metriround no lançamento de mais um livro de partituras para guitarra clássica. Depois de um 1º volume inteiramente dedicado a José Afonso, o 2º volume, novamente graças ao trabalho de Fernando Couceiro, traz-nos 10 arranjos para guitarra clássica de temas intemporais da música portuguesa (Ver capa).
À semelhança do 1º volume, o livro vem acompanhado de um CD didáctico com todas as músicas interpretadas por Fernando Couceiro.
Ouça aqui o 1º tema: “Queda do Império” de Vitorino [audio:https://aja.pt/audio/queda.mp3]
PREÇO: 15€ + portes
Encomende já o seu enviando um email para a AJA.
Comunicado da Associação José Afonso
A situação que se vive hoje em Portugal e, um pouco por todo o mundo, é um retrocesso civilizacional. A nossa vida quotidiana está a ser destruída com o argumento de crise financeira. A especulação e a ganância estão a levar-nos a uma situação insustentável para os trabalhadores e para o povo em geral. A cultura é considerada um acessório, sem valor, a precariedade é o futuro para os jovens, os impostos sobre os magros salários sobem em catadupa, as privatizações dos bens públicos – como por exemplo a água – transferem o que é de todos, para a posse de alguns. Assim, obrigam-nos mais uma vez a vir para a rua gritar! Já José Afonso nos dizia:
O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!
Os órgãos sociais da AJA, reunidos a dia 10 de Outubro, decidem, por isso, apoiar e apelar aos associados e amigos para participarem nas manifestações contra a degradação das condições de vida no país, e no mundo.
A 15 de Outubro 2011 – A Democracia sai à rua!
Setúbal, 10 Outubro 2011
Francisco Fanhais
O encontro anual da AJA na Galiza
Éramos muito(a)s de muitos lados!
Das várias regiões da Galiza, das Astúrias, do norte, centro e sul de Portugal…éramos gente de aqui e de agora!
Com a organização, hospitalidade e solidariedade do Afonso e do Xico de Carinho, no dia 17 de Setembro, no Rosal, Galiza, encontraram-se amigos antigos e novos da AJA para celebrar a obra e o exemplo cívico do Zeca.
Da comida às palavras, da música às conversas as mais de 60 pessoas presentes na “Casa Paco” e depois no “obradoiro de gaitas” do Afonso Castro passaram uma jornada de alegria e de combate em mais um Encontro Anual da AJA.
Para o ano num outro qualquer lugar…lá estaremos, de novo!
A Direcção da AJA
Vitor Serra, 1950 – 2011

É com enorme tristeza que a Associação José Afonso vos comunica o falecimento de um dos seus sócios-fundadores.
Natural de Setúbal, Vitor Serra era poeta e um incansável animador cultural: foi membro-fundador de vários grupos de teatro amador, colaborou em rádios locais, produziu e participou em inúmeros espectáculos musicais e recitais de poesia, tendo também ocupado cargos de direcção no Clube Recreativo Palhavã e Círculo Cultural Setúbal, onde dinamizou o festival “Cantar José Afonso”, que se realizou de 1988 a 1996.
O seu corpo encontra-se em câmara ardente na capela de S. Paulo, no Bairro do Liceu. O funeral sai da capela, na 2ª feira, às 15h15, para Palmela.
Para onde vai o riacho
Que corre pela nossa vida ?
E que podemos fazer para encantar
Este silêncio que parte todos os dias à nossa frente
Enquanto esperamos que o vento nos abrace.
Victor Serra | 20-10-2008
Encontro anual da AJA

Todo(a)s junto(a)s… o(a)s que aqui estão e o(a)s que partiram… temos ajudado a construir esta Associação. Em 18 de Novembro faremos 24 anos!
Tanto tempo e, no entanto, tanto falta para celebrar os ventos de mudança que a inquietação do Zeca nos legou. Não temos ilusões: sabemos bem que há muito caminho para “andarilhar”, muitos erros a corrigir.
