Faro 1961 – 1964
Foi uma fase de euforia extremamente gratificante e das coisas mais felizes da minha vida. Escrevi na altura “Tenho barco, tenho remos”, a propósito de um barco...
Luiza Neto Jorge lembrando as suas deambulações em Faro com A. Barahona, Zeca Afonso, Bronze e Pité
Novos CruzadosSequiosos descemseus corpos de esponjaa rolar na treva,iates rompendoà babugem da...
«Morra um homem. Fique a fama». (Zé do Telhado)
Era um senhor. Desprendido e simples.Arrogante e firme. Um aristocrata. De uma espécie em vias de extinção: um homem livre.Quis um pano vermelho a...
Falar do Zeca é falar de um grande amigo com quem convivi muito intimamente em Coimbra, sobretuto nos anos 50.Quando se dão os grandes acontecimentos dos anos 60 eu já não estava lá, já me tinha...
Eu teria então os meus quinze anos, e não gostava de quase nada do que se fazia na música portuguesa.Nisso, devo dizer, não estava só.Ora um país onde a gente nova não se reconhece, seja na música...
Nascido para, como diz a cantiga, “abrir grandes janelas”, o Zeca sempre suportou maio fechamento – quer o das ideias, quer o dos espaços. Das duas vezes que foi a Paris gravar...