O concerto na Casa da Música
Mais fotos na página do Facebook da AJA
Mais fotos na página do Facebook da AJA
Em dia de luta, e com pena de não nos ter sido possível juntar aos milhares que atravessaram as pontes 25 de Abril e Infante, no Biscoito também conspiramos contra as políticas que estagnam o país e estrangulam a nossa cidadania.
” AS MULHERES CANTADAS POR JOSÉ AFONSO ” encheram a sala do Biscoito num ambiente de cumplicidades e amizade , enriquecido pela voz da Sara Vidal acompanhada por Emiliana e Lara.
Mais um final de tarde que nos fortalece para continuar a provocar e inquietar.
Agradecemos a amizade do Mário Correia que se tem mostrado sempre disponivel e à prontidão com que a Sara Vidal aceitou o nosso convite.
Agradecemos aos nossos anfitriões – Telma e Rui -, por tão bem nos receberem.
Agradecemos também o apoio de Pedro Silva, João Nuno, Paulo Nunes, Odete Costa e João Catarino e a todos os que estiveram presentes.
Um bem AJA .
O Núcleo AJA Região de Aveiro
Mais fotos na página Facebook da AJA Santarém
Amigos e Amigas
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, pela primeira vez e não será a última (pois é algo que ambicionamos desde a nossa formação), promove em co-organização com a Associação de Melhoramentos de Horta a iniciativa
José Afonso: Uma Vontade de Música. Concerto-Colóquio, no Centro Social e Cultural de Horta (Freguesia de Eixo-Eirol).
Tal como o Zeca, que nunca negava um desafio para participar em iniciativas em pequenas localidades e com pequenas associações, o Núcleo da AJA Região Aveiro sente-se “na obrigação” de seguir este exemplo. Após dois anos e meio de trabalho, saímos da cidade que viu Zeca nascer e deslocamo-nos a uma freguesia rural. Para nós, também é um desafio sair da nossa “área de conforto” e chegar a novas gentes com o objectivo de transmitir o espirito inconformista do Zeca Afonso.
Desafiamos aqueles/as que já nos habituaram à sua presença e àqueles/as que ainda não tiveram oportunidade de se juntar a nós… para nos acompanharem até ao Salão Cultural e Social de Horta!
Os companheiros e companheiras do Projecto Uma Vontade de Música bem o merecem!
Para nós é um prazer tê-los novamente connosco, especialmente neste desafio, e contribuirmos para a divulgação do seu projecto.
No dia 26 de Outubro, pelas 21 horas e 45 minutos, gratifiquem-nos com a vossa presença.
Um bem AJA!
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
Amigos e Amigas,
Temos o prazer de vos convidar para a apresentação pública do livro As mulheres cantadas por José Afonso com a presença do autor Mário Correia e momento musical com Sara Vidal.
O ponto de encontro é no dia 19 de Outubro de 2013, às 16 horas e 30 minutos no espaço O Biscoito.
Contamos com a vossa presença!
Um abraço
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
Casa cheia, na apresentação do CD/DVD “Viva o Poder Popular”, editado pela Associação José Afonso, no passado dia 20, na Casa da Cultura, em Setúbal.
À visualização do DVD, seguiram-se as intervenções de João Pires (realizador), Albérico Afonso (historiador), Coronel Andrade e Silva (elemento do MFA) e Helena Afonso (testemunha dos acontecimentos de 7 de Março, em Setúbal). O debate foi o “espaço” seguinte, onde o público presente foi bastante interventivo. A sessão finalizou com uma intervenção musical a cargo de Vítor Sarmento.
A Associação José Afonso (AJA) edita em CD, “Viva o Poder Popular”, originalmente editado em 1975 pela já extinta LUAR. Com letra popular e música de José Afonso, “Viva o Poder Popular” inclui dois temas, o que dá o título ao CD e “Foi na cidade do Sado”.
A canção “Foi na cidade do Sado” refere os acontecimentos ocorridos a 7 de março de 1975 em Setúbal, nessa data qualificada como a “cidade vermelha”. A letra é assumidamente coletiva e foi feita pelo Zeca em conjunto com alguns dos protagonistas dos confrontos. Segundo o historiador Albérico Afonso, traduz-se num «documento que guarda não só um testemunho de indignação contra a intervenção desproporcionada da polícia, que matou um jovem e feriu quase duas dezenas de pessoas, constituindo-se, ao mesmo tempo, como um relato histórico e cronológico do ocorrido: a marcação de um comício do PPD para a cidade de Setúbal (…) o pressentimento de um conflito, “havia uma bronca armada com as bestas do capital”; o boicote ao comício, “eram para aí quatrocentos, gritando em plenos pulmões, abaixo o capitalismo, não queremos mais tubarões”; a resposta do PPD “lá dentro sessenta manos do PPD exibiam matracas e armas de fogo”; a intervenção policial que, naquela altura, se dizia ter sido previamente acordada com o PPD “ a um sinal combinado, já quente a polícia vem.”».
Já a canção “Viva o Poder Popular” é, claramente, um manifesto cantado em defesa de ideais de soberania popular: “Dêm as pipas ao povo só ele as sabe guardar”; de união e de revolução, “Não tenhas medo da morte que daqui ninguém arreda”; e, também, de crítica aos “barões de vida boa”, aos “caciques” e aos “bufos”, à palavra socialismo que “de colarinho à sueca” anda “sempre muito aperaltada”.