Será essa “sabedoria” da permanente insatisfação que nos fará insistir naquilo em que acreditamos. A nossa Associação está a viver processos únicos porque – de tão bonitos – nos fazem sentir felizes.
Grândola-Litoral, região de Aveiro a par do núcleo do norte são exemplos do que pode fazer a gente para quem faz sempre falta fazer alguma coisa.
Por isso, na senda do que há anos vimos organizando, queremos ter os sócios, os amigos e toda a gente de bem em mais um ENCONTRO ANUAL da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO.
Desta vez… nessa Galiza tão pertinho, nessa terra de Castelao, de Rosalia de Castro, de Alexandre Bóveda…nessa terra de uma língua própria carregada de carinho e diminutivos.
Arrisquem…rasguem as fronteiras do previsto…e venham daí…havemos de ser muitos…havemos de ser alguém!
A Direcção
GALIZA, 2011
PROGRAMA
Sábado 17 de Setembro
Almoço: CASA PACO (concelho de Oiã, aldeia de Torroña), às 14h30. (13h30 Portugal)
Encontro prévio, para os que quiserem e puderem, na Casa-Obradoiro de Gaitas de Afonso Castro.
Rua Casal, nº 20 (O Rosal)
(O Rosal é o povo, mas também o concelho, do mesmo nome)
A casa de Afonso fica ao pé do único semáforo que há no povo. Aí há onde estacionar.
A saída do Rosal pode ser às 14h (a viagem do Rosal a “Casa Paco” leva uns 20 minutos.
INSCRIÇÕES ATÉ 5 DE SETEMBRO PARA:
ajanorte@gmail.com
associacaojoseafonso@gmail.com
xicopenha@gmail.com
PLANEANDO O ENCONTRO:
O primeiro encontro será no obradoiro de Afonso Castro
(coordenadas do GPS: +41° 56′ 2.04″, -8° 50′ 12.08″ e sinalização em Google Maps: 41.933901, -8.836688)
para logo ir todos a almoçar ( em galego, xantar) à CASA PACO
(coordenadas do GPS: +42° 1′ 43.60″, -8° 50′ 9.72″ mais a sinalización en Google Maps: 42.028777,-8.836034).
» VER MAPA
De tarde pode-se dar un banho no rio e depois fazer a rota dos muíños do Picón e Folón; esta é uma rota muito interessante tanto paisaxística como cultural. Depois faz-se uma visita a Quinta de Couselo e acaba-se o dia tomando uns pinchos no local de encontro – o obradoiro.
ALOJAMENTO:
Para dormir de sábado para o domingo é necessário que, quem quiser, se inscreva. Poderá haver sítio para acampar.
CUSTO INDICATIVO DO ALMOÇO
Preço entre os 18 e os 20 € dependendo do que se beba.
Prémio Natércia Campos
A Academia de Produtores Culturais acaba de instituir o “Prémio Natércia Campos” (Natércia Campos foi fundadora e vice-presidente da AJA ). Esta distinção, que será atribuída bienalmente ao melhor produtor cultural em Portugal nas áreas do teatro e da dança, terá já início este ano. A apresentação e o regulamento do prémio pode ser consultado aqui.
O centenário dos “fuzilamentos” de Setúbal
Mensagem aos sócios e amigos da AJA
Caro(a)s Sócio(a)s e Amigo(a)s da Associação José Afonso:
Como sabem a nossa Associação não está dependente de qualquer atitude de subserviência ou dependência. Isso permito-nos ser livres e adoptarmos, em cada situação, a atitude que consideremos, estatutariamente, mais justa e correcta!
Daí que vos venhamos alertar para o seguinte:
1 – Aos sócios pedimos que não se esqueçam de pagar as cotas (15€) referentes ao ano de 2011. Aos que têm cotas em atraso… haverá sempre a possibilidade de uma solução de pagamento faseado, como é óbvio!
2 – À AJA foi reconhecido (finalmente) o estatuto de “Pessoa Colectiva de Utilidade Pública”. Isto quer dizer que os donativos feitos à Associação poderão ser deduzidos (majorados em 30%) na declaração de IRS a apresentar em 2012.
