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  • 100 Anos de José Afonso
December 2009
Home 2009 December
80 anos de ZecaAJA NorteHomenagens e tributos (2010)
27/12/2009By AJA

À noite… o Zeca

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80 anos de ZecaHomenagens e tributos (2009)Tertúlias
20/12/2009By AJA

Jantar/tertúlia “80 anos de Zeca”

Vieram “mais cinco” e trouxeram outros amigos também. De tal modo que o espaço foi pequeno para acolher tantas vontades de homenagear o Zeca. Alguns ficaram de fora. Com pena deles, pena nossa. Tivemos que prometer outro momento. Quem sabe…é sempre tempo para lembrar!
A sala simples esteve bonita de amigos, de sorrisos esperados e inesperados, de saudades escondidas em iludida indiferença, de conversas antigas e novas a retomar os seus lugares, de abraços há muito desejados, de encontro feliz.
O Zeca de 80 anos, amigo maior, no seu silêncio de estrela da constelação da Utopia, libertou cantigas, palavras, pensamentos, memórias e, num momento raro, construíram-se escalas e notas de amizade e de solidariedade.
80 anos de Zeca na sua força e brilho de cometa, que atravessou rápido as nossas vidas, deixou rastos visíveis que falam de desassossego, de inquietação com a apatia, de luta contra a injustiça social e, num clarão de esperança, continuou a apontar os caminhos certos na procura e na crença de que um outro mundo é possível.

E assim aconteceu na noite de 18 de Dezembro, na colectividade Adicense.

Guadalupe Magalhães

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Testemunhos
19/12/2009By AJA

As nossas tertúlias no Café Continental com o Zeca Afonso

Conheci-o na Beira, aí por alturas de 1959. Era professor do Liceu. Pediu-me para lhe arranjar um guitarrista, pois sabia compor, cantar e de que maneira, mas os seus conhecimentos na guitarra eram parcos, como me confessou.
Falei com o Fernandes, amigo, que tinha um conjunto que tocava no Beira Terrace nos fins de semana e feriados.
O Fernandes era pai da Zizi, uma cantora de muito mérito e que num concurso promovido pelo Rádio Clube de Moçambique, “Moçambique a cantar” ou coisa parecida, foi destronada por uma cançonetista bastante inferior, mas que era filha do então Presidente da Câmara Municipal da Beira. Para ser agradável ao Zeca, que já tinha nome pelas canções que se ouviam muito em segredo, o Fernandes lá tentou o guitarrista. Não soubemos se o conseguiu ou não pois entretanto fomos transferidos para Lourenço Marques. Aqui, decorridos alguns meses encontrámo-nos de novo nas tertúlias do Café Continental, onde na companhia do Dr. Filipe Ferreira, Dr. Barradas, mais tarde professor do Conservatório Nacional, Armando Morais, o médico dos C.F.M., Zeca Afonso, sempre só e nós, com as respectivas esposas, conversávamos sobre os problemas que então nos inquietavam. E eram muitos. A guerrilha no norte, a política na Metrópole, a incerteza de um futuro que muitos de nós acreditávamos ser de crise grave, a polícia secreta, que sabíamos estar ali ao nosso lado tentando escutar as nossas conversas, as injustiças que havia em determinados sectores da Administração Pública, nomeação de pessoas colocadas directamente pelo Governo Central em lugares que gostaríamos de ver ocupados por moçambicanos, a falta de liberdade de imprensa que era obrigada a publicar notícias, que só poderiam ser compreendidas pelas entrelinhas, a leitura do Le Monde, que o Armando Morais recebia directamente do Consulado Geral da França em Lourenço Marques e que era proibida e que passávamos uns aos outros para ler sofregamente pois dava especial realce às notícias sobre Portugal, a politica ultramarina do governo de então e a forma como era entendida a guerrilha pelas nações europeias e Estados Unidos e a possível independência de Moçambique, tendo em vista a posição dos Democratas de Moçambique, bem como as ideias oriundas da Frelimo, tudo bem reflectido pelos vários comentadores do Le Monde.
O Zeca muito dado a explosões de revolta, exprimia-se quase sempre em voz alta, não se importando que estivessem ou não na vizinhança os pides que vigiavam o local. Alguns não disfarçavam e olhavam em desafio para a nossa mesa, como se fossemos nós agentes do mal…Sabíamos quem eram, pois não era normal que para ali viesse tanta gente, desconhecida, com aquela côr “muito branca”…de quem chegara recentemente da Metrópole.
As nossas tertúlias do Café Continental!… Ainda hoje nos lembramos de como nos faziam bem…
José de Viseu