PROGRAMA
(Aberto a sócios, apoiantes e amigos da Associação José Afonso)
DIA 12 (Sábado)
10h30 | Recepção aos participantes – Café EL GALEGO, junto à antiga EPC, Jardim da República e Mercado Municipal.
12h | Visita guiada ao Convento de S. Francisco
13h | Almoço
16h30 | [H]AJA FESTA NO CORETO
Intervenção musical ao ar livre no Coreto do Jardim da República.
19h30 | Jantar
21h30 | “ZECA E AMIGOS” – Café-concerto no Fórum Actor Mário Viegas
DIA 13 (Domingo)
11h | Visita guiada à aldeia de avieiros Caneiras
Informações complementares
O preço das refeições será no máximo 10,00 € cada
As dormidas serão entre 15,00 € (single ou em camarata) e no máximo de 40,00 € (duplo), existindo preços intermédios (17,50 € em quarto família para 4 pessoas) e 35,00 € (single), dependendo do local (Hostel Santarém ou Lar de Santo António) de WC privativo e do pequeno almoço incluído.
No Hostel Santarém os preços baixarão se a ocupação for em quantidade (o total é de 26 camas…).
Quem vier de comboio e necessitar de transporta para a cidade poderão informar da hora de chegada que providenciaremos por ir buscar.
Seria muito importante a inscrição até ao dia 16 de Setembro para se assegurar a marcação das dormidas…e se serão 1 ou 2 noites (só sábado para Domingo ou também de 6ª feira para sábado)
Mais informações: ajasantarem@gmail.com
Mural de homenagem a Zeca Afonso e celebração dos 50 anos de «Os Vampiros» pela Comunidade de Ribeira Seca, Ilha da Madeira.

Espinhal é uma freguesia do concelho de Penela.
Mais informações aqui
Mais um ano em que marcamos presença no Festival Intercéltico de Sendim.
Na outra Terra da Fraternidade tivemos o prazer de partilhar bons momentos com os companheiros da AJA do núcleo do Norte e Santarém, além de todos os amigos que (re)encontramos.
É sempre muito bom!
Agradecemos ao Núcleo da Região Norte e à Cathia Chumbo, que prontamente se disponibilizaram no apoio à banca.
Um muito obrigado ao Mário Correia pelo convite que nos fez e pela amizade e cumplicidade.
Um bem AJA a todos/as sendineses/as que tão bem nos recebem.
O Núcleo da Associação José Afonso da Região de Aveiro
O dia de aniversário de José Afonso foi o pretexto para um debate, na Casa da Achada, em torno do tema: “CANÇÃO DE INTERVENÇÃO: A OBRA DE JOSÉ AFONSO EM PERSPECTIVA”. Nuno Pacheco, jornalista, director-adjunto do Público e melómano assumido, moderou a conversa com Amélia Muge e Francisco Fanhais.
A abrir a sessão, um belo introito musical: Joana Gouveia Quarteto – que para além da cantora inclui Javier Alcântara (guitarra), Alexandre Simões (flauta) e André Mota (percussão) – interpretaram “Maio maduro Maio”, “O comboio descendente” e “Índios da meia Praia”.
A casa estava cheia, com pessoas de pé: saliente-se a enorme vontade de as pessoas aprofundarem os conhecimentos sobre a obra de José Afonso e partilharem as suas vivências com o Homem generoso, empenhado e companheiro de tantas lutas por um mundo mais fraterno.
A conversa e as cantorias prosseguiram à mesa, no Restaurante “O Eurico”, bem no coração da Mouraria, à beira da Igreja de S. Cristóvão.
Foi uma excelente tertúlia.
A AJA-Lisboa agradece aos amigos da Casa da Achada, nossos anfitriões, aos participantes no painel e na parte musical e ao público em geral.
O 26º aniversário da Associação José Afonso é o pretexto para celebrar a vida e obra desta figura-chave da música popular portuguesa. Neste concerto, juntam-se alguns dos seus companheiros de estrada e uma nova geração, que cresceu com o “poeta, andarilho e cantor”.
“De nada me arrependo
Só a vida Me ensinou a cantar
Esta cantiga”
“Alegria da Criação” (José Afonso in Galinhas do Mato, 1985)
10 EUR | Comprar bilhetes
António Capelo |Coro “Vox Populi” | Francisco Fanhais | Grupo Vocal “Canto Décimo” |Grupo “Vozes Ao Alto” |João Afonso + Rogério Pires | João Lóio + Regina Castro |Manuel Freire | Orquestra Ligeira de S. Pedro da Cova | Rui Pato | Grupo AL- DUFFeiras | Uxia (Galiza) + Sérgio Tannus | Guilhermino Monteiro (Direcção Musical)
Em Aveiro, com a presença dos companheiros e amigos Francisco Fanhais, Paulo Esperança e Tino Flores, conversou-se sobre Canto de Intervenção em Portugal e no mundo… ontem e hoje!
A ideia que ficou presente… o que nos une são as cumplicidades que surgem por um ideal, ou seja, lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.
Agradecemos aos nossos companheiros pela sua presença e disponibilidade e a àqueles/as que decidiram enriquecer este colóquio/debate com a sua participação.
Para finalizar queremos agradecer o convite que nos foi feito pela livraria Bertrand do Fórum de Aveiro.