Para uma Associação José Afonso cada vez mais livre e mais actuante… contamos com o vosso apoio solidário!
A Direcção da AJA
Prémio José Afonso – Câmara da Amadora
Jantar comemorativo dos 23 anos da AJA em Grândola
Data: 27/11/2010
Local: Tasquinha do Zé de Moura no largo da República (largo das palmeiras), pelas 20horas.
Preço: 10€
Contactos para marcações:
José Ramos – 918367598
Carlos Pires – 912720394
Josefina Batista -916799249
Comunicado da AJA
Contamos convosco.
23 anos a divulgar a vida e a obra de José Afonso
A Associação José Afonso, vai realizar, no dia 18 de Novembro de 2010, (quinta-feira), pelas 20 horas, no restaurante “O Solar do Lago” (Largo José Afonso / Setúbal), um jantar convívio comemorativo do 23ª Aniversário da sua criação.
Vamos juntar à mesma mesa, sócios fundadores e amigos desta associação.
Sócios fundadores confirmados:
Francisco Fanhais
Zélia Afonso
Otelo Saraiva de Carvalho
Alípio de Freitas
Camilo Mortágua
Francisco Naia
Carlos Guerreiro
Henrique Guerreiro
Victor Serra
Jorge Carlos Luz
César Escumalha
António Borges
Henrique Marques
Samuel Marques
Esperamos a confirmação de mais sócios.
Reservas pelos telefones:
265185580 / 962439189 / Fax: 265185581
Setúbal, 9 de Novembro de 2010
O Presidente da AJA
Francisco Fanhais
“Como se fora seu filho” em Grândola
Imagens do encontro anual da AJA
Um trio muito animado da Galiza, o Manolo com o seu repertório inesgotável, o Chico da Emilinha, o Paulo Esperança, o Alípio de Freitas, o Xico de Cariño e o Francisco Fanhais, todos reunidos num dia de cantigas e grande confraternização.
Encontro anual da Associação José Afonso
Uma associação, uma carta, um convite
Francisco Fanhais
Em memória de Nélson Heitor
Vamos lá abrir essas gavetas.
O canal AJA no Youtube
Mais músicas, mais vídeos, mais programas
Sítio da AJA: operacional e melhorado
Já retirámos o vírus que se alojou nas nossas páginas. Apesar do aviso da Google, já podem entrar à vontade no sítio. Já escrevemos à Google para retirar o aviso, o que esperemos aconteça da próxima vez que revirem o sistema. No entanto, e já que estávamos com a mão na massa, incluímos algumas melhorias na navegação pelo sítio da AJA.A AJA no YouTube
A AJA começou este último fim de semana o seu canal no YouTube. Já adicionámos os primeiros vídeos e, muito em breve, adicionaremos alguns novos, incluindo vídeos dos colóquios “Dá-me música de José Afonso.” Mantenham-se atentos. A assembleia geral e os novos corpos sociais
Em Setúbal, na sede nacional, decorreu no passado sábado dia 14 de Fevereiro, mais uma Assembleia – geral da Associação José Afonso.
Apesar da convocatória ter sido remetida atempadamente a TODA(O)S o(a)s mais de mil sócia(o)s a participação ficou aquem das expectativas o que só revela, há que o assumir, as fraquezas actuais do movimento associativo.
Na execução da Ordem de Trabalhos foram discutidos e aprovados os relatórios e contas referentes a 2008 e aprovadas indicações sobre a forma de organizar o ano de 2009.
Além de ter sido ratificado o Plano de Actividades a desenvolver em parceria com a Camara Municipal de Setúbal foi decidido que se deveria elaborar um projecto integrado, mais vasto, para o ano que corre já que haveria lugar à eleição de novos orgãos sociais.
Da Assembleia sugiram várias intervenções propondo a organização de núcleos locais, a aposta em sócios colectivos, a dinamização de actividades descentralizadas, o apelo a uma maior intervenção no seio da Associação.