Retirado daqui

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Homenagens e tributos (2009)Teatro
19/12/2009By AJA

Hoje, em Montalegre

O recém-criado Centro de Estudos do Barroso-Teatro e Tradições, em colaboração com o Centro de Criatividade de Póvoa de Lanhoso, apresenta no 19 de Dezembro o espectáculo Cantar o Menino d’Oiro, com encenação e dramaturgia de Moncho Rodriguez, a partir de músicas de Zeca Afonso, Fausto, José Mário Branco, Sérgio Godinho, entre outros.

O espectáculo decorre no Auditório Municipal de Montalegre às 15h30 e às 21h00, contando com a participação de actores profissionais e mais de 100 actores amadores, músicos e cantores.

Retirado daqui

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Canção de CoimbraLuiz Goes
16/12/2009By AJA

Lançamento do livro “Luiz Goes: O Neo-Modernismo na Canção de Coimbra ou o Advento da Escola Goesiana”

Depois do lançamento do livro “José Afonso – Da Boémia Coimbrã à Fraternidade Utópica”, Jorge Cravo surpreende-nos agora com mais uma publicação, desta feita sobre o mais representativo cultor do Canto de Coimbra, com o título “Luiz Goes – O Neo-Modernismo na Canção de Coimbra ou o Advento da Escola Goesiana”.
Luiz Goes é, a partir da segunda metade do século XX, uma figura incontornável e acima de quaisquer suspeitas quanto à importância que tem na evolução da Canção de Coimbra.
Ideologicamente a partir da escola modernista de Edmundo de Bettencourt, Goes encetou uma renovação na Canção de Coimbra que o guindou à posição de legítimo e único sucessor daquele poeta-cantor presencista na afirmação de uma Nova Canção de Coimbra. Ou seja, o Neo-Modernismo chega à Canção de Coimbra através da escola Goesiana.
Demonstrando uma grande generosidade e disponibilidade, Goes tem revelado, nos últimos anos, um envolvimento, um amor e uma ternura por esta Canção que o permitem indexar como um Mestre, na acepção plena da palavra. Com ele se aprende todo um imaginário a preservar e a actualizar para que se não perca a Canção de Coimbra.
Uma Canção que muito deve à sua profunda veia artística como autor, compositor, poeta e, fundamentalmente, cultor inimitável.
Retirado do blogue Guitarra de Coimbra

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80 anos de ZecaHomenagens e tributos (2009)Tertúlias
14/12/2009By AJA

Jantar/ Tributo a José Afonso

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ImprensaTestemunhos
13/12/2009By AJA

“Zeca Afonso acabou com programa de rádio”

Durante a minha permanência em Luanda também fiz rádio numa emissora regional da Rádio Oficial de Angola. Eu, o alferes Amaral e o furriel Valente fazíamos um programa duas vezes por semana. Chamava-se ‘Mosaico’. O nome foi escolhido pelo comandante. Passávamos música e fazíamos artigos sobre cinema e música. Os discos eram emprestados por militares ou por uma loja que vendia um pouco de tudo.
Entre outras, passávamos música de Zeca Afonso. Nunca ninguém nos disse que era proibido. Mas, passado um tempo, apareceu lá um fulano que exigiu ver os artigos que tínhamos para ler no programa. Começou a fazer emendas, mas dava mais erros gramaticais do que nós. Quando começou o programa só pusemos música. Não lemos os artigos e no final anunciámos que tinha sido o último programa. Ele não disse nada, mas todos sabíamos que tinha ido até ali por causa do Zeca Afonso.