AJA Núcleo da região de Aveiro
NÃO HÁ MORTE NEM PRINCÍPIO | Evocar a morte de alguém que deu relevo à sua existência é a coisa mais normal do mundo. Só se conhece o que de relevante alguém produziu quando a vida vai longa. Na hora da morte o reconhecimento é feito. Assinala-se com simpatia a passagem pela vida de quem nos refrescou a existência. Proponho desta vez que se assinale o nascimento de José Afonso com a alegria da descoberta das coisas novas. José Afonso viveu sempre em busca do começo. Do que é novo. Mário Dionísio dizia: Não há morte, nem princípio. Pois: há vida. É a vida que se comemora neste aniversário do nascimento de José Afonso.
Convidei alguns amigos para este projecto. O resultado destes encontros estará à vista no próximo dia 2 de Agosto. Até lá irei revelando aqui os enleios da coisa. Até sempre, que é como quem diz: até já.
Discurso de abertura do Concerto na Aula Magna de Tributo a José Afonso, pelo Professor Doutor António Sampaio da Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa.
Lisboa, 20 Junho 2013
Não tencionava falar-vos. Apenas receber-vos nesta Aula Magna, junto com o Zeca.
Mas o Francisco Fanhais disse-me que tinha de vos dirigir duas palavras. Estas palavras foram-me oferecidas durante o dia.
De manhã, quando vinha para a Reitoria, o meu pai chamou-me a atenção para o facto de que, neste mesmo ano de 1963, tinha sido publicada a Pacem in Terris. E que nela se escrevia:
Quando alguém toma consciência dos seus direitos, assume também uma responsabilidade: o dever, a obrigação, de lutar por esses direitos. Por si e pelos outros.
E aqui estava o Zeca. Claro e límpido nesta frase. Autêntico, generoso, a lutar por direitos inalienáveis (irrevogáveis.., acho que irrevogáveis não se pode dizer!), a lutar pela liberdade, uma liberdade que não existe sem direitos.
E depois, durante a tarde, alguém deixou na Reitoria, em meu nome, um ramo de cravos vermelhos, apenas com uma palavra: Obrigado. Estes cravos vermelhos que berram em violenta beleza (Clarice Lispector).
Sei que eram para o Zeca. Para o seu sonho, para a forma como lutou e como nos fez lutar pela liberdade.
E lembrei-me que, nesse mesmo ano de 1963, quando o Zeca denunciava os vampiros, também Martin Luther King o fazia, do mesmo modo, ainda que do outro lado do Atlântico, deixando-nos a todos o seu sonho.
É assim com o Zeca. Há sempre outro amigo também. Pode ser uma pessoa, pode ser uma ideia, pode ser um combate, sempre pela liberdade, sempre pela justiça social.
Calados e quietos é que não!
Conformados é que não!
Já nos livramos do medo e hoje
Somos nós os teus cantores
Da matinal canção
E agora que
Venha a maré cheia, Duma ideia, Pra nos empurrar
Que venha um pensamento, P’ra nos despertar
O Zeca está em nós, está connosco, com os seus sonhos, as suas denúncias, a sua imensa autenticidade, a sua imensa generosidade.
Que venham mais cinco!
Zeca, somos nós os teus cantores.
Na sequência da sessão de Junho “O Triângulo Mágico do Zeca – África, Portugal, Galiza” e em conjugação com a vontade já existente de dedicar uma “festa” à Galiza em particular; surgiu esta ideia “A Galiza e o Zeca”.
Este é o tema proposto para a “festa” de Julho, a realizar no dia 26/07/2013, já na próxima sexta -feira.
A nossa vontade é dar a conhecer o porquê da dedicação da Galiza ao Zeca, contar esta “história de amor” do ponto de vista galego. Ao mesmo tempo pretendemos dar a conhecer ao público de Braga um pouco mais da cultura, do idioma e da realidade galegas, através da apresentação de música e poesia. Acresce a isto o facto de a data ser tão próxima do 25 de Xullo Dia da Patria Galega; esta “festa” será também a nossa forma de celebrar e homenagear o dia e a Galiza.
Para falar em primeira mão sobre este tema, e também para animar a velada com música e poesia teremos a presença de amigos queridos vindos da Galiza: Rosa Gantes, Xico de Carinho e Xan López, eles trarão a palavra, a música e a poesia para esta noite!
Bar SVBVRA
Rua Dom Frei Caetano Brandão, 101
4700 Braga
Mais fotografias na página de Facebook da AJA
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, em parceria com a Livraria Bertrand do Fórum de Aveiro, convida para o Colóquio/debate INTERVIR JÁ III: CANTO DE INTERVENÇÃO NO MUNDO E PORTUGAL, no próximo sábado, dia 27 de Julho de 2013, pelas 18 horas e 30 minutos na Feira do Livro Bertrand no Fórum de Aveiro.
Temos o prazer de ter connosco:
• Paulo Esperança (vice-presidente da Associação José Afonso… entre muitas outras coisas)
• Francisco Fanhais (Presidente da Associação José Afonso… entre muitas outras coisas)
• Tino Flores (Dirigente Associativo em Guimarães… entre muitas outras coisas)
As muitas outras coisas sobre cada um dos intervenientes serão enunciadas no inicio do colóquio/debate… para os/as mais distraídos/as.
Contamos com a tua presença e participação de forma a enriquecer este debate.
Aparece e traz um/a amigo/a também!