Aprovados os documentos em apreciação procedeu-se á eleição dos orgão sociais da AJA que, depois de apresentada, justificada e discutida, se traduziu na eleição por unanimidade dos presentes , da lista única que integrava os seguintes nomes:
DIRECÇÃO
PRESIDENTE – FRANCISCO FANHAIS
VICE PRESIDENTE- ZÉLIA AFONSO
SECRETÁRIO- PAULO ESPERANÇA
TESOUREIRO- ANTONIO PIMENTA
VOGAL- TEODÓSIO ALCOBIA
VOGAL ANTONIO SEQUEIRA
VOGAL- MIGUEL GOUVEIA
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
PRESIDENTE- ADELINO GOMES
VICE-PRESIDENTE – SAMUEL MARQUES
SECRETÁRIA- ANA RIBEIRO
CONSELHO FISCAL
PRESIDENTE- RUI MOTA
1º SECRETÁRIO – HENRIQUE MARQUES
2º SECRETÁRIO – CÉLIA NEVES
“As lutas operárias e o COPCON” Colóquio na AJA em Setúbal
Colóquio “As lutas operárias e o COPCON”
21 De Junho de 2008 – 21:30 Horas
SÁBADO – Rua de Damão, 26 / 28
Com a participação de:
Otelo Saraiva de Carvalho
João Madeira(Historiador)
Albérico Afonso (Professor da ESE de Setúbal)
A partir das 13 Horas na sede da Associação José Afonso, estará patente, uma exposição sobre “O 25 DE ABRIL” e o documentário “SETÚBAL ROUGE”.
Como a toupeira
O que está em causa é de outra natureza. E decorre do próprio labor de apagamento e normalização que os valores dominantes no espaço mediático têm imposto ao país. Assim, José Afonso (como muitas outras referências da nossa história cultural) está longe de ser um nome com uma presença regular no nosso quotidiano. Bem pelo contrário: a cultura dominante vive de uma banalização de todas as formas de consumo que, seja qual for a visibilidade que ciclicamente confere a determinadas obras, tende a favorecer atitudes de alheamento, indiferença e até desprezo em relação a tudo que envolva algum valor patrimonial. Daí a obscenidade destes dias: as televisões que programam horas infinitas de telenovelas (não exactamente com bandas sonoras de José Afonso…) e celebram a demagogia imediatista dos reality shows, são essas mesmas televisões que põem os seus pivots, com rostos muito graves e palavras muito oficiais, a exaltar as virtudes de José Afonso e da sua música… Algo soa a falso.
A situação agrava-se através da própria “politização” que, declaradamente ou não, tende a envolver a herança de José Afonso. Entendamo-nos: não há cantor mais político que José Afonso. Mas é um erro fulcral — isto é, cultural — pretender transformá-lo em peça incauta dos jogos florais da classe política, por exemplo com a esquerda a querer fazer dele uma bandeira sua, ou a direita a tentar reduzi-lo a coisa abstracta e liofilizada.
O drama de tudo isto não é, repare-se, que José Afonso possa suscitar visões controversas ou até grandes clivagens ideológicas ou culturais. O drama enraiza-se num ambiente — cultural, mediático, televisivo — que congela as nossas memórias mais genuínas para, de vez em quando, apenas por obra e graça do calendário, as tirar da cartola para promover grandes festas e pequeníssimas ideias. Não é fácil ser como a toupeira… que esburaca.
Texto retirado do blogue de Nuno Galopim e João Lopes
Tertúlias Associativas: Palhavã
Cerca de 120 pessoas compareceram nesta iniciativa de homenagem a José Afonso, organizada pela Câmara Municipal, com a colaboração de colectividades, que decorreu, desta vez, no Clube Recreativo Palhavã.
O acordeonista Dimas, presente na sessão, recordou vivências com o músico, compositor e poeta, referindo-se a Zeca Afonso como “um grande amigo da cidade”.
As “Tertúlias Associativas” prosseguem no dia 16 de Fevereiro, às 21h30, no Centro Cultural e Desportivo Brejos de Azeitão.