Artigo completo no Correio da Manhã

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Discografia
13/12/2009By AJA

Alerta, coleccionadores

Encontrado aqui

EP editado pela editora Alfama com o mesmo alinhamento do EP “Balada do Outono” editado pela Rapsódia – EPF 5085:
Lado A
“Balada de outono” e “Vira de Coimbra”
Lado B
“Amor de estudante” e o instrumental “Morena”

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BibliografiaBiografiaViriato Teles
10/12/2009By AJA

“As Voltas de um Andarilho” por Teresa Sá Couto

As Voltas de um Andarilho – Fragmentos da vida e obra de José Afonso de Viriato Teles: eis um documento raro sobre um sonho agarrado à vida concreta, firmado no telurismo português e braços estendidos a outros lugares do mundo onde despontava a utopia; uma voz sobre uma das vozes da resistência ao fascismo, que rasgou as sombras e iluminou quem nelas vivia; um diálogo entre gerações sobre «o que faz falta», o idealismo, a persistência na luta pela Liberdade.

Viriato Teles e José Afonso (1980)

«Mais uma vez, a luz. Mas aqui, desta vez, sem misticismo. Para o Viriato tratou-se só de erguer a lâmpada sobre as extraordinárias funções do Zeca, e nisso encontrar quem nós temos saudades de ser», diz Sérgio Godinho no Prefácio titulado «A que distância está o Zeca?». E luz é o substantivo genesíaco que nomeia esta obra alagada de memória, que palavras emissárias e imagens perpetuam, para grande felicidade nossa. Na base, uma segura, minuciosa e depurada investigação da vida de José Afonso, que casa factos reais com lugares interiores, só mensuráveis pelo tempo, porque é a narração do tempo que aqui encontramos, o tempo social, político, insurrecto. Depois, a mestria da composição, marca iniludível da escrita de Viriato Teles, que transforma entrevistas e reportagens em edifícios sensoriais e de comprometimento ímpar com o leitor.
Editada em 1999, e esgotadíssima, a obra é republicada pela Assírio & Alvim «com algumas actualizações, correcções e acrescentos», assim dito por Viriato Teles. Clara é também a missão que o jornalista e escritor cumpre soberanamente: «participar, tanto quanto possível, na luta contra o esquecimento, que é como se sabe um dos vícios portugueses mais comuns».
A voz e o legado
Além da história da vida de José Afonso, Viriato Teles transmite-nos um exemplo de vida de quem fez do compromisso com o seu tempo uma forma de se manter vivo. Um exemplo testemunhado por Viriato, pelo estreito contacto com Zeca, documentado nas entrevistas que lhe fez e nos encontros «sem marcação nem “agenda” prévia, ao sabor dos acasos e das lutas».
Desvenda-se na raiz o homem nascido para encarnar uma aspiração que tatuou numa existência andarilha, mobilizado pelo apelo solidário do Outro, na demanda da “irmandade”. O «trovador de muitos sonhos», que nos anos 60, em Coimbra, criava baladas e «abria uma revolução musical e poética que abalou a estrutura da canção ligeira portuguesa», cedo terá percebido que a música seria uma forma de chegar às populações. A esta juntou o gosto de «ensinar os filhos dos outros», com a leccionação em História e o envio de recados através das aulas.