50 anos de “Os Vampiros” de José Afonso em concerto
Hoje na Aula Magna, em Lisboa, músicos como Rui Pato, João Afonso, Manuel Freire ou Francisco Fanhais celebram Os Vampiros.
O cinquentenário da primeira edição de Os Vampiros, de José Afonso, é hoje assinalado em Lisboa com um espectáculo na Aula Magna, pelas 21h. Organizado pela Associação José Afonso (AJA) e pela Reitoria da Universidade, com o apoio do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), o concerto evocativo contará com a participação de músicos e cantores como Rui Pato, João Afonso, Luís Pastor, Manuel Freire, Francisco Fanhais, o Ensemble VOCT, Lourdes Guerra, Pedro Fragoso, Rogério Pires, Sérgio Caldeira, Pedro Syroh e o poeta José Fanha.
José Afonso (1929-1987) gravou Os Vampiros em Coimbra, no Mosteiro de S. Jorge de Milreu, acompanhado à viola por Rui Pato (que participa no concerto de hoje). A canção foi editada em 1963 num EP com etiqueta Discos Rapsódia, juntamente com outras três canções (Menino do bairro negro, Canção vai… e vem e As pombas) sob o título genérico Dr. José Afonso em Baladas de Coimbra.
Quatro anos depois do lançamento do disco, José Afonso escreveu no livro Cantares (ed. Nova Realidade, 1967) estas palavras para justificar a canção Os Vampiros: “Numa viagem que fiz a Coimbra apercebi-me da inutilidade de se cantar o cor-de-rosa e o bonitinho (…). Se lhe déssemos uma certa dignidade e lhe atribuíssemos, pela urgência dos temas tratados, um mínimo de valor educativo, conseguiríamos talvez fabricar um novo tipo de canção cuja actualidade poderia repercutir-se no espírito narcotizado do público, molestando-lhe a consciência adormecida em vez de o distrair. Foi essa a intenção que orientou a génese de Vampiros”.
O que o inspirou? “A fauna hiper-nutrida de alguns parasitas do sangue alheio serviu de bode expiatório. Descarreguei a bílis e fiz uma canção para servir de pasto às aranhas e às moscas. Casualmente acabou-se-me o dinheiro e fiquei em Pombal com um amigo chamado Pité. A noite apanhou-nos desprevenidos e enregelados num pinhal que me lembrou o do rei e outros ambientes brr herdados do Velho Testamento.”
O Musas, uma velha Associação de bairro na Rua do Bonjardim, no Porto, prestes a fazer 70 anos em 2014, está em perigo, com tudo o que isso implica como ameaça para as suas atividades, em particular a prática desportiva do xadrez, a sua biblioteca aberta ao público, o seu interesse pela poesia, banda desenhada, fotografia, software livre, e a sua horta comunitária – a Quinta Musas da Fontinha.
Mais do que nunca, o Musas precisa da união de todos e de reunir apoios. De momento, o Musas precisa de reunir até Outubro 1000 euros para pagamento dos serviços jurídicos a que teve de recorrer.
O núcleo do norte da Associação José Afonso não podia deixar de solidarizar com o Musas. Oferecemos o nosso espectáculo o Canto de Intervenção. A Casa Viva, no Marquês, acolhe a iniciativa.
Contamos agora com a vossa presença e com vosso donativo solidário (não serão cobrados bilhetes; cada um dá o que pode).
Divulguem e apareçam!
Uma noite quente e cheia de calor humano à volta do espírito inconformista do Zeca Afonso.
O Biscoito acolheu-nos com todo o carinho no seu espaço tão agradável.
A sala encheu, com uma audiência bastante participativa. Na sua 14ª actuação, o projecto Uma Vontade de Música sentiu pela primeira o prazer de não cantarem sozinhos… o eco da audiência fez-se ouvir.
Um muito obrigado aos companheiros de Uma Vontade de Música.
Agradecemos à Telma e ao Rui, do Biscoito, pela disponibilidade do espaço e ao Pedro Silva pelo execução do cartaz.
Obrigado a todos os que estiveram presentes
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
Amigos e amigas…
Temos o prazer de vos convidar a estarem presentes, no próximo sábado dia 29 de Junho de 2013, às 22 horas no espaço Biscoito para assistirem a José Afonso: Uma vontade de Música.
Entrada: 2 AJAs.
Contamos com vocês!
Um bem (h)AJA!
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
JOSÉ AFONSO: UMA VONTADE DE MÚSICA
Concerto-Colóquio
«José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!»
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa, no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX.
“Uma Vontade de Música” é uma tentativa despretensiosa de demonstrar esta verdade e de a partilhar de uma forma interactiva. Porque cantar a música de José Afonso é a melhor forma de a compreender.
Ana Isabel Santos: voz.
Carla Pontes: voz e percussão.
Celeste Ramos: voz e percussão.
Guilhermino Monteiro: voz, flauta e percussão.
João Mesquita: voz
Octávio Fonseca: guitarra e voz.
Pedro Ramajal: guitarra e voz.
Tendo em vista a possível formação de um (ou vários) núcleos da AJA na Galiza – tarefa que carecerá de contínuo acompanhamento e que não será imediata – uma delegação constituída por dois membros da direcção da Associação (Francisco Penha- Xico de Carinho- e Paulo Esperança) e dois membros do núcleo do norte (Judite Almeida e Joana Afonso) desenvolveu vários contactos e realizou várias iniciativas em Santiago de Compostela, Gondomar, Vigo e Bueu entre 3 e 8 de Junho (Ver cartaz).