Além da música e poesia, este ciclo dedicado a José Afonso conta com a exibição de dois documentários sobre o 25 de Abril.
O último encontro está marcado para 15 de Março, na Sociedade Musical Capricho Setubalense.
in Rostos
Tertúlias Associativas na Palhavã
A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, em colaboração com colectividades, inclui, ainda, a exibição de dois documentários sobre o 25 de Abril e conta com a participação de elementos da Associação José Afonso.
II Tertúlia Associativa de Homenagem a José Afonso
O Município de Setúbal tem a honra de convidar V.Ex.ª para estar presente no próximo dia 15 de Dezembro de 2007 (Sábado), entre as 21h 30 e as 23h 30, na sede do Grupo Desportivo Independente, para a segunda Tertúlia Associativa de Homenagem a José Afonso, com a participação da Sara Margarida, a Banda do Andarilho, o Núcleo de Poesia do Independente, a Associação José Afonso e “outros amigos também”.Tertúlias Associativas” em Setúbal relembraram José Afonso
Francisco Naia, cantor de intervenção no período do 25 de Abril, interpretou temas da altura e de José Afonso, tal como a Banda do Andarilho.
José Afonso e o espírito de Liberdade do 25 de Abril foram recordados no sábado à noite, na sede do Rancho Folclórico de Praias do Sado, no primeiro encontro das Tertúlias Associativas.
No encontro, o primeiro de cinco promovidos no âmbito desta iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Setúbal em colaboração com colectividades e a Associação José Afonso, foram exibidos dois filmes sobre Zeca Afonso. Houve, ainda, períodos musicais e de poesia de composições de autoria do cantor da Liberdade.
Durante a tertúlia partilharam-se testemunhos sobre o período da ditadura e Vítor Serra, que declamou poesia de José Afonso, leu uma mensagem escrita por Otelo Saraiva de Carvalho, enviada ao Círculo Cultural de Setúbal, em 1988, em que recordava o esforço da população setubalense em prol da Revolução dos Cravos.
Francisco Naia, cantor de intervenção no período do 25 de Abril, interpretou temas da altura e de José Afonso, tal como a Banda do Andarilho.
A tertúlia encerrou com uma actuação conjunta de todos os artistas.
A sessão contou com as presenças do presidente da Junta de Freguesia do Sado, António Augusto, e do representante da Associação José Afonso, Henrique Mendes.
O próximo encontro realiza-se no dia 15 de Dezembro, no Grupo Desportivo Independente.
As restantes tertúlias estão agendadas para 19 de Janeiro, no Clube Recreativo Palhavã, para 16 de Fevereiro, no Centro Cultural e Desportivo de Brejos de Azeitão, e 15 de Março, na Sociedade Musical Capricho Setubalense.
Todos os encontros têm início às 21h30.
Associação José Afonso em Setúbal – Câmara Municipal aprovou texto de Protocolo
Entre o apoio conta-se a cedência, gratuita, das instalações, na Rua de Damão, em Setúbal, para sede da AJA e a colaboração na “promoção das actividades e eventos organizados” pela Associação.
A AJA, em contrapartida, compromete-se, “sem qualquer encargo para a Câmara”, a participar, anualmente, em, “pelo menos, uma actividade de natureza cultural promovida” pelo Município, “desde que enquadrada com os objectivos e missão da associação”.
A AJA fica, também, obrigada a disponibilizar as suas instalações à Autarquia, de “forma gratuita”, “tendo em vista a promoção e realização de iniciativas de carácter formativo/informativo destinadas à comunidade, sem prejuízo das actividades” da associação.
A associação tem, igualmente, de “fazer referência ao apoio” da Câmara e inserir o logotipo da Autarquia em “todos os materiais de promoção e divulgação que venha a editar”.
A AJA compromete-se, ainda, a apresentar, no início de cada ano, o Plano de Actividades e o Orçamento Anual e, até 31 de Janeiro, o Relatório de Contas referente ao ano anterior.