«Um provocador, por instinto», refere Viriato Teles. «A música é comprometida quando o músico, como cidadão, é um homem comprometido», e «o que é preciso é criar desassossego»; «acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!», diz Zeca, regista-o Viriato, dizendo-nos também que Zeca se esquivava constantemente a falar de música, sendo ela o ponto de partida para outras divagações:
«Praticamente nunca canto por gosto», diz Zeca em 1980, «Prefiro estudar, agradar-me-ia tirar outro curso, às vezes até me passa pela cabeça que gostava de mudar de personalidade, como as personagens de Pirandello». Eram (e são) caminhos de um homem livre que «vive na recusa do oportunismo, na análise permanente das suas posições, na interrogação constante», portador da consciência contra o conformismo, «um verdadeiro e incorrigível independente»; era o timbre de um homem livre, que afirmou ser o seu próprio “comité central”, que decidiu, em 1985, apoiar a candidatura de Maria de Lurdes Pintassilgo à Presidência da República, que apoiou as lutas anti-imperialistas na América Latina, que se ligou a «grupos de apoio à Reforma Agrária, nomeadamente na Alemanha e na Holanda» e fez parte do Comité Central de Apoio à Frente Polisário.
Com a destreza que lhe é característica, Viriato Teles capta e regista em breves linhas a síntese perfeita do homem José Afonso: Zeca, na sua casa em Azeitão, «simultaneamente bem-disposto e mordaz, por vezes até impiedoso”, perante o “perguntador”», entre a viola, a um canto, um retrato de Che Guevara, na parede e «uma faiança com o texto de Grândola Vila Morena», a encher o espaço todo.
É sobre este homem que, com alguma vergonha pela iniquidade lusa, vem a lição da Galiza: a grande homenaxe, uma «festa rubra, viva e alegre», em Maio de 1987, “um testemunho de solidariedade”, uma lição que culminou, em Maio de 2009, com a inauguração, em Santiago de Compostela, do Parque José Afonso, perto do local onde em 10 de Maio de 1972 Zeca cantou pela primeira vez em público Grândola Vila Morena.
Por cá, a intemporalidade das suas mensagens clareia-se no interesse das novas gerações de músicos e nas constantes versões das suas cantigas. Na Discografia Anotada do autor de “Os Filhos da Madrugada”, Viriato Teles mostra-nos o «Zeca para além de Zeca», o registo dos intérpretes de Zeca até à actualidade, desde Adriano Correia de Oliveira, que interpretou a Balada da Esperança, em 1961, até Rão Kyao, com os temas “Balada de Outono” e “Menino d’Oiro”, de 2009.
Teresa Sá Couto
As Voltas de um Andarilho – Fragmentos da vida e obra de José Afonso
Viriato Teles, Assírio & Alvim, 2009
Retirado do blogue Orgia Literária