A 1ª iniciativa decorreu na Faculdade de Filosofia da Universidade de Compostela com o apoio do “Vicerrectoría de Estudantes, Cultura e Formación Contínua” da Universidade de Santiago. No dia 5, perante uma sala com cerca de 40 assistentes, a a galega Uxia apresentou os intervenientes…e cantou.
No dia 6, em Gondomar no “Instituto de Estudos Miñoranos” o presidente do Instituto, Carlos Meixome fez a apresentação da sessão, em que participarem 32 pessoas, relembrando abundantemente a passagem do Zeca pela Galiza. Esta sessão foi animada pela música de Xan López.
No dia 7, no Espaço “Negra Sombra” do “Café Uf”, em Vigo, o Paco e o Luís foram os anfitriões da sessão que foi bastante participada e combativa. No final os cantores e músicos galegos Nardo Carpente, Belén Piñeiro, Servando Barreiro e Xico de Carinho animaram a sessão com várias músicas do Zeca.
A 8 de Junho, em Bueu (Morrazo), com o apoio da “Concellería de Cultura do Concello de Bueu”, na sala de exposições “Amália Domínguez Búa” realizou-se a última sessão que contou com cerca de 30 pessoas. Passaram testemunhos de gente que conheceu o Zeca e que considera que continua a fazer falta ouvir as suas canções. Como sempre, na parte final, a música e as palavras do Zeca tomaram conta do auditório com Lucía Novás e Celso Parada na poesia e José Pumar, Xan López e Xico de Carinho na música.
NA IMPRENSA: Sermos Galiza | Diário da Liberdade | Portal Galego da Língua
Esta iniciativa foi uma actividade conjunta da Associação Abril e da Aja Lisboa, sediada provisoriamente na nossa sede e com a qual tivemos muito gosto em trabalhar.
Devo, contudo, salientar que para nós, enquanto Associação Abril, é sempre uma grande honra organizar ou coorganizar algo que tenha a ver com José Afonso. Para lá da nossa paixão pela sua música, temos a enorme admiração pelo seu exemplo cívico, pelo inconformismo, pela sua defesa da dignidade, pela sua independência de espírito. Grande respeito pelo ser humano, pelo defensor de causas a que aliou à grandeza da sua música um lirismo tocante, pleno de ternura e emoção. Com a sua postura cidadã e com a sua arte, na linha dos trovadores, denunciadores da injustiça social, da pobreza, das desigualdades de género, mas também arautos da liberdade, dos sonhos e da utopia, coloca-se a velha questão do poder da arte e da sua (in)capacidade de melhorar o mundo. Continuar a ler
BILHETES / LOCAIS DE VENDA
LISBOA:
Aula Magna
Dia 20 Julho a partir das 10 Horas
SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa)
Rua Fialho de Almeida, 3
Telefone: 213 819 100
Ler Devagar
Rua Rodrigues Faria, 103
Lx Factory – Alcântara
Telefone: 213 259 992
Livraria LETRA LIVRE
Calçada do Combro, 139
Telefone: 213 461 075
BARREIRO:
Bar d´Os Penicheiros
Rua Almirante Reis, 66
SEIXAL:
Restaurante “O BISPO”
Praça da Republica, nº 2
Telefone: 210 963 942 / 914 887 468
SANTARÉM:
Fórum Mário Viegas
Rua Dr. Joaquim Martins, nº 16
Telefone: 243 327 164 / 243 326 341
PORTO:
Sede da AJA Norte
Rua do Bonjardim, 635, 1º Tras.
Sexta-feira das 21:30 às 23 horas
Telefone: 917 711 964
VENDA E RESERVA DE BILHETES
SETÚBAL:
Sede da AJA (Associação José Afonso)
Casa da Cultura / Rua Detrás da Guarda, 28
Telefone: 265 236 168
associacaojoseafonso@gmail.com
Balcão 10 €
O Homem da Gaita esteve em Aveiro.
No espaço da Feira do Livro e da Música, junto ao canal principal da Ria de Aveiro, O Homem da Gaita esteve presente, na companhia da braguesa e voz do amigo Luís Fernandes da Associação Cultura d’Orfeu, de Rui Pedro Lourenço e Mafalda Brito da editora Barca do Inferno.
Ao fim da manhã, juntaram-se graúdos e pequenada para ouvir, desfolhar e apreciar o livro que a partir do texto de José Afonso se torna mais rico pela ilustração do Rui Pedro Lourenço.
Luís Fernandes deu o mote para a apresentação do livro com a sua versão d’O Homem da Gaita, seguido de uma intervenção da Mafalda Brito e do Rui Pedro Lourenço. Luís Fernandes encerrou o momento com mais duas músicas do José Afonso e outra de José Mário Branco.
A sessão de autógrafos aconteceu no espaço da Livraria Gigões&Anantes, onde simultaneamente houve pinturas faciais para a pequenada.
Um muito obrigado ao Luís Fernandes pelo seu apoio e disponibilidade e ao Alexandre Mano e Ricardo Beja.
Agradecemos à Gigões&Anantes, na pessoa de Francisco Vaz da Silva, o apoio e colaboração que nos ofereceu na realização da iniciativa e em nos disponibilizarem um espaço durante o período da Feira do Livro e da Música, de 30 de Maio a 10 de Junho de 2013.