“O País demitiu-se”
Alípio de Freitas recorda Zeca Afonso, mas diz que Abril se desconstruiu
“Quando conheci o Zeca, tive a impressão que já o conhecia há muitos anos, e ele também teve essa impressão. Por isso, costumo dizer que eu não conheci o Zeca, eu reencontrei o Zeca”. É com estas palavras que Alípio de Freitas – professor na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde ensina Economia Política do Mundo Contemporâneo, e desde o ano passado presidente da Associação José Afonso (AJA) que considera ser a sua actividade principal – se refere ao eterno amigo Zeca Afonso.
Alípio de Freitas é natural de Trás-os-Montes, estudou e formou-se no Seminário de Bragança, onde foi ordenado padre. Logo que saiu do seminário dirigiu uma escola de artes e ofícios e foi pároco na freguesia de Rio de Onor. Mais tarde foi para o Brasil, a convite da Diocese do Maranhão. No Brasil, foi padre e professor [na Universidade do Maranhão] e é lá que faz uma descoberta que havia de o marcar profundamente “foi lá que descobri o que era a miséria. Quando cheguei ao Brasil havia pessoas que viviam muito abaixo da miséria”, recorda. Lá esteve ligado às lutas camponesas, movimentos de carácter revolucionário, que objectivavam a reforma agrária, ou seja a terra a quem a trabalhava.
“A coisa que eu mais queria era conhecer o Zeca”
“Quando se deu o 25 de Abril, estava preso no Brasil [1970-1979], em Santa Cruz, um dos piores presídios por onde passei, e eu passei por muitos”, salienta Alípio de Freitas. E é durante o presídio, em 1977, que tem conhecimento de uma cantiga que o Zeca escreveu sobre ele, “até aí eu não sabia que existia a cantiga, nem sequer que existia o Zeca. Mas ele ouviu falar de mim, porque houve um movimento aqui em Portugal para a minha libertação, bem como para a libertação de outros presos políticos portugueses tanto no Brasil, como na Argentina e noutras partes do mundo, mas os governos nunca se interessaram pelo nosso repatriamento”, observa. Acrescentando: “Saí da prisão em 1979 e em 1980 vim a Portugal e a coisa que eu mais queria era conhecer o Zeca. Nessa altura, não conhecia cá ninguém, tinha alguns amigos que tinham sido exilados no Brasil, que estavam no Partido Socialista, como o Tito de Morais e outros, e então alguém me disse que podia encontrar essa gente de esquerda numa livraria chamada Opinião, no Bairro Alto. Eu fui lá, estava a ver uns livros e chegou o Vitorino, ele olhou para mim e reconheceu-me, fomos até ao café, no terceiro andar, estavam lá outras pessoas, apresentou-me, e entretanto disse-me: ‘O Zeca não está cá, está na Alemanha, mas vem depois de amanhã, porque vai haver um concerto de apoio às vítimas da América Latina no Pavilhão dos Desportos [actual Pavilhão Carlos Lopes]’. Nesse dia lá fui, apresentaram-me o Zeca e houve uma empatia muito forte. Por isso é que digo que eu não conheci o Zeca, eu reencontrei o Zeca”.
A empatia foi tal que, desde logo, começaram a conversar sobre coisas das suas vidas. “Falámos sobre muitas coisas, nomeadamente sobre a América Latina. E ele convidou-me para no dia seguinte ir a casa dele. Lá fui, mais o Vitorino, o Manolo Velho e o Júlio Pereira. Entretanto, saímos e fomos passear e o Zeca contou-me coisas da vida dele, contei-lhe coisas da minha vida, como se nos conhecêssemos de sempre”.
Entretanto, Alípio volta para o Brasil, e do Brasil vai para Moçambique. E foi lá que voltou a encontrar o Zeca, no seu último concerto fora de Portugal, em 1981. “Entretanto venho definitivamente para Portugal, em 1984, e começo a ir a casa dele, em Azeitão, já o Zeca estava muito doente. Nessa altura tomei uma atitude: manter o Zeca informado. O Zeca sempre gostou muito de estar informado, de saber o que se passava no mundo e à sua volta, e eu decidi fazer-lhe uma revista de imprensa diária. Todos os dias, ou quase todos os dias, ia a casa dele ler-lhe as notícias, contar-lhe as «fofocas» políticas, as anedotas”.