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BibliografiaLançamentosViriato Teles
10/12/2009By AJA

Os lançamentos do livro “As voltas de um andarilho” de Viriato Teles

Ver fotos do lançamento em Lisboa

Ver fotos do lançamento no Porto

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Homenagens e tributos (vídeo)
10/12/2009By AJA

Um Bairro Moderno: um vídeo dedicado a José Afonso.


Produção, realização, fotografia e montagem do documentário «Um Bairro Moderno», 1998 (7 min.).
Prémio Tom Vídeo «Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades».

Ano de Produção: 1998
Formato: Betacam SP
Duração: 6′

Sinopse: Um trabalho integrado no Programa “Novas Tendências” para o Departamento de Animação da EXPO`98, um vídeo dedicado a José Afonso.

Um Bairro Moderno é uma ideia original de Laurent Simões e apresenta, através duma descrição fotográfica, a memória realista das impressões de um bairro moderno. Imagens cristalizadas que descrevem dois ambientes percorridos por Zeca Afonso: A Cidade e o Campo.

Argumento, Realização, Filmagem, e Montagem: Laurent Simões
Música Original: «Galinhas do Mato» de José Afonso
Actor: Miguel Borges
Produção Executiva: Margarida Robalo
Ass. Imagem: Nuno Olim, Rui Ribeiro e Marista
Agradecimentos: Jorge Gouveia
Produção: AVANTI PT
Para EXPO’98

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Homenagens e tributos (2009)Tertúlias
10/12/2009By AJA

Convite da Associação Abril para jantar/homenagem a José Afonso

Caras e caros abrilistas e amigas/os:
A Associação Abril, como subscritora do projecto “80 anos de Zeca” e respondendo ao lema do seu plano de actividades para o próximo biénio, “A Cultura do Desassossego”, vai organizar uma actividade à volta desta incontornável personalidade que, mais do que ninguém, cultivou uma desassossegada forma de estar na vida.
A sua enorme inquietude, espírito de solidariedade e amor pela liberdade colocaram-no sempre ao lado dos desprotegidos, dos que não tinham voz e por isso utilizou a cantiga como arma para despertar consciências, denunciar injustiças, provocar a reflexão e conquistar assim pessoas para o seu ideal de um mundo mais justo e solidário.
Com este encontro queremos homenagear o enorme talento do cantautor mas também o homem de grande humanidade que partiu tão cedo do nosso convívio. Juntaremos amigos, companheiros de estrada e admiradores do Zeca num especial momento de convívio e partilharemos testemunhos, música, poesia e tudo o mais que a amizade e a saudade despertarem em nós.
Para tal propomos que participem num Jantar de Convívio, em jeito de tertúlia, no dia 18 DE DEZEMBRO, na Colectividade ADICENSE, na Rua de S. Pedro, nº 20 (Junto ao Museu do Fado, primeira rua à esquerda, prédio com portas vermelhas, logo no inicio da rua).
Estarão disponíveis para venda discos do Zeca e de tributo à sua memória, livros, posters e pins. Poderão constituir excelentes prendas de Natal e ajudarão a conservar a sua memória entre os jovens e aqueles que menos o conhecem.
Já dirigimos o convite a cantores e amigos destas andanças tendo tido a confirmação da presença de Francisco Fanhais, Vitorino, Janita Salomé, Manuel Freire, Luanda Cozetti, José Fanha, Helder Costa, Mário Tomé, José Carlos de Vasconcelos; Diana Andringa, Viriato Teles, Adelino Gomes, entre outros, dos quais esperamos confirmação.
O preço da inscrição para o Jantar será de 18 Euros e a hora para o encontro às 20.00 horas
Estamos certos de que apreciarão esta homenagem e o seu significado para a nossa Associação, pois constitui um contributo especial nas celebrações que durante todo o ano comemorativo tem vindo a relembrar o nosso grande cantor e a manter viva a sua presença entre nós.
Aguardamos a vossa adesão e divulgação entre os vossos amigos e desejamos a todos, Festas Felizes.
A Presidente da Comissão Coordenadora
Guadalupe Magalhães Portelinha
P.S: Por favor confirmar até dia 16, no máximo, para guadalupe.magalhaes@gmail.com ou para alipiodefreitas@gmail.com ou tms 966785119 / 962505797 (Alípio)

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80 anos de ZecaAJA NorteConferências
09/12/2009By AJA

É já amanhã. A não perder.

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Luís SepúlvedaTestemunhos
09/12/2009By AJA

Luís Sepúlveda sobre José Afonso


Luís Sepúlveda, no programa “Câmara Clara”, relembra o contacto com a música de José Afonso no Chile.

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Colóquios
09/12/2009By AJA

Colóquio “José Afonso na cidade do Sado”: os vídeos

Este é o 1º vídeo de uma série de 12, já disponíveis no nosso canal do Youtube, que registam o colóquio “José Afonso na cidade do Sado”, realizado a 3 de Abril de 2009, que contou com a moderação de Rui Mota e a presença e os testemunhos de Jorge Luz, Henrique Guerreiro, Helena Afonso e Álvaro Arranja.

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GrândolaJosé da ConceiçãoTestemunhos
08/12/2009By AJA

José da Conceição

José da Conceição, um dos organizadores do histórico concerto de José Afonso e Carlos Paredes a 17 de Maio de 1964, em Grândola, relembra aqui essa noite e outras histórias.

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80 anos de ZecaAJA Norte
07/12/2009By AJA

80 anos de Zeca

Não percam as actividades do projecto “80 Anos de Zeca”, levado a cabo pelo núcleo do norte da AJA. Os concertos, os colóquios, os tributos, etc. Toda a informação aqui.