Bem hAJA
O Núcleo da AJA Região Aveiro
“Na Taberna Svbvra, este ano, vamos contar histórias do Zeca, mais que histórias do Zeca, histórias com o Zeca. As histórias da gente que o conheceu, que trabalhou com ele, até as histórias de quem “tropeçou” nele…
Usando o Zeca como fio condutor vamos criar uma noite diferente, de convívio despretensioso, uma noite onde se vão celebrar não só a vida e obra do “poeta, andarilho e cantor”, mas também o momento histórico, as aventuras, o trabalho e a música daqueles que se cruzaram com ele. Sempre que possível teremos convidados que nos possam transmitir em “primeira mão” essas experiências.
De uma forma simples, numa noite aberta a todos, vamos tocar música, cantar canções, dizer poemas, contar histórias. Não só do Zeca, mas também de todos os “outros” que com ele fizeram percursos: Adriano, Zé Mário Branco, Fanhais, Fausto, Vitorino, Júlio Pereira, e tanta gente mais…
Estas noites são também dedicadas à AJA (Associação José Afonso), que através do seu Núcleo Norte, nos dará o apoio necessário para levar a bom termo este projecto; por isso mesmo, e não só, parte da “colecta” da noite será destinada a apoiá-la solidariamente.”
Na 1ª semana de Xuño, a Ass. José Afonso – AJA – iniciará unha serie de presentacións en diversas cidades e localidades galegas.
A finalidade da AJA é a posta en valor e difusión da importante obra musical e cultural do autor de Grândola e dar testemuña do seu exemplo solidario e de compromiso social. Zeca Afonso dicía que non se sentía xustificado como cantor se non estivese xustificado, sempre, como cidadán do mundo. Tamén é ben conhecida a súa relación con Galiza, onde se sentía como na súa casa, e o seu interese polo noso idioma e cultura, que teimou en defender publicamente, e, asemade, declarando a necesidade dum intercambio cultural entre a Galiza e Portugal.
Por todo iso, a AJA decidiu na Assembleia Geral de 2011 nomear un directivo galego e estabelecer unha ponte cultural estábel que favoreza a presenza da obra de José Afonso e o devandito intercambio cultural.
A presentación da AJA consistirá nunha proxección dum curto documental sobre Jose Afonso e unha mesa redonda, seguida de colóquio, na que participarán, nalgumas sessões:
PAULO ESPERANÇA, vice-presidente da AJA
JUDITE ALMEIDA e JOANA AFONSO, do núcleo do norte da AJA
XICO DE CARINHO, músico e directivo galego da AJA
E, para finalizar, abrirase unha roda de intervencións poético-musicais sobre temas de José Afonso, de libre participación.
SANTIAGO DE COMPOSTELA
Mércores, día 5 às 19 h. Salón de Actos da Facultade de Filosofía. (Praza Mazarelos,s/n).
Organiza S.C. Na Virada/AJA. Colabora Vicerrectorado de Estudantes, Cultura e Formación contínua e Facultade de Filosofía de Santiago.
GONDOMAR
Xoves, día 6 às 20h 30 m. Aula de Cultura Ponte de Rosas – Sede do Instituto de Estudos Minhoranos- (Avda. da Feira,10 Baixo).
Organiza: Instituto de Estudos Miñoranos/AJA
VIGO
Venres, día 7 ás 21 h.. Espazo Cultural Negra Sombra-café Uf- R.Placer, 19)
Organiza S.C. Na Virada/AJA
BUEU
Sábado, día 8 ás 20h. Sala de exposicións Amelia Domínguez Búa, (R.Eduardo Vicenti, 2)
Organiza: S.C. Na Virada/AJA. Colabora: Concellería Cultura do Concello de Bueu.
“Numa terra cinzenta e sem alegria, onde cada um vive mergulhado nas suas preocupações, um homem tem o condão de pôr toda a gente a dançar.”
O Homem da gaita
O livro “O homem da gaita” editado pela Barca do Inferno, junta a letra da canção de Zeca Afonso às ilustrações de Rui Pedro Lourenço, trazendo de novo à memória, de miúdos e graúdos, esta história tradicional portuguesa que fala de um tempo em que homens e bichos convivem paredes meias e os mistérios se revelam nas coisas mais simples.
No próximo dia 01 de Junho de 2013 , às 11 horas, na Feira do Livro em Aveiro (Rossio), no espaço da Livraria Gigões & Anantes, o Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro tem o prazer de apresentar o livro O homem da gaita com a presença de Rui Pedro Lourenço e Mafalda Brito.
Desafiamos miúdos e graúdos a aceitar o convite… pois é um livro que tem o poder de nos encantar!
Luís Fernandes da D’Orfeu tornará o momento mais especial com a sua contribuição musical.
Para os mais miúdos… e porque se celebra o seu dia – Dia Mundial da Criança – oferecem-se pinturas faciais.
Contamos com a tua presença… e traz um/a miúdo/a também!
Mais uma vez o Núcleo do Norte da AJA, levou à sua sede algo que pode divertir, saboreando algo que nos alimenta tanto o físico como a alma. É SEMPRE BOM. Estejam atentos ao próximo, uma vez que a lotação é limitada e sujeita a inscrição prévia
No âmbito do Festival Jovem da Lusofonia a decorrer em Aveiro, tivemos o prazer de participar num painel com o tema Escrita e Cidadania. Ao Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro foi endereçado o convite pela organização – IUNA+Lusofonia -, para falar sobre “Chico Buarque e Zeca Afonso – a ponte entre Brasil e Portugal – A Associação José Afonso – Núcleo Região de Aveiro convida…”.
