{"id":33534,"date":"2020-02-15T16:58:00","date_gmt":"2020-02-15T16:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/aja.pt\/?p=33534"},"modified":"2022-02-17T16:59:03","modified_gmt":"2022-02-17T16:59:03","slug":"mulher-da-erva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aja.pt\/en\/mulher-da-erva\/","title":{"rendered":"Mulher da erva"},"content":{"rendered":"\n<p>Elfiede Engelmayer d\u00e1 a explica\u00e7\u00e3o deste texto: trata-se de uma velha mulher do Alentejo que ganhava a vida com a venda de erva. Jos\u00e9 Afonso conheceu-a quando ela j\u00e1 tinha mais de setenta anos. Todos os dias, andava pelas ruas e estradas com uma cesta de erva cuja venda era o seu sustento e com que se alimentava o gado. Esta \u201cprofiss\u00e3o\u201d desapareceu com a moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura. A can\u00e7\u00e3o relata o encontro entre o cantor e a mulher. Na segunda estrofe, ele v\u00ea-a a subir a estrada, vindo na sua direc\u00e7\u00e3o. Na terceira, eles trocam algumas palavras e depois ela prossegue o seu caminho sem ouvir o coment\u00e1rio do cantor. Na primeira estrofe, a \u201cvela condenada pela onda\u201d simboliza que ela n\u00e3o tem, e nunca teve, futuro.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>in \u201cA can\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o portuguesa \u2013 Contribui\u00e7\u00e3o para um estudo e tradu\u00e7\u00e3o de textos\u201d de Oona Soenario, 1994-1995, Universidade de Antu\u00e9rpia<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elfiede Engelmayer d\u00e1 a explica\u00e7\u00e3o deste texto: trata-se de uma velha mulher do Alentejo que ganhava a vida com a venda de erva. Jos\u00e9 Afonso conheceu-a quando ela j\u00e1 tinha mais de setenta anos. Todos os dias, andava pelas ruas e estradas com uma cesta de erva cuja venda era o seu sustento e com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[115,80],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33534"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33534"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33534\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33534"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33534"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aja.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33534"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}