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BiografiaColóquiosGeografias de uma vidaMoçambique
07/12/2009By AJA

Geografias de uma vida (Moçambique): os vídeos

O projecto da AJA, “Geografias de uma vida”, assenta no intuito de revisitar os lugares por onde José Afonso passou e semeou o seu exemplo de cidadania, recolhendo testemunhos, notícia e documentação de toda a ordem, das suas vivências (sobretudo as de carácter cívico e cultural), ou mesmo das que indirectamente acabou por proporcionar.
Assim, em 2 e 3 de Dezembro de 2005, no anfiteatro da Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, decorreram sessões em que se viram, ouviram e falaram sobre alguns exemplos de actividades que José Afonso desenvolveu quer na antiga Lourenço Marques (Maputo), quer na Cidade da Beira.

Aqui fica o primeiro de 13 vídeos, onde ficaram registados esses dois dias.

Toda a informação sobre o colóquio aqui
Veja os restantes vídeos na página Youtube da AJA

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80 anos de ZecaAJA NorteHomenagens e tributos (2009)
06/12/2009By AJA

Tributo a Zeca

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Associação José Afonso
04/12/2009By AJA

Uma associação, uma carta, um convite

Estimados sócios e amigos da ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO
Não estranhem esta carta.
Ela é, como tudo o que nos é comum, determinada por factos que nos conduzem às lembranças do que somos, do que fazemos, porque fazemos, para quê e para quem.
A AJA precisa de pensar neste momento o que é, para que serve e de definir linhas de orientação para o futuro.
Pensamos que o poderemos fazer reunindo-nos para um almoço (feijoada), no Bando, em Palmela, no próximo dia 12 de Dezembro, sábado, às 13 horas e em que cada um pagará 15 euros.
Será um belo encontro em pleno Parque Natural da Arrábida, em que saberemos uns dos outros, e falaremos com realismo da história da AJA, das dificuldades em conceber a cultura como um bem necessário, da actualidade do exemplo de vida e obra do ZECA e de outras coisas que vierem à baila…
Se não servir para mais nada, mataremos saudades, o que já por si é um estímulo.
Certos de que a ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO será motivo suficiente para este encontro pedimos a confirmação até dia 7 para o telefone 265 185 580 ou associacaojoseafonso@gmail.com
UM ABRAÇO FRATERNO E SOLIDÁRIO
O Presidente da Direcção

Francisco Fanhais

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Viriato Teles
04/12/2009By AJA

Amanhã, no Porto

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Francisco FanhaisTertúlias
04/12/2009By AJA

Conversas e música à volta de José Afonso em Évora

Dia 7 de Dezembro, o bibliocafé Intensidez, em Évora, acolhe Francisco Fanhais e Arturo Reguera numa conversa de amigos à volta de José Afonso.

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80 anos de ZecaConferênciasGuilhermino Monteiro
03/12/2009By AJA

Conferência sobre a música de José Afonso

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80 anos de ZecaAJA Norte
02/12/2009By AJA

Agenda Dezembro para os “80 ANOS DE ZECA”

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BibliografiaFotobiografiaIrene Pimentel
02/12/2009By AJA

No restaurante “O Bispo”

Na próxima 5ª feira, dia 3 de Dezembro, a historiadora Irene Flunser Pimentel estará no restaurante “O Bispo”, no Seixal, para mais uma rubrica “À conversa com…”.
O tema será a recente publicação da fotobiografia de José Afonso, cujo texto é da sua responsabilidade.
Nessa noite estarão presentes o editor do livro, Joaquim Vieira, bem como Francisco Fanhais, presidente da Associação José Afonso e cantor.
No final da apresentação haverá oportunidade para se cantarem alguns temas de José Afonso.

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80 anos de ZecaHomenagens e tributos (2009)
01/12/2009By AJA

À volta de José Afonso

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