Aconteceu ontem, 19 de Maio de 2013, no espaço da Livraria Bertrand no Fórum Aveiro, pelas 17 horas.
Na mesa esteve uma representante do núcleo e os nossos convidados, amigos e companheiros: Paulo Esperança, Gabriela Benedeti e Alípio de Freitas, que deram o seu contributo para a reflexão do tema.
Rui Oliveira, músico, amigo e companheiro, presenteou-nos com a música “Utopia” enriquecendo o momento.
… Um daqueles fins de tarde que sabem sempre bem!
Os nossos agradecimentos,
… à IUNA+Lusofonia pelo convite que nos fez.
… ao Paulo Esperança, Alípio de Freitas e Rui Oliveira, companheiros desde o inicio do nosso percurso, por mais uma vez, se mostrarem disponíveis para colaborar connosco, enriquecendo o nosso trabalho.
… à estreante Gabriela Benedeti, amiga e companheira de grandes conversas sobre cantautores de intervenção (onde se incluem Chico Buarque e Zeca Afonso), que nos deliciou com a sua participação… e a quem não vamos deixar “escapar”.
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, convida a estarem presentes, no próximo dia 19 de Maio 2013, às 17 horas, na Livraria Bertrand (Forúm Aveiro) para conversar com… Alípio de Freitas, Gabriela Benedeti e Paulo Esperança sobre Zeca Afonso e Chico Buarque – a ponte entre Portugal e Brasil.
A inciativa é uma colaboração do Núcleo da AJA Região de Aveiro com a organização do Festival Jovem da Lusofonia, no âmbito do programa Escrita e Cidadania
Comemoração do 25 de Abril no Cine-Teatro de Almeirim, iniciativa da AJA-Santarém, realizada dia 24 de Abril, às 21h30, com o apoio da Câmara Municipal de Almeirim.
Casa do Pessoal do Arsenal do Alfeite
Praceta Adriano Correia de Oliveira, Bloco I/J Laranjeiro
2810-147 Almada, Laranjeiro
cparsenal@gmail.com
No passado sábado, dia 04 de Maio 2013, o Núcleo da AJA Região de Aveiro em parceria com o Círculo Experimental de Teatro de Aveiro – CETA, teve o prazer de apresentar a peça d’O Fantocheiro – Vejam bem. Na sala há 5 meninas. Um “espectáculo multidisciplinar de celebração à música de José Afonso, onde originais eversões se interpelam, dialogam, namoram, complementam-se em busca de diferentes ambientes sonoros”.
Com a direcção de Rogério Ribeiro, 7 jovens através do movimento e da dança, e com suporte de imagens e música ao vivo, surpreenderam uma plateia que se demonstrou envolvida com todo o espectáculo.
Mais uma vez, Zeca Afonso esteve bem presente.
Agradecemos toda a disponibilidade, desde o inicio do processo, ao Grupo de Teatro O Fantocheiro na pessoa do Rogério Ribeiro.
Agradecemos ao CETA a disponibilidade do espaço e à Morpheus Wine Bar, pela cedência do espaço para o jantar e por toda a disponibilidade concedida.
O nosso agradecimento para todos/as os/as presentes e que enriqueceram a iniciativa com a sua participação.
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
1953 – José Afonso gravava nos Estúdios do Emissor Regional de Coimbra da antiga Emissora Nacional dois “78 rotações” para a “etiqueta” Melodia. Era a sua primeira vez! Durante anos, na discografia oficial, “De Capa e Batina”, edição da Moviplay, na primeira faixa, “Fado das Águias”,cuja letra e música era atribuída a José Afonso, um erro. A exposição “Desta Canção que Apeteço” – que estuda e reúne toda a obra discográfica do Zeca entre 1953 e 1985 – produzida pela Associação José Afonso, em parceria com o Município de Grândola, repôs a verdade histórica: nos dois trabalhos atrás referidos não está gravado qualquer original do Zeca. Da qualidade artística (ou não) desses quatro fados– nos falará o Octávio Fonseca e Silva, musicólogo e co-autor com Guilhermino Monteiro, João Lóio e José Mário Branco do Livro “José Afonso – Todas as Canções”. Ao Octávio Fonseca, Carlos Andrade, João Teixeira, José Silva e ao Carlos Carvalho e `”Mila”, aqui do “espaço de liberdade” que é “Pedra Nova – Todos “velhos” companheiros de estrada da Associação José Afonso – em especial do seu núcleo do norte – um forte abraço e um registo muito sentido do que é ser-se solidário. Seguem-se deambulações de uma máquina de fotos, que só funciona em manual, numa casa cheia, em que com muita pena alguns não puderam entrar, não cabiam.
Os sócios reunidos no jantar de 24 de Abril de 2013 em Viana do Alentejo, com a presença de Manuel Freire, formalizaram a apresentação do Núcleo AJA do Alto Alentejo.
AJA – Núcleo Alto Alentejo
aja.altoalentejo@gmail.com
Concerto do projecto da AJA norte “O canto de intervenção em Portugal e no mundo” realizado no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, na Amadora.
Amigos e Amigas,
Convidamos a estarem presentes na próxima sexta-feira, dia 19 de Abril às 21h30, na sala Castanha do Mercado Negro, para participarem de uma iniciativa do Núcleo da AJA Região de Aveiro em parceria com o Grupo Teatro Ensaio do Porto.
Contamos com a vossa presença.
Um abraço,
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
Concerto: Cantar Zeca Afonso
Data: 19 de Abril | 22:00
Local: Circulo Arte e Recreio, Guimarães http://circulodearteerecreio.blogspot.pt/
Entrada Livre
Clicar nas imagens para aumentar.
Homenagem a José Afonso no Uruguai organizada pelo cantor, e grande divulgador da obra de José Afonso, Andrés Stagnaro.
Canciones del referente portugués José Afonso-Participación especial de Romina Cecilia Pérez-Danza/Lucía Ehrlich- Lectura/ Andrés Pigatto-Contrabajo/ Victor Cunha-referencia del cantautor. Traducción de textos Isabel de la Fuente. Traducción de que amor não me engana,Victor Cunha
Quinta-feira, 25 de Abril de 2013
Teatro Agadu – Sala Blanca Podestá. Dirección: Canelones 1122. Teléfono: (598) 29.01.18.55.

No interior do Distrito do Porto, quase nas margens de Vila Real, Baião renova a sua dedicação a Abril com as palavras de Lourdes dos Anjos, enquanto Carlos Andrade, João Teixeira e José Silva percorrem a música de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira em celebração da Liberdade e do mundo novo a construir.
No dia 4 e 5 de Abril de 1973, os estudantes da Academia do Porto disseram “Não Cantarão”! As intenções do governo fascista de Marcelo Caetano e das suas organizações de juventude caíram por terra. Os coros dos “países amigos África do Sul, Espanha etc.,” foram boicotados à custa de centenas de estudantes presos. Dia 5 de Abril, na sede da AJA norte, com alguns dos PARTICIPANTES ACTIVOS, a avivou-se MEMÓRIA de uma luta estudantil no Porto
Mais fotos na página do Facebook da AJA
3º Congresso da Oposição Democrática – 40 Anos Depois… Vamos Falar de Liberdade!
Inserido nas comemorações do 2º Aniversário do Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro, assinalou-se os 40 Anos do 3º Congresso da Oposição Democrática que se realizou entre o dia 04 e 08 de Abril de 1973, em Aveiro.
Na Assembleia Municipal de Aveiro tivemos como interlocutores 4 elementos da Comissão Executiva de 1973: António Neto Brandão, António Regala, Flávio Sardo e Joaquim da Silveira, que nos presentearam com os seus testemunhos relativos a um momento histórico da luta pela Liberdade e pela Democracia e as suas inquietações perante um Agora onde se sente que estes princípios estão em perigo.
A sessão teve como abertura uma intervenção de Francisco Fanhais, presidente da AJA, seguido do historiador Manuel Ferreira Rodrigues que contextualizou o tema perante uma assembleia que não necessitou de ser convencida para estar presente.
Após estas intervenções foi dada a palavra aos elementos da mesa e finalmente à assembleia, onde os testemunhos também estiveram presentes.
A inquietação e o inconformismo perante um actual estado onde os direitos de cidadania estão a ser postos diariamente em causa, uniu todos/as os/as presentes… sentindo-se mesmo alguma revolta e desespero perante os permanentes atentados à Democracia e ao direito à Dignidade.
Agradecemos a todos/as que estiveram presentes e participaram neste encontro, e de forma especial ao António Peres, pelas largas horas de conversa sobre o 3ª Congresso da Oposição Democrática e sobre a relação de um dos intervenientes com o próprio Zeca Afonso.
Obrigado ao companheiro Paulo Esperança, vice-presidente da AJA, por nos recordar que o nosso 2º aniversário coincidia com os 40 anos do 3º Congresso da Oposição Democrática.
Agradecimento especial aos elementos da Comissão Executiva do 3º Congresso da Oposição Democrática pela sua disponibilidade e participação.
Esta iniciativa foi por nós dedicada a todas as mulheres e homens que lutaram e lutam pela Liberdade e por uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.
O Núcleo da AJA Região de Aveiro
Com cantigas à volta do Zeca “ocupámos” o espaço da Guesthouse Bar, a partir das 18 horas de sábado. Com a voz e guitarra de Ana Ribeiro, Adelino Sobral, Rui Oliveira e Francisco Fanhais, Zeca Afonso e Abril estiveram presentes neste fim de tarde.
Todos/as sentimos as palavras de Liberdade e de Luta, que apesar de serem de Ontem são também de Agora. Não foi um momento de saudosismo mas sim de certeza, que estas palavras são mais que actuais e que nos incentivam a uma luta diária.
Este momento foi seguido de um jantar comemorativo onde as cantigas continuaram e seguiram para a rua.
Agradecemos a todos/as os/as companheiros/as que fizeram questão de partilhar connosco estes momentos.
Agradecemos ao nosso companheiro Marcos Lança pelo apoio com que mais uma vez contámos.
E como sempre, obrigado Alexandre Gandarinho pela tua disponibilidade e paciência de sempre.
Um agradecimento especial a todos/as os/as que não puderam estar presentes, mas que o seu carinho foi sentido, pelas mensagens enviadas.
O Núcleo da AJA Região de Aveiro