AJA
Quando Zeca Afonso morre, em 1987, os amigos decidem logo formar a Associação José Afonso. Durante os primeiros anos, com o apoio da Câmara Municipal do Seixal, a associação organizou o festival «Cantigas de Maio», entretanto as câmaras entraram em recessão económica e esse apoio deixou de existir, ditando o fim do festival. Pelo que, nos últimos doze anos, a associação andou um pouco à deriva, foram-se elegendo direcções, mas sem se realizarem actividades. Até que o ano passado, “estava eu em casa, no Alvito, Alentejo, e o Carlos Guerreiro me telefonou e me informou que tinham decidido nomear-me presidente da associação. E eu fui apanhado de surpresa porque até pensei que a associação já não existia”, afirma Alípio com um sorriso nos lábios.
Ao aceitar o cargo decidiu dedicar-se inteiramente à presidência da associação. “A minha principal preocupação foi pôr a associação a funcionar. E desde o ano passado que isso acontece”, garante.
Este ano, a propósito dos 20 anos da morte de José Afonso foi preparado um vasto programa com actividades que têm tido lugar no Norte, nomeadamente em Guimarães e no Porto, mas não só.
Esta mobilização do núcleo do Norte da AJA agrada bastante a Alípio tanto que pretende que a nível nacional surjam outros núcleos para que a acção da AJA seja mais abrangente.
Silêncio monumental
“Aqui as pessoas têm uma atitude exemplar nesse aspecto, já o ano passado organizaram coisas. Até porque, o Zeca não é uma coisa comemorativa, o Zeca é um cidadão. E não devemos esquecer que depois que o Zeca morreu fez-se um silêncio monumental, porque se o Zeca foi incómodo para os fascistas, foi muito mais incómodo para aqueles que assumiram o poder depois do 25 de Abril. Basta ver as canções, antes do 25 de Abril até os homens do regime as entendiam, agora, depois do 25 de Abril as canções do Zeca são muito mais contundentes”, afirma categoricamente. Quando lhe perguntamos porquê. A resposta sai-lhe de imediato: “Porque se foram fechando todas as portas que Abril abriu. Todo aquele mundo que era para ser construído a partir do 25 de Abril, que ele cantava e pelo qual ele lutou passou a não existir. E de repente «os vampiros», «os meninos nazis» estão aí hoje. Quer dizer, construiu-se Abril e depois desconstruiu-se. Até a questão do ministro da economia dizer na China: ‘venham para Portugal que em Portugal os salários são baixos’, é a mesma coisa que dizer que a Tailândia é um país do primeiro mundo. Os alemães, os franceses, ou os espanhóis nunca dirão isso”.
Além de manter vivo o espírito do Zeca, Alípio de Freitas confessa que pretende alcançar outros objectivos com a AJA e “torná-la um elemento unificador e um detonador da consciência das pessoas. É preciso que as pessoas tomem consciência da sua realidade, até para que sejam mais solidárias, mais activas, mais reivindicativas. Têm de tomar consciência dos seus direitos e dos seus deveres”. Concluindo que o País não está adormecido, “o País demitiu-se”.
Isabel Damião | Primeiro de Janeiro | 25 de Fevereiro de 2007
Inauguração da nova sede da AJA em Setúbal
A Associação José Afonso fará a inauguração da sua sede em Setúbal, no próximo sábado, dia 18 de Novembro a partir das 16 horas. Apareçam e tragam um amigo também.
Associação José Afonso
Rua Damão 26 – 28
2900-340 Setúbal
Para mais informações: 265. 185 580